{"id":1801,"date":"2014-04-17T13:51:29","date_gmt":"2014-04-17T16:51:29","guid":{"rendered":"http:\/\/www.projeto676.com.br\/?p=1801"},"modified":"2014-04-17T13:51:29","modified_gmt":"2014-04-17T16:51:29","slug":"ford-maverick-completa-45-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/legal.adv.br\/projeto676\/20140417\/ford-maverick-completa-45-anos\/","title":{"rendered":"Ford Maverick completa 45 anos"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o, n\u00e3o, voc\u00eas n\u00e3o est\u00e3o no blog errado n\u00e3o!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas temos que dar a m\u00e3o \u00e0 palmat\u00f3ria que, dos modelos nacionais dispon\u00edveis \u00e0 \u00e9poca, o Maverick foi o \u00fanico capaz de competir com o Opala. Tanto assim o \u00e9 que restam perguntas idiotas at\u00e9 hoje, capaz de arrepiar qualquer opaleiro: <em>&#8220;\u00e9 V-4, V-6 ou V-8?&#8221;<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E mais: esses &#8220;45 anos&#8221; s\u00e3o do lan\u00e7amento dele l\u00e1 fora, pois no Brasil ele somente viria a ser lan\u00e7ado anos depois, em 1973, especificamente para &#8220;combater&#8221; o Opala que j\u00e1 havia sido lan\u00e7ado em 1969. Mas o Maverick n\u00e3o durou muito. J\u00e1 em 1979, com pouco mais de 100.000 unidades fabricadas, deixou de ser produzido. Enquanto que o Opala resistiu at\u00e9 1992, encostando em um milh\u00e3o de unidades&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas vamos \u00e0 mat\u00e9ria em si, que roubartilhei <a href=\"http:\/\/www.novidadesautomotivas.blog.br\/2014\/04\/ford-maverick-completa-45-anos.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span style=\"color: #3366ff;\">daqui<\/span><\/a>:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>Exatamente 5 anos mais novo que o Mustang, carro \u201cecon\u00f4mico\u201d da Ford tamb\u00e9m foi fabricado no Brasil<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"vertical-align: middle;\" title=\"\" src=\"http:\/\/www.legal.adv.br\/projeto676\/img\/antiqua\/mav01.jpg\" alt=\"\" width=\"480\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 bem verdade que o Ford Mustang \u00e9 mais marcante e famoso, e 50 anos \u00e9 algo realmente marcante, mas n\u00e3o podemos nos esquecer de outro Ford que nasceu exatamente 5 anos depois com objetivo oposto e que tamb\u00e9m tem uma legi\u00e3o de f\u00e3s &#8211; ao menos no Brasil: o <strong>Maverick<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"vertical-align: middle;\" title=\"\" src=\"http:\/\/www.legal.adv.br\/projeto676\/img\/antiqua\/mav02.jpg\" alt=\"\" width=\"480\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Era o final da d\u00e9cada de 60. A Ford j\u00e1 experimentava o sucesso do Mustang, o primeiro dos \u201cPony Car\u201d e a crise do petr\u00f3leo ainda pertencia ao futuro. Mesmo assim, buscava um ve\u00edculo compacto, barato e econ\u00f4mico \u2013 nos padr\u00f5es da \u00e9poca \u2013 para concorrer com carros europeus e japoneses, como Fusca e Corolla, algo que o Ford Falcon, grande e obsoleto n\u00e3o era capaz de fazer.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"vertical-align: middle;\" title=\"\" src=\"http:\/\/www.legal.adv.br\/projeto676\/img\/antiqua\/mav03.jpg\" alt=\"\" width=\"480\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sendo assim, em 17 de abril de 1969 a Ford lan\u00e7ava o Maverick. Custava 1.995 d\u00f3lares e tinha 15 op\u00e7\u00f5es de cores. O sucesso foi fulminante. Ainda no primeiro ano de vendas o modelo teve 579.000 unidades comercializadas, superando o pr\u00f3prio Mustang. Os motores eram dois, um 2.8 de 82 cv e 17,8 kgfm e 3.3 de 91 cv e 21,3 kgfm, ambos de seis cilindros. As linhas do carro eram semelhantes \u00e0s do Mustang, por\u00e9m simplificadas. Apesar de tudo, n\u00e3o deixava de ser um belo carro.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"vertical-align: middle;\" title=\"\" src=\"http:\/\/www.legal.adv.br\/projeto676\/img\/antiqua\/mav04.jpg\" alt=\"\" width=\"480\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Logo surgiriam outras vers\u00f5es. Em 1971 o Maverick recebia o famoso V8 de 302 Polegadas C\u00fabicas que equipava algumas vers\u00f5es do Mustang, mesmo com a Ford temerosa acreditando que isso macularia a imagem de seu carro \u201cecon\u00f4mico\u201d. Ela estava errada&#8230; Logo surgiam vers\u00f5es esportivas e at\u00e9 mais luxuosas, como os Maverick Sprint e Grabber e o Mercury Comet, que por fora tinha apenas cap\u00f4 e grade diferente. Os dois modelos fizeram sucesso mesmo depois do estouro da crise do petr\u00f3leo, em 1973 e foram produzidos, com poucas modifica\u00e7\u00f5es, at\u00e9 1977.