{"id":1347,"date":"2011-10-15T06:50:31","date_gmt":"2011-10-15T09:50:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.projeto676.com.br\/?p=1347"},"modified":"2011-10-15T06:50:31","modified_gmt":"2011-10-15T09:50:31","slug":"ferias-a-viagem-continua-dia-dois","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/legal.adv.br\/projeto676\/20111015\/ferias-a-viagem-continua-dia-dois\/","title":{"rendered":"F\u00e9rias, a viagem continua &#8211; &#8220;dia dois&#8221;"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Ah, e que bela primeira noite fora de casa&#8230; insone!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o sei por que cargas d&#8217;\u00e1gua, o sono simplesmente n\u00e3o veio. Ou melhor, veio e se foi. Deu uma passadinha r\u00e1pida, l\u00e1 pelas dez e tantas, mas j\u00e1 \u00e0s duas, sem mais nem menos, foi embora, sem bilhete, sem recado, sem flores e me deixou ali, estarrecido. E acordado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tudo bem que usualmente eu j\u00e1 durmo apenas de quatro a seis horas. Mais que isso me traz complica\u00e7\u00f5es tanto materiais (coluna fica arrebentada) quanto n\u00e3o (sonho demais). Mas pelo n\u00edvel de cansa\u00e7o, pensei que s\u00f3 iria acordar dali uns tr\u00eas dias&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Talvez um pouco disso tenha sido pelo Jean, que, logo ap\u00f3s o apagar das luzes veio se enfiar bem no nosso meio &#8211; coisa que n\u00e3o fazia desde beb\u00ea. S\u00f3 que ele cresceu, n\u00e9? E a cama era menor que a usual. Outro tanto, tamb\u00e9m, talvez pelo Erik, que l\u00e1 pelas quatro, comigo ainda acordado fitando o teto e percebo um pequenino vulto do outro lado da cama &#8211; me apoio no cotovelo e dou uma olhada por sobre todos e l\u00e1 estava ele: parado, nos olhando, sorriso lambeta e, num cumprimento, faz um gesto amplo de meia lua com a m\u00e3o dizendo: <em>&#8220;acordei&#8230;&#8221;<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Chamo o magrelinho pro meu lado, coloco-o debaixo das cobertas, abra\u00e7o-o e percebo que n\u00e3o vai rolar tentar dormir nos trinta cent\u00edmetros de cama que me sobraram. Ainda mais com a sinfonia de roncos (ronquinhos?) que ele e o irm\u00e3o passaram a se dedicar. Fui me deitar no outro quarto e, por mais que tentasse aquietar a mente, ela estava em seu pr\u00f3prio comando, pensando em blogs, livros, edi\u00e7\u00f5es, genealogia, publica\u00e7\u00f5es e reforma no quarto dos meninos. Bem como na organiza\u00e7\u00e3o de meus livros no novo <span style=\"text-decoration: line-through;\">cub\u00edculo<\/span> escrit\u00f3rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E, quando menos espero, j\u00e1 com um ligeiro raiar do sol pelas frestas, um turbilh\u00e3o de passarinhos cantando veio dar um benfazejo bom dia a todos&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mesmo com a malfadada chuvinha fina fomos at\u00e9 o Parque das \u00c1guas, lugar que j\u00e1 hav\u00edamos visitado h\u00e1 cerca de oito anos, com o Jean ainda l\u00e1 pelo seu sexto m\u00eas dentro dentro da Dona Patroa. N\u00e3o falei disso? Que a previs\u00e3o do tempo tinha avisado na v\u00e9spera que os pr\u00f3ximos dias seriam de chuva? Ou ser\u00e1 que n\u00e3o falei que j\u00e1 havia estado nesta cidade antes? Que foi um dos pren\u00fancios da futura situa\u00e7\u00e3o de meu joelho, quando num pedalinho, no meio do lago, contra o vento, com duas crian\u00e7as e uma mulher gr\u00e1vida, tive que penar, pedalando \u00e0 toda, para fazer o &#8220;cisne encantado&#8221; voltar para o cais. Detalhe n\u00famero um: por mais que me esfor\u00e7asse em me ajeitar, o espa\u00e7o entre o banco, os pedais e o painel era insuficiente, de modo que a cada volta eu batia meu joelho. Sim, o esquerdo. Detalhe n\u00famero dois: essa \u00e9 uma das lembran\u00e7as mais antigas que o Kevin, o filhote mais velho, ainda guarda na mente&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Gra\u00e7as aos c\u00e9us a chuva fina nos impediu de novamente experimentar os pedalinhos &#8211; coisa que o meu querido, amado, idolatrado, salve, salve, primog\u00eanito (sarcasticamente, \u00e9 \u00f3bvio) estava louco para andar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E assim, no pouco tempo que ficamos em Caxambu, dada a correria dos poucos dias para &#8220;cumprir&#8221; o trajeto, divertimo-nos com o passeio (sob fina chuva), com o resgate de algumas boas lembran\u00e7as do passeio anterior, com o saborear pela Dona Patroa das diversas fontes de \u00e1gua radioativa &#8211; o que me deu certo receio de, doravante, irrit\u00e1-la