Nossa Grande Família ( III ) – Maia

Maia é o nome de família por parte do lado paterno de minha avó paterna, Sebastianna. Não é um ramo que eu tenha me aprofundado muito – mais por falta de oportunidade que por falta de interesse. Mas, ainda assim, com a ajuda de alguns parentes e de muitos causos que me foram contados, consegui amealhar um tanto de informação sobre esse ramo familiar…


Fausto de Magalhães Maia

Até onde consegui levantar, este ramo da nossa família começa com FAUSTO DE MAGALHÃES MAIA, meu trisavô – avô de minha avó. Nascido em 12/05/1871 em São João Del Rey, MG, há notícias de que teria sido filho de um português. Segundo se conta foi um homem de poderes e posses, que estudou Medicina e era excelente conhecedor do Direito e de matérias jurídicas de um modo geral, inclusive, por vezes, substituindo juízes em diversas comarcas e, em especial, na região de Aiuruoca, MG.

Teria sido, ainda, um homem culto e bastante simples, além de humanitário – isso porque muitas vezes sequer cobrava de seus pacientes os remédios que prescrevia. No Diário de Ouro Preto de 23/08/1897 (ou seja, com apenas 26 anos) consta que ele e sua primeira mulher eram professores municipais no Turvo, RJ.

Costumava também escrever artigos para alguns jornais, em especial crônicas e poesias. Algumas foram publicadas no jornal O Bananal, em 1912, e outras no jornal O Pharol, entre 1935 e 1937, sempre sob a assinatura de Fausto Maia.

Dizem que na mocidade estudou para ser padre, mas na missa que ele iria celebrar combinou com uma moça para que o beijasse, pois assim não poderia ser ordenado…

Fausto casou-se duas vezes. Seu primeiro casamento se deu com JOSEPHINA AUGUSTA DE PAULA, minha trisavó, também nascida em São João Del Rey, MG, e com quem teve quatro filhos. Dizem as lendas familiares que após a separação Fausto teria enviado algumas pessoas para buscar seu filho caçula para trazê-lo para “apenas uma visita” – mas que na realidade era um engodo, pois nunca mais o devolveu aos cuidados da mãe, que acabou por perder o juízo. Ou teria levado o filho justamente em decorrência da falta de sanidade da mãe. Mas sabe-se lá o quanto de verdade ou não essas histórias comportam…

Seu segundo casamento foi com MARIA VIEIRA com quem teve ao menos seis filhos.

Fausto faleceu em 22/02/1947 e possuía uma fazenda em Rio das Pedras, SP.

Do casamento de FAUSTO DE MAGALHÃES MAIA com JOSEPHINA AUGUSTA DE PAULA nasceram ao menos:

1. PAULINO.

2. NELSON DE PAULA MAIA, que foi casado e teve ao menos um filho.

2.1. [Filho de Nelson] que também teve ao menos uma filha.

1.1. MARIA APARECIDA MENDONÇA NAZARÉ.

3. ALCINDO DE PAULA MAIA, meu bisavô, nasceu em 12/09/1898 no Turvo, RJ, onde era lavrador. Já em 16/06/1919, em Santa Rita de Jacutinga, MG, casou-se com LAURA DE CASAES SANTOS, nascida naquela cidade em 24/09/1898, filha de ANTONIO CARLOS DA SILVA SANTOS e de OLÍVIA AUGUSTA DE CASAES (mais detalhes no Capítulo IV).


Alcindo, Laura e três dos oito filhos que tiveram.

Alcindo faleceu novo, no ano de 1939 e com apenas 41 anos – quando seu filho Sebastião tinha cerca de 15 anos. Dizem alguns membros da família que poderia ter sido sido envenenado por uma pessoa com que teria tido um desentendimento à época, pois ficou doente por um longo período antes de sucumbir. Já outros são de opinião de que teria falecido de diabetes não tratada, o que se conclui pelos sintomas apresentados e por se tratar de uma doença recorrente na família. Mais um pequeno mistério que o tempo poderá vir a esclarecer. Ou não.

Já Laura foi quem cuidou de Dona Josephina, sua sogra, após esta ter “ficado louca”.  Conta-se na família que às vezes, muitos anos depois de ter seu filho levado pelo ex-marido, Laura ainda tinha de acudi-la, pois acordava durante a noite e dizia estar trocando as fraldas de seu filho…

Laura faleceu em 08/06/1962. Ela e Alcindo tiveram os seguintes filhos:

3.1. SEBASTIANNA DOS SANTOS MAIA, minha avó, mãe de meu pai, que nasceu à 01:00h na Fazenda Canta Gallo (e registrada somente com o nome de “Sebastianna”), em Santa Rita de Jacutinga, MG, em 13/04/1920 (ainda que tenha sido registrada com a data de 20/04/1920) e faleceu em São José dos Campos, SP, aos 80 anos de idade, em 10/10/2000. Foi casada com ANTONIO DE ANDRADE, filho de JOÃO AGNELLO DE ANDRADE e de IRIA RITA DE BEM (mais detalhes de sua geração no Capítulo II).

