{"id":27,"date":"2007-02-16T00:00:03","date_gmt":"2007-02-16T02:00:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.legal.adv.br\/opala\/?p=70"},"modified":"2007-02-16T00:00:03","modified_gmt":"2007-02-16T02:00:03","slug":"nem-so-de-bancada-vive-o-homem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/legal.adv.br\/projeto676\/20070216\/nem-so-de-bancada-vive-o-homem\/","title":{"rendered":"Nem s\u00f3 de bancada vive o homem"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Como j\u00e1 foi poss\u00edvel perceber, uma das coisas que est\u00e1 virando rotina nessa &#8220;brincadeira&#8221; com o Opala (e ainda n\u00e3o batizei o bichinho&#8230;) \u00e9 que estou, paralelamente, montando uma oficina com ferramentas espec\u00edficas para utiliza\u00e7\u00e3o na reforma. Num futuro n\u00e3o muito distante j\u00e1 vislumbro at\u00e9 mesmo um compressorzinho para pintura&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas, por enquanto, o que me falta \u00e9 uma bancada de trabalho. Daquelas refor\u00e7adas, nas quais voc\u00ea pode marretar sem d\u00f3 alguma pe\u00e7a que precise ser desamassada. De prefer\u00eancia com uma pequena prensa horizontal numa ponta para que eu possa prender algumas pe\u00e7as de quando em quando.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, tirei o dia para colocar meus &#8220;dotes&#8221; de marcenaria em pr\u00e1tica. Como <em>reciclar<\/em> \u00e9 a palavra em voga, aproveitei alguns velhos caibr\u00f5es (vigas) que estavam encostados l\u00e1 no fundo do quintal e pus m\u00e3os \u00e0 obra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De custo, mesmo, foram somente dez parafusos de cabe\u00e7a francesa (arredondados, sem fenda, que travam na madeira) de 5\/16&#8243; x 5&#8243;, com arruelas e porcas, o que deu exatamente R$0,64 a unidade. Sa\u00edram mais baratos que a pr\u00f3pria broca de 5\/16&#8243; que tamb\u00e9m precisei comprar (R$7,30). O resultado foi uma bancadinha de 1m de altura, por 1m de largura e 45cm de profundidade. Mais que o suficiente para um caboclo da minha altura trabalhar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S\u00f3 falta desmont\u00e1-la, lixar cada pe\u00e7a, enverniz\u00e1-las e remontar tudo de novo&#8230;<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>PS.:<\/strong> Ali em cima, ao inv\u00e9s de &#8220;prensa&#8221;, eu ia escrever &#8220;morsa&#8221; &#8211; que \u00e9 como sempre conheci esse equipamento. Como talvez fosse um regionalismo, resolvi escrever &#8220;torno&#8221; (outro nome pelo qual conhe\u00e7o o tal do equipamento), entretanto ainda assim resolvi dar uma consultada no Aur\u00e9lio. Cheguei a conclus\u00e3o que j\u00e1 n\u00e3o sei de mais nada. Isso porque uma das acep\u00e7\u00f5es da palavra &#8220;torno&#8221; \u00e9 a seguinte: <em>&#8220;Posi\u00e7\u00e3o de c\u00f3pula em que a mulher fica por cima do homem&#8221;<\/em>. Ora vejam! Definitivamente, Aur\u00e9lio <u>tamb\u00e9m<\/u> \u00e9 cultura!<\/p>\n<\/blockquote>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como j\u00e1 foi poss\u00edvel perceber, uma das coisas que est\u00e1 virando rotina nessa &#8220;brincadeira&#8221; com o Opala (e ainda n\u00e3o batizei o bichinho&#8230;) \u00e9 que estou, paralelamente, montando uma oficina com ferramentas espec\u00edficas para utiliza\u00e7\u00e3o na reforma. 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