Origem da Família Andrade do Sul de Minas Gerais

[Este texto é, em sua maior parte, Prefácio do “Livro da Família Andrade” que publiquei em dezembro de 2017 e que contém o registro do ramo da família Andrade ao qual pertenço, abrangendo todos os descendentes diretos a partir de meus avós paternos, bem como a nossa árvore de costados que segue por mais de 20 gerações.]

ANDRADE é tido como um sobrenome de origem toponímica (ou seja, de origem geográfica: refere-se a um determinado lugar) e está associado ao Solar de Andrade, em Galiza, na Espanha.

Não existe um consenso sobre as raízes desse nome de família, mas o mais provável é que o nome Andrade tenha por origem uma antiga nomenclatura de raízes celtas (povo que ocupou boa parte da Espanha bem como o norte de Portugal por volta de do ano I a.C.) e que desde a Idade Média dá nome a uma freguesia do Concelho de Pontedeume, em Galiza, na Espanha. Assim, o nome dessa localidade foi incorporando-se também como nome a cada uma das famílias que viviam naquele lugar, ainda que não tivessem laços sanguíneos entre si. Ou seja, se alguém fosse fazer referência a um fulano que morasse naquela região, diria algo como “Fulano, que mora na região de Andrade” ou, melhor dizendo, “Fulano de Andrade”. Os registros mais antigos já encontrados referentes a esse nome de família remontam ao século XII, justamente na região de Galiza, em especial na pessoa do cavaleiro medieval Pedro Bermúdez de Andrade (*1182 +1235) – que não necessariamente seria algum nosso ancestral – e que ficou conhecido como o “Primeiro Senhor de Andrade”. Mais tarde esse nome de família viria a se espalhar por Portugal e acabou vindo também para o Brasil.

O nosso ramo familiar começa com Ângela do Vale e Andrade, filha de André Gonçalves e Catarina Vaz, nascida no ano de 1629 na Freguesia de Santa Comba de Fornelos, no Distrito de Braga, região norte de Portugal. Ângela era solteira e trabalhava como ama (uma espécie de governanta) na casa do padre Francisco da Costa Peixoto, nascido em 1626, filho de Gonçalo da Costa e Maria Nogueira, tendo por avós paternos Miguel Martins e Catarina da Costa Peixoto, e do lado materno Bartholomeu Nogueira e Francisca Pires. Foi vigário na Freguesia de Longos Vales, Vila de Monção, praticamente na divisa com a Espanha, onde faleceu por volta de 1686, com cerca de 54 anos.

Ângela e Francisco tiveram pelo menos dois filhos dos quais se tem notícia: Antonio e Inácio de Andrade Peixoto, ambos pastores de gado e naturais também da Freguesia de Santa Comba de Fornelos. Nascido em 1648, quando chegou à idade adulta Inácio mudou-se para a cidade de Braga e aprendeu o ofício de sirgueiro (pessoa que faz trabalhos com fios ou cordões de seda) e estabeleceu-se como mercador. Foi lá que conheceu e, em 26/12/1686, casou-se com Helena de Brito, filha do padre Thomás de Brito e Costa e Domingas Gonçalves, tendo por avós paternos o padre Miguel de Brito Eirado e Isabel da Costa, e avós maternos Antônio Gonçalves e Maria Antônia. Temos ainda o registro de Gaspar de Brito e Marta Gomes, que eram os pais de Miguel e bisavós de Helena. O casal fixou residência em Braga, onde ambos viveram até o fim de suas vidas: ele faleceu em 09/04/1696, com apenas 48 anos, e ela em 11/01/1725. Dos cinco filhos que tiveram, Luísa, Josefa, Eusébio, Natália e Antônio, é deste último, o caçula, que segue nossa linhagem.