3.2. OLÍVIA MAIA, nascida em 1921 e cujo apelido era “Vinha”. Foi casada com JOSÉ MARQUES MACHADO, filho de BENEDICTO MARQUES DE OLIVEIRA e de JÚLIA VIRGÍNIA DE JESUS, bem como irmão de Carolina e de Marciana, ambas já citadas no Capítulo I, em 1.1 e 1.2.

3.3. ALCINDO, que, supõe-se, provavelmente faleceu pequeno.

3.4. PAULO MAIA, que foi casado com SABINA. Conta-se que faleceu quando estava descansando com o apoio em um dos estribos do arreio do cavalo, quando passou um caminhão, esbarrou no animal, fez com que perdesse o equilíbrio e caísse embaixo de uma das rodas do veículo.

3.5. SEBASTIÃO DOS SANTOS MAIA, nascido em 01/09/1924. Era conhecido como “Tião” e, também, como “O Gordo”. Após uma doença, provavelmente um derrame, ficou impossibilitado de se locomover e até mesmo de se comunicar. Era natural de Santa Rita de Jacutinga, MG, onde, em 31/10/1949, casou-se com MARIANA MADALENA DE SOUZA, também nascida em Santa Rita em 08/10/1924, e que após o casamento passou a assinar Mariana Madalena Maia. Ela era filha de EMERENCIANO FRANCISCO DE SOUZA e de LEOPOLDINA MARIA DE JESUS.

3.6. JOÃO MAIA, de apelido “Dédo” ou “Dedé”, foi casado com RITA DE SOUZA MAIA, nascida em 1929, filha dos já citados EMERENCIANO FRANCISCO DE SOUZA e de LEOPOLDINA MARIA DE JESUS, bem como irmã de Mariana. João faleceu no ano de 1981.

3.7. ANTONIO MAIA, casado, cujo apelido era “Baiola”.

3.8. JOSÉ DOS SANTOS MAIA, nascido em 1932 e mais conhecido como “Tio Bilu”. Foi casado com Tereza, com quem teve cinco filhos.

8.1. JOÃO PAULO MAIA, sujeito que sempre gostou muito de fotografia. Morou muitos anos em Pindamonhangaba, SP, mas depois retornou para Santa Rita de Jacutinga, MG. Casou-se com OLGA DE FÁTIMA CAMPOS MAIA  e tiveram uma filha:

1.1. MARIA TEREZA CAMPOS MAIA.

8.2. MARINA DE FÁTIMA MAIA SILVA casou-se com MAURÍLIO CARLOS DA SILVA, com quem teve:

2.1. RODRIGO CARLOS DA SILVA.

2.2. FELIPE CARLOS DA SILVA

2.3. VILTON CARLOS DA SILVA

8.3. JOSÉ FAUSTO MAIA – mais conhecido como “Zezinho”  – foi casado com MARIA JOSÉ DA SILVA MAIA e tiveram um casal de filhos:

3.1. NATALI CLEICIANE DA SILVA MAIA.

3.2. DIEGO JOSÉ DA SILVA MAIA.

8.4. ALCINDO, mesmo nome de seu avô e mais conhecido como “Dino”, casou-se com CLÉSSIA MARIA LANDIM MAIA. Tiveram:

4.1. MATEUS.

4.2. DAVID.

8.5. RITA TEREZA MAIA CUNHA, nascida em 03/04/1970, esposa de JOÃO ALBINO DA CUNHA, nascido em 29/07/1955, e pais de:

5.1. CARLOS EDUARDO MAIA, que é pai de:

1.1 MATTEO, nascido em 196/03/2020.

5.2. LIDIANE MAIA CUNHA.

4. ARQUIMEDES, o caçula dos meninos e, pelo que se sabe, o garoto que foi “sequestrado” pelo pai.

5. GERALDINA MAIA DE OLIVEIRA, a caçula das mulheres e que foi morar com o pai quando este levou seu irmão. Teve pelo menos um filho:

5.1. EDGARD FERREIRA MAIA, que, por sua vez, teve ao menos uma filha:

1.1. DILMA MARIA MAIA CÂNDIDO.

FAUSTO DE MAGALHÃES MAIA casou-se pela segunda vez com MARIA VIEIRA (também conhecida como “Mariquinha”) com quem teve:

5. HÉLCIO MAIA.

6. ZÉLIA.

7. GASTÃO.

8. JESUS NATALINO, cujo apelido era “Juju” .

9. ODILON.

10. ADEMAR VIEIRA MAIA, que em 12/09/1942 casou-se com DALVA APARECIDA NOVAES, nascida em 20/04/1921 em Santa Rita de Jacutinga, MG. Ambos já são falecidos, ele com 91 anos e ela aos 69 anos, em 04/09/1990.

Dalva era descendente da tradicional família mineira Novaes, filha de SEBASTIÃO TEODORO DE NOVAES (*1883 +1961) e de MARIA FLORIDA DA CUNHA (*15/04/1905), neta paterna de FRANCISCO ANTONIO DE NOVAES (*1847 +14/10/1901), que em 1878 casou-se com JOAQUINA IGNÁCIA DE SOUZA OLIVEIRA (*1855 +20/07/1915) e, por essa mesma linha paterna, bisneta de AGOSTINHO FRANCISCO DE NOVAES (*1816 +1875) e de SEBASTIANA GARCIA DA SILVA.

