Pais e Filhos

Você me diz que seus pais não entendem
Mas você não entende seus pais
(…)
São crianças como você
‘O que você vai ser quando você crescer?’
(Pais e Filhos, Legião Urbana)

        

O cartaz de meu primeiro Dia dos Pais com o Kevin, a tampa da caixinha porta-treco (que uso até hoje) que ganhei do Erik e “arte” feita pelo Jean…

Dia dos Pais… Trata-se de uma data comemorativa para homenagear a paternidade, atualmente celebrada no segundo domingo de agosto – e que neste ano de 2020 cairá no próximo dia nove.

Ainda que em outros países seja celebrado em datas diversas, no Brasil somente foi comemorado pela primeira vez em 1953 – tendo sido “pensado” por um publicitário chamado Sylvio Bhering, à época diretor do jornal O Globo (do grupo empresarial de Roberto Marinho), um tanto com objetivos sociais – homenagear, de fato, os pais – quanto com nada nobres objetivos comerciais – movimentar a sociedade de consumo em busca de presentes para esse dia. Inicialmente a tentativa foi associar a data ao dia de São Joaquim, pai de Maria, mãe de Jesus Cristo (16 de agosto no calendário litúrgico da Igreja Católica), mas já nos anos seguintes a data também foi deslocada para um domingo, certamente por ser um dia mais fácil de se reunir a família, no caso o segundo domingo do mês de agosto – e assim permanece até hoje.

Apesar de seu apelo inicial ao consumismo, a comemoração do Dia dos Pais acabou ficando arraigada na sociedade brasileira, sendo uma data em que muitos filhos, ainda que distantes, se lembram de mandar ao menos um “oi” para seus pais – o que se torna muito mais relevante nestes tempos de pandemia e de forçado isolamento social. É, enfim, uma data em que um pai gostaria de se sentir amado e lembrado por seus filhos.

Mas, na minha livre interpretação da letra da música Pais e Filhos, do Legião Urbana, todo pai já foi também um filho. E mais: também teve por sua vez seu próprio pai. E suas diferenças. E discussões. E reconciliações. Aquele que hoje deveria ter todas as respostas também já foi ontem um garotinho cheio de perguntas. É um ciclo que se repete. Ou melhor, são ondas, tais como as ondas do mar, que vêm e vão. Explico.

Quem me conhece minimamente sabe que também é do conhecimento até do Reino Mineral o quanto gosto de história e genealogia. Então, para manter o foco genealógico do que tenho a dizer, vamos ficar somente na minha linha paterna – sem entretanto deslembrar os acontecimentos históricos, sociais e econômicos de cada época para que possamos compreender como veio se dando a relação de pais com filhos desde então. Somente assim a conclusão deste texto deverá ficar menos ininteligível…

Apesar de ter traçado minha ascendência nesse ramo até o ano de 1629, comecemos já com meu trisavô, Joaquim Theodoro de Andrade, que em fins do Século XIX foi um dos herdeiros das diversas fazendas deixadas por seus pais na região de Madre de Deus, MG. Ora, pela tradição familiar não é muito difícil cogitar que ele provavelmente também tenha se dedicado à vida no campo, nos tratos de lavoura e de gado. Estamos falando do ano de 1868 (quando da abertura do inventário), em pleno Brasil-Império ainda governado por Dom Pedro II, mas já em pleno declínio da cultura cafeeira, principalmente pela falta da mão de obra escrava – o que já vinha ocorrendo desde os anos seguintes à proibição do tráfico de escravos (1831) e que ainda iria se agravar com o advento da Lei do Ventre Livre (1871) e a própria Abolição da Escravatura (1888). Diante desse quadro cabe supor que, diferente de seu pai, e em conjunto com seus 11 irmãos, Joaquim deve ter vivido muito mais para tentar manter (e ver se desfazer) um patrimônio que não foi construído por ele.

“Pai rico, filho nobre, neto pobre”. Este é um antigo ditado que parece retratar bem o que aconteceu em diversas famílias não só pelo Brasil, mas também pelo mundo afora.

O filho de Joaquim, nascido em 1877 na cidade de Madre de Deus, MG, foi meu bisavô João Agnello de Andrade. Há notícias de que teria falecido cedo, com cerca de apenas 40 anos. Apesar de seus ancestrais terem sido fazendeiros na região de Sul de Minas – e diante da falta de documentação da época – num gigantesco exercício de suposições é plenamente possível imaginar que a fortuna amealhada nas gerações passadas não veio a agraciar essa nova geração. Ora, logo após a Proclamação da República (1889) e com as sucessivas crises do café, na virada do Século XIX para o XX tivemos o começo da Revolução Industrial no Brasil (com cerca de cem anos de atraso em relação à Inglaterra) bem como a Crise do Encilhamento, conjunto de fatores que veio a resultar no início da industrialização no Rio de Janeiro (então Capital do País). Assim, em que pese a cultura familiar de fazendeiros, é bem provável ter sido esse o motivo que fez com que meu bisavô tenha migrado ainda mais para o Sul, para a cidade de Santa Rita de Jacutinga, MG, onde em 1901 casou-se. Há registros de que não só ele como também parte de seus filhos, tenham trabalhado na cidade vizinha de Valença, no Rio de Janeiro. Ou seja, diferente de seu pai, quebrou uma tradição, saiu do campo e, talvez com um quê de esperança, para criar seus 10 filhos resolveu abraçar aquele novo mundo que se lhe surgia.

Mas ainda estamos falando da virada do século. Num curto período de tempo o mundo ainda seria flagelado pela Primeira Guerra Mundial (1914), pela Gripe Espanhola (1918), pela Grande Depressão (1929) e pela Segunda Guerra Mundial (1939). Como resultado direto desses acontecimentos, em cerca de apenas 30 anos, foram diretamente consumidas mais de 140 milhões de almas por todo o planeta. Restaram ainda outros tantos milhões de mutilados e com sequelas. Não deve ter sido um período nada fácil para aqueles que sobreviveram e só posso imaginar uma densa falta de esperança que pairava no ar por esses tempos. Algo como tudo isso que estamos vivendo especificamente neste ano de 2020 em virtude do Coronavírus.

E o filho de João Agnello, meu avô nascido em 1909 em Santa Rita de Jacutinga, MG, Antonio de Andrade passou por tudo isso. Não o conheci, pois faleceu em 1970, quando eu tinha apenas um ano de idade. Até onde pude descobrir, diferente de seu pai, foi um homem que tinha um pé na cidade e outro no campo (talvez mais para este último). Ao que tudo indica o que lhe interessava era tentar possuir seu próprio canto para poder criar os 12 filhos que viria a ter, de modo que abraçava as oportunidades que se lhe apresentassem. Tanto o é que montou e manteve um salão de barbeiro próximo à estação ferroviária local, o que lhe garantia tanto o sustento como o dinheiro para as cachaças que tanto gostava.

Mais tarde, no final da década de 40, veio de trem com toda a família para São José dos Campos, SP, após seu irmão já ter vindo e se certificado de que haveria trabalho para ele. Antes de ter sua própria terra, morou em diversos locais na zona rural, entre São José e Igaratá, sempre cultivando a terra (feijão, milho, arroz, etc) e criando um “gadinho”… Mas nem só da terra viveu, pois também empregou-se pelas fazendas da região, onde fazia serviços diversos, principalmente de marcenaria. E apesar da vida sofrida, era bem animado, adorava os arrasta-pés, foguetórios e tomar umas e outras sempre que podia.

A cidade de São José dos Campos (que agora em 2020 completou 253 anos) até então era classificada como estância climatérica, pois desde 1918, com a construção do Sanatório Vicentina Aranha (assim como de várias outras casas depois), foi o centro de migração de centenas de doentes vindos de várias regiões do país para tratamento da tuberculose. Aqui ficavam todos aqueles que não tinham posses suficientes para serem tratados na estância de Campos do Jordão, escolhidas à época pelo fato de ambas serem cidades afastadas dos grandes centros urbanos, o que minimizava o risco de contágio. Essa fase sanatorial durou até cerca de 1950, quando começou a transformação de São José dos Campos em um polo industrial e tecnológico, tendo início com a instalação do Centro Técnico de Aeronáutica – CTA (1950), do Parque Industrial da Johnson & Johnson (1954), do Complexo Industrial da General Motors do Brasil (1958), bem como de diversas outras empresas e indústrias dos mais diversos setores. Foi um período de prosperidade para a região e ainda levariam alguns anos para que se instalasse a Ditadura Militar no Brasil.

E foi por essa época que o filho mais velho de Antonio, nascido em Santa Rita de Jacutinga, MG, em 1937, José Bento de Andrade (também conhecido como meu pai), resolveu que já era hora de deixar o campo e seguir seu rumo para a cidade. Meu avô foi contra, pois queria que ele tivesse uma “profissão de sucesso”, o que no seu entender era ser tropeiro pela região e pelo Brasil afora. Mas esse “sonho” era dele e não de seu filho. Do alto de seus cerca de 20 e tantos anos ele lhe disse que não queria nada com isso não, que a vida ali era muito sofrida, que queria ir para a cidade tentar a sorte. E assim o fez. Apesar de ser um homem de estudos primários escassos, fez-se a si mesmo. Construiu-se. Com um inafastável esforço próprio no desejo de ser alguém, veio para cidade, arranjou emprego numa mecânica, casou-se, levantou sua casa no bairro de Santana (onde vive até hoje), teve três filhos, e por fim mudou-se para outro emprego numa indústria onde ficou até sua tranquila aposentadoria. Ele nunca foi de mudanças drásticas, de vida atribulada no campo, nem nada disso, e, ainda, apesar de à sua época até ter tomado suas cervejinhas, nunca gostou de bebida alcoólica em excesso – ou seja, ordenou toda sua vida de um modo bem diferente de seu pai

A assim chamada Geração X abrange aqueles que nasceram no início dos anos 60 até o final dos anos 70 (pegando, talvez, o comecinho dos anos 80). É considerada como um grupo de pessoas sem identidade aparente, mas que enfrentariam um mal incerto, sem definição, um futuro hostil de pós-guerra, num tempo de incertezas e de Guerra Fria (a longeva polarização entre Estados Unidos e União Soviética). Essa geração nasceu, cresceu, passou pela fase hippie, teve ideais, esqueceu-se dos mesmos e foi fazer carreira no mercado de trabalho. Atravessou todo o período de evolução tecnológica, tendo presenciado o surgimento e desenvolvimento dos modernos meios de comunicação, viu surgir o computador pessoal, a Internet, o celular, a impressora, o e-mail, etc. O mundo ao seu redor mudou muito e adaptação nunca foi uma opção, mas sim uma necessidade.

Eu, filho do Seo Zé Bento, pertenço a essa geração. Nasci em São José dos Campos, SP, em 1969. Tive uma boa infância, meio de nerd, meio de pé descalço. Minha família era da chamada “classe média” (quando essa ainda existia), de modo que vivi plenamente minha adolescência, viajei um tanto (normalmente de carona) e paquerei outro tanto – pois ainda não existia o termo “ficar” e aqueles relacionamentos esporádicos não podiam ser chamados de namoro. Desde o início da adolescência aprendi a beber, a fumar, a teimar e a ser dono do meu próprio nariz. Sempre adorei estar com os amigos, no meio de gente, de falar alto, de curtir a vida. Eu e meu pai tivemos discussões homéricas por conta disso, pois eu não concordava com o modo e opção de vida dele, assim como ele também não concordava com o meu. Foi somente alguns anos após meu primeiro casamento (casei aos 18) e depois de um tanto de lambadas existenciais que finalmente entendi que ambos estávamos errados: não fazia sentido nos compararmos. Ele, com todos seus defeitos, era ele, assim como eu, também com todos os meus, era eu. Apesar de aparentemente contraditório, foi somente com essa compreensão que veio a aceitação de que eu não precisava gostar de meu pai para amá-lo. Pois não adianta: eu sempre fui, sou e serei diferente de meu pai.

Do meu primeiro casamento, que durou cerca de dez anos, não tive filhos. Se os tivesse, provavelmente seriam da Geração Y, também conhecidos como Millenial: aqueles nascidos do começo dos anos 80 até meados da década de 90. Uma geração que desenvolveu-se em uma época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica, tendo crescido com muito do que seus pais não tiveram, como TV a cabo, videogames, computadores, vários tipos de jogos e muito mais. Internalizaram a tecnologia desde pequenos, acostumaram-se à multitarefa e a conseguir o que queriam, não gostando de se sujeitar às tarefas subalternas de início de carreira e por isso sempre trocando de emprego com frequência em busca de oportunidades que oferecessem maiores desafios e crescimento profissional.

Não, meus três filhos, todos de meu segundo (e último) casamento, pertencem à Geração Z, também chamada de Centenial. São aqueles nascidos a partir do final dos anos 90 até aproximadamente 2010 – o que é justamente o caso deles: Kevin em 1999, Erik em 2001 e Jean em 2004. Os que pertencem a essa geração são “nativos digitais”, pois nunca viram o mundo sem computador. São multitarefa, mas seu tempo de atenção é muito breve. Como informação não lhes falta, estão sempre um passo à frente dos mais velhos, concentrados em adaptar-se aos novos tempos. Seu conceito de mundo é desapegado de fronteiras geográficas, pois para eles a globalização não foi um valor adquirido no decorrer do tempo e a um custo elevado. Aprenderam a conviver com ela já na infância. Daí serem desapegados de conceitos históricos ou mesmo da história em si, pois o que interessa é que o presente é a estrada a ser pavimentada para o futuro. Seus maiores problemas são relacionados à interação social, pois, paradoxalmente, por estarem tão conectados virtualmente acabam por sofrer de falta de intimidade com a comunicação verbal.

Quando pequeninos e ainda cabiam em meu colo e eu em seus corações.

Acho que já perceberam onde essa história vai dar, né?

Sim, é isso mesmo: meus filhos são diferentes de mim. E principalmente com a chegada da adolescência essa diferença aumentou de forma exponencial. Tenho absoluta certeza de que a responsabilidade é só minha, pois no decorrer de sua infância até que fomos bastante parceiros, mas quando estavam crescendo e provavelmente mais precisavam de minha presença, eu estava ausente. Seria muito cômodo de minha parte alegar que foi em razão do trabalho, das responsabilidades, da política, ou do que quer que seja. Foi tudo isso, também. Mas na sua essência, não. Não mesmo. Eu estava muito ocupado (ainda) sendo e fazendo tudo aquilo que meu pai não gostava e não queria e não percebi que estava mais uma vez repetindo um ciclo de gerações. Ou sendo apenas o refluxo de mais uma onda na areia, afastando-me cada vez mais da margem. Não só o fosso que começou a nos distanciar acabou por se transformar num imenso vale, como eu ainda tive a capacidade – ainda que involuntária – de queimar todas as pontes pelas quais passei.

Kevin, Jean e Erik em 2020: Geração Z.