Antônio de Brito Peixoto, nasceu no início do ano de 1696 – mesmo ano em que seu pai faleceu. Considerando que teve somente um irmão, que foi padre, e todas as demais foram irmãs, então deve ter vindo para o Brasil sozinho, entre os anos de 1710 e 1724, quando do início de sua vida adulta. Esse foi também o início de um período em que se deu o maior afluxo de ouro do Brasil para Portugal, que coincidiu com o reinado de D. João V, o qual gastava a maior parte desse ouro com a manutenção de uma corte luxuosa e ociosa, com gastos enormes para mera subsistência do prestígio real. Contudo esse ouro era gasto no mercado externo, importando os luxos de outros países, já que praticamente não existia em Portugal gente preparada para criação de empresas locais – o que somente agravava a situação financeira do restante da população que não pertencia à nobreza. Ora, entre permanecer na “terrinha” enfrentando sucessivas crises tanto econômica, cultural, artística quanto política, melhor seria tentar a sorte do outro lado do mar, lá no Brasil-Colônia! E provavelmente deve ter sido assim que Antônio resolveu vir parar no Brasil, onde, de acordo com os arranjos da época, em 10/06/1725 casou-se com a mocinha mineira de 14 anos Maria de Moraes Ribeira, nascida em 1711 na Vila de São João del Rei, filha de André do Valle Ribeiro e Tereza de Moraes. Por esta linha paterna chegamos até os Gonçalves, tradicional família portuguesa; já pela linha materna temos toda a genealogia da família Moraes d’Antas, que retroage até seu representante mais antigo, Mendo Alam, que viveu por volta do ano 1050, antes mesmo da criação do Reino de Portugal. Antônio e Maria estabeleceram-se no Sul de Minas Gerais, onde hoje é a cidade de Carrancas, e ali constituíram a Fazenda das Brisas de Carrancas, próxima do Rio Grande e encostada na Serra de Carrancas. Foi onde tiveram seus onze filhos, os primeiros Andrade brasileiros desse ramo familiar: Tomás, Tereza, José, Jacinta, Ana, as gêmeas Maria Vitória e Ângela Maria, Jerônimo, Luiza, Doroteia e Manoel – que nasceu logo após a morte de Antônio, em 1749. Já Maria veio a falecer somente em 13/05/1794. Todos os filhos também se estabeleceram na mesma região de Carrancas e ali viveram em parte como mineiros, mas em maior parte ainda como agricultores.

Carrancas, Sul de Minas Gerais

Manoel Joaquim de Andrade nasceu em 14/11/1750 e foi batizado na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição das Carrancas. Em 31/01/1780 casou-se com Laureana de Souza Monteiro, natural da Vila de São João del Rei, filha de André Martins Ferreira e Maria de Souza Monteira, pela linhagem da qual nos ligamos à família Souza Monteiro. Estabeleceram-se também em Carrancas, na Fazenda do Espírito Santo, e tiveram quatro filhos: Antônio Joaquim, Delfina Francisca, Ana Josefa e Venância Constância. Manoel faleceu em 03/05/1828, aos 77 anos. Poucos anos depois, em 1833, faleceu Laureana.

E nossa genealogia segue com Venância Constância de Andrade, nascida em 1780, que se casou com Manoel Joaquim de Santana, filho de José Garcia e Maria de Nazaré. Os avós maternos de Manoel foram José Rodrigues Goulart e Isabel Pedrosa; já pelo lado paterno seus avós foram Diogo Garcia e Júlia Maria da Caridade, sendo esta uma das “Três Ilhoas”, as famosas irmãs açorianas cujas famílias sempre entrelaçadas povoaram Minas Gerais. Também estabelecida em Carrancas, a família foi proprietária da Fazenda Antimônio e também da Fazenda Ponte das Pitangueiras. Tiveram somente três filhos: José Marcelino, Laureana Felícia e Maria Emerenciana. Neste ponto da genealogia ocorre uma situação curiosa, pois apesar do costume arraigado de sempre ser o sobrenome paterno a perpetuar nas novas gerações, foi com o Andrade de Venância que o casal nomeou todos os filhos.

Maria Emerenciana de Andrade, nascida em 1800, casou-se em 14/09/1818 com Francisco Teodoro Teixeira, nascido em 1796, filho de Manoel Ribeiro Salgado e Margarida Teixeira de São José, sendo seus avós paternos Bento Ribeiro Salgado e Ângela Ferreira Soares, e seus avós maternos João Teixeira Marinho e Ignácia Maria de São José. Foram moradores na região onde hoje é a cidade de Madre de Deus (vizinha à Carrancas), onde possuíam várias fazendas, dentre elas a Fazenda Retiro dos Dois Irmãos, a Fazenda do Leme, bem como parte da Fazenda Antimônio e da Fazenda Ponte das Pitangueiras (estas, herdadas por Emerenciana). Curiosamente uma parte de seus filhos recebeu o Teixeira em seus nomes, enquanto que outra parte recebeu o Andrade – e alguns nem isso. Ao todo tiveram onze filhos, a saber: Manoel, Antônio, José, Maria Venância, João Gualberto, Venâncio, Jesuína Emerenciana, Francisco, Joaquim, Marciano Onostório e Delfina. Em 07/02/1868, faleceu Maria Emerenciana aos 68 anos de idade. Pouco tempo depois, em 19/12/1870, com 74 anos, Francisco a seguiu.