Ademar e Dalva tiveram:

10.1. CÉSAR MAIA NOVAES, nascido em Santa Rita de Jacutinga, MG, em 07/03/1946, casou-se com sua prima, MARIA DE LOURDES NOVAES (filha de PEDRO DE NOVAES, irmão de DALVA), nascida em 23/08/1953 em Barra Mansa, RJ. Estabeleceram-se em Caçapava, SP, ele como comerciante e ela como professora da rede pública de ensino. Tiveram um casal de filhos.

1.1. THIAGO MAIA NOVAES, nascido em 10/10/1980.

1.2. THAÍS MAIA NOVAES, nascida em 06/01/1983.

10.2. PAULO ROBERTO NOVAES MAIA, de 11/01/1953, nascido em Santa Rita de Jacutinga, MG, que foi casado com MIRIAM NEVES DUTRA, de 05/12/1956. Vivem em Caçapava, SP, e tiveram um filho:

2.1. EDUARDO NEVES DUTRA NOVAES MAIA, nascido em 02/04/1992.

10.3. MARIA SHIRLEY MAIA NOVAES é uma das gêmeas que nasceu em 26/10/1949 em Santa Rita de Jacutinga, MG. Substituiu o Novaes por Correia quando casou-se com JOÃO CORREIA NETO, nascido em 31/03/1931, militar reformado na cidade de Juiz de Fora, MG. Seus filhos:

3.1. BEATRIZ SHIRLEY MAIA CORREIA, de 11/03/1963.

3.2. JOÃO DENILSON MAIA CORREIA, de 22/02/1964.

3.3. KATYA MAIA CORREIA OLIVEIRA, de 13/08/1966, advogada em Contagem, MG.

10.4. MARILENE MAIA NOVAES é a outra das gêmeas, também nascida em 26/10/1949 em Santa Rita de Jacutinga, MG. Casou-se com seu primo NIVALDO NOVAES (filho de José Novaes, irmão de Dalva), nascido em 26/08/1933. Ela é professora do Ensino Fundamental na cidade de Caçapava, SP e ambos têm uma filha:

4.1. ANA CAROLINA MAIA NOVAES, nascida em 10/11/1982.

10.5. MARIA DAS GRAÇAS MAIA NOVAES, é a caçula, nascida em Santa Rita de Jacutinga, MG, em 28/07/1951, que casou-se com NAIME KALIL SAAD, nascido em 04/03/1960, engenheiro civil na cidade de Caçapava, SP. Sem geração.

OBSERVAÇÃO:  o  genograma  do  ramo  Maia  de  Nossa  Grande  Família encontra-se disponível para download neste link.

Nossa Grande Família ( II ) – Andrade

No último episódio (heh… bonito isso…) havíamos parado em meus avós paternos. Essa foto aí de cima foi uma montagem inspirada num desenho que minha tia Pedrina mandou fazer e executada graças às habilidades de minha amiga Fernanda Vinhas. Mesmo estando juntos na foto, mais de trinta anos os separam, pois a foto original dela é muito mais recente que a dele. Mas vamos continuar mais ou menos do mesmo ponto da narrativa anterior.

Como já havia dito, ANTONIO DE ANDRADE, meu avô, nasceu em Santa Rita de Jacutinga em 06/03/1909, mesmo local onde, por volta de 1936, casou-se com SEBASTIANNA, a qual nasceu à 01:00h na Fazenda Canta Gallo, em Santa Rita de Jacutinga, MG, em 13/04/1920 (ainda que tenha sido registrada com a data de 20/04/1920) e faleceu em São José dos Campos, SP, aos 80 anos de idade – também encontrada como “Sebastiana dos Santos,” assim como SEBASTIANA DOS SANTOS MAIA – que é o nome o qual vou adotar como de solteira. Após o casamento passou a assinar Sebastiana dos Santos Andrade. Isso sem nem contar o apelido de “Inhosa”…

Sebastiana era filha de ALCINDO DE PAULA MAIA e de LAURA DE CASAES SANTOS, neta paterna de FAUSTO DE MAGALHÃES MAIA e JOSEPHINA AUGUSTA DE PAULA, neta materna de ANTONIO CARLOS DA SILVA SANTOS e OLÍVIA AUGUSTA DE CASAES.

Ainda que Antonio se tratasse de homem forte, acostumado com a vida do campo, Antonio faleceu cedo, com apenas 61 anos de idade. Era eleitor em Igaratá, SP, e lavrador, quando no campo. Não o conheci, pois eu contava apenas com um ano e pouco na época de sua passagem.

Apesar de Antonio e sua mulher Sebastiana terem nascido em Santa Rita de Jacutinga, após o casamento mudaram-se para a cidade de Ipiabas, próximo ao (ou no) Rio de Janeiro. Foram para lá em busca de trabalho. Após algum ele tempo montou um salão de barbeiro próximo à estação de trem, o que lhe garantia o sustento, bem como o dinheiro para umas cachacinhas de vez em quando (ou seja, tá no sangue…).

Tudo indica que, mesmo em Ipiabas, Antonio já tinha o firme propósito de mudar-se com a família para São José dos Campos, SP, para onde seu irmão já havia se transferido anteriormente. Mas, antes disso, juntamente com a prole, voltou para Santa Rita de Jacutinga, onde permaneceu por mais três anos antes da mudança definitiva para o Estado de São Paulo.