Talvez por sermos de gerações tão distintas – afinal “pulamos” toda a Geração Y – essa situação estivesse fadada a acontecer. Não sei. Não posso ter certeza. Mas sei que foi n’o ano que passei fora que tudo se consolidou pra pior, quando minha ausência começou a se fazer presente e nosso distanciamento de gostos e coisas se acentuou. Afinal, diferente de meus filhos, eu vivo com um pé nos dias de outrora pois acredito que a história, o passado, é que verdadeiramente nos ensina o caminho para o futuro para que não cometamos os mesmos erros – nem os nossos, nem os de nossos pais (ainda que, mesmo conscientes disso, acabemos por fazê-lo). Acredito também que a vida é feita de momentos (e mesmo assim, com eles, eu os estou perdendo um a um devido à minha própria negligência), por isso tenho uma profusão deles na minha memória: situações tanto corriqueiras quanto inusitadas que vivenciamos, momentos de carinho e de amor, circunstâncias de dor e de sofrimento, mas principalmente aqueles especiais, marcantes, o primeiro passo, a primeira palavra, a primeira conquista… Não os tenho todos de memória, mas esforço-me para guardá-los.

E é por isso que escrevo. Porque sei que a memória é curta e delével. Não conseguirei reter para sempre esses momentos, pois tudo é inconstante e passageiro. Até nós mesmos. Então é preciso deixar registrado. Porém a comunicação se torna tão mais difícil já que as poucas paixões que tenho (veículos antigos, motos, mecânica, história, genealogia, a família) sequer lhes interessam. E pela falta de interesses comuns até mesmo nosso diálogo restou comprometido. Ou praticamente inexistente. Quero ter a certeza de que meus filhos me amam, mas também sei que meramente me toleram. Então guardo tanto os meus quanto os nossos momentos em palavras impressas para que fique registrado que, de fato, existiram. Ainda que não se lembrem. Ainda que não se interessem. Ainda que não queiram. Mas essa foi a maneira que encontrei de conservá-los para mim, para eles e para quem mais queira apreender desse passado. Pois, independentemente de todos os meus erros, tenho um orgulho gigantesco de cada um de meus filhos, cada qual a sua maneira, e meu maior desejo é que algum dia eles venham também a ter orgulho de mim.

Essa é, hoje, a nossa realidade.

Talvez algum dia mude, não sei.

Como já havia dito, queimei as pontes pelas quais passei e não há retorno fácil, pois é preciso reconstruí-las. Sei que reconstruir pontes é uma tarefa árdua e difícil, mas também sei que tem que ser feito através de esforço mútuo a partir de ambas as margens que se encontram isoladas.

E é esse o desafio que devo me impor… É bem como diz a música: “É preciso amar as pessoas / Como se não houvesse amanhã / Por que se você parar pra pensar / Na verdade não há”. Estou desperdiçando tempo, idade, saúde e sanidade sem dar um passo sequer para consertar essa situação. É difícil. É doído. Mas é necessário ao menos tentar reconstruir o diálogo enquanto ainda há tempo. E mudanças drásticas serão necessárias. Rogo sinceramente para que eu tenha perseverança e que me seja concedida oportunidade para isso – bem como dizem as primeiras linhas da Oração da Serenidade:

“Deus,
Conceda-me a serenidade
Para aceitar aquilo que não posso mudar,
A coragem para mudar o que me for possível
E a sabedoria para saber discernir entre as duas.
Vivendo um dia de cada vez,
Apreciando um momento de cada vez (…)”

PS1: Tenho em casa muito bem guardada uma pasta que contém a maioria dos desenhos e recadinhos que meus filhotes costumavam me deixar antigamente, quando ainda tínhamos diálogo. Dentre eles tenho esta “planta da casa” – segue com a planta em escala (da época) para fins de comparação…

         

Legenda: no gramado do fundo nós jogando bola, à direita a churrasqueira soltando fumaça, no corredor à esquerda nossa cachorrinha Léa, no corredor à direita os latões de lixo, os quartos identificados com os móveis dispostos nos exatos lugares, o escritório com dois computadores, no banheiro alguém no chuveiro com sabonete na mão, a cozinha com sua bancada externa e na sala a mesa redonda que costumávamos ter.

PS2: A partir dessa música veio boa parte da inspiração para este texto. Ouçam a letra, com calma e atenção, do começo ao fim. Vale a pena.

Nossa Grande Família ( VII ) – Miura

Miura é o nome da família pelo lado paterno de minha esposa Eliana Mieko Miura. O interessante é que o Japão é o país com o maior número de sobrenomes do mundo, com mais de 100 mil registrados por todo o arquipélago. Na maior parte das vezes a partir do significado do sobrenome é possível  ter uma ideia acerca da história da família bem como das origens de seus ancestrais: onde viviam, no que trabalhavam, qual sua escala social, dentre outras coisas.

Neste caso, o kanji do nome de família “Miura” é formado pela palavra “mi”, que significa três, e pela palavra “ura”, que pode ser traduzido por baía ou enseada, o que nos leva ao significado final de “Três Baías”. Isso nos leva a conclusão de que trata-se de um sobrenome de origem toponímica, isto é, que descreve a origem geográfica de um indivíduo, como o nome de uma aldeia, vila, cidade, região, acidente geográfico, rio, etc. Talvez as origens dos antepassados dessa família estejam voltadas a um lugar ou região cuja característica seria possuir três baías junto ao mar; ou, ainda, pode estar relacionada à cidade Miura, um lugarejo à beira mar com pouco mais de 40 mil habitantes localizado na Península de Miura, e faz parte da província de Kanagawa, no Japão, relativamente próximo de Tokyo. Mas, na prática, é um tanto quanto impossível trazer algum tipo de afirmação com absoluta certeza. Bem, tirem suas próprias conclusões…

Mas antes de nos aprofundarmos nos detalhes dessa família, cabe explicar que no Japão existe uma espécie de registro familiar japonês em forma de árvore genealógica, mais conhecido como Koseki Tohon. Esse sistema de registro teve seu início formal por volta de 1870 (começo da Era Meiji) e eram registrados e gerenciados pelas prefeituras onde ficava a residência da pessoa. O problema é que, ao menos na época, se registrava TUDO, desde histórico médico, criminal passando pelas separações e divórcios e até mesmo classe social do indivíduo. Nos dias de hoje talvez pudesse até ser considerado uma espécie de “insulto” aos direitos humanos de privacidade!


Primeira página do Koseki Tohon da Família Miura.

Assim, através desse documento, o representante mais antigo que consegui localizar da família foi KINJIRO MIURA, o qual, de sua união com FUSHINO MIURA, teve pelo menos o seguinte filho:

1. KINEMON MIURA, nascido em 14/01/1875, casou-se duas vezes. A primeira vez com TSURU MIURA, nascida em 04/01/1873, com quem teve três filhos:

1.1. INOSUKE MIURA, nascido em 08/05/1878, foi casado com TEU, nascida em 11/08/1887. Tiveram ao menos o seguinte casal de filhos:

1.1. KATSUME.

1.2. KIIOMI, nascida em 06/08/1913.

1.2. HAJIME MIURA, que nasceu em 23/03/1894 na cidade de Fukushima, Japão. Casou-se com HIRO KUMAKI, nascida em 10/07/1897, filha de HIOKITI KUMAKI e MASSU KUMAKI.

     

O casal veio para o Brasil no navio Kawachi Maru acompanhado de seus quatro filhos (à época) juntamente com seu meio irmão Kisaku e sua esposa Min, numa viagem que deve ter durado meses. Desembarcaram no Porto de Santos no dia 31/08/1925 para trabalhar como agricultores em São José do Rio Pardo, SP, na região da Média Mogiana – mas acabaram mesmo por estabelecer mais ao oeste do estado, na cidade de Marília.


O navio Kawachi Maru.

Hajime faleceu cedo, em 11/03/1936, com apenas 42 anos. Já Hiro faleceu em 02/12/1992, com 95 anos de idade. Ambos estão sepultados no Cemitério da Saudade, em Marília, SP.


Foto do passaporte de Hajime.

Tiveram, ao todo, 9 filhos.

2.1. KAU, nascido em 27/01/1911. Foi casado. Há notícias de que esse filho mais velho foi adotado, o que, no Japão, significa ser considerado como filho legítimo para todos os efeitos, passando a carregar o sobrenome da família, como se dela tivesse nascido.

2.2. KATSUMI MIURA, nascido em 10/02/1916, em Fukushima, no Japão, tinha 9 anos de idade quando desembarcou com seus pais no Porto de Santos. Casou-se no Brasil, em 10/02/1943, com TOSHI HIKAGUE, nascida em 20/07/1924. Estabeleceram-se como lavradores na cidade de Marília, SP, onde vieram a falecer: ele em 19/10/2011 e ela já no ano seguinte, em 05/03/2012. Tiveram ao todo 8 filhos, sendo 6 meninas e 2 meninos. À exceção da caçula, todos casados e com geração.

2.3. KAMEJI MIURA, natural de Fukushima, Japão, nascido em 07/11/1917 e falecido em 19/04/1988. Tinha 7 anos de idade quando chegou no Brasil, onde veio a se casar com SHIZUKO MANSHO, nascida em 15/05/1925 e falecida em 08/02/2010. Foi lavrador estabelecido na década de setenta no Sítio Miura, localizado no Bairro do Pombo, em Marília, SP. Tiveram 6 filhos: 4 meninas e 2 meninos, todos casados.

2.4. NOBU MIURA, nascida no Japão em 14/11/1919, casou-se no Brasil com Nikio Hikage, quando adotou  o nome de Nobu Hikage. Tinha 6 anos quando desembarcou no Porto de Santos. Tiveram 5 filhos: 3 meninas e 2 meninos. Já é falecida.
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2.5.  ZENKITI MIURA, natural do Japão, nasceu em 20/02/1922 e faleceu em 19/06/2004, no Paraná. Ele tinha apenas 3 anos de idade ao chegar no Brasil, onde casou-se com Ito Miura, viúva na época, também natural do Japão, nascida em 1926 e falecida em 26/06/1986. Tiveram 4 filhos, sendo 3 meninos e 2 meninas.

2.6. HIDE MIURA foi a primeira da família a nascer em terras brasileiras – “nissei” – tendo nascido em 25/03/1926 e falecido em 14/02/1973. Casou-se com TAKAO YOSHIMOTO, nascido no Japão em 18/07/1917, filho de MATSUZO YOSHIMOTO e TOKUIO YOSHIMOTO. Ele era mais conhecido na família pelo carinhoso apelido de “Papai”. Tiveram 6 filhos, sendo 4 meninas e 2 meninos, todos casados e com geração.

2.7. TIYOKO MIURA nasceu na cidade de Promissão, SP, em 02/01/1928 e faleceu em Marília, SP, em 25/11/1990, onde está sepultada. Casou-se com YUKISHIGUE YOSHIMOTO, irmão de seu cunhado Takao, natural de Osaka, Japão, onde nasceu em 05/02/1929. Tiveram 5 filhas, sendo que Yukishigue, após enviuvar, de um outro relacionamento veio a ter mais um filho.

2.8. SUSSUMU MIURA, meu sogro, nasceu em Promissão, SP, em 01/01/1932, mas somente foi registrado em 21/10/1932 – e ainda com a grafia errada: “Miura Sussume”. Como é costume entre japoneses que não possuem nome brasileiro, resolveu adotar o apelido de “Carlos”.  Em 25/11/1961 casou-se, em Marília, SP, com SATIKO MIZOGUTI, nascida em Getulina, SP, em 13/09/1935, filha de NARAKITI MIZOGUTI e TEI MIZOGUTI, neta paterna de MASSAKITI e RIE. Ela adotou o nome de casada de Satiko Miura. Também adotou vários nomes brasileiros no decorrer de sua vida, sendo o último “Izaura”. Ela faleceu em São José dos Campos, SP, em 03/03/2010. E ele também faleceu nessa mesma cidade de São José dos Campos, SP, às 21h27min do dia 13/09/2019 – no dia que seria o aniversário dela!

        

Foram lavradores em Marília, feirantes em Caraguatatuba e comerciantes em São José dos Campos. Tiveram três filhos, todos nascidos em Marília, SP.

8.1. BEATRIZ, casou-se com CLÁUDIO MAEDA (falecido) e tiveram três filhas.
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1.1. ALINE.
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1.2. NATÁLIA.
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1.3. LARISSA.
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8.2. MILTON HARUO MIURA, natural de Marília, SP, onde nasceu em 25/04/1965, casou-se em 22/09/1989, em São José dos Campos, SP, com HELOÍSA FERREIRA BARBOSA, natural de Caraguatatuba, SP, nascida em 25/02/1969. Já trabalhou como comerciante e caminhoneiro. Também tiveram três filhos.

2.1. JACQUELINE TAMYE MIURA, natural de São José dos Campos, SP, onde nasceu em 18/02/1989. Ela e MANOEL RAMIRO DE OLIVEIRA NETTO, nascido em 15/09/1988 no Recife, PE, têm duas filhas, minhas sobrinhas-netas.
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1.1. ANA LUIZA MIURA DE OLIVEIRA, nascida em 16/01/2010 em São José dos Campos, SP, às 21h15min, com 50cm e 3.480g.

1.2. ISABELA MIURA DE OLIVEIRA, nascida em 28/09/2012.

2.2. EDUARDO HEIDY MIURA, nascido em Jacareí, SP, em 15/09/1990.
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2.3. FERNANDA HIYE MIURA, nascida em São José dos Campos, SP, em 26/08/1993.
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8.3. ELIANA MIEKO MIURA, natural de Marília, SP, nascida em 13/03/1968. Foi nas dependências da Chácara-Restaurante “Coelho e Cabrito”, em São José dos Campos, SP, que casou-se em 12/12/1998 com ADAUTO DE ANDRADE (eu!), nascido em São José dos Campos em 02/05/1969. Ambos se formaram em direito e tiveram três filhos.

3.1. KEVIN HIDEAKI MIURA ANDRADE nasceu em 13/05/1999, em São José dos Campos, SP, às 13h02min no Hospital Materno-Infantil Antoninho da Rocha Marmo, com 50cm e pesando 3.370g.
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3.2. ERIK MASAYUKHI MIURA ANDRADE nasceu em 20/12/2001, em São José dos Campos, SP, às 20h46min no Hospital Materno-Infantil Antoninho da Rocha Marmo, com 48cm e pesando 3.010g.
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3.3. JEAN YUJI MIURA ANDRADE nasceu em 24/03/2004, em São José dos Campos, SP, às 04h40min no Hospital Materno-Infantil Antoninho da Rocha Marmo, com 47cm e pesando 3.020g.
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2.9. AKIRA MIURA, o filho caçula de Hajime, nasceu em 05/05/1934 e casou-se em 11/09/1967 com SETSUKO OTA, nascida em 11/02/1942, e que adotou o nome de Setsuko Miura. Tiveram 3 filhos.
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1.3. TOMIO, nascida em 10/04/1907 é irmã de Hajime. Sem mais notícias.

Consta que KINEMON, pai de Hajime, casou-se pela segunda vez com MATSUIO, nascida em 01/03/1887, com quem teve pelo menos um filho:

1.4. KISAKU MIURA, que nasceu no Japão em abril de 1903 e faleceu no Brasil em 24/01/1966. Ainda em solo japonês casou-se com MIN KATO, também nascida no Japão em fevereiro de 1904 e que veio a falecer somente em 13/02/1989, aos 85 anos de idade. Kisaku, juntamente com seu meio irmão Hajime, e também com os demais membros da família, saíram de Fukushima, no Japão, e vieram para o Brasil no ano de 1925 para trabalhar como agricultores, ambos com pouco mais de vinte anos de idade, tendo desembarcado no Porto de Santos. Ele chegou a voltar para o Japão, mas logo em seguida retornou ao Brasil, desembarcando no mesmo porto em 11/09/1936.


Foto do passaporte de Kisaku.