e n\u00e3o mais que de repente ela come\u00e7ar a assumir tons esverdeados&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas, enfim, ap\u00f3s a indispens\u00e1vel visita \u00e0 sempre presente <span style=\"text-decoration: line-through;\">armadilha para turistas<\/span> feirinha de artesanato, com compra de doces e outras lembrancinhas poss\u00edveis mais, toca pra pegar estrada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ali\u00e1s, como j\u00e1 \u00e9 de praxe, fic\u00e7\u00e3o \u00e9 bobagem pois a vida nos d\u00e1 muni\u00e7\u00e3o. Enquanto esperava a Dona Patroa e a prole sair de uma das lojinhas, fumando um cigarro do lado de fora, eis que me passa um casal de velhinhos, obviamente turistas de outro estado:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>&#8220;Olha ali, no carro!&#8221;<\/em> &#8211; ela diz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>&#8220;Que \u00e9 que tem?&#8221;<\/em> &#8211; ele resmunga.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>&#8220;T\u00e1 escrito UAI!&#8221;<\/em> &#8211; \u00e9 o que ela fala com um sorriso estampado no rosto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>&#8220;\u00c9. Mas escreveram errado. Escreveram com a letra &#8216;W&#8217;&#8230;&#8221;<\/em> &#8211; diz ele, ao final, em tom professoral.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre uma tragada e outra olho para o carro adesivado do qual falavam e quase engasgo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas tava l\u00e1.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Fiat WAY.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Bem, depois dessa, voltamos para pegar o Poseidon e j\u00e1 com novo rumo definido: Santa Rita de Jacutinga, terra natal de meu pai.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cabe aqui contar um pequeno detalhe acerca da <em>Madame GPS<\/em>. Talvez eu devesse ter acessado a Internet para fazer uma atualiza\u00e7\u00e3o de seus mapas. Talvez, c\u00e1 pra esses cant\u00f5es de Minas, n\u00e3o tivesse adiantado nada. Mas o neg\u00f3cio \u00e9 que, de quando em quando, a bichinha ficava meio perdida (como j\u00e1 contei antes) com a setinha a flutuar no vazio do espa\u00e7o, sem estrada nenhuma em seus registros. S\u00f3 que, no que diz respeito a Caxambu, a cidade sequer existe! Nem uma rua. Nada mapeado! \u00c9 \u00f3bvio que, por causa disso, a Madame ouviu v\u00e1rios improp\u00e9rios deste que vos tecla. Inclusive da Dona Patroa. At\u00e9 mesmo do filhote n\u00ba 1. Bem-humorados, sim. Mas, ainda assim, improp\u00e9rios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E eu devia saber que haveria retalia\u00e7\u00e3o&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Da\u00ed uma proveitosa li\u00e7\u00e3o: nunca confie num GPS depois de ofend\u00ea-lo!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O que seria uma rota at\u00e9 f\u00e1cil, quase que em linha reta (apesar das curvas), se transformou num grande ponto de interroga\u00e7\u00e3o. Perdemos a entrada &#8211; pra variar &#8211; e a danada da Madame (que agora j\u00e1 tinha se aprumado numa estrada) nos mandava virar \u00e0 direita num abismo, ou recalculava a rota para nos jogar contra um pared\u00e3o de rocha, coisas do g\u00eanero. Com isso, tendo passado a cidade de Bom Jardim de Minas, onde dever\u00edamos pegar o trecho final para Santa Rita de Jacutinga, acabamos parando <strong>trinta quil\u00f4metros<\/strong> adiante para almo\u00e7ar num simp\u00e1tico restaurante de beira de estrada (e com um maravilhoso doce de leite como sobremesa).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Conversa daqui&#8230; Conversa dali&#8230; E Santa Rita? Voc\u00eas j\u00e1 passaram. Mas pra S\u00e3o Jo\u00e3o Del Rey? Tamb\u00e9m ficou pra tr\u00e1s! Pra onde vai essa estrada? Juiz de Fora! &#8211; e por a\u00ed seguiu o proseio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De qualquer \u00e2ngulo que olh\u00e1ssemos ter\u00edamos mesmo que voltar. Na verdade fez falta um mapa de papel. Somente para consultas globais, \u00e0 parte das indica\u00e7\u00f5es assassino-vingativas da <em>Madame GPS<\/em>. O que me levou a ter que aguentar por um bom tempo o ar de superioridade da Dona Patroa (que tinha recomendado traz\u00ea-lo). N\u00e3o foi colocado em palavras, mas que ela estava comichando para soltar um <em>&#8220;eu te disse!&#8221;<\/em> (tal qual aquela lambretinha do antigo desenho &#8220;Carangos e Motocas&#8221;), ah isso ela estava!