Vieram para São José dos Campos de trem, no final da década de 40, após o irmão de Antonio já ter vindo e se certificado de que haveria trabalho para ele. Ao chegar dedicaram-se à cultura da terra: feijão, milho, arroz – sendo que este, ao contrário do que costumamos ver hoje em dia, era plantado nas encostas dos morros, por meio de sementes. Já em território joseense moraram em diversos locais, sempre plantando e criando um “gadinho” – tendo passado pelas terras do Sá Flor, dali para as terras de João Vítor, depois para as de Júlio Cândido, Benedito Prianti, e por fim de Ditinho Cerqueira.

Mas nem só da terra viviam. Antonio empregou-se na fazenda de Jorge Tinoco, marido de D. Elza, onde fazia serviços diversos, principalmente de marcenaria. Esse Jorge Tinoco ainda era vivo até pouco antes do ano 2000. A respeito de sua habilidade como marceneiro, esta foi utilizada até mesmo quando do falecimento da avó de sua esposa. Era uma velhinha que morava com a família, mas já sem a plenitude de suas faculdades mentais. Tanto o é, que quando lhe dava na telha fazia suas necessidades onde quer que fosse, sem preocupar-se com a intimidade. Ia para o terreiro, abaixava-se, quando muito, e ali mesmo se aliviava… Pois bem, quando esta faleceu – em casa mesmo, pois naquela época e local não haviam hospitais ou similares, no máximo havia o farmacêutico, o qual fazia o papel de médico e tudo o mais – foi Antonio, com suas habilidades de marceneiro, quem fez o caixão para seu enterro.

Mas, apesar da vida sofrida, eram animados. Para se ter uma ideia, de certa feita, num baile de arrasta-pé na casa de um amigo, os convidados chegaram a conclusão de que a sala estava muito pequena para dançar. Como a casa era feita de pau-a-pique decidiram simplesmente derrubar a parede! Toca a empurrar daqui, bater dali, até que alguém surgiu com um machado. Assim, às machadadas, a parede foi dando lugar a um verdadeiro salão para dança. Mas a que custo! Numa dessas machadadas voou uma lasca de bambu que foi para exatamente num dos olhos de Antonio. Apesar do acidente, o baile simplesmente continuou. Já seu Antonio nunca mais voltou a enxergar direito daquele olho…

Antonio faleceu às 10h20min de 30/09/1970, em São José dos Campos, SP. Foi declarado como causa mortis: anoxia, edema cerebral, acidente vascular cerebral isquêmico. Foi sepultado no Cemitério de Santana, em São José dos Campos, SP, na quadra 11, jazigo 2103.

Já Sebastiana somente veio a falecer em 10/10/2000, às 07h05min, também em São José dos Campos, SP. Como causa mortis: hipoxemia, insuficiênica respiratória, acidente vascular cerebral. Também está sepultada no Cemitério de Santana, juntamente com Antonio.

Antonio e Sebastiana tiveram, ao todo, doze filhos, sendo alguns nascidos em Santa Rita de Jacutinga, MG, outros em Ipiabas, RJ, e os demais em São José dos Campos, SP:

8.1. JOSÉ BENTO DE ANDRADE, o filho mais velho, vulgo meu pai, nascido em Santa Rita de Jacutinga em 27/04/1937, que casou-se em 23/04/1960, em São José dos Campos, SP, com BERNARDETE NUNES, paulistana (apenas por acidente, mais tarde eu explico), nascida em 10/09/1943. Tiveram três filhos (conforme Capítulo IX).

8.2. FÉ ANDRADE, nasceu em 09/01/1938 e faleceu cedo, em 14/07/1987, com apenas 47 anos de idade. Casou-se em 18/07/1957 com IVAN RAMOS PRIANTI, nascido em 30/10/1934, e moravam em Igaratá, SP. Tiveram sete filhos, sendo cinco homens e duas mulheres.

8.3. ROBERTO DE ANDRADE, nascido em 10/10/1940. Conhecido por todos como “Alemão”, e sempre com sua barba característica (a qual tirou umas poucas vezes na vida), um solteiro por convicção, e um ébrio por opção. Único dos filhos que, no decorrer de toda sua vida, não perdeu contato com a lida na “roça”. Foi ele quem manteve, enquanto foi possível, o sítio que a família possuía lá pros lados do Bom Sucesso, em São José dos Campos, SP. Não teve filhos.

8.4. ESPERANÇA DOS SANTOS ANDRADE, nascida em 27/09/1942, em Ipiabas, RJ. Casou-se com o divertido e gozador OLAVO ALVES DE SOUZA, natural de Passa Vinte, MG, nascido em 04/04/1940, filho de Emerenciano Antonio de Souza e Mariana Alves Aquino de Souza, neto (pelo pai) de Joaquim Saturnino de Souza, e, pela mãe, neto de Álvaro Marcelino de Aquino e Ana. Tiveram nove filhos, cinco homens e quatro mulheres.

Quando Esperança tinha seus 18 anos, decidiu fugir de casa com Olavo para se casarem. Ela jamais se arrependeu disso, exceto pelo fato que seus pais ficaram sentidos por um bom tempo. Mas tudo passa e não demorou muito para toda a família voltar às boas.