No decorrer de suas vidas Kisaku e Min vieram a ter 11 filhos no total.

4.1. KIITI MIURA, nascida em 14/03/1926.

4.2. KIOKO MIURA, nascida em 15/12/1928. Foi registrada erroneamente com o nome de “KIONE”. Casou-se com SABURO YAMADA, nascido em 15/08/1926, com quem teve 4 filhas.

4.3. KIMIKO MIURA, a qual casou-se com KITIJI UEMURA e teve 4 filhos: 3 meninos e uma menina.

4.4. AIKO MIURA foi casada com SHITARO KATSUIAMA e tiveram 2 filhas.

4.5. ISSOKI MURA foi casado com TAEKO. O casal também teve 4 filhos: 3 meninas e 1 menino.

4.6. MISSAKO MIURA, nascida em 25/05/1933, casou-se com IASSUO YAMAMOTO, nascido em 05/10/1930 e falecido em 1984. Tiveram 3 filhos, sendo 2 meninos e 1 menina. Também criaram mais 5 crianças, todos filhos de sua irmã Shiniti, que faleceu.

4.7. SHINITI MIURA foi casada com TOSHIE YAMADA, tendo adotado o nome de Shiniti Yamada após o casamento. Segundo consta, Shiniti faleceu de câncer em 1984, existindo porém uma história de que o casal faleceu num acidente de carro. Tiveram 5 filhos, sendo 2 meninas e 3 meninos, que foram criados por sua irmã Missako.

4.8. MARIA YONEKO MIURA nasceu em 20/08/1941 e casou-se em 20/07/1962 com ITIRU YAMAMOTO, nascido em 27/09/1937 conforme consta em seu registro – mas na realidade nasceu antes disso… Tiveram 5 filhos: 3 meninas e 2 meninos.

4.9. ANTONIO TERUMI MIURA.

4.10. MÁRIO MITIAKI MIURA, foi casado e teve 4 filhos, sendo 3 meninos e 1 menina.

4.11. AKIRA MIURA, foi casado e teve 3 filhas.

OBSERVAÇÃO: o genograma do ramo Miura de Nossa Grande Família encontra-se disponível para download neste link.

Nossa Grande Família ( VI ) – Antunes


Antonio Mineiro e sua charrete.

Antonio Antunes Júnior foi meu bisavô pelo lado materno. Nasceu em 11 de fevereiro de 1889 em Mogi Mirim, SP, filho de Antonio Antunes, legítimo português, e de Francisca de Paula Romana, natural de Ouro Fino, MG.

Apesar de paulista, era conhecido no bairro como Antonio Mineiro, sujeito de gênio forte e pavio curto. Lavrador e conhecido amansador de cavalos, morava em Santana, sendo que sua casa ficava ali no finalzinho da Av. Princesa Izabel, antes da última curva, e suas terras avançavam tanto pro lado da Vila Cristina quanto pro lado do Rio Paraíba, onde construiu diversas casinhas de quarto-cozinha que alugava e lhe dava sustento na velhice.


A casa de meu bisavô, década de oitenta. Hoje é um depósito de bebidas…

Foi nessa casa que o conheci e apesar de ele ter falecido em 3 de maio de 1974, no dia seguinte dos meus recém completadados cinco anos, ainda lembro-me dele – em especial de sua cadeira de balanço, que ficava bem na cozinha de piso de caquinhos e cimento queimado, ao lado de uma pesada e rústica mesa, bem próxima do filtro de barro empertigado no canto da parede. Eu costumava ficar em seu colo e ronda-me na memória a curiosidade que eu sentia em tentar descobrir como é que aquele negócio, que era uma cadeira, ficava indo pra frente e pra trás…

Meu bisavô casou-se três vezes. Seu primeiro casamento foi com minha bisavó, Dyonisia Maria de Jesus, em 1907 – poucos meses após o falecimento de seu pai, o português Antonio Antunes.


Antonio, Dyonisia e suas duas filhas.

O casal teve apenas duas filhas: Benedicta Dyonisia Antunes (a “Tia Dita”) e Maria Dyonisia de Jesus, minha avó. Entretanto Dyonisia, a primeira, minha bisa, faleceu em 1914 durante o parto daquela que seria sua terceira filha – mas ambas não resistiram. Minha avó tinha apenas dois anos quando ela faleceu.

O segundo casamento de meu bisavô se deu em 23 de dezembro de 1916, com Maria José do Nascimento, mineira de Conceição dos Ouros, nascida em 1900, filha de João Baptista do Nascimento e de Francisca Floriano de Jesus.


Antonio, Maria José, as duas filhas do primeiro casamento e três do segundo.

Além de criar as duas enteadas, Maria José teve ainda dezoito filhos. É isso mesmo: DE-ZOI-TO! Mas destes somente nove sobreviveram… Ela faleceu em 21 de janeiro de 1942, durante o parto da última das crianças.

Nesse meio tempo Dyonisia, sua filha caçula do primeiro casamento (minha avó), acabou casando com meu avô, Bernardo Claudino Nunes, em 1931. Tiveram duas filhas: Dionísia Nunes (minha tia, hoje na Itália) e Bernardete Nunes, minha mãe. Entretanto Dyonisia, a segunda, minha avó, faleceu em 1945 de doença desconhecida. Minha mãe tinha apenas dois anos quando ela faleceu.


Meus avós: Maria Dyonisia e Bernardo.


Meu avô Bernardo, Antonio Mineiro e meu tio-avô Claudino.

Já o terceiro casamento de meu bisavô foi por volta de 1944 com Guilhermina Libano (também encontrada como “Libaneo” ou “Libânio”), nascida em 10/10/1897 em Borda da Mata, MG, filha de João Baptista Libânio e de Maria José Libânio. Quando minha avó faleceu, meu avô trabalhava em São Paulo e precisou deixar suas filhas (minha tia e minha mãe) com Antonio e Guilhermina, em São José dos Campos.

E foi ali, naquela casa, que minha mãe cresceu e veio a conhecer um tal de José Bento de Andrade (vulgo meu pai), moçoilo garboso, vindo da roça e cheio de boas intenções… Diz a lenda que quando meu pai foi pedir minha mãe em namoro para Seo Antonio Mineiro, ele olhou bem fundo nos olhos daquele rapagote, esticou a mão mantendo três dedos levantados e foi dizendo enquanto abaixava cada um dos dedos:

“Quer casar, hein? Então senhor José entenda que comigo a coisa funciona assim: são três meses para namorar (baixa um dedo), noivar (baixa outro dedo) e casar (baixa o terceiro dedo e mostra um ameçador punho fechado)…”

Se foi por isso ou não, sinceramente não sei. Só sei que não demorou muito pro casalzinho estar bem casado…


Meus pais: Bernardete e José Bento.

Antonio e Guilhermina não tiveram filhos. Após o falecimento dele meu pai construiu uma edícula no fundo de nossa casa e ela veio morar conosco. Cresci chamando-a de “vó”, sem, na época, conhecer a linha complexa de parentesco que nos ligava. Adorava seus pastéis fritos, cuja massa ela mesma fazia, bem como lhe era grato pelos trocados que de vez em quando nos dava – “um agrado”, ela dizia. De minha infância, boa parte enfiado no quintal de casa onde havia um pequeno pomar, eu costumava passar horas em sua companhia, brincando à sua volta, e ouvindo histórias e estórias, as quais infelizmente se perderam no tempo. Faleceu de infarto agudo do miocárdio às 16h50min de 17/04/1982 no Hospital de Clínicas de Curitiba, PR, enquanto visitava seus parentes. Está sepultada junto com meu bisavô, no Cemitério de Santana, em São José dos Campos, SP, na quadra 01, jazigo 1291.

Mas como já havia dito, minha mãe foi criada pelos avós (meus bisavós) e – já devem ter percebido – curiosamente houve uma espécie de ciclo em que histórias se repetiram em gerações consecutivas. Mas ninguém melhor que minha própria mãe, que vivenciou essa história, para contá-la com propriedade. Eis seus apontamentos:

“O tempo passa e a história sempre se repete.

Maria Dionísia de Jesus, nasceu em Borda da Mata, e um ano depois nasceu Benedita Dionísia de Jesus, em 1º de agosto de 1908. Em 29 de outubro de 1909 nasceu outra menina, mas a mãe dessas crianças, Dionísia Maria de Jesus, faleceu no parto – assim como, dias depois, também faleceu a menina.

Mas as irmãs cresceram, unidas e amorosas.

Após dois anos, Antônio Antunes Júnior, seu pai, com dificuldades por ser viúvo e com duas meninas para criar, resolveu se casar com Maria José, que ficou criando as duas meninas e, ao longo de sua vida, teve ainda mais 18 filhos, mas só cresceram Benedita, Palmira, Antônio, João, Bernardete, Helena, Sebastião, Maria Benedita e Aparecida.

Maria Dionísia e Benedita Dionísia, sendo as duas irmãs mais velhas, precisavam trabalhar para ajudar na criação de todos os outros irmãos; enquanto que estes iam para escola, elas ficavam ajudando a madrasta. Maria era muito frágil, e Benedita, mesmo sendo a mais nova, sempre fazia o trabalho das duas, para que nada acontecesse à irmã.

Um dia, Maria, já moça, se casou com Bernardo Claudino Nunes, tendo sido muito doloroso para as duas irmãs se separarem. Maria era moça meiga e dócil, de modo que a madrasta admirava a doçura com que Maria a respeitava e hospedava em sua casa.

Maria tinha os cabelos longos, olhos brilhantes de curiosidade para aprender tudo de bom que havia. Tinha um grande desejo de ser costureira, mas não podia pagar alguém que a ensinasse. Um dia seu marido, chegando em casa disse: “Maria, está aqui um presente. Veja se está a seu gosto.” Ao abrir, que surpresa! Uma máquina de costura, bem usada, mas perfeita, daquelas que eram tocadas à mão – e Bernardo já trouxera também alguns tecidos.

Assim que o marido foi trabalhar, Maria desmanchou uma camisa, passou todos os pedaços, colocou em cima do tecido, cortou e costurou igual a outra, e, quando Bernardo a vestiu, disse: “Perfeito! Ficou muito bom!”. Maria se tornou uma grande costureira, fazia roupas masculinas, femininas, vestidos para noivas e ternos para noivos, ajudando nas despesas do lar.

Já Benedita se casou com Ezechias da Costa Andrade.

Benedita era lavadeira, lavava e passava roupas, e possuía ainda uma hortinha, de modo que os filhos desde pequenos saíam para vender hortaliças, para ajudar o pai, que trabalhava no CTA, em serviços pesados e baixo salário.

Maria teve alguns filhos que faleceram pequenos, um deles se chamava José, sofreu de paralisia infantil, e veio a falecer. Por último nasceu Dionísia, em São José dos Campos, no bairro Pau de Saia. Ali viviam os três, Dionísia, Bernardo, agora carreiro, e a esposa, costureira. Porém, um dia, deu uma doença nos bois de carro e morreram todos. Bernardo, ficando sem saber o que fazer, mudou-se com a família para São Paulo, Capital, no bairro da Lapa, Vila Leopoldina, e foi trabalhar em uma fábrica. A esposa costurava sempre, e após quatro anos nasceu Bernardete, em 10/09/43. Dois anos mais tarde, Maria, que estava doente, muito fraca, veio a casa da irmã Benedita e disse que queria que ela criasse as meninas, pois sabia que podia confiar na irmã. Voltando para São Paulo, foi internada num hospital e faleceu poucos dias depois.

Aí começa novamente a história da vida de duas meninas sem mãe. Só que desta vez a mais velha era mais forte e a menor a mais fraca. Com apenas seis anos de idade Dionísia sentia-se responsável pela irmã e a trazia sempre nos braços para que não chorasse. Ficaram seis meses num orfanato de freiras para que fizesse exames mensais (devido à mãe ter morrido de doença), mas esses exames nunca acusaram nada de grave. Bernardo não sabia mais o que fazer, pois nenhuma pessoa queria cuidar das meninas, e nem mesmo as irmãs não queriam que o pai fosse visitá-las, pois só aumentava o choro das duas quando chegava a hora de ir embora. Foi aí que resolveu trazer as duas meninas para São José dos Campos, no Bairro do Bom Sucesso, para casa dos avós.

Maria José Antunes, a segunda esposa de Antonio Antunes Junior, faleceu no parto do décimo-oitavo filho, e Antonio ficou viúvo pela segunda vez. Depois de dois anos casou-se com Guilhermina Libano, que era natural de Borda da Mata, em Minas Gerais, e ela prontificou-se a criar os enteados e as duas netas.

Mas quando Dionísia fez oito anos o pai a levou para São Paulo, para estudar.

E Bernardete não foi com o pai. Tinha medo de ficar só, pois já tinha perdido a mãe e achava que já havia encontrado uma família. A irmã iria à escola, o pai para o trabalho, e o medo acabou por falar mais alto.

E assim foi a separação das irmãs Dionísia e Bernardete.

A vida é o Trem e o Tempo os trilhos, sempre a separar…”

E, para provar que estamos sempre vinculados a círculos, fadados à repetição em nossas vidas, tenho mais alguma coisinha a acrescentar nessa história, que chegou até nossos dias através dos causos contados em família…

Acontece que Antonio, meu bisavô, na mocidade, enamorou-se de Guilhermina, só que não chegaram a se casar porque suas famílias não o permitiram. Parece que Dona Chiquinha, mãe de Antonio, não aceitava o enlace dos dois pois eram meio que primos. Assim, cada qual tocou sua vida. Antonio casou e enviuvou por duas vezes, enquanto que Guilhermina permaneceu solteira durante toda sua vida.

Quis o destino que voltassem a se encontrar e pudessem consumar o casamento, tão desejado outrora.

Viveram juntos e felizes até o final de seus dias.


Antonio e Guilhermina.

Como costumam dizer por aí, parece que nesse filme da vida só existem cerca de vinte pessoas, e todo o restante são meros atores coadjuvantes…

Mas, apesar de toda essa interessante história acerca dos casamentos do meu bisa, vamos nos ater somente às questões genealógicas e transcrever o que tenho dessa linhagem. Boa parte das informações deste capítulo, assim como nos demais, foram levantadas através de pesquisas em cartórios, certidões de nascimento, casamento e óbito, documentos oficiais diversos, bem como por intermédio de entrevistas junto a diversos familiares. Mas na linha do segundo casamento de meu bisavô, especialmente em 2.7, foi através da transcrição de boa parte das informações contidas no livro Sítio Santa Helena: uma perspectiva histórica, de autoria de Eddy Carlos Souza Vicente (2.7-7.1-1.1)

ANTONIO ANTUNES foi quem deu origem a esse ramo da família Antunes no Brasil. Natural de Portugal, veio para nosso país e casou-se com FRANCISCA DE PAULA ROMANA, natural de Ouro Fino, MG. Ele faleceu em 1907, poucos meses antes do casamento de seu filho Antonio Antunes Júnior. Já ela faleceu em Mogi, alguns anos depois da morte de seu marido.  Tiveram:

1. ALICE.

2. ANTONIO ANTUNES JUNIOR, nascido em 11/02/1889, em Mogi Mirim, SP, e falecido em 03/05/1974, em São José dos Campos, SP, de câncer de próstata. Consta que tinha por profissão lavrador, mas, como sabido, ele amansava cavalos. Está sepultado no Cemitério de Santana, em São José dos Campos, SP, na quadra 01, jazigo 1291.