Chegamos aos meus tetravós! Antônio Teodoro de Santana nasceu no ano de 1820, tendo sido batizado em Minas Gerais, na Igreja Nossa Senhora da Conceição, em Aiuruoca (cidade situada ao sul de Carrancas, já em direção ao Estado do Rio de Janeiro). Por volta de 1846 casou-se com sua prima Margarida Teixeira Guimarães, nascida em 1823, filha de Francisco de Paula Guimarães e Maria Venância Teixeira – sendo esta a tia de Antônio, irmã de seu pai. Eles também viveram na região de Madre de Deus e possuíam parte de várias fazendas: Dois Irmãos, Piedade, Mato Grosso, José Lopes e Ponte do Rio Grande. O casal teve seis filhos, pela ordem: Francisco de Paula, José Venâncio, Maria da Glória, Domingos Teodoro, Maria Venância e Maria Emerenciana. Antônio faleceu cedo, com apenas 35 anos, em 28/01/1856. Nove anos depois Margarida se casaria novamente, desta vez com João Gualberto, seu cunhado, irmão de Antônio.

Agora é que a história dá um nó! Dentre os onze irmãos, filhos do casal Maria Emerenciana de Andrade e Francisco Teodoro Teixeira, temos que Joaquim Theodoro de Andrade era um dos mais novos (nono na linhagem), enquanto que Antônio era um dos mais velhos (segundo na linhagem). Pois bem. A filha de Antônio e Margarida, nascida em 1850, Maria da Glória Teixeira Guimarães, era portanto legítima sobrinha de Joaquim Theodoro – mas provavelmente deviam ter uma idade bem próxima. Tanto o é, que se casaram! Sim, sim, isso mesmo, meus caros: a sobrinha casou-se com seu próprio tio. Tudo bem, os tempos eram outros, as idades eram compatíveis e tudo ficaria em família mesmo… Mas isso meio que dá um nozinho na cabeça, pois Joaquim Theodoro ficou sendo ao mesmo tempo tanto meu “tio-tetravô” quanto meu “trisavô”… Não tenho informações (ainda) de onde efetivamente eles viveram, mas suspeito fortemente que tenha sido nas mesmas paragens que toda sua família já vinha ocupando pelo menos nos últimos 150 anos – talvez na antiga região do Turvo, onde hoje é a cidade de Andrelândia (já que é possível encontrar por lá vários descendentes tanto da família Andrade quanto da família Teixeira). Também não sei quantos filhos tiveram ao todo, sendo que tive notícias de apenas um.

João Agnello de Andrade, meu bisavô, nasceu em 23/01/1876 na cidade de Madre de Deus, em Minas Gerais. Em 13/02/1901, na cidade de Santa Rita do Jacutinga, casou-se com Iria Rita de Bem, nascida em 1883 nessa mesma cidade, filha de Braz Carneiro de Bem e Luzia Gonzaga de Novaes. Há notícias de que ele faleceu cedo, com cerca de apenas quarenta anos… E, ainda, não sei bem o que motivou essa “marcha ao sul”, porém boa parte da geração seguinte da família viria a nascer ou ao menos fixar residência em novas paragens, quase na divisa do estado, mas ainda dentro de Minas Gerais: Santa Rita de Jacutinga.

Santa Rita de Jacutinga, MG

João e Iria Tiveram oito filhos:

– José Theodoro de Andrade, casado com Carolina Marques Machado;
– Sebastião Andrade, o Tio Tatão, casado com Marciana Carolina de Jesus (irmã da Carolina Marques);
– Theophilo Andrade, casado com Maydi Born de Araujo;
– João Andrade, que primeiro foi casado com Lucinda e, mais tarde, com Maria;
– Luzia Andrade, casada com Dionízio Ribeiro deo Vale;
– Brás Andrade, casado com Maria de Oliveira;
– Maria da Glória Andrade, casada com Pedro José de Aredes Filho; e
Antonio de Andrade, casado com Sebastianna dos Santos Maia, meus avós, pais de meu pai.