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"vertical-align: middle;\" title=\"\" src=\"http:\/\/www.legal.adv.br\/projeto676\/img\/antiqua\/mav05.jpg\" alt=\"\" width=\"480\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>J\u00e1 no Brasil&#8230;<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"vertical-align: middle;\" title=\"\" src=\"http:\/\/www.legal.adv.br\/projeto676\/img\/antiqua\/mav06.jpg\" alt=\"\" width=\"480\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No final da d\u00e9cada de 60 as opera\u00e7\u00f5es da Ford no Brasil eram modestas. Do que restou da rec\u00e9m-adquirida Willys Overland conseguira criar o Corcel e manteve em linha modelos j\u00e1 existentes, como o Aero Willys 2600 e sua vers\u00e3o de luxo Itamaraty. O Galaxy j\u00e1 era fabricado, mas era muito luxuoso &#8211; tinha dire\u00e7\u00e3o hidr\u00e1ulica, ar condicionado e c\u00e2mbio autom\u00e1tico! \u2013 e caro. O lan\u00e7amento do Chevrolet Opala fez a Ford procurar um modelo m\u00e9dio-grande para assumir um posto intermedi\u00e1rio em sua linha.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"vertical-align: middle;\" title=\"\" src=\"http:\/\/www.legal.adv.br\/projeto676\/img\/antiqua\/mav07.jpg\" alt=\"\" width=\"480\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isso motivou a Ford a criar uma das cl\u00ednicas de produtos mais curiosas de que se tem not\u00edcia no Brasil: fez evento secreto, com a participa\u00e7\u00e3o de 1.300 consumidores, onde apresentou diferentes ve\u00edculos sem nenhuma identifica\u00e7\u00e3o. Entre eles estavam o ingl\u00eas Ford Cortina, o alem\u00e3o Ford Taunus, o norte-americano Ford Maverick e at\u00e9 o Chevrolet Opala, cedido pela pr\u00f3pria GM. O modelo preferido foi o Taunus, mas sua produ\u00e7\u00e3o por aqui seria invi\u00e1vel devido \u00e0 alta tecnologia que o modelo empregava, tanto na suspens\u00e3o quanto nos motores, pequenos e modernos demais para o Brasil daquela \u00e9poca.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"vertical-align: middle;\" title=\"\" src=\"http:\/\/www.legal.adv.br\/projeto676\/img\/antiqua\/mav08.jpg\" alt=\"\" width=\"480\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sobrou pra quem? Pro carro econ\u00f4mico, barato e concorrente do Fusca vendido nos Estados Unidos, uma atitude que seria repetida centenas de vezes pela ind\u00fastria nas d\u00e9cadas seguintes.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"vertical-align: middle;\" title=\"\" src=\"http:\/\/www.legal.adv.br\/projeto676\/img\/antiqua\/mav09.jpg\" alt=\"\" width=\"480\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como o motor original do Maverick era de seis cilindros e o Sal\u00e3o de S\u00e3o Paulo de 1972 j\u00e1 estava se aproximando, a Ford optou por produzir o modelo, adaptando o bloco utilizado pelos Willys de seis cilindros na \u00e9poca. O motor era grande demais para o cap\u00f4 do Maverick, por isso modifica\u00e7\u00f5es precisaram ser feitas. O redesenho do coletor de escape causou queima da junta do cabe\u00e7ote nos testes, sendo necess\u00e1rio recorrer a uma galeria externa de refrigera\u00e7\u00e3o espec\u00edfica para o cilindro mais distante na frente. A taxa de compress\u00e3o do motor foi reduzida para 7,7: 1. O motor 184 3.0 de modestos 112 cavalos estava pronto para ser lan\u00e7ado como vers\u00e3o de entrada, tendo como topo de linha o V8 302 5.0 de origem mexicana, que produzia 197 cavalos.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"vertical-align: middle;\" title=\"\" src=\"http:\/\/www.legal.adv.br\/projeto676\/img\/antiqua\/mav10.jpg\" alt=\"\" width=\"480\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O primeiro Maverick brasileiro saiu das linhas de montagem em S\u00e3o Bernardo do Campo em 4 de junho de 1973. Em 20 de junho acontecera sua apresenta\u00e7\u00e3o para a imprensa no Aut\u00f3dromo de Jacarepagu\u00e1 (R.I.P.). As vers\u00f5es dispon\u00edveis eram tr\u00eas, Super (b\u00e1sica), Super Luxo ou SL (intermedi\u00e1ria) e GT (top de linha). O Super e o Super Luxo podiam ser encontrados tanto na vers\u00e3o coup\u00e9, de duas portas, e sedan, de quatro portas. O motor era o 3.0 seis cilindros, mas opcionalmente poderia contar com bloco V8 5.0. A transmiss\u00e3o era manual de quatro marchas no assoalho ou autom\u00e1tica de tr\u00eas velocidades na coluna de dire\u00e7\u00e3o. Elogiou-se muito sua agilidade, conforto e sil\u00eancio ao rodar.