Casou-se três vezes. Primeiro com DYONISIA MARIA DE JESUS, minha bisavó, que faleceu no parto da terceira filha, em Borda da Mata, MG, em 29/10/1909. Era filha de FLORÊNCIO DE LIMA FRANCO e de BERNARDINA DE JESUS. Com Dyonísia teve três filhas:

2.1. BENEDICTA DYONISIA ANTUNES, a “Tia Dita”. Natural de Borda da Mata, mas registrada em Pouso Alegre, MG. Apesar de constar em sua certidão que nasceu em 1913, na realidade nasceu em 01/08/1908 (ou mesmo antes). Casou-se em São José dos Campos, em 01/06/1935, com EZECHIAS DA COSTA ANDRADE, nascido em São José dos Campos, no Caetê, em 25/07/1909, tendo falecido nessa mesma cidade em 17/09/1986. Após o casamento adotou o nome de Benedicta Dyonisia de Andrade. Ela faleceu em 13/03/2008.

Ezechias (ou Ezequias) era filho de FRANCISCO DA COSTA ARAUJO c.c. JOSEFINA FERNANDES.

Tia Dita, como é era carinhosamente chamada por todos que a conheceram, era uma daquelas pessoas batalhadoras que deram duro a vida toda, sem tomar conhecimento do significado da palavra “descanso”. De suas origens, através das economias conseguidas em seu trabalho como lavadeira e vendendo hortaliças, aliado ao minguado salário de seu marido, conseguiu a muito custo comprar casinha após casinha, passando a viver da locação destas, até conseguir chegar numa posição razoavelmente confortável, amealhando modesta fortuna e garantindo a subsistência de seus oito filhos, todos nascidos em São José dos Campos, a saber:

1.1. JOSÉ ANTUNES DE ARAUJO, nascido em São José dos Campos em 21/04/1936, c.c. MARIA JOSÉ CORREIA – que passou a assinar Maria José Correia de Araujo. Tiveram:

1.1. MEIRE REGINA DE ARAUJO, que de seu casamento com JOÃO CARLOS LEVORATTI teve as meninas:

1.1. PALOMA.

1.2. LETÍCIA.

1.3. VIVIANA.

1.2. BEATRIZ ANTUNES DE ARAUJO, casada com SAULO, pais de:

2.1. ADRIAN.

1.3. ARIOVALDO ANTUNES DE ARAUJO.

1.4. MÁRCIA ANTUNES DE ARAUJO, a Marcinha, minha amiga de infância e colega de trabalho no extinto Banco Nacional S.A., onde desde os anos 80 já registrávamos discussões homéricas sobre qual seria o nosso grau de parentesco e quem seriam os ascendentes em comum. A cada discussão chegávamos a conclusões diferentes… Márcia casou-se com MAURÍCIO DE OLIVEIRA, sendo pais do casal:

4.1. TAÍS DE OLIVEIRA e

4.2. JONAS.

1.2. MARIA JOSÉ DE ANDRADE, nascida em 21/04/1938 em São José dos Campos, SP, casou-se com GERALDO COSTA, após o casamento passou a assinar Maria José de Andrade Costa. Pais de:

2.1. MARIA CRISTINA, que de seu casamento com TARCÍSIO DE CASTRO teve três meninos.

1.1. MARCELO.

1.2. LUCAS.

1.3. RENATO.

2.2. WILSON ROBERTO, separado, e que teve uma filha.

2.1. BRUNA.

2.3. MÁRCIA DE FÁTIMA COSTA, casou-se com GILBERTO, e perpetuou sua linhagem através do casal:

3.1. GABRIELLE, que teve:

1.1. WILLIAN.

3.2. EDUARDO.

2.4. WILTON GERALDO casou-se com MARTA, sendo pais de:

4.1. JEAN.

4.2. RUAN.

2.5. MARINA AUXILIADORA DA COSTA casou-se com REGINALDO, pais de:

5.1. TÁBATA PAOLA.

5.2. TAITÁ.

1.3. APARECIDA DA GRAÇA ANDRADE, nascida em 06/04/1940, em São José dos Campos, SP, solteira, sempre viveu com a Tia Dita.

1.4. SEBASTIÃO DA COSTA ANDRADE, também de São José dos Campos, SP, nasceu em 19/01/1943. Casou-se com LEONÍDIA NUNES (Léia), que passou a assinar Leonídia de Andrade. Pais de:

4.1. ALESSANDRO.

4.2. DANIELA.

1.5. BENEDITA DE ANDRADE, nascida em São José dos Campos, SP, em 03/04/1945, sendo a mais velha das gêmeas. Casou-se com PEDRO DE ARAUJO FONSECA (o “Pedrão”, do depósito de material de construção), com o qual teve os seguintes filhos:

5.1. ROGÉRIO DE ANDRADE FONSECA, que, com SIMONE CRISTINA DOS SANTOS, teve:

1.1. PEDRO FELIPE DOS SANTOS FONSECA.

1.2. JOÃO LUCAS DOS SANTOS FONSECA.

5.2. REGINALDO DE ANDRADE FONSECA.

5.3. ROBSON DE ANDRADE FONSECA.

5.4. [Filha de Benedita e Pedro].

1.6. MARIA DAS DORES ALVES DOS SANTOS, também nascida em 03/04/1945, também em São José dos Campos, SP, sendo a mais nova das gêmeas. Maria casou-se com MÁRIO ALVES DOS SANTOS, falecido em 26/08/2003, sendo sua prole:

6.1. MAURÍCIO.

6.2. MARLI ALVES DOS SANTOS, casou-se com OTÁVIO MELO, e teve:

2.1. BIANCA.

2.2. DÊNIS.

6.3. CLÁUDIO ALVES DOS SANTOS, que casou-se com PATRÍCIA. Tiveram:

3.1. GABRIELA.

3.2. FILIPE.

6.4. CLÁUDIA MARIA DOS SANTOS, que teve:

4.1. PAULA

6.5. CLAUDINEI ALVES DOS SANTOS, casado com VERA, pais de:

5.1. WILLIAN.

6.6. MÁRIO DOS SANTOS JÚNIOR, marido de NATÁLIA, com os seguintes filhos:

6.1. JÚLIA.

6.2. VITÓRIA.

6.3. CARLOS EDUARDO.

6.7. MAURO ALVES DOS SANTOS.

1.7. MARIA DE JESUS ANDRADE, faleceu ao nascer, em São José dos Campos, SP.

1.8. LUIZ CARLOS DE ANDRADE, nascido em 15/09/1956 em São José dos Campos, SP, teve um relacionamento com LEONORA, que resultou em uma filha:

8.1. ISABELLA DE ANDRADE.

2.2. MARIA DIONÍSIA DE JESUS, minha avó, nascida em 15/04/1912 no Bairro do Rio Mogi, em Ouro Fino, MG, e falecida em São Paulo, Capital, em 14/09/1945, de doença que, à época, suspeitou-se ser tuberculose. Casou-se com meu avô, BERNARDO CLAUDINO NUNES, já descrito anteriormente. Ela teve, pelo que sabe, ao menos sete filhos, sendo que os quatro primeiros faleceram bem pequenos.

2.1. DIONÍSIA NUNES, nascida em 26/10/1939 em São José dos Campos, SP, e casada com LELIO SILVANO GALUZZI (também encontrado como GALUZZO), natural de Chieti, Itália. Sua descendência encontra-se descrita no capítulo que trata da Família Nunes.

2.2. JOSÉ, que sofria de paralisia infantil e faleceu com apenas cinco anos de idade.

2.3. BERNARDETE NUNES, minha mãe, natural de São Paulo, Capital, e registrada no cartório da Lapa. Nasceu em 10/09/1943, e casou-se com meu pai, JOSÉ BENTO DE ANDRADE, cujo núcleo familiar vou deixar para descrever em um capítulo à parte.

2.3. Uma menina, nascida em 29/10/1909 e falecida logo em seguida, com apenas um mês, em 29/11/1909.

O segundo casamento de ANTONIO ANTUNES JUNIOR se deu em 23/12/1916, com MARIA JOSÉ DO NASCIMENTO, natural de Conceição dos Ouros, Minas Gerais, nascida em 1900 e falecida em 21/01/1942, em São José dos Campos, SP, filha de JOÃO BAPTISTA DO NASCIMENTO e de FRANCISCA FLORIANO DE JESUS. Além de criar as duas enteadas, Maria José teve ainda dezoito filhos, sendo que faleceu no parto do último. Destes, apenas nove sobreviveram.

2.4. ANTONIO ANTUNES NETTO, o Tio Toninho, possivelmente também encontrado como Antonio Antunes Duarte, casou-se com MARIA JOSÉ ANTUNES DUARTE, nascida em 1911 e falecida em 21/01/1986. Tiveram 5 filhos:

4.1. DORIVAL.

4.2. FRANCISCO, que tinha alguma espécie de “distúrbio mental”.

4.3. JOSÉ BENEDITO, casado e teve um filho.

3.1. [Filho de José Benedito].

4.4. ALAÍDE, casada e teve um filho.

4.1. [Filho de Alaíde].

4.5. MARIA APARECIDA, a “Cida”, casada com FRANÇA. Teve:

5.1. [Filho de Cida e França].

5.2.  [Filho de Cida e França].

5.3.  [Filha de Cida e França].

5.4.  [Filho de Cida e França].

2.5. BENEDITA CONCEIÇÃO ANTUNES DA SILVA, nascida em 08/12/1917 e falecida em 21/06/2000, a “Tia Ditinha”, casou-se com JOSÉ PINTO DA SILVA, nascido em 23/01/1914 e falecido em 06/02/1982, filho de Juvenal Pinto da Silva, nascido em 1874 e falecido em 24/10/1948, que em 1909 casou-se com Ana de Oliveira Arantes, nascida em 13/12/1888 e falecida em 25/03/1967. José tinha por avós paternos Albino Pinto da Silva e Rufina Maria da Conceição, e neto materno de Joaquim Arantes de Oliveira e Cândida de Oliveira Arantes. Tiveram:

5.1. JORGE PINTO, casado com EUSÉBIA PEREIRA DE OLIVEIRA.

5.2. JOÃO PINTO.

5.3. PEDRO.

5.4. ALAÍDE.

5.5. IRENE.

5.6. MARIA.

5.7. PRESCILIANA.

5.8. TERESINHA.

5.9. FRANCISCA.

2.6. BERNADETTE ANTUNES, nascida em 21/08/1928, casou com BENEDITO MANOEL DE SOUSA, adotando o nome Bernardette Antunes de Souza. Ele faleceu em abril de 1960. Após, juntou-se com PEDRO AUGUSTO DE ANDRADE, filho do “Seu” Antério, que já havia sido namorado de Bernardette. Teve, com o primeiro marido:

6.1. MARIA DAS GRAÇAS.

6.2. TEREZA.

6.3. ANTONIO.

6.4. BENEDITA.

6.5. NEUZA.

6.6. JARBAS.

6.7. SEBASTIÃO, já falecido.

Já de seu segundo relacionamento teve:

6.8. GISELE, nascida em 1962 e falecida com apenas 3 anos, em 1965.

6.9. GILMA.

6.10. SILVANA.

2.7. HELENA NASCIMENTO ANTUNES, nascida em 30/08/1930, casada em 24/12/1946 com SEBASTIÃO DE OLIVEIRA, nascido em 21/12/1921 e falecido em 10/12/2006. Após o casamento ela adotou o nome de Helena do Nascimento Oliveira.

Sebastião era filho de Olympio Antônio de Oliveira, nascido em 1889, que em 23/10/1913 casou-se com Fausta Maria da Cunha, nascida em 1896.

Olympio, por sua vez, teve pelo menos dois irmãos: Rodolpho Antônio de Oliveira e Benedita. Eram filhos de Antonio Joaquim de Oliveira, nascido em 1860 e falecido aos 75 anos, em 31/03/1935, e de Mariana Antônia de Jesus, primeira esposa de Antonio (que mais tarde casou-se com Anna Francisca de Oliveira, nascida em 1891 e falecida em 24/02/1971, filha de Tristão José de Medeiros e de Liduína Maria de Jesus). Os avós paternos de Olympio e seus irmãos foram José Antonio de Oliveira Machado e Alexandrina Martins de Arantes.

Já Fausta Maria da Cunha, mãe de Sebastião, era filha de Joaquim José da Cunha e de Maria Augusta Monteiro da Cunha.

Consta que Helena e Sebastião tiveram ao todo 19 filhos, sendo 14 que cresceram.

7.1. MARIA ALICE DE OLIVEIRA SILVA, nascida em 31/10/1947. Casou-se em 24/12/1966 com EMÍLIO PINTO DA SILVA, filho de Juvenal Pinto da Silva e Ana de Oliveira Arantes (citados em 2.5). Tiveram três filhos:

1.1. APARECIDA DE FÁTIMA SILVA, nascida em São José dos Campos, SP, em 10/01/1970. Passou a assinar Aparecida de Fátima Silva Souza Vicente após seu casamento com EDDY CARLOS SOUZA VICENTE, nascido em 01/01/1970, natural de Cachoeira Paulista, SP, filho de José Vicente Filho e de Maria das Dores de Souza Vicente. Ele é o autor do livro Sítio Santa Helena: uma perspectiva histórica, lançado em 2016. Tiveram uma filha.

1.1. MÔNICA CHRISTINE SILVA SOUZA VICENTE, nascida em 27/07/1991.

1.2. RODOLFO DONIZETE DA SILVA.

1.3. RENATO DA SILVA, nascido em São José dos Campos, SP, em 10/08/1971, casado com ROSENEI APARECIDA DE OLIVEIRA SILVA, pais de:

3.1. KENNEDY JOSÉ DE OLIVEIRA SILVA, de 19/03/1999.

7.2. HILDEBRANDO DE OLIVEIRA, nascido em 02/10/1948 e que faleceu com apenas sete dias, já em 09/10/1948.

7.3. RUTE DE OLIVEIRA, natural de São José dos Campos, SP, onde nasceu em 16/03/1950. Casou-se com BENEDITO GERALDO DE OLIVEIRA, filho de João Pinto de Oliveira e sua primeira esposa Dusolina Serão, neto paterno de Juvenal Pinto da Silva e Ana de Oliveira Arantes (citados em 2.5). Tiveram sete filhos.

3.1. ROGÉRIO APARECIDO DE OLIVEIRA, nascido em 07/09/1967 em São José dos Campos, SP. Casou-se com RITA DE CÁSSIA CUSTÓDIO, porém em 2008 já estavam divorciados. Rita faleceu em 2011, vítima de um acidente de trânsito. Seus filhos, todos nascidos em São José dos Campos, SP:

1.1. RENATA FRANCIELE OLIVEIRA, de 10/02/1990.

1.2. JOÃO PAULO CUSTÓDIO OLIVEIRA, de 10/01/1998.

1.3. ANA CLARA CUSTÓDIO OLIVEIRA, de 14/08/2000.

3.2. ROSELI APARECIDA DE OLIVEIRA, nascida em 13/08/1968, casou-se com PAULO CÉSAR DOS SANTOS e são os pais de:

2.1. PAULO EDUARDO DOS SANTOS, nascido em 09/08/1988 em São José dos Campos, SP.

2.2. PÂMELA PATRÍCIA DOS SANTOS, nascida em 17/07/1989 em São José dos Campos, SP.

2.3. MATHEUS AUGUSTO DOS SANTOS, nascido em 19/05/1993 em São José dos Campos, SP.

3.3. RONALDO DE OLIVEIRA nasceu em 24/09/1969 e faleceu após dois meses, em novembro do mesmo ano.

3.4. JORGE LUÍS DE OLIVEIRA nasceu em 02/09/1970 em São José dos Campos, SP, e casou-se com SUELI APARECIDA DE OLIVEIRA, nascida em 14/01/1973, filha de Vicente Oliveira da Silva e de Terezinha Amorim da Silva.