ANTONIO DE ANDRADE nasceu no dia 06/03/1909 na cidade de Santa Rita de Jacutinga, MG, sendo filho de João Agnello de Andrade, natural de Madre de Deus, MG, e de Iria Rita de Bem, natural de Santa Rita de Jacutinga, MG. São avós paternos Joaquim Theodoro de Andrade e Maria da Glória Teixeira Guimarães. São avós maternos Braz Carneiro de Bem e Luzia Gonzaga de Novaes. Faleceu às 10h20min do dia 30/09/1970, aos 61 anos, em São José dos Campos, SP e está sepultado no Cemitério de Santana, em São José dos Campos, SP. Era lavrador e foi eleitor em Igaratá, SP.

SEBASTIANNA nasceu à 01:00h do dia 13/04/1920 na Fazenda Canta Gallo, em Santa Rita de Jacutinga, MG. Filha de Alcindo de Paula Maia e Laura de Casaes Santos, sendo esta natural de Santa Rita de Jacutinga, MG, onde casaram-se. São avós paternos Fausto de Magalhães Maia e Josephina Augusta de Paula. São avós maternos Antonio Carlos da Silva Santos e Olívia Augusta de Casaes. Originalmente foi registrada apenas como “Sebastianna”, sem constar o sobrenome, mas no decorrer de sua vida também adotou o nome de “Sebastiana dos Santos” bem como o de SEBASTIANNA DOS SANTOS MAIA – que é o qual doravante vou considerar como seu nome de solteira. Após o casamento adotou o nome de Sebastiana dos Santos Andrade. Em seu registro a data de nascimento é 20/04/1920, mas não está correto. Faleceu às 07h05min do dia 10/10/2000, aos 80 anos, em São José dos Campos, SP e está sepultada também no Cemitério de Santana, junto de meu avô.

Casaram-se em 1936. Tiveram, ao todo, 12 filhos e 39 netos. E, até o final de 2017, contabilizamos também mais 75 bisnetos e 11 trinetos.

Filhos de Antonio e Sebastianna:

27/04/1937 – José Bento de Andrade / Bernardete Nunes
11/01/1939 – Fé dos Santos de Andrade (+1987) / Ivan Ramos Prianti
10/10/1940 – Roberto de Andrade
27/09/1942 – Esperança dos Santos Andrade / Olavo Alves de Souza
09/04/1945 – Caridade de Andrade / Ari Ramos Arantes
?_/?_/1947 – Luiza (+1947)
14/07/1949 – Felisberto de Andrade / Maria Aparecida Machado
10/12/1952 – Jorge Andrade (+2007) / Elza Maria das Graças
26/02/1956 – Geraldo de Andrade (+2014)
27/03/1959 – Maria Madalena de Andrade / Josué Raymundo Pereira
29/06/1961 – Pedrina de Fátima Andrade / Ângelo Mendes Ferreira
15/11/1962 – Maria Laura de Andrade / Lucílio José dos Santos

Aniversário de 80 anos da “Vó Bastiana”

José Bento de Andrade nasceu em 27/04/1937 em Santa Rita de Jacutinga, MG, mas foi registrado cerca de dez dias após seu nascimento, de modo que em seu registro consta a data de 08/05/1937. Mudou-se juntamente com a família, para São José dos Campos, SP, quando tinha apenas 12 anos de idade, em setembro de 1949. Mais tarde, em abril de 1958, saiu definitivamente da zona rural para a zona urbana.

Casou-se às 14:00h do dia 23/04/1960, na Igreja Matriz de Santana, em São José dos Campos, SP, com Bernardete Nunes, nascida em 10/09/1943, em sua própria casa, em São Paulo, Capital. Filha de Bernardo Claudino Nunes e Maria Dionísia de Jesus. Curiosamente ela foi a única de sua linhagem que não nasceu em São José dos Campos, SP, pois tanto seu pai, avô e bisavô, quanto seus filhos, netos e bisnetos, são todos dessa cidade. Adotou no casamento o nome de Bernardete Nunes de Andrade.