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"vertical-align: middle;\" title=\"\" src=\"http:\/\/www.legal.adv.br\/projeto676\/img\/antiqua\/mav11.jpg\" alt=\"\" width=\"480\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas logo os defeitos do carro viriam \u00e0 tona. Ele era apertado no banco traseiro, a visibilidade traseira era ruim por causa de seu formato fastback e o seis cilindros que n\u00e3o convertia toda a gasolina que consumia \u2013 e n\u00e3o era pouca \u2013 em pot\u00eancia. Chegava a beber mais que o V8 e andava menos que um quatro cilindros. A crise do petr\u00f3leo que superava nos Estados Unidos, por aqui era um obst\u00e1culo.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"vertical-align: middle;\" title=\"\" src=\"http:\/\/www.legal.adv.br\/projeto676\/img\/antiqua\/mav12.jpg\" alt=\"\" width=\"480\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1976 o seis cilindros foi trocado por um mais moderno, quatro cilindros de 2.3 e 99 cavalos de pot\u00eancia, com torque de 16,9 kgfm. O 3.0 fazia 0 a 100 km\/h em 19,4 segundos, atingindo pouco mais de 150 km\/h. O 2.3 por sua vez demorava 17 segundos para alcan\u00e7ar os 100 km\/h partindo da imobilidade. Se a melhora no desempenho n\u00e3o foi significativa o consumo foi beneficiado. O 5.0 V8, por exemplo, fazia 0 a 100 km\/h em 11 segundos, segundo a Ford.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"vertical-align: middle;\" title=\"\" src=\"http:\/\/www.legal.adv.br\/projeto676\/img\/antiqua\/mav13.jpg\" alt=\"\" width=\"480\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Maverick n\u00e3o foi um sucesso nas vendas por aqui. Uma grande parte da culpa por isso ter acontecido foi o motor 3.0 de seis cilindros que bebia muito e rendia pouco. Nos anos da crise do petr\u00f3leo isso foi fatal para a imagem do modelo. Os danos foram t\u00e3o graves que nem o novo bloco 2.3 conseguiu apagar a fama de beberr\u00e3o do Maverick.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"vertical-align: middle;\" title=\"\" src=\"http:\/\/www.legal.adv.br\/projeto676\/img\/antiqua\/mav14.jpg\" alt=\"\" width=\"480\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1977 uma nova tentativa de fazer as vendas do Maverick subirem: chegava o Maverick fase 2. Esteticamente este modelo trazia nova grade, novas lanternas traseiras maiores, novas faixas decorativas, entre outros detalhes. O interior era novo. Na mec\u00e2nica, a suspens\u00e3o foi revisada para o uso de pneus radiais, os freios foram melhorados e a bitola do eixo traseiro estava mais larga.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A vers\u00e3o LDO &#8211; Luxuosa Decora\u00e7\u00e3o Opcional \u2013 era novidade. O Maverick GT agora vinha com motor 2.3 de s\u00e9rie, sendo o 5.0 V8 um opcional para os que queriam mais desempenho, sem se preocupar com o consumo. Com estas mudan\u00e7as o Maverick sobreviveu at\u00e9 1979, quando deixou de ser produzido. Ao todo, foram 108.106 unidades fabricadas no Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>A vida ap\u00f3s a aposentadoria<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"vertical-align: middle;\" title=\"\" src=\"http:\/\/www.legal.adv.br\/projeto676\/img\/antiqua\/mav15.jpg\" alt=\"\" width=\"480\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com a segunda crise do petr\u00f3leo o pre\u00e7o de carros como o Maverick no mercado de usados despencou. Com o alto consumo de combust\u00edveis e a manuten\u00e7\u00e3o, que havia se tornado mais cara ap\u00f3s o fim da produ\u00e7\u00e3o, o Maverick saiu das casas de fam\u00edlias de classe m\u00e9dia e foi para sub\u00farbios, onde era mal cuidado. Foi marginalizado e logo esquecido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Alguns propriet\u00e1rios contornavam os problemas substituindo o motor original de seis cilindros por outros, mais econ\u00f4micos, o que inclu\u00eda at\u00e9 o 4.1 do Opala, eterno rival do Ford. Apesar de tudo, alguns propriet\u00e1rios ainda mantinham seus carros originais. Ainda bem!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Hoje raro e valorizado por colecionadores, sobretudo na vers\u00e3o V8 5.0 GT \u2013 unidades impec\u00e1veis chegam aos seis d\u00edgitos -, o Maverick \u00e9 um objeto de desejo, um cl\u00e1ssico! Sem d\u00favidas, um \u00edcone da ind\u00fastria automotiva nacional, que completa 45 anos!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o, n\u00e3o, voc\u00eas n\u00e3o est\u00e3o no blog errado n\u00e3o! Mas temos que dar a m\u00e3o \u00e0 palmat\u00f3ria que, dos modelos nacionais dispon\u00edveis \u00e0 \u00e9poca, o Maverick foi o \u00fanico capaz de competir com o Opala. 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