3.5. ROSEMARY CRISTINA DE OLIVEIRA também nasceu em São José dos Campos, SP, em 10/01/1972.

3.6. ROBSON DONIZETE DE OLIVEIRA nasceu em 19/07/1973 em São José dos Campos, SP, onde casou-se pela primeira vez com a também joseense DÉBORA VALENTE, com quem teve:

6.1. ROBSON CAMARGO VALENTE, nascido em 29/09/1996 em São José dos Campos, SP.

ROBSON casou-se novamente, desta vez com FABRINA APARECIDA FERREIRA DE OLIVEIRA, nascida em 14/08/1976.

3.7. JÚLIO CÉSAR DE OLIVEIRA nasceu em 26/07/1992 em São José dos Campos, SP, e casou-se com KAREN PANITZ SALÍCIO, nascida em 14/01/1992, filha de Horival Campos Salício e Flávia Campos Salício. São os pais dos gêmeos nascidos em São José dos Campos, SP:

7.1. PEDRO PANITZ SALÍCIO DE OLIVEIRA, de 12/04/2013.

7.2. DAVI PANITZ SALÍCIO DE OLIVEIRA, também de 12/04/2013.

7.4. JOSÉ APARECIDO DE OLIVEIRA nasceu em São José dos Campos, SP, em 02/08/1952. Casou-se pela primeira vez e teve quatro filhos com ALZIRA PEREIRA DE OLIVEIRA, filha de Ernesto Vilela, famoso “cantador” da região, joseense nascido em 24/08/1916, e de Terezinha Pereira de Oliveira. Mais detalhes sobre a vida de Ernesto encontram-se no livro Mestre Calangueiro Ernesto Villela, de autoria de Alcemir Palma. Filhos de José e Alzira:

4.1. MÁRCIO ROQUE DE OLIVEIRA, de 16/08/1975, natural de São José dos Campos, SP. É o marido de ANGÉLICA DOS SANTOS OLIVEIRA, também nascida em São José dos Campos, SP, em 03/12/1977, filha de José Roberto dos Santos e de Maria Donizetti dos Santos. O casal reside em Caçapava, SP, onde tiveram um casal de filhos:

1.1. GABRIEL SANTOS OLIVEIRA, de 21/09/2002.

1.2. SARAH GABRIELLY DE OLIVEIRA, de 27/04/2007.

4.2. MIRLENE APARECIDA DE OLIVEIRA, nascida em 22/08/1977 em São José dos Campos, SP, esposa de ODAILTON CÉSAR DE ANDRADE, com quem teve também um casal de filhos, ambos nascidos em Caçapava, SP.

2.1. HENRICO CÉSAR DE ANDRADE, de 23/05/2005.

2.2. ANA OLIVEIRA DE SOUZA, de 22/09/2009.

4.3. MERIANE TERESINHA DE OLIVEIRA SOUZA, nascida em 05/09/1979 em São José dos Campos, SP, que se casou com PEDRO RODOLFO DE SOUZA, nascido em 03/11/1979 em Caçapava, SP, filho de Elias Gomes de Souza e de Maria Eugênia de Souza. Suas três filhas nasceram em Caçapava, SP.

3.1. MARIA JÚLIA DE OLIVEIRA DOS SANTOS,  de 29/11/1998.

3.2. SOPHIA EUGÊNIA DE SOUZA, de 25/01/2008.

3.3. AMANDA DE OLIVEIRA SOUZA, de 04/10/2009.

4.4. MÁRIO APARECIDO DE OLIVEIRA, nasceu em 16/08/1982 em Caçapava, SP, onde conheceu a também caçapavense CRISTIELE REZENDE DE OLIVEIRA, nascida em 07/07/1987 e onde tiveram seus quatro filhos:

4.1. MATHEUS HENRIQUE DE OLIVEIRA, de 01/12/2004.

4.2. MARIA CLARA DE OLIVEIRA, de 10/07/2006.

4.3. EMANUELLY APARECIDA DE OLIVEIRA, de 23/09/2010.

4.4. ROGÉRIO CENI DE OLIVEIRA, de 13/12/2012.

JOSÉ APARECIDO casou-se pela segunda vez com SELMA SOARES ROSA DE OLIVEIRA, nascida em 03/10/1969, natural de Brazilândia, MG, com quem teve:

4.5. FRANCINE ROSA DE OLIVEIRA, que nasceu em 19/10/1989 em Caçapava, SP. Casou-se com TIAGO JORDAN DE LIMA e são pais de:

5.1. MARIA FERNANDA ROSA DE LIMA, nascida em 05/04/2010, em São José dos Campos, SP.

7.5. PLÍNIO DE OLIVEIRA, nascido em 15/10/1955 é natural de São José dos Campos, SP. Casou-se pela primeira vez com VILMA MORENO SANCHES, com quem teve:

5.1. ADILENE VANESSA SANCHES DE OLIVEIRA, nascida em São José dos Campos, SP, em 25/09/1983 e que tem um filho com ROBSON FERNANDO FERREIRA.

1.1. DANIEL FERNANDO OLIVEIRA FERREIRA, também natural de São José dos Campos, SP, onde nasceu em 12/10/2006.

5.2. DOLORES SANCHES DE OLIVEIRA, nascida em São José dos Campos, SP, em 29/01/1985, e que tem um filho com LUÍS CARLOS FELIPE.

2.1. GLEISON SANCHES FELIPE, também natural de São José dos Campos, SP, onde nasceu em 02/08/2001.

PLÍNIO casou-se pela segunda vez com DENISE MORENO SANCHES e são pais de:

5.3. DIEGO SANCHES NASCIMENTO DE OLIVEIRA, nascido em 15/06/1996 em São José dos Campos, SP.

7.6. PAULO SÉRGIO DE OLIVEIRA nasceu em São José dos Campos, SP, em 18/07/1957. Casou-se pela primeira vez com MARIA APARECIDA DOS SANTOS, nascida em 26/07/1958, natural de Brazópolis, MG, filha de Sebastião Dias dos Santos e de Divina Dias dos Santos. Tiveram duas filhas:

6.1. JULIANA PAULA DE OLIVEIRA, nascida em 16/06/1983 em São José dos Campos, SP, com EDUARDO LEANDRO SILVEIRA teve um filho. Separaram-se.

1.1. LEONARDO HENRIQUE DE OLIVEIRA SILVEIRA nasceu em 02/03/1999 em São José dos Campos, SP.

Após a separação JULIANA fixou residência em Campinas, SP, com ROLANDS SARRETA MENEZES, filho de José Hilário Menezes e de Vanderci Sarreta Menezes.

6.2. CRISTIANE DE OLIVEIRA, nascida em 26/07/1986 em São José dos Campos, SP. Divorciada e sem filhos.

PAULO SÉRGIO casou-se pela segunda vez com SILVANA APARECIDA CLARO, natural de Monteiro Lobato, SP, filha de Luiz Claro e de Maria Teresa dos Santos Claro. Tiveram:

6.3. JÚLIA RAFAELA DE OLIVEIRA, nascida em 29/09/2006 em São José dos Campos, SP.

7.7. SÔNIA MARIA DE OLIVEIRA, natural de São José dos Campos, SP, onde nasceu em 06/03/1959, casou-se pela primeira vez com JOSÉ PINTO DE OLIVEIRA, filho de João Pinto de Oliveira (citado anteriormente em 7.3) e sua segunda mulher, Maria Lobo. Tiveram quatro filhos, todos nascidos em São José dos Campos, SP.

7.1. VANDERLEI JOSÉ DE OLIVEIRA, de 24/09/1976, casou-se em 18/12/1999 com ANGELITA MENDES RAMOS DE OLIVEIRA, nascida em 23/09/1977 e em São José dos Campos, SP, tiveram:

1.1. LUCAS EDUARDO RAMOS DE OLIVEIRA, de 07/06/2002.

1.2. THIAGO VINÍCIUS RAMOS DE OLIVEIRA, de 09/11/2007.

7.2. ROSELENE CRISTINA DE OLIVEIRA, de 02/03/1978, casou-se pela primeira vez com CARLOS ALEXANDRE DOS SANTOS, natural de São José dos Campos, SP, onde nasceu sua filha:

2.1. LARISSA BIANCA DE OLIVEIRA SANTOS, de 09/02/1999.

O segundo casamento de ROSELENE foi com MICHAEL RODRIGO APARECIDO MARTINS DAS NEVES, com quem teve, também em São José dos Campos, SP:

2.2. ALÍCIA JAMILE DE OLIVEIRA NEVES, de 24/05/2005

2.3. EDUARDO HENRIQUE DE OLIVEIRA NEVES, de 14/01/2007.

7.3. ROSANA APARECIDA DE OLIVEIRA, de 18/03/1980, que se casou com MESSIAS PONTES ALVARENGA, de 06/06/1972, natural de São José dos Campos, SP, onde tiveram:

3.1. JÚLIA NICOLE DE OLIVEIRA ALVARENGA, de 23/03/2003.

3.2. RAFAEL OLIVEIRA ALVARENGA, de 19/09/2005.

7.4. VANDO DONIZETE DE OLIVEIRA, de 11/05/1983, casou-se com CIDILENE LAU, natural de São José dos Campos, SP. Tiveram:

4.1. LARA LAU DE OLIVEIRA, nascida em 01/03/2010 em São José dos Campos, SP.

SÔNIA, de sua segunda união com JOÃO VIANA DE OLIVEIRA FILHO, teve o seguinte casal de filhos, também nascidos em São José dos Campos, SP:

7.5. JOÃO CARLOS DE OLIVEIRA, de 16/04/1989.

7.6. VIVIANE LETÍCIA DE OLIVEIRA, de 05/07/1993.

7.8. PEDRO LUÍS DE OLIVEIRA nasceu em 26/06/1960 em São José dos Campos, SP. Casou-se com RÚBIA APARECIDA OLIVEIRA, nascida em 31/07/1968 em Paraisópolis, MG, filha de Sebastião Claudiano dos Santos e de Vitória Maria dos Santos. Seus filhos, todos de São José dos Campos, SP, são:

8.1. MARIANA CÁSSIA OLIVEIRA, nascida em 29/01/1986 e casada com WELLINGTON PINTO FERREIRA, nascido em 06/11/1978 em Guarulhos, SP. Pais de:

1.1. VITÓRIA HELENA FERREIRA PINTO, nascida em 03/03/2008 em São José dos Campos, SP.

8.2. LEONARDO LUÍS DE OLIVEIRA, nascido em 13/03/1988.

8.3. MATHEUS APARECIDO DE OLIVEIRA, nascido em 13/12/1994.

7.9. DALVA DE OLIVEIRA RIZZI nasceu em São José dos Campos, SP, em 29/10/1961. Casou-se com ANTÔNIO RIZZI SOBRINHO (já falecido), filho de Luís Rizzi e de Placidina de Oliveira Rizzi,  e em São José dos Campos, SP, nasceram seus filhos:

9.1. ELAINE CRISTINA RIZZI, nascida em 25/07/1978, que de seu primeiro casamento com ARILDO ALVES teve os filhos:

1.1. FELIPE RIZZI ALVES, nascido em 05/06/1993 em São José dos Campos, SP.

1.2. PEDRO HENRIQUE RIZZI ALVES, nascido em 26/06/1996 em São José dos Campos, SP.

ELAINE casou-se novamente, desta vez com MARCELO SALGADO, natural de São José dos Campos, SP.

9.2. EMERSON LUÍS RIZZI, nascido em 26/09/1980.

9.3. ÂNGELA REGINA RIZZI MENEGUETTI, nascida em 05/04/1982, casou-se com RODRIGO GERMANO MENEGUETTI, natural de São José dos Campos, SP. Tiveram:

3.1. GIOVANA RIZZI MENEGHETTI, nascida em 29/10/2002 em São José dos Campos, SP.

3.2. MARCO ANTÔNIO RIZZI MENEGHETTI, nascido em 26/01/2005 em São José dos Campos, SP.

9.4. ARTUR ROGÉRIO RIZZI, nascido em 10/02/1984.

9.5. LÚCIA HELENA RIZZI ARAÚJO, nascida em 16/07/1985, casada com LUÍS MACHADO ARAÚJO, natural de São José dos Campos, SP, com quem teve:

5.1. MATHEUS RIZZI ARAÚJO, nascido em 04/06/2005 em São José dos Campos, SP.

5.2. CAROLINE RIZZI ARAÚJO, nascida em 10/07/2015 em São José dos Campos, SP.

7.10. VERA LÚCIA DE OLIVEIRA OSSES, natural de São José dos Campos, SP, onde nasceu em 22/10/1963. Casou-se com ANTÔNIO OSSES, nascido em 05/09/1961, filh ode João Osses e de Benedita Fabiana Osses. Seus filhos, ambos nascidos em São José dos Campos, SP, são:

10.1. ANDRÉ LUÍS OSSES, nascido em 24/04/1985.

10.2. DIEGO MARCOS OSSES, nascido em 17/08/1989 e de seu casamento com SIRLÉIA APARECIDA MOREIRA nasceu:

2.1. GABRIELA MOREIRA OSSES, em 01/10/2008, natural de São José dos Campos, SP.

7.11. SEBASTIÃO DONIZETE DE OLIVEIRA nasceu em 20/01/1965 em São José dos Campos, SP, e faleceu em 04/04/2011. De seu relacionamento com EDNA APARECIDA MACHADO teve o seguinte filho:

11.1. IGOR APARECIDO DE OLIVEIRA, nascido em 08/08/1990 em São José dos Campos, SP, que tem duas filhas.

1.1. [Filha de Igor].

1.2. [Filha de Igor].

7.12. BENEDITO CARLOS DE OLIVEIRA nasceu em 11/04/1966 em São José dos Campos, SP. De seu casamento com MARIA MADALENA CUNHA DE OLIVEIRA teve uma filha.

12.1. BRUNA MARIA DE OLIVEIRA, nascida em São José dos Campos, SP, em 08/05/1983.

7.13. SOLANGE APARECIDA DE OLIVEIRA GAMA nasceu em São José dos Campos, SP, em 29/07/1967, e casou-se com JOSÉ MORENO GAMA, nascido em 20/10/1961, filho de JOSÉ SANTO DA GAMA e de AZÁLIA MORENO GAMA CARVALHO. Tiveram cinco filhos, todos nascidos em São José dos Campos, SP:

13.1. ELISETE DE OLIVEIRA GAMA CARVALHO, nascida em 11/05/1990, que se casou com MOISÉS SILVA CARVALHO.

13.2. ELIETE DE OLIVEIRA GAMA, nascida em 29/12/1991.

13.3. ELENILTON DE OLIVEIRA GAMA, nascido em 20/03/1994.

13.4. EDSON DE OLIVEIRA GAMA, nascido em 16/01/1999.

13.5. EDUARDO DE OLIVEIRA GAMA, nascido em 15/07/2007.

7.14. LUCIMAR DE OLIVEIRA MARQUES nasceu em 20/03/1969 em São José dos Campos, SP. Casou-se com REGINALDO MESSIAS MARQUES, nascido em 09/07/1967, natural de Sapucaí-Mirim, MG, filho de Antônio Messias Marques e de Nilcéia Maria Marques. São pais de:

14.1. GABRIEL MAURÍCIO MARQUES, que nasceu em São José dos Campos, SP, em 07/04/1997.

2.8. SEBASTIÃO ANTUNES, falecido em 18/12/1994, foi casado com MARIA APARECIDA DE MIRANDA, também já falecida. Após a morte de sua esposa, Sebastião manteve um novo relacionamento com outra mulher que já possuía filhos. Um desses filhos faleceu em um acidente de moto e está sepultado no jazigo da família. Seu nome era José Adalberto da Silva, e faleceu em 21/11/1992.