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com tempo perdido e d\u00favidas no ar, refizemos nosso trajeto. At\u00e9 porque em Santa Rita existe em sua grande maioria (assim o li, pelo menos) belezas naturais, cachoeiras, visitas \u00e0 antigas fazendas, etc. Coisas quase que impratic\u00e1veis num dia de chuva. E, ademais, n\u00e3o trouxe o endere\u00e7o da parentada a quem visitar (ainda que &#8211; pasmem! &#8211; eu tenha uma certa timidez para tanto). Resolvi(emos) tocar direto pra S\u00e3o Jo\u00e3o Del Rey e, sob recomenda\u00e7\u00f5es, dali pra vizinha Tiradentes. Bastava voltar, virar \u00e0 direita em Andrel\u00e2ndia e seguir em frente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas antes de Andrel\u00e2ndia, tinha Arantina. E no meio do caminho havia uma placa. E havia uma placa no meio do caminho. E um GPS desacretitado dentro do carro. Ent\u00e3o, seguimos a placa! E, \u00e9 l\u00f3gico, fomos parar numa estrada de terra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">T\u00e1qui\u00f4spa!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trollados at\u00e9 pela sinaliza\u00e7\u00e3o vi\u00e1ria!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como &#8220;quem tem boca vai \u00e0 Roma&#8221;, n\u00e3o demorou nada e j\u00e1 retomamos o caminho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E recome\u00e7ou a chover.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 disse que detesto dirigir com chuva?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tava me sentido o Gomes dirigindo o cup\u00ea maldito da Fam\u00edlia Addams&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 sem chuva paramos em Andrel\u00e2ndia, cidadezinha acolhedora mas que parece desprovida de atrativos. S\u00f3 mais tarde vim a saber de sua fama pelas vin\u00edculas que possui. Fomos at\u00e9 o &#8220;Morro do Cristo&#8221; (parece que quase toda cidade tem um), com um \u00f3timo mirante, e atrav\u00e9s dos mapas do Iphone pudemos estabelecer uma rota com maior seguran\u00e7a. Ali\u00e1s, depois disso, enciumada, a Madame GPS passou a dar o caminho (quase) certo&#8230; E eu posso com isso? Briguinhas internas entre traquitanas tecnol\u00f3gicas?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Passamos por S\u00e3o Vicente de Minas (famosa, por sua vez, pelos queijos frescos), Carrancas (cidade da Esther, autora de um maravilhoso livro sobre a fam\u00edlia), Madre de Deus (onde ainda hei de voltar para pesquisas geneal\u00f3gicas) e rumo certo para S\u00e3o Jo\u00e3o Del Rey.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nisso constatamos uma coisa interessante. Fizemos errado. Desde o in\u00edcio. Pelos poucos dias dispon\u00edveis dever\u00edamos ter escolhido apenas um lugar para visitar e explorar com calma. Uma maratona como essa meio que deixa de lado seu prop\u00f3sito cultural original. O fato de toda hora nos perdermos pr&#8217;aqui e pr&#8217;acol\u00e1 n\u00e3o foi efetivamente problema nenhum &#8211; ali\u00e1s, foi tratado com muito bom humor por todos n\u00f3s, inclusive as crian\u00e7as. Mas o &#8220;perder-se&#8221; poderia ter gerado dividendos maiores, parar com calma, sem pressa, conhecer cada cidadezinha, falar com as pessoas, descobrir seus atrativos, coisas do g\u00eanero. Disso tiramos duas linhas: primeiramente que ainda voltar\u00edamos a fazer esse circuito quando TODOS estivessem de f\u00e9rias; segundamente que n\u00e3o ir\u00edamos mais para Ouro Preto, de modo a poder conhecer com calma tanto S\u00e3o Jo\u00e3o Del Rey quanto Tiradentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Chegando \u00e0 cidade fomos procurar um hotel pr\u00f3ximo ao centro hist\u00f3rico para que pud\u00e9ssemos fazer os trajetos a p\u00e9. Ali\u00e1s, por incr\u00edvel que pare\u00e7a, coisa rara por aqui \u00e9 hotel com estacionamento! N\u00e3o demorou muito <span style=\"text-decoration: line-through;\">encontrei<\/span> e a Dona Patroa encontrou um. Pre\u00e7o salgadinho, mas tudo bem, tava coberto pela economia que fizemos no anterior&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E a frase do dia, talvez melhor compreens\u00edvel somente para quem j\u00e1 leu um livro chamado &#8220;Crian\u00e7as e suas vidas passadas&#8221;, mais uma vez veio do Jean. Ao subirmos para nossos quartos no segundo andar, ele foi at\u00e9 a janela e contemplou a vista de casarios antigos, bem como o canal que corta a cidade, todo gramado, com suas pontes de pedra e disse:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>&#8220;Que lindo! Parece que a gente est\u00e1 em Paris!&#8221;<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ah, e que bela primeira noite fora de casa&#8230; insone! 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