Seo Zé Bento e Dona Dete…


Uma última observação: para aqueles que quiserem entender visualmente toda essa bagunça aí de cima, eis o genograma dessa árvore genealógica para que possam compreender um pouquinho melhor… 😉


FONTES:
. AMATO, Marta. A ascendência paulista de Francisca de Macedo. Revista ASBRAP, São Paulo, SP, n. 6, p.229-238. 1999.
. AMATO, Marta. Família Andrade de Minas Gerais: ascendência e descendência de Antônio de Brito Peixoto / 500 anos de história. Campinas, SP: Edição da Autora,  2016. 296p.
. DORIA, Francisco Antonio. Estudo: Os primeiros troncos portugueses: os senhores de Bragança (Antas Moraes).
. GUIMARÃES, Cid. Ribeiro do Valle – Primeira parte: Martins Ferreira, Pereira Lima, Andrade, Paiva e Silva, Azevedo – Primeiras Gerações. Revista da ASBRAP, São Paulo, SP, n.4, p.127-164, 1997.
. TEIXEIRA, Maria Esther. Descendência de Francisco Teodoro Teixeira e Maria Emerenciana Andrade. Campinas, SP: Book Editora, 2014. 913p.
. Registro de Batismos da Igreja da Freguesia da Cividade, Braga.
. Registro de Batismos da Igreja de Salvador de Balzar, Arquivo Distrital de Braga.
. Registro de Batismos da Sé de Braga.
. Registro de Batismos de Santa Comba de Fornelos, Arquivo Distrital de Braga.
. Registro de Batismos em Salvador de Joane, Arquivo Distrital de Braga.
. Registro de Batismos. Filme 128949, transcrito por Bartyra Sette.
. Registro de Casamentos da Capela do Espírito Santo, da Freguesia de Carrancas, MG.
. Registro de Casamentos da Freguesia de São Vítor, Concelho de Braga.
. Registro de Casamentos da Matriz de Nossa Senhora do Pilar, São João del Rei, MG.
. Registro de Casamentos da Sé de Braga.
. Registro de Óbitos da Sé de Braga.
. Registro de Óbitos de Cividade, Arquivo Distrital de Braga.
. Registro de Óbitos de Fafe, Fornelos, Arquivo Distrital de Braga.
. Registro de Óbitos de Salvador de Joane.
. Registro de Óbitos de São João de Gondar, Guimarães, Arquivo Distrital de Braga.
. Registro de Óbitos de São João do Souto.
. Certidão de Nascimento (de Sebastiana) nr. 47 do Distrito de Santa Rita de Jacuting, MG – Fls. 95 do Livro de Registro de Nascimentos nr. A-08.
. Certidão de Casamento (de João Agnello de Andrade e Iria Rita de Bem) do Cartório do Registro Civil de Santa Rita de Jacutinga, nr. 05, fls. 54-V do Livro de Registro de Casamentos nr. B-02.
. Certidão de Casamento (de José Bento de Andrade e Bernardete Nunes) nr. 2.540 do Distrito de São José dos Campos – Fls. 109 do Livro de Registro de Casamentos nr. 10-B.
. Assentamento de falecimento de Antônio de Brito Peixoto.
. Certidão de Óbito (de Antonio de Andrade) nr. 37768 do 1. Distrito de São José dos Campos, SP – Fls. 72-v do Livro de Registro de Óbitos nr. C-37.
Certidão de Óbito (de Sebastiana) nr. 42934 do 1. Distrito de São José dos Campos, SP – Fls. 16 do Livro de Registro de Óbitos nr. C-120.
. Processo De Genere de João Gomes Salgado, Arquivo Eclesiástico da Arquidiocese de Mariana, MG. Transcrito por Izabela Fátima Oliveira de Sales a pedido de Regina Junqueira.
. Processo de Habilitação Sacerdotal de Eusébio de Brito Peixoto.
. Processo Matrimonial de Antonio Theodoro de Santana e Margarida Teixeira de Guimarães, arquivado no Arquivo Eclesiástico da Arquidiocese de Mariana – MG, transcrito por Izabella Fátima Oliveira de Sales, a pedido de Regina Junqueira.
. Inventário de André do Valle Ribeiro, arquivado no Museu Regional de São João del Rei – Caixa 324, transcrito por: Flávio Marcos dos Passos.
. Inventário de Antônio de Brito Peixoto, arquivado no Museu Regional de São João del Rei – Caixa 605, transcrito por Flávio Marcos dos Passos em OUT/2003 a pedido de Luis Antônio Villas Bôas.