Olavo faleceu em Tremembé, SP, no dia de seu próprio aniversário, em 04/04/2015, quando completaria 75 anos, vítima de um acidente de automóvel ocorrido em 28/01/2015. O acidente se deu ao ele perder a direção do veículo, travar o pé no acelerador e avançar em alta velocidade até bater. Provavelmente ali mesmo ele já estava sendo vítima de algum tipo de ataque…

8.5. CARIDADE DE ANDRADE, que veio a completar a trilogia das três irmãs “Fé, Esperança e Caridade”, nasceu em 09/04/1945 em Ipiabas, RJ, e, com cerca de 20 anos, casou-se com ARI RAMOS ARANTES, natural de Igaratá, filho de José de Souza Ramos e Joaquina Laudelina Arantes, tendo nascido em 25/10/1938 e falecido com apenas 44 anos, num acidente em 01/07/1983. De minhas lembranças da infância, essa era uma das tias com quem sempre mantínhamos contato, sendo que volta e meia estávamos nós na cidade vizinha de Jacareí, onde eu e minhas primas nos divertíamos nas correrias e estripulias próprias de nossa idade. Foram os pais de seis filhas.

8.6. LUIZA, que nasceu após a Caridade, provavelmente por volta de 1947, segundo suas irmãs mais velhas viveu por apenas 21 dias, tendo falecido de “tosse comprida” (o nome popular para a doença conhecida como coqueluche).

8.7. FELISBERTO DE ANDRADE, o “Tio Dinho”, nasceu em 14/07/1949, tendo se casado em 1969 com MARIA APARECIDA MACHADO, nascida em Igaratá, SP, em 12/08/1954, filha de Pedro Antonio [Firmino] Machado e de Lourdes Maria Machado, neta paterna de Antonio Firmino Pires e de Benvinda de Jesus. A exemplo de sua irmã, Esperança, também fugiu para casar, pois Pedro Firmino, pai da moçoila, estava se mudando e Felisberto receou que não voltaria a ver sua então namorada Maria. Como ele emprestou o cavalo de seu cunhado, Olavo, para levar a cabo seu intento, Antonio, meu avô, teve certeza de que também havia o “dedo” do Olavo nessa história – motivo pelo qual deixou de falar com ele por um bom tempo depois disso. Parece que era bravo esse seu Antonio… Felisberto e Maria tiveram dois filhos.

8.8. JORGE ANDRADE nasceu em 10/12/1952 e casou-se com ELZA MARIA DAS GRAÇAS, nascida em 06/02/1952 – mas separaram-se. Dos tempos difíceis do início de seu casamento, na década de 70, quando inclusive chegou a trabalhar com meu pai nas oficinas da Transportadora Rennó, passou a uma situação bastante confortável, quando começou a investir no comércio, especificamente no ramo de padarias. Também foi um dos proprietários do Barcelona, uma casa noturna (danceteria) de São José dos Campos. Bon vivant até o fim, faleceu na madrugada de 01/01/2007, aos 54 anos. Com Elza teve uma filha e, mais tarde, com SAMARA DELMIRIO, nascida em 20/09/1978, teve mais um filho.

8.9. GERALDO DE ANDRADE, nascido em 26/02/1957, vulgo “Gêra”. Portador de um retardo em grau leve, o que nunca o atrapalhou em absoluto na convivência em sociedade, mas que lhe determinou uma vida de solteiro. Sistemático e cuidadoso tinha em vida uma coleção de CDs e LPs de fazer inveja a muita gente. Faleceu em 17/10/2014, em São José dos Campos, SP, após um longo período acamado e já não reconhecendo as pessoas ao seu redor. Sem filhos.

8.10. MARIA MADALENA DE ANDRADE, nascida em 27/03/1959, casou-se em 14/09/1979 com JOSUÉ RAYMUNDO PEREIRA, nascido em 25/03/1946. Durante muito tempo foram os proprietários de uma padaria próxima à praia, em Ubatuba, no litoral norte paulista, onde moravam. Sua casa à época era um verdadeiro refúgio para todos os parentes que resolviam ir até o litoral, sendo como coração de mãe: sempre cabendo mais um, não importava quantos já estivessem por lá. Tiveram três filhos: um homem e duas mulheres.

8.11. PEDRINA DE FÁTIMA ANDRADE, nascida em 29/06/1961, casou-se em 12/05/1984 com ÂNGELO MENDES FERREIRA, de 18/07/1947. A “Pêdra”, como também é chamada, sempre ajudou seu marido no bar, bem como na própria casa, onde possuem algumas “criações”, pomar e até mesmo um pesqueiro. Nos dias de hoje, juntamente com o filho, possuem no local o restaurante “Toka do Sujinho”.

Dia desses andava meio estressada com tanta correria e pela bagunça que seus filhos estavam fazendo. A Laura, sua irmã mais nova e que estava com ela na ocasião, e resumindo bem a responsabilidade que é ser uma mulher casada, trabalhadora, com filhos pra criar e casa pra cuidar, saiu-se com essa: “Pêdra, você lembra quando a gente era pequena, levantava às cinco da manhã, para encher o cocho das vacas, atravessava a represa pra cortar lenha e voltava com o barco abarrotado, faltando apenas uns dois dedos da borda pra entrar água e ainda sem saber nadar?”