8.1. CARLOS ALBERTO ANTUNES, o “Carlão”. Meu melhor amigo durante um bom período de minha adolescência, colecionávamos histórias e mais histórias de bailes, bares e viagens em sua boa e velha moto TT 125… Nasceu em São José dos Campos, SP, em 08/07/1963, mesmo local em que veio a falecer em 20/10/1997, com apenas 34 anos. Câncer do pulmão.

E na mesma cidade, em 26/03/1993 casou-se com CLAUDETE LEITE, nascida em 09/09/1966, também joseense, filha de NOEL LEITE e de MARIA DAGMAR LEITE, que acabou adotando o nome de casada de Claudete Leite Antunes. Ela já possuía uma filha, havida de um relacionamento anterior com um sujeito conhecido apenas como “Paraná”:

– LUANA.

8.2. MARIA JOSÉ ANTUNES, casada com GILBERTO DOMICIANO. Após o casamento passou a assinar Maria José Antunes Domiciano. Tiveram:

2.1. WAGNER.

2.2. TATIANE, que de seu relacionamento com DIEGO, teve:

2.1. MARIA LETÍCIA.

8.3. CLÁUDIO DONIZETTI ANTUNES casou-se em 14/06/1994 com SÍLVIA HELENA DE ALMEIDA e tiveram uma filha:

3.1. NICOLE.

8.4. MARLI ROSANGELA ANTUNES foi casada com ÉDISON BENEDITO DE PAULA, mas separaram-se em 22/03/1991. Suas três filhas:

4.1. ELAINE DE PAULA, nascida em 29/07/1979, que de seu relacionamento com HELENIR RIBEIRO teve uma filha:

1.1. STÉFANI RIBEIRO, nascida em 24/06/2000.

4.2. ÉRIKA DE PAULA NASCIMENTO, nascida em 25/09/1981. Casou-se em 12/02/1999 com CLÁUDIO CAETANO DO NASCIMENTO, nascido em 03/12/1972. Foi ela que trabalhou em casa e nos ajudou a criar os dois primeiros filhotes, sendo que o mais velho costumava chamá-la de “Titá”… Tiveram uma filha:

2.1. [Filha da Érika].

4.3. SUELLEN ANTUNES DE PAULA, nascida em 14/05/1983. De seu relacionamento teve uma filha.

3.1. [Filha da Suellen].

8.5. VALDEMIR ANTUNES foi casado com SÔNIA ELIZABETE CARDOSO, que adotou o nome de casada de Sônia Elizabete Cardoso Antunes. A irmã de Sônia chamava-se Maria Inês, teve um filho e ambos resolveram criar esse menino:

– JOÃO PAULO.

2.9. MARIA BENEDITA ANTUNES DUARTE, também encontrada como Maria José Antunes Duarte, e mais conhecida como Mariinha. Nasceu em 1911 e faleceu em 21/01/1986. Foi casada com LUIZ DUARTE DA ASSUNÇÃO, nascido em 1921 e falecido em 07/05/2000.

2.10. MARIA APARECIDA ANTUNES casou-se com ALTAMIRO DELLU.

2.11. JOÃO ANTUNES, que já era falecido em 1972, foi casado com MARIA ALVES DE SOUZA ANTUNES. Tiveram 5 filhos.

11.1. MARTA DAS GRAÇAS ANTUNES DUARTE, foi casada com JOSÉ DUARTE FILHO.

11.2. MARIA APARECIDA ANTUNES DUARTE, casada com CARLOS DUARTE.

11.3. EMERENCIANO DE SOUZA ANTUNES, nascio em 28/05/1953.

11.4. EDWAR DE SOUSA ANTUNES,nascido em 27/12/1955.

11.5. MARIANA DE FÁTIMA ANTUNES, nascida em 25/11/1958.

2.12. PALMIRA ANTUNES. Faleceu aproximadamente em 1957, em Franco da Rocha, onde encontra-se sepultada. A família não ficou sabendo exatamente qual o motivo da morte. Ela possuía algum tipo de distúrbio, e, por isso, foi internada no sanatório de Franco da Rocha, onde, segundo se conta, teve uma diarreia muito forte, e veio a falecer.

E o terceiro casamento de ANTONIO ANTUNES JUNIOR se deu por volta de 1944 com GUILHERMINA LIBANO (também encontrada como “Libaneo” ou “Libânio”), nascida em 10/10/1897 em Borda da Mata, MG, filha de JOÃO BAPTISTA DO NASCIMENTO e de FRANCISCA MARIA DE JESUS. Ela faleceu de infarto agudo do miocárdio às 16h50min de 17/04/1982 no Hospital de Clínicas de Curitiba, PR, enquanto visitava seus parentes. Não tiveram filhos.

3. ARINDA, casada com JOÃO LIBANO (irmão da anteriormente citada Guilhermina), pais de:

3.1. BENEDITO LIBANO DE SOUZA, padre em Sertanópolis, no Paraná.

3.2. ANA LIBANO.

4. JOSÉ (JUCA) ANTUNES, que se casou com IRENE e tiveram:

4.1. ANTONIO.

OBSERVAÇÃO: o genograma do ramo Antunes de Nossa Grande Família encontra-se disponível para download neste link.

Nossa Grande Família ( V ) – Nunes

“Nunes”.

Esse é um sobrenome que não possuo, mas, poucos o sabem, faz parte de minha linhagem pelo lado materno e que já vem há quase dois séculos produzindo joseenses!

Até onde sei, ao menos desde meu trisavô, JOSÉ RODRIGUES DE MORAES NUNES que era casado com RUFINA MARIA SINHORINHA, seguindo pelo meu bisavô, CLAUDINO DE MORAES NUNES, nascido no ano de 1867 e que faleceu novo – coitado! Em 20 de fevereiro de 1909, pontualmente às 20:00h, a cidade perdeu um de seus humildes lavradores, de apenas 42 anos, falecido em sua própria casa, no Bairro do Jaguari, de afecção do fígado, provavelmente decorrente de forte hepatite.

Ainda assim, apesar de sua curta vida, houve tempo suficiente para se casar com minha bisavó, BENEDICTA MARIA DE MELLO, apenas 4 anos mais nova que ele, com quem teve oito filhos!

Destes, temos BERNARDO CLAUDINO NUNES, provavelmente o caçula, nascido em casa às 4 da manhã de 24 de março de 1907. Das lembranças pessoais que tenho dele, me vem a mente um senhor alto, um tanto quanto gordo e bonachão, loiro e de olhos profundamente azuis da cor do céu. Faleceu em 31 de janeiro de 1979, quando eu ainda tinha meus incompletos dez anos de idade.


Maria Dionísia e Bernardo, meus avós.

Nesses 71 anos de vida teve pelo menos três esposas, sendo a primeira delas minha avó, a mineira MARIA DIONÍSIA DE JESUS, com quem se casou aos 24 anos de idade. Um casamento que durou apenas 14 anos, pois ela faleceu pouco tempo depois do nascimento de sua última filha, com apenas 33 anos. Apesar de existirem notícias de que tiveram vários filhos, apenas duas realmente sobreviveram: minha tia Dionísia, joseense, e minha própria mãe BERNARDETE NUNES, paulistana.

Uai? Mas não eram todos joseenses – vocês podem me perguntar.

Ela acabou sendo “um ponto fora da curva”, pois, apesar de ter sido totalmente criada em São José dos Campos, nasceu em 10 de setembro de 1943 na capital de São Paulo numa fase em que meu avô, cansado da vida de lavrador, estava buscando novos ares e novas oportunidades como mão de obra na indústria. Com o falecimento da esposa e com duas filhas a tiracolo – uma de 6 e outra de 2 anos – resolveu levar a menorzinha para ser criada por seu sogro (no caso, o senhor “Antonio Mineiro” o avô dela pelo lado materno) lá na chácara que possuía no bairro de Santana. Lembro-me bem dessa chácara, sendo que a casa “sede” existe até hoje – mas tornou-se um depósito de bebidas lá no final da Av. Princesa Izabel.

Depois disso, meu avô acabou ficando por São Paulo mesmo, tendo se estabelecido lá pelos lados de Pirituba, onde viveu até o fim da vida ao lado de Geny de Souza, minha “avó postiça” que somente encontrava quando meus pais iam visitá-los. Com ela teve mais 9 filhos. E minha tia Dionísia? Casou-se com o italiano Lelio Silvano Galuzzo em 62 e foi de mala e cuia para a Itália, onde vivem até hoje.


Bernardete e José Bento, meus pais.

E minha mãe – essa joseense que por acidente nasceu fora de São José – aos 17 anos, no ano de 1960, casou-se com um mineirinho bem estiloso, de 23 anos, o seu JOSÉ BENTO DE ANDRADE, vulgo “meu pai”… Foram anos de bastante trabalho duro – ele mecânico, ela costureira – mas ainda assim conseguiram comprar uma boa casa em Santana e se estabelecer. Tiveram três filhos, todos nascidos em São José dos Campos, sendo eu o caçula. Pois foi em 2 de maio de 1969 que o Hospital Pio XII, em Santana, ouviu o forte choro de um enorme bebê de aproximadamente cinco quilos! Eu, Adauto de Andrade, havia acabado de nascer!

Em Santana nasci, em Santana cresci, em Santana me criei. Casei, descasei, casei de novo. Tudo sempre cercado de uma bela confusão emocional, que é uma de minhas características mais básicas enquanto ser humano… E deste meu casamento com a Dona Patroa, vinda lá de Marília, tivemos nossos três filhotes: Kevin, Erik e Jean. 1999, 2001 e 2004. Todos nascidos no Hospital Antoninho da Rocha Marmo – adivinhem onde? Isso mesmo, em São José dos Campos!

Ou seja, é seguramente a quarta geração de joseenses. Talvez quinta, se eu conseguir descobrir um pouco mais sobre meu trisavô…

Mas vamos recontar direito essa história, bem no estilo da genealogia, ok?

Assim, pelo lado paterno de minha linhagem materna temos a família Nunes. Ou seja, estamos falando do lado do pai de minha mãe. Melhor ainda: meu avô. Curiosamente o entrelaçamento com a família Antunes cruzou duas gerações, muitas vezes confundindo-se o papel de pai no avô. Isso porque, como dito há pouco, minha mãe desde a mais tenra idade foi criada por seus avós, pois sua mãe biológica faleceu cedo, por doença que suspeitavam ser contagiosa.

O mais antigo representante da família Nunes que encontrei foi por conta de uma busca por certidões e datas, com direito a máscara e luvas cirúrgicas para manuseio de documentos antigos, através do Livro de Registro de Óbitos (Livro nº 8, de 06/11/1904 a 31/03/1909) arquivado na Fundação Cultural de São José dos Campos, SP.

Ou seja, remonta a meados de 1850 – já em solo joseense – a existência de JOSÉ RODRIGUES DE MORAES NUNES (meu trisavô), nascido por volta de 1828, que foi casado com RUFINA MARIA SINHORINHA. São eles os pais de:

1. CLAUDINO DE MORAES NUNES, meu bisavô. Lavrador nascido em 1867 e que faleceu de afecção do fígado em 20/02/1909 em sua própria casa, no Bairro do Jaguari, com apenas 42 anos. Natural de São José dos Campos, SP, onde viveu e casou-se com BENEDICTA MARIA DE MELO, nascida em 1871, também natural de São José dos Campos, SP.

Essa Benedicta, minha bisavó, lavradora como o marido, era filha de JOÃO ALVES DE FARIA. Não tenho a data de seu falecimento, mas consta que ainda era viva quando do casamento de seu filho Bernardo, em 1931. Apesar da certeza de seu prenome, em alguns documentos aparece também como Benedita Maria Nunes, Benedita Tobias de Melo e Benedita Maria da Conceição.

Claudino e Benedicta tiveram oito filhos:

1 – José Claudino Nunes;
2 – Braz de Paula Nunes;
3 – Izabel Rodrigues de Moraes Nunes;
4 – João de Moraes;
5 – Bernardo Claudino Nunes;
6 – Francisca;
7 – Maria;
8 – Antônia.


José Claudino Nunes e Rachel Tereza da Conceição.

1.1. JOSÉ CLAUDINO NUNES, lavrador como seu pai, nasceu, viveu e faleceu em São José dos Campos. Foi quem praticamente criou todos os irmãos. Nascido em 06/09/1888, faleceu em seu domicílio em 08/12/1953. “Ictus cerebral e doença hipertensão arterial” foi a causa mortis, sendo que seu óbito, às cinco da manhã, foi declarado pelo ilustre Dr. Rui Rodrigues Dória. Em 30/05/1914 casou-se com RACHEL TEREZA DA CONCEIÇÃO, natural de Igaratá, SP, tendo falecido em São José dos Campos em 08/09/1965. Tiveram 7 filhos:

1.1. BENEDITO CLAUDINO NUNES, nascido em 1920, casou-se duas vezes. Com sua primeira esposa, ÂNGELA, teve doze filhos:

1.1. EXPEDITO.

1.2. JOSÉ CLAUDINO NETO, que foi casado com LAURA, nascida em 19/09/1949. Curiosamente esse ramo da família acabou criando um “novo sobrenome”: CLAUDINO. Tiveram quatro filhos:

2.1. GILSON CLAUDINO.

2.2. GIANI APARECIDA CLAUDINO NUNES, nascida em 25/10/1972, que casou-se com seu primo SÉRGIO NUNES (neto de JOSÉ GONÇALO NUNES, 3.1 a seguir) – devolvendo assim o nome de família para a geração seguinte…

2.3. GIOVANI CLAUDINO.

2.4. GISELE DE FÁTIMA CLAUDINO, nascida em 08/02/1986, a caçulinha.

1.3. MARIA JOSÉ NUNES, nascida em 26/06/1950.

1.4. NELSON.

1.5. JOÃO.

1.6. BENEDITO.

1.7. LUÍS.

1.8. PAULO.

1.9. ALCIDES CLAUDINO NUNES, que, com MARLI APARECIDA MORAIS DOS SANTOS NUNES (já falecida), teve um casal de filhos.

9.1. ANDRÉ LUIZ NUNES, nascido em 30/08/1989.

9.2. ANA PAULA SANTOS NUNES, nascida em 16/04/1994, casada com WILLIAM.

1.10. ANTONIO.

1.11. ANA LÚCIA.

1.12. RAQUEL.

Já de seu segundo casamento, Benedito teve ainda mais dois filhos:

1.13. VALDIR.

1.14. PEDRO CLAUDINO NUNES, que ordenou-se padre em 2002.


Plautilha Martins das Neves e Claudino Nunes.

