
Mês: março 2010
Frase do dia
“Quem não lê livro de papel, não vai passar a ler por causa do livro eletrônico”
Pedro Herz, da Livraria Cultura, na Folha de S. Paulo.
De volta aos palcos da vida
E eis que, após alguns anos de serviços dedicados a ações culturais, volta aos palcos ninguém menos ninguém mais que o copoanheiro eventual, amigo dos bão, contador de causos como ele só, Pérsio Assunção!

Xadrez etílico

( Publicado originalmente no blog etílico Copoanheiros… )
Adauto de Andrade
( Publicado no Legal em 28/03/2008 )
E aumentando a variedade dos tipos de tabuleiros e peças que podem deixar jogos de xadrez ainda mais interessantes, como eu já havia mostrado antes, segue agora o “xadrez etílico”. Não é necessariamente original, pois lembro-me bem de ter visto um tabuleiro bem similar – mas, no caso, de damas – num dos episódios de M.A.S.H. – A sátira da guerra (não, não sou velho, sou “clássico”).

Simplicidade é tudo!
Três filhos saíram de casa, conseguiram bons empregos e prosperaram.
Anos depois, eles se encontraram e estavam discutindo sobre os presentes que eles conseguiram comprar para a mãe, que já era bem idosa.
O primeiro disse:
– Eu consegui comprar uma casa enorme para nossa mãe…
O segundo disse:
– Eu mandei para ela uma Mercedes zerinho com motorista.
O terceiro sorriu e disse:
– Certamente meu presente foi melhor. Vocês sabem como a mamãe gosta da Bíblia, mas ela está praticamente cega e não consegue mais ler. Então mandei pra ela um papagaio marrom raro que consegue recitar a Bíblia todinha. Foram 12 anos de treinamento num mosteiro, por 20 monges diferentes. Eu tive de doar US$100, 000.00 para o mosteiro, mas valeu a pena. Nossa mãe precisa apenas dizer o capítulo e versículo que o papagaio recita sem um único erro.
Tempos depois, os filhos receberam da mãe uma carta de agradecimento pelos presentes:
Primeiro: “Milton, a casa que você comprou é muito grande. Eu moro apenas em um quarto, mas tenho de limpar a casa todinha…”.
Segundo: “Maycon, eu estou muito velha pra sair de casa e viajar. Eu fico em casa o tempo todo e nunca uso o Mercedes que você me deu. E o motorista também é muito mal educado…”.
Terceiro: “Querido Marvin, você foi o único filho que teve bom senso pra saber que o que a sua mãe realmente gosta é de coisas simples. Aquele franguinho estava delicioso, muito obrigada.”