“Lembro”, respondeu Pedrina. “Por quê?”

“A gente era feliz e não sabia…”

Pedrina e Ângelo tiveram quatro filhos, sendo um homem e três mulheres – e as duas mais novas, gêmeas.

8.12. MARIA LAURA DE ANDRADE é minha tia caçula, mais nova, inclusive, que meu irmão mais velho. Nasceu em 15/11/1962, e em 17/10/1981 casou-se com LUCÍLIO JOSÉ DOS SANTOS, de 19/02/1953. Separaram-se alguns anos depois.

Quando pequena, com cerca de dois anos, quem cuidava da pequerrucha normalmente era a Esperança ou a Caridade, das quais morria de ciúme. Tanto o é, que quando o tio Ari, ainda rapazola, começou a namorar a tia Caridade, ela ficava escondida pelos cantos e, de quando em quando enfiava sua cabecinha loira pela porta e dizia um sonoro “fiaputa!”, pondo-se a correr, para logo em seguida voltar e repetir a dose…

Sua recordação mais antiga não é uma das mais agradáveis: lembra-se de quando tinha cerca de quatro anos e seu irmão Jorge a colocou na cangalha de um burro, próximo do gado que estavam tocando. Pois não é que o burro disparou com a Laura em cima, encaixada na cangalha e bem no meio da vacaria! E quem disse que alguém conseguia segurar o animal? A muito custo pegaram o bicho, dando graças a Deus por ela não ter caído e sido pisoteada pelo gado.

Teve três filhos: uma mulher e dois homens, todos casados.

OBSERVAÇÃO: Toda a descendência de Antonio e Sebastiana, contando com 137 indivíduos entre seus filhos, netos, bisnetos e trinetos, encontra-se publicada no Livro da Família Andrade.

Nossa Grande Família ( I ) – Andrade

Não é de hoje que tenho a pretensão de passar a limpo – na forma de um livro – minhas anotações genealógicas. Siiiiiim, ladies & gentlemen, eu admito: sou um viciado. Um viciado em genealogia. Enquanto muita gente coleciona selos, figurinhas, chaveiros, revistas, carros, mulheres, ou qualquer que seja seu objeto de desejo, eu coleciono “gente”. Especificamente gente de minha família.

Existem diversas maneiras de montar uma árvore genealógica. Dentre elas as que mais utilizo são: 1) o genograma, que é a representação gráfica de um conjunto familiar, e 2) a árvore de descendentes, também conhecida como árvore de geração, ou ainda como árvore genealógica direta, que é a árvore formada pelos descendentes de um indivíduo – partindo do passado ela avança no tempo, multiplicando-se, geração após geração, e facilita a visualização do antepassado comum de vários indivíduos na atualidade; sua estrutura é orgânica e aleatória, pois não há como racionalizar o número de filhos de cada indivíduo.

Dentre as diversas famílias que, de tempos em tempos, colocarei por aqui, as que são diretamente relacionadas com este vosso escriba são as seguintes: Andrade, Maia, Nunes, Antunes, Santos, Casaes, Mizoguti e Miura.

E, ainda, apesar de o antepassado mais antigo ao qual cheguei remontar à Idade Média, relacionarei somente o que foi fruto de minha pesquisa direta. Na realidade tudo isso talvez seja uma maneira de não deixar todas essas anotações “mofando” nas catacumbas de meu computador. Sei que existem outros membros da família que também se interessam pela matéria e assim já seria uma maneira de compartilhar essas informações (e também de receber ajuda para complementá-las).

Um último detalhe: a indentação, ou seja, essa tabulação que perceberão na descrição das famílias, serve para – juntamente com a numeração – indicar os membros de um mesmo núcleo familiar.

Bem, então, comecemos com a Família Andrade.

Até onde minhas modestas pesquisas me levaram, essa história alcança meados de 1850, na cidade de Santa Rita de Jacutinga, interior de Minas Gerais. Somente a partir desse ponto é que me foi possível ligar esse estudo a outros já existentes, permitindo assim a elaboração da árvore de costados da família Andrade (noutra hora explicarei o que seria exatamente uma árvore de costados).

Foi provavelmente por essa época que nasceu o menino JOAQUIM THEODORO DE ANDRADE, meu trisavô, que na sua mocidade viria a casar com sua sobrinha MARIA DA GLÓRIA TEIXEIRA GUIMARÃES, filha do irmão mais velho de Joaquim. Não se assustem. Há quase duzentos anos o casamento entre membros da mesma família não só era comum, como, muitas vezes, desejável. Era uma maneira de manterem o núcleo familiar unido e de não permitir que a fortuna da família se espalhasse em mãos alheias. Dentre outros filhos, o casal teve:

1. JOÃO AGNELLO DE ANDRADE, nascido em 23/01/1876, registrado em Madre de Deus, MG, que viria a casar-se com IRIA RITA DE BEM, nascida em 1883 na cidade de Santa Rita de Jacutinga. Foi nessa mesma cidade que se deu o enlace matrimonial destes meus bisavós, em 13/02/1901.