1.2. CLAUDINO NUNES nasceu em 19/06/1924. Casou-se com PLAUTILHA MARTINS DAS NEVES, natural de São José dos Campos, onde nasceu em 12/10/1929, filha de BENEDITO MARTINS DAS NEVES (já falecido quando do casamento de sua filha) e de BENEDITA MARIA DA CONCEIÇÃO, esta também natural de São José dos Campos. Adotou, quando do casamento, o nome de Plautilha Neves Nunes. Faleceu em 20/09/1996, quando o mais novo de seus quinze filhos já era homem feito.

Claudino, viúvo, conviveu ainda com VICENTINA APARECIDA, nascida em 09/05/1932, mas sem filhos.

Claudino e Plautilha tiveram:

2.1. CLAUDINO NUNES FILHO, nasceu em 01/02/1949 e faleceu em 24/08/1984, com apenas 35 anos. Moço de tudo. Foi casado com MARIA APARECIDA MOTA, com quem teve:

1.1. ALESSANDRA REGINA MOTA NUNES, nascida em 06/12/1971, que teve duas filhas:

1.1. LORENE SOPHIA MOL DE FREITAS.

1.2. RAISSA STEPHANIE MOL DE FREITAS..

1.2. DÉBORA APARECIDA MOTA NUNES, nasceu em 18/05/1973.

1.3. ANA PAULA DE MOTA NUNES, nascida em 10/09/1981, e que teve um filho:

3.1. LEONARDO LUÍS MOTA DE OLIVEIRA.

2.2. JOSÉ CLAUDINO NUNES NETO, nasceu em 21/06/1950 e casou-se com IMACULADA MARIA DA SILVA NUNES. Tiveram:

2.1. ELISÂNGELA RAQUEL.

2.2. GISELE DA SILVA NUNES BORGES, casada com JOÃO FÁBIO BORGES, tiveram um casal de filhos:

2.1. THALINE CRISTINA NUNES BORGES.

2.2. THIAGO HENRIQUE NUNES BORGES.

2.3. CIBELE VENTURINI, nascida em 13/06/1980, casou-se com CAIO MARCELO VENTURINI, nascido em 07/02/1981. Tiveram dois filhos:

3.1. KAUAN NUNES VENTURINI, que nasceu em 25/08/2006.

3.2. KAIQUE NUNES VENTURINI, que nasceu em 19/05/2008

2.3. LUIZ CLAUDINO NUNES, nascido a 11/11/1951, casou-se com TERESA e tiveram quatro filhos:

3.1. LUIZ, que tem um filho.

1.1. [Filho de Luiz].

3.2. TIAGO.

3.3. ROBERTA, que tem uma filha.

3.1. [Filha de Roberta].

3.4. RAQUEL.

2.4. ANTONIO CLAUDINO NUNES SOBRINHO, nasceu em 06/10/1953. Casou-se com EVA MARIA DE LUIZ NUNES e tiveram duas filhas:

4.1. FLÁVIA DE LUIZ NUNES MARTINS, casada com ADRIANO DE SIQUEIRA MARTINS, e tiveram uma filha:

1.1. LARA NUNES MARTINS.

4.2. FABIANA CRISTINA NUNES GOMES. Casou-se com MARCOS PAULO GOMES. Pais de:

2.1. JÚLIA NUNES GOMES.

2.2. PEDRO NUNES GOMES.

2.3. LÍVIA NUNES GOMES.

4.3. ROBERTA DE SOUSA NUNES (filha de EVA MARIA), que tem um casal de filhos:

3.1. LUCAS.

3.2. SOFIA.

2.5. JORGE CLAUDINO NUNES, nasceu em 01/04/1956 e casou-se com MARIA JOSÉ. Mais tarde veio a se casar com FRANCISCA. Jorge e Maria José tiveram:

5.1. EDUARDO.

5.2. CLEBER.

5.3. FABIANA, que teve um filho:

3.1. [Filho de Fabiana].

2.6. MANOEL CLAUDINO NUNES, nascido em 09/09/1957, casou-se com IZAURA. Tiveram:

6.1. EMANOELE.

2.7. DANIEL CLAUDINO NUNES, nascido em 03/01/1959. Casou-se com LUCY, com quem teve um casal de filhos:

7.1. HILTON.

7.2. DIANA.

2.8. MARIA NEVES NUNES, nasceu em 15/06/1960.

2.9. PAULO CLAUDINO NUNES SOBRINHO, nasceu em 23/12/1961.

2.10. CARLOS CLAUDINO NUNES, nasceu em 11/12/1963 e casou-se com SANDRA REGINA. Tiveram:

10.1. CARLA.

10.2. SARA.

2.11. MÁRIO CLAUDINO NUNES, nasceu em 24/04/1965 e casou-se com NEIDE – mas divorciaram-se. Filhas:

11.1. ANDRESSA.

11.2. ALINE.

2.12. LAURO CLAUDINO NUNES, nasceu em 26/06/1967 e casou-se com ÁUREA. Tiveram:

12.1. FELIPE DE SOUZA NUNES, nascido em 12/11/1990.

12.2. STEPHANIE DE SOUZA NUNES, nascida em 24/01/96.

2.13. REGINA FÁTIMA NUNES, nascida em 25/11/1968. A “Prima Regina”, mais amiga que parente, companheira de proseios e traquinagens de infância. Casou-se com MÁRIO DOMINGUES DA SILVA e adotou o nome de casada de Regina Fátima Nunes da Silva. Filha do casal:

13.1. JULIANE FÁTIMA DA SILVA, nascida em 19/03/1993.

2.14. MARCOS CLAUDINO NUNES, nascido em 04/10/1970.

2.15. JOÃO BATISTA CLAUDINO NUNES, nasceu em 05/07/1974 e casou-se com ARETUSA. Tiveram uma filha:

15.1. BIANCA.

1.3. JOÃO CLAUDINO NUNES, nasceu em 1926 e casou-se com JOANA, a qual faleceu em 18/05/2019. João e Joana tiveram:

3.1. MARIA HELENA.

1.4. ANTONIO CLAUDINO NUNES, nascido em 1928, casou-se com JOANA, filha de Joaquim Inácio Pinto e Izabel Rodrigues Moraes Nunes (1.3). Ou seja, eram primos. Tiveram oito filhos – netos comuns de Izabel Rodrigues e do pai de Antonio, José Claudino.

4.1. MARIA.

4.2. CARLOS.

4.3. LUÍS.

4.4. FÁTIMA.

4.5. BERNADETE.

4.6. RODOLFO.

4.7. ELIANA.

4.8. [Filho(a) de Antonio].

1.5. JOSÉ NUNES, nasceu em 1930 e teve cinco filhos:

5.1. RAQUEL.

5.2. GETÚLIO.

5.3. GENTIL.

5.4. CLÁUDIA.

5.5. CLÉCIA.

1.6. CLEMENTINA NUNES, nascida em 1933. Casou-se com JOAQUIM SILVÉRIO. Seus dez filhos:

6.1. VERA.

6.2. SÉRGIO.

6.3. CÉLIO.

6.4. EDILÚCIA.

6.5. CELSO.

6.6. LAFAIETE.

6.7. CARLOS.

6.8. MARILÚCIA.

6.9. MARIA HELENA.

6.10. FERNANDA.

1.7. PAULO CLAUDINO NUNES, nasceu em 16/09/1936 e casou-se com EUNICE BRONDÍZIO, nascida em 04/04/1936 tendo adotado o nome de casada de “Eunice Brondízio Nunes”. Tiveram um casal de filhos.

7.1. ANA LÚCIA NUNES ALVES.

7.2. PAULO.

1.2. BRAZ DE PAULA NUNES, nasceu em 1896 e faleceu em 11/10/1966. Casou-se com AFRA MARIA DE JESUS, nascida em 1897, filha de ANTONIO PINTO DA CUNHA e de MARIA JOSÉ DA CONCEIÇÃO. Era conhecida como “Nhá Afra” e diziam que era cigana. Adotou por nome de casada Afra Nunes de Campos. Faleceu em 15/07/1975. Braz e Afra tiveram oito filhos.

2.1. JOAQUIM VIEIRA DA SILVA, nasceu em 22/07/1913 e faleceu em 01/06/1994. Teve nove filhos:

1.1. JOSÉ.

1.2. ALCIDES.

1.3. OSVALDO.

1.4. AURORA.

1.5. LUIZ.

1.6. JANDIRA.

1.7. MERCEDES.

1.8. APARECIDA.

1.9. CRISTINA.

2.2. JOÃO NUNES, nascido em 11/08/1928 e casou-se com APARECIDA. Tiveram os seguintes filhos:

2.1. MARINA, que teve uma filha:

1.1. MICHELLE CRISTINA SILVA SOUSA.

2.2. MARISA ALESIO, casada.

2.3. ADERITO.

2.3. BENEDITA NUNES DE CAMPOS, nasceu em 09/10/1930 e faleceu em 21/12/1988. Casou-se com FRANCISCO DE CAMPOS, nascido em 04/12/1925, falecido em 18/04/1991, filho de LICÍNIO DE CAMPOS e de ANA CUSTÓDIA. Francisco e Benedita tiveram:

3.1. LUIZ, nascido em 1954.

3.2. JOÃO DE CAMPOS, nascido em 22/01/1957. Casado e com 31 anos em 1988.

3.3. VALNICE CAMPOS, nascida em 1969. Outra prima mais amiga que parente. Estudamos juntos e convivemos juntos em nossa adolescência. Costumávamos passar tardes inteiras em deliciosos proseios intermináveis… Casou-se e teve duas filhas:

3.1. KARINA THAIS DIAS.

3.2. RAFFAELA BIANCA DIAS.

2.4. VICENTINA VIEIRA, casou-se e teve quatro filhos:

4.1. AURORA.

4.2. JOSÉ.

4.3. ALCIDES.

4.4. OSVALDO.

2.5. BENEDITO NUNES, casou-se e teve um filho.

5.1. JOSÉ.

2.6. ANTONIA NUNES FIGUEIREDO, casou-se e teve uma filha:

6.1. HELENA.

2.7. APARECIDA NUNES BERTOLONE, casou-se com ANTENOR BERTOLANI, que nasceu em 14/06/1932 e faleceu em 24/12/1992. Tiveram:

7.1. GIOVANNE NUNES, nascido em 02/02/1972 (ou 1970) e falecido em 15/02/1997.

7.2. ATALIBA.

7.3. GERALDO.

7.4. GISLAINE.

2.8. CARMELINDA NUNES SILVEIRA, casou-se e teve um casal de filhos:

8.1. LEÔNCIO.

8.2. LUCILENA.

1.3. IZABEL RODRIGUES DE MORAES NUNES, nascida em 1898, faleceu em 17/08/1969. Casou-se com JOAQUIM INÁCIO PINTO, filho de MARIA CÂNDIDA DO CARMO. Há uma curiosa história acerca desse Joaquim, que nasceu em 15/01/1896 e faleceu em 02/05/1992, pois em determinado momento da vida ele deve ter perdido os documentos e em 1982 lá foi ele emitir um novo RG. Porém esse bom velhinho, com seus 86 anos e analfabeto (como constou no documento), cuja memória já devia estar meio atrapalhada, declarou que seu nome era “Joaquim Rodrigues de Moraes Nunes” e que era filho de “José Rodrigues de Moraes Nunes” – sendo que este era o avô de sua esposa. Ah, sim! Não posso deixar de agradecer o primo Gesiel por esses detalhes. Porém seu nome de fato era “Joaquim Inácio Pinto”, pois boa parte das informações que constam aqui eu obtive diretamente com meu tio Claudino Nunes, quando ainda era vivo, e que foram confirmadas através de pesquisas que fiz nas fichas de controle do Cemitério de Santana. Tiveram oito filhos:

3.1. JOSÉ GONÇALO NUNES, nascido em 21/01/1917 em São José dos Campos, SP, e falecido em 29/04/1991 nessa mesma cidade. Foi casado com IZABEL NUNES MACHADO, que também nasceu em São José dos Campos, SP, em 24/12/1914, onde veio a falecer em 28/11/1990. Era filha de BENEDITO ANTÔNIO MACHADO e de BALBINA MARIA DE JESUS. Tiveram cinco filhos:

1.1. JOÃO NUNES MACHADO, falecido e que teria sido o filho mais velho. Foi casado com MARIA APPARECIDA ANTUNES, pais de:

1.1. GESIEL MACHADO, nascido em 15/04/1966, casou-se com SILVANA MACHADO em 27/03/1991.

1.2. MARIA REGINA MENDES, nascida em 26/11/1963, casou-se em 15/12/1986 com RICARDO ZIMMERMAN. Tiveram dois filhos:

2.1. TIAGO NUNES MENDES.

2.2. PEDRO HENRIQUE NUNES MENDES.

1.2. JUVENTINO NUNES, o “Tio Tino”, com quatro filhos:

2.1. ÉDNA FURTADO.

2.2. HÉLIO.

2.3. EDILAINE, falecida.

2.4. ÉLCIO, casado em 15/05/2005.

1.3. JOAQUIM NUNES, pai de:

3.1. SÉRGIO NUNES, nascido em 27/04/1970, que casou-se com sua prima GIANI CLAUDINO (neta de BENEDITO CLAUDINO NUNES, 1.1, logo no início).

3.2. MÁRCIA, nascida em 22/07/1989.

1.4. JAIME NUNES MACHADO, falecido, teve três filhos:

4.1. EDILSON.

4.2. RENATA MACHADO, nascida em 19/07/1972.

4.3. FERNANDA.

1.5. JÚLIA NUNES VILELA, também falecida, teve quatro filhos:

5.1. VALDEIA GOULART, nasceu em 24/03/1970 em São José dos Campos, SP, mesma cidade em que, no dia 12/09/1987, casou-se com KLEBER SANTO AQUINO, natural de Pirganuçu, MG, onde nasceu em 06/12/1964.

5.2. VALDECIR, falecido.

5.3. WANDER NUNES, natural de São José dos Campos, SP, onde veio a casar-se em 25/09/2004 com  RENATA PEDROZO, nascida em São Paulo, Capital, em 11/02/1981.

5.4. EDUARDO NUNES, nascido em 26/12/1987, casou-se com YUN YUN WEI em 19/11/2016.

1.6. JOSÉ BENEDITO NUNES, o “Tio Zezinho”, que teria sido o caçula. Filhos:

6.1. LUCIVAL NUNES, casado, nascido em 23/07/1972.

6.2. LUCIVAN ALVES NUNES, nasceu em 23/04/1975, casou-se com ANA PAULA FERREIRA.

6.3. MARCELO

6.4. PAULO.

3.2. MARIA.

3.3. BENEDITA.

3.4. IZABEL.

3.5. SEBASTIÃO.

3.6. CLAUDINO.

3.7. VICENTE, pai de:

7.1. ADILSON PINTO.

3.8. JOANA casou-se com ANTONIO CLAUDINO NUNES (1.4), filho de José Claudino Nunes e Rachel Tereza da Conceição. Ou seja, seu primo. Joana e Antonio tiveram oito filhos (já descritos antes).

1.4. JOÃO DE MORAES, nasceu em 1900 e faleceu em 28/03/1909, com apenas nove anos, de gastrointerite.

1.5. BERNARDO CLAUDINO NUNES, nasceu em São José dos Campos, no Bairro Jaguary, às quatro da manhã de 24/03/1907. Faleceu em seu próprio domicílio, em Pirituba, São Paulo, Capital, em 31/01/1979.