. Inventário de João Gualberto Teixeira, arquivado no Museu Regional de São João del Rei – Caixa 483, transcrito por Ana Bárbara Rodrigues em OUT/2004, a pedido de Adauto de Andrade.
. Inventário de Manoel Joaquim de Andrade e Lauriana de Souza Monteiro, arquivado no Museu Regional de São João del Rei – Caixa 565, transcrito por Flávio Marcos dos Passos em NOV/2002, a pedido de Luís Antônio Villas Bôas.
. Inventário de Manoel Joaquim de Santana, arquivado no Museu Regional de São João del Rei – Caixa 511, transcrito por Ana Bárbara Rodrigues em JUN/2004, a pedido de Adauto de Andrade.
. Inventário de Maria de Moraes Ribeira, arquivado no Museu Regional de São João del Rei – Caixa 214, transcrito por Flávio Marcos dos Passos em FEV/2003 a pedido de Luís Antônio Villas Bôas.
. Inventário de Maria Emerenciana de Andrade, arquivado no Museu Regional de São João del Rei – Caixa 413, transcrito por Edriana Aparecida Nolasco em 2003, a pedido de Maria Nazaré de Carvalho.
. Inventário de Maria Venância Teixeira, arquivado no Museu Regional de São João del Rei – Caixa 490, transcrito por Moacyr Villela em 2006.
. Inventário de Tereza de Morais, arquivado no Museu Regional de São João del Rei – Caixa 464, transcrito por Flávio Marcos dos Passos em SET/2003, a pedido de Regina Moraes Junqueira.
. Inventário e Testamento de Maria de Souza Monteiro, arquivado no Museu Regional de São João del Rei – Caixa C-17, transcrito por Flávio Marcos dos Passos em JAN/2003, a pedido de Luis Antônio Villas Bôas.
. Inventário e Testamento de José Garcia, arquivado no Museu Regional de São João del Rei – Caixa 364, transcrito por Edriana Aparecida Nolasco a pedido de Regina Junqueira.
. Testamento de Francisco Teodoro Teixeira, arquivado no Museu Regional de São João del Rei – Caixa 141, transcrito por Edriana Aparecida Nolasco em 2003, a pedido de Maria Nazaré de Carvalho.
. Testamento de Jerônimo de Andrade Brito, arquivado no Museu Regional de São João del Rei – Caixa ?, transcrito por Flávio Marcos dos Passos em MAI/2003 a pedido de Luis Antônio Villas Bôas.
. Testamento de Lauriana de Souza Monteiro, arquivado no Museu Regional de São João del Rei – Caixa 52, transcrito em NOV/2002.
. Testamento de Manoel Joaquim de Andrade, arquivado no Museu Regional de São João del Rei – Caixa 6, transcrito em MAI/2003.
. Testamento de Maria de Moraes Ribeira, arquivado no Museu Regional de SJ del Rei – Livro de Testamento 11, transcrito por Flávio Marcos dos Passos em FEV/2003 a pedido de Luís Antônio Villas Bôas.
. Tradição Oral: José Bento de Andrade, Mauro Maia, Roberto de Andrade.
. FamilySearch: http://www.familysearch.org
. Projeto Compartilhar: http://www.projetocompartilhar.org

2 comentários em “Origem da Família Andrade do Sul de Minas Gerais”

  1. Parabéns pelo trabalho Adauto!…Gostei da forma sincera que você narra essa história. Quando tiver o livro atualizado e, estiver disponível no mercado, me avise. tenho interesse em adquirir.

  2. Olá, Marcos! Obrigado!

    A atualização desse livro é “complicada”, pois depende de que eu vá buscar informações com cada membro da família quando nasce um novo parente (ou falece ou separa). É que eu fiz o livro onde constam detalhadamente as informações somente dos descendentes de meus avós paternos, num formato em que cada um desses descendentes está representado por uma página, de modo que ao nascerem novos membros bastaria inserir páginas no final. Agora daí a todo mundo me avisar, já viu, né? Mas quero ver se consigo atualizá-lo para o final de 2020…

    O link tanto para esse quanto para outros livros que já publiquei está na coluna aí do lado, lá no comecinho deste post, mas o link direto é este aqui: https://clubedeautores.com.br/livro/livro-da-familia-andrade .

    Valeu e um abração!

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