É pela ascendência paterna de Iria, cujos pais eram BRAZ CARNEIRO DE BEM e LUZIA GONZAGA DE NOVAES, que nossa família deve se ligar às lendárias (e prolíferas) Três Ilhoas, as irmãs açorianas que, em fins do século XVII vieram para as Minas Gerais, dando início aos troncos familiares mais tradicionais da região.

Há notícias, também, de um provável irmão desse Braz, tio de Iria, o sr. MANOEL TEODORO DE BEM, casado com CECÍLIA, talvez Cunha, que foi professora de meu pai, conforme veremos oportunamente. Esse casal teve pelo menos dois filhos: JOSÉ DE BEM e GERALDO, sendo que este último faleceu solteiro. E, ao que parece, de bebida…

Voltando a nossa linha de raciocínio, João Agnello e Iria Rita tiveram oito filhos, conforme segue:

1.1. JOSÉ THEODORO DE ANDRADE, falecido em 29/09/1980, que casou-se com CAROLINA MARQUES MACHADO, natural de Santa Rita de Jacutinga, MG, onde casaram-se. Ela faleceu em São José dos Campos, SP, em 14/06/2003, com cerca de 95 anos. Era filha de BENEDICTO MARQUES DE OLIVEIRA e JULIA VIRGÍNIA DE JESUS, naturais de Minas Gerais. Tiveram nove filhos:

1.1. JOSÉ ANDRADE FILHO, nascido em 1929, que, apesar de ter se casado, separou-se cerca de um mês depois, jamais tendo regularizado a situação. Não voltou a se casar, mas também nunca deixou de namorar “meninas mais jovens”. Nada bobo, esse José…

1.2. CARLOS DE ANDRADE, já falecido, casou-se com ANA.

1.3. ADOLFO DE ANDRADE, nascido em 1935, que se casou com MARIA, irmã de sua cunhada Ana (sim, a mesma Ana dali de cima, casada com Carlos). Outro detalhe bastante comum nos tempos de antanhos: irmãos costumavam casar-se com irmãs.

1.4. LUIZA DE ANDRADE, nascida em 1938, foi casada com OLÍMPIO SOBREIRA, já falecido. Foram aos pais de ao menos uma filha.

4.1. MARIA ROSÁRIA DE FÁTIMA SOBREIRA COSTA.

1.5. MARIA ANDRADE, nascida em 1940, casou-se com MAMUD CARNEIRO, também já falecido.

1.6. JOÃO BATISTA DE ANDRADE, nascido a 30/01/1944, sendo que em 23/12/1972 casou-se com ZENAIDE APARECIDA DE CARVALHO, esta nascida a 08/11/1948. Vivem em São Bento do Sapucaí, onde criaram seus filhos.

João herdou de seu pai a habilidade de trabalhar com a madeira, passando a fazer, como fazia seu pai antes dele, os pequeninos bois, cavalos e outros animais, com selas e arreios quando o caso, todos com cerca de trinta centímetros, e com um impressionante grau de perfeição. Um de seus trabalhos mais belos é um pequenino carro de boi, com três parelhas de bois, os quais colocou sobre uma prancha com rodas para que pudessem “andar”. O que mais chama a atenção é que esse carro de boi “canta”, da mesma maneira que “cantam” os carros de boi fabricados no Sul de Minas e região.

Tal habilidade lhe rendeu o apelido de “João do Boi”, sendo conhecido ainda como “Joãozinho Andrade”. Estando na cidade, basta perguntar por algum desses nomes que todos já sabem onde mora, dando como dica a curiosa frase: “É a casa onde tem um gato deitado no muro”. Acontece que João entalhou também um gato, em tamanho natural, deixando-o preguiçosamente deitado sobre o muro de sua casa, verdadeiro marco para quem o procura…

João e Zenaide tiveram:

6.1. MADELEINE APARECIDA DE CARVALHO ANDRADE, nascida em 05/01/1974, que de seu casamento com ÉVERSON MARQUES FROES, teve:

1.1. GUSTAVO ANDRADE FROES, nascido em 23/11/2001.

6.2. MILEIDE DONIZETI CARVALHO ANDRADE, nasceu em 25/08/1975, casou-se com VLADIMIR MARQUES DE ARAUJO, com quem teve:

2.1. JOÃO PEDRO CARVALHO ARAUJO, nascido em 20/06/2000.

6.3. JOÃO BATISTA DE ANDRADE JUNIOR, que nasceu em 24/07/1976 e, até início de 2003, solteiro.

6.4. MILEINE CAROLINA CARVALHO ANDRADE, nascida em 25/10/1978, casada com ROBERTO CARLOS DA ROSA, pais do casal:

4.1. EVELIN CAROLINA ANDRADE ROSA, de 03/01/1998.

4.2. CARLOS HENRIQUE CARVALHO ROSA, de 01/05/2002.

1.7. SEBASTIÃO ANDRADE, nascido em 1946, casado com “Cota”.

1.8. JOAQUIM MACHADO DE ANDRADE, nascido em 1948, o “Quinzote”, marido de ROSELI. Também ele artesão, como seu pai, capaz de fazer belos trabalhos de escultura na madeira.