Bernardo casou-se com em 31/10/1931 com MARIA DIONÍSIA DE JESUS, nascida em 15/04/1912 no Bairro do Rio Mogi, em Ouro Fino, MG. Filha de ANTONIO ANTUNES JÚNIOR – conhecido em Santana como Antonio Mineiro – e de DYONÍSIA MARIA DE JESUS. Neta paterna do português ANTONIO ANTUNES e FRANCISCA DE PAULA ROMANA, e neta materna de FLORÊNCIO DE LIMA FRANCO e BERNARDINA DE JESUS.

Faleceu em São Paulo, Capital, em 14/09/1945. Adotou o nome de casada de Maria Dionísia Nunes. Segundo se conta na família Bernardo e Maria Dionísia tiveram ao todo sete filhos e, destes, quatro não “vingaram” (ou será que a gravidez não foi adiante?). Os três restantes são:


Dionísia Nunes e Lelio Galuzzo.

5.1. DIONÍSIA NUNES, que nasceu em São José dos Campos, SP (mais especificamente no bairro “Pau de Saia”), em 26/10/1939. Casou-se em São Paulo, em 16/06/1962, com o italiano LELIO SILVANO GALUZZI (também encontrado como GALUZZO), nascido em 10/07/1937 em Chieti, Itália.

Lelio é o mais novo de sete irmãos, a saber: Alberto, Giovanni, Iolanda, Oriente, Armando e Lelio (“outro” Lelio). Este último faleceu com apenas sete ou oito meses, e seu nome foi perpetuado no filho seguinte, ou seja, através do meu tio Lelio. Eles eram filhos de RAPHAEL GALLUZZO, nascido em Porto Ferreira, no Brasil, e de FLÁVIA LA ROVERA, nascida em Araraquara, SP. Segundo me contaram, a ascendência dessa Flávia seria de origem nobre, na Itália.

O curioso é que os avós do Tio Lelio, tanto maternos quanto paternos, foram italianos que vieram para o Brasil, tiveram seus filhos e estes acabaram por voltar para sua pátria, dando origem a uma nova geração…

Antes de se casar com minha tia Dionísia, Lelio teve um relacionamento com ESTARCELINA FERNANDES, natural de Joaçaba, SC, nascida a 13/07/1939, filha de Aníbal Fernandes e de Liduína Antunes Fernandes. Estarcelina morreu jovem, em São Paulo, Capital, em 06/04/1961. A causa da morte, tecnicamente falando, consta em sua certidão de óbito como “intoxicação aguda exógena por ingestão de cianeto alcalino tóxico”. Tiveram uma filha:

– FLAVIA GALLUZZI, nascida em 1960.

Já com Dionísia, Lelio teve os seguintes filhos:

1.1. LILIANA GALLUZZO, nascida em São Paulo, Capital, especificamente na Rua Aldo Locatelli, em 29/06/1963. De meus primos italianos ela foi a primeira que conheci pessoalmente, pois quando veio ao Brasil em meados dos anos 90 fizemos um pequeno tour pelo litoral de Ubatuba. Foi a única que herdou os olhos azuis de meu avô Bernardo.

1.2. CLAUDIO GALLUZZI, nascido em Chieti, Itália, em 05/11/1964.

1.3. MARIO GALLUZZI, também de Chieti, nascido em 04/06/1969. Casou-se em 20/04/1997 com LOREDANA SCABURRE, natural de Mont Silvano, Itália, onde nasceu em 29/06/1968. Possuem um casal de filhos:

3.1. ANDREA LETIZIA GALLUZZI, como a mãe, nascida em Mont Silvano, em 08/09/1997.

3.2. EMANUELE GALLUZZI, também de Mont Silvano, nascido em 25/02/2000. Apesar de estranho aos nossos ouvidos, pois aparenta ser um nome feminino, na Itália esse é tradicionalmente um nome masculino.

5.2. JOSÉ, que sofria de paralisia infantil e faleceu com apenas cinco anos. Pela diferença de idade, apenas suponho que tenha nascido entre uma irmã e outra. Lembrado na família como Zezinho.

5.3. BERNARDETE NUNES, minha mãe, natural de São Paulo, Capital, e registrada no cartório da Lapa. Nasceu em 10/09/1943. Curiosamente, entre a linhagem desde meu trisavô até meus filhos, foi a única que não nasceu em São José dos Campos – pois meu avô, seu pai, tinha se mudado para Capital justamente na época em que ela nasceu. Casou-se em 23/04/1960 com meu pai, JOSÉ BENTO DE ANDRADE, nascido em 27/04/1937 em Santa Rita de Jacutinga, MG, filho de ANTONIO DE ANDRADE e de SEBASTIANNA DOS SANTOS MAIA. Bernardete adotou o nome de casada de Bernardete Nunes de Andrade. Tiveram três filhos, eu e meus dois irmãos, todos nascidos em São José dos Campos, SP.

Los Tres Hermanos: Adilson, Adauto e Anselmo.

3.1. ADILSON APARECIDO DE ANDRADE, nascido em 30/03/1962, que em 14/07/1989, casou-se com CATARINA TRONE, nascida em 06/01/1959, em São José dos Campos.

3.2. ANSELMO APARECIDO DE ANDRADE, nascido em 08/09/1963 Em 02/01/1987 casou-se com KARLA MONTEIRO DA SILVA, nascida em 03/09/1964, natural de Cruzeiro, SP. Divorciaram-se. Em 20/06/1997 casou-se com JACQUELINE MARQUES CASTELO BRANCO, nascida em 05/11/1970, que adotou o nome de casada de Jacqueline Andrade. Anselmo e Karla tiveram os seguintes filhos, todos também nascidos em São José dos Campos:

2.1. ANA CAROLINA MONTEIRO DE ANDRADE, de 23/04/1991, que, com FELIPE CÉSAR CRUZ DA SILVA,de 27/05/1987, teve:

1.1. ÍCARO MONTEIRO DA SILVA, nascido em São José dos Campos em 02/07/2016.

2.2. ISABELA MONTEIRO DE ANDRADE, de 03/12/1992.

2.3. VITOR MONTEIRO DE ANDRADE, de 08/03/1994.

Da esquerda para a direita, sentados: eu, a Dona Patroa, meus cunhados Heloísa e Milton. Em pé: Gabriela (namorada do filhote mais velho), Kevin, Erik, Jean e meus sobrinhos Fernanda, Heidy e Jacqueline.

3.3. ADAUTO DE ANDRADE (eu!!!), nasci em 02/05/1969. Casei-me pela primeira vez em 16/01/1988 com EVANILDA DE ARAUJO, nascida em 16/05/1969 em São José dos Campos, filha de JOSÉ DE ARAUJO PINTO e de JOSINA DE ARAUJO PINTO. Divorciamo-nos em 1998. Casei-me pela segunda vez em 12/12/1998 com ELIANA MIEKO MIURA, natural de Marília, SP, nascida em 13/03/1968, filha de SUSSUMU MIURA e de SATIKO MIZOGUTI. Nossos três filhos, também todos de São José dos Campos:

3.1. KEVIN HIDEAKI MIURA ANDRADE, nascido em 13/05/1999.

3.2. ERIK MASAYUKHI MIURA ANDRADE, nascido em 20/12/2001.

3.3. JEAN YUJI MIURA ANDRADE, nascido em 24/03/2004.

Após o falecimento de Maria Dionísia, Bernardo teve um relacionamento com BENEDITA – mas que não foi duradouro.

Depois casou-se com GENY DE SOUZA NUNES. Ela já havia sido casada antes e tinha um casal de filhos:

– ÁLVARO.

– MARIA.

Bernardo e Geny tiveram nove filhos:

5.4. ANTONIA REGINA NUNES DE ALMEIDA, nasceu em 03/02/1956. Em 14/09/1974 casou-se com CINÉSIO VIRGÍLIO DE ALMEIDA, nascido em 17/10/1948. Tiveram sete filhos:

4.1. SIMONE REGINA DE ALMEIDA, nasceu em São Paulo, Capital, em 18/09/1973. Casou-se com JAIMIVALDO DA ROCHA LOPES, nascido em 09/04/1973. Passou a chamar-se Simone Regina de Almeida Lopes. Tiveram quatro filhos, todos nascidos em São Paulo, Capital:

1.1. GUSTAVO DE ALMEIDA LOPES, nascido em 25/02/1998.

1.2. GUILHERME DE ALMEIDA LOPES, nascido em 12/08/2003.

1.3. GABRIELA DE ALMEIDA LOPES, nascida em 28/01/2008.

1.4. JÉSSICA.

4.2. ROGÉRIO VIRGÍNIO DE ALMEIDA, nasceu em São Paulo, Capital, em 22/12/1975, e casou-se com ADRIANA JOSEFA ANDRADE – que passou a se chamar Adriana Josefa Andrade de Almeida. Tiveram:

2.1. VÍTOR HUGO, nasceu em 2009. Natural de São Paulo Capital.

4.3. REGIANE REGINA DE ALMEIDA, natural de São Paulo, Capital, nasceu em 06/03/1978. Casou-se com CLAUDEMIR PEREIRA DA SILVA. Pais de:

3.1. BEATRIZ DE ALMEIDA SILVA, nascida em São paulo, Capital, em 26/05/2000.

4.4. SÍLVIA REGINA DE ALMEIDA, nasceu em 22/04/1982. Natural de São Paulo, Capital, assim como seu marido, ADRIANO VASCONCELOS DE PORTUGAL. Tiveram:

4.1. LEVI DE ALMEIDA PORTUGAL, natural de São Paulo, Capital, nascido em 22/03/2007.

4.5. RODRIGO VIRGÍNIO DE ALMEIDA, nasceu em São Paulo, Capital, em 21/10/1983.

4.6. ÂNGELA REGINA DE ALMEIDA, nasceu em São Paulo, Capital, em 07/01/1985.

4.7. ANDRÉA REGINA DE ALMEIDA, nasceu em São Paulo, Capital, em 26/05/1986.

5.5. JÚLIO, nascido a 13/07/1959. Casado. Pai de:

5.1. [Filho de Júlio].

5.2. [Filha de Júlio].

5.6. BERNARDO NUNES, nasceu em 15/08/1961 e era, por profissão, polidor. Faleceu em 07/06/1986 de hemorragia interna traumática (morte violenta). Atiraram nele. Foi sepultado no Cemitério de Perus, em São Paulo. Não tinha nem um ano de casamento – que se deu em 12/07/1985, com VILMA PENHA DA MOTA NUNES.

5.7. FÁTIMA, nasceu em 1964. Com cerca de dez anos, em 1974, caiu e bateu a cabeça, vindo a falecer .

5.8. GENI, nascida a 04/10/1965. Casada. Mãe de:

8.1. [Filho de Geni].

8.2. [Filha de Geni].

5.9. PEDRO, nasceu em 29/03/1966. Casou-se duas vezes, sendo que do primeiro casamento teve uma filha.

9.1. [Filha de Pedro].

5.10. ÉDNA, nascida em 22/02/1968. Casou-se e teve:

10.1. [Filho de Édna].

10.2. [Filho de Édna].

5.11. MÍRIAM, nasceu em 22/06/1969. Casada. Seu marido faleceu em 2018, após quatro dias internado na UTI.

5.12. CLAUDINO.

1.6. FRANCISCA, já falecida, casou-se com TEODORO, também falecido.

1.7. MARIA, já falecida, casou-se com PEDRO, também falecido.

1.8. ANTÔNIA, falecida.

OBSERVAÇÕES:
1) O  genograma  do  ramo  Nunes  de  Nossa  Grande  Família encontra-se disponível para download neste link.
2) Texto em verde: alterações, correções e inclusões em 21/04/2020.
3) Texto em vermelho: alterações, correções e inclusões em 22/04/2020.
4) Texto em laranja: alterações, correções e inclusões em 26/04/2020.
5) Texto em azul: alterações, correções e inclusões em 03/07/2020

 

Nossa Grande Família ( IV ) – Santos

Santos é o nome de família por parte do lado materno de minha avó paterna, Sebastiana. Também é um ramo acerca do qual não me aprofundei muito, mas alguma coisinha consegui amealhar…

Comecemos com ANTONIO CARLOS DA SILVA SANTOS, meu trisavô, que foi casado com OLÍVIA AUGUSTA DE CASAES, minha trisavó. Tiveram, que eu tenha tido notícias, pelo menos oito filhos.

1. HIPONINA, que foi casada e teve ao menos uma filha.

1.1. GERALDA.

2. “TIQUITA” (desconheço o verdadeiro nome).

3. “BIRÉ” (também desconheço o verdadeiro nome), que foi casada com JOÃO DUQUE.

4. CLARA.

5. LAURA DE CASAES SANTOS nasceu em Santa Rita de Jacutinga, MG, em 24/09/1898, e faleceu em 08/06/1962. Casou-se com ALCINDO DE PAULA MAIA, nascido em 12/09/1898 no Turvo, RJ, e falecido em 1939 (mais detalhes sobre ambos no Capítulo III). São os meus bisavós, pais de  minha avó SEBASTIANA DOS SANTOS MAIA.

6. RITA  “BUTI”.

7. ISABEL CASAES DOS SANTOS, natural de Santa Rita de Jacutinga, MG, e conhecida como “Tia Belinha”. Foi casada com ANTONIO FERREIRA NUNES, natural de Liberdade, MG, e tiveram doze filhos. Um detalhe: estes Nunes não têm nada a vere com os Nunes do Capítulo V…

7.1. MARIA APARECIDA.

7.2. ISABEL.

7.3. “TONINHA”.

7.4. “TEREZINHA”. Faleceu criança.

7.5. OLÍVIA.

7.6. MANOEL  “NECO” NUNES.

7.7. JOSÉ NUNES, nasceu em 23/09/1933 e faleceu em 26/01/2016. No dia 10/05/1959 casou-se com BRÍGIDA APARECIDA DE JESUS, nascida em 06/08/1939 (mas que somente foi registrada três dias depois), filha de FRANCISCO VIEIRA DOS SANTOS. Após o casamento ela adotou o nome de Brígida Aparecida de Jesus Nunes.

José Nunes e Brígida tiveram quatro filhos.

7.1. FRANCISCO DE ASSIS NUNES, de 16/05/1962. Casou-se com ROSEMAR DOS SANTOS NEVES e tiveram:

1.1. FLÁVIA CRISTINA NUNES.

1.2. NATÁLIA FERNANDA NUNES.

1.3. MATEUS FRANCISCO NUNES.

7.2. JOSÉ CARLOS NUNES, de 19/03/1964. Casou-se com ANA RITA DOS SANTOS, nascida em 13/07/1964, e que após o casamento passou a assinar Ana Rita dos Santos Nunes. Seus filhos:

2.1. LUÍS FELIPE NUNES.

2.2. CARLOS HENRIQUE NUNES.

7.3. MARIA ISABEL NUNES, de 26/08/1967. Casou-se com ADÉLCIO FERNANDO CORRÁ e tiveram:

3.1. FABIANA NUNES CORRÁ.

3.2. FERNANDA NUNES CORRÁ.

7.4. VERA LÚCIA NUNES, de 18/06/1969.

7.8. ANA.

7.9. JOÃO.

7.10. VERÔNICA.

7.11. “DITO”.

7.12. EXPEDITO. Faleceu com apenas dois meses.

8. JOSÉ CASAES SANTOS.

OBSERVAÇÃO:  o  genograma  do  ramo  Santos  de  Nossa  Grande  Família encontra-se disponível para download neste link.