1.9. BENTO DE ANDRADE, nascido em 1955, que casou-se com JOCELINA.

1.2. SEBASTIÃO ANDRADE, o “Tio Tatão”, falecido em 20/06/1988, e que casou-se com a cunhada de seu irmão (olha aí o casamento entre irmãos de novo!), MARCIANA CAROLINA DE JESUS, falecida em 15/08/1996, filha dos já citados JÚLIA VIRGÍNIA DE JESUS e BENEDICTO MARQUES DE OLIVEIRA.

1.3. THEOPHILO ANDRADE, casado com MAYDI BORN DE ARAUJO, pais de:

3.1. MURILO, marido de DAMARES, com dois filhos:

1.1. TIAGO.

1.2. FELIPE.

3.2. MAURÍCIO.

3.3. MARILETE.

3.4. MARILENE.

1.4. JOÃO ANDRADE, casou-se primeiro com LUCINDA, depois teve um breve namoro com uma mulher de Santa Izabel do Rio Preto e por fim casou-se com MARIA. Com sua primeira mulher teve:

4.1. IRIA, que foi casada com GONÇALO LANDIM e tiveram oito filhos (1.1 a 1.8).

Do seu breve relacionamento teve apenas uma filha:

4.2. GERALDA HADADE GOMES.

E com sua terceira mulher, MARIA, teve oito filhos (4.3 a 4.10).

1.5. LUZIA ANDRADE (DO VALLE), nascida em 1914, casou-se com DIONIZIO RIBEIRO DO VALLE, filho de FRANCISCA ASSIS DO VALE, e teve:

5.1. JACOB RIBEIRO DO VALE, que foi açougueiro em Santa Rita de Jacutinga, tendo recebido ajuda em seu negócio do prefeito da cidade, um certo João Andrade, provavelmente nosso parente. Pai de:

1.1. FÁBIO EDUARDO ALMEIDA DO VALE, casado com ELIMÁRCIA, com quem teve:

1.1. ZAÍRA.

1.2. EMANUELLE.

5.2. JOÃO DIONÍSIO DO VALLE, que sempre foi solteiro, mas de um relacionamento que teve com SÍLVIA SPÍNOLA DE PAULA teve uma filha:

2.1. ROANITA ANDRADE (GONÇALVES), que casou-se com MAGNO DE SENA GONÇALVES, natural de Belo Horizonte, MG, e tiveram três filhos.

1.1. ANA LUIZA ANDRADE GONÇALVES (EUZÉBIO) em 03/05/2014 casou-se com ALEX JÚNIOR EUZÉBIO, residentes em Santa Rita de Jacutinga, MG, e tiveram um filho:

1.1. JOÃO CAMILO ANDRADE GONÇALVES DE OLIVEIRA, nascido em 12/12/2008.

1.2. DIEGO ANDRADE GONÇALVES casou-se com ALINE DE FÁTIMA CUNHA (GONÇALVES), também residentes em Santa Rita de Jacutinga, MG, e são os pais de um casal de filhos:

2.1. LARA CUNHA GONÇALVES.

2.2. CAIO.

1.3. THIAGO ANDRADE GONÇALVES, morador no Rio de Janeiro, RJ.

5.3. IRIA RIBEIRO SALLES (outra coisa também bastante comum em famílias antigas – principalmente as mineiras – dar o nome dos antepassados aos filhos, ainda que outros da mesma família já o tenham feito). Ainda viva em setembro de 2009, morava em Volta Redonda, RJ. Teve ao menos sete filhos, a saber:

3.1. MARCUS VINÍCIUS SALLES.

3.2. ALEXANDRE MAGNO SALLES.

3.3. ANDRÉ LUIZ SALLES, falecido em 1988.

3.4. FELIPE GEORGE SALLES.

3.5. MARCELO DOMINGOS SALLES.

3.6. FREDERICA GUILHERME SALLES.

3.7. HALLISON CRISTINE SALLES.

1.6. BRÁS ANDRADE, marido de MARIA DE OLIVEIRA.

1.7. MARIA DA GLÓRIA ANDRADE, casada com PEDRO JOSÉ DE AREDES FILHO, conhecido como “Nhozinho”, filho de PEDRO JOSÉ DE AREDES  com IGNÁCIA DA CUNHA. Tiveram pelo menos quatro filhos:

7.1. JOSÉ GERALDO DE AREDES ANDRADE, falecido, viveu em Arantina, MG.

7.2. GONÇALO ANDRADE AREDES, falecido, que casou-se na cidade de Bom Jardim, MG, com ADÍLIA AREDES.

7.3. SEBASTIÃO JOSÉ DE AREDES, também falecido.

7.4. GERALDO JOSÉ DE AREDES, que também viveu em Arantina, MG e atualmente (2020) mora em Juiz de Fora, MG.

1.8. ANTONIO DE ANDRADE, meu avô, nascido em Santa Rita de Jacutinga, MG, em 06/03/1909, mesmo local onde, por volta de 1936, casou-se com SEBASTIANNA (sim, seu nome era só esse mesmo, só o primeiro nome – foi dessa maneira que foi registrada), nascida em 13/04/1920, falecida aos 80 anos, em 10/10/2000 e também encontrada como Sebastiana dos Santos, assim como SEBASTIANA DOS SANTOS MAIA – que é o qual doravante vou adotar como efetivo nome de solteira de minha avó.