A Magia de Aria

Não sei o porquê, mas hoje acordei lembrando dessa antiga HQ – muito boa, por sinal. Tá aqui uma sinopse:

Lady Kildare, princesa das fadas, residente em Nova York. Kildare leva uma vida cômoda como proprietária de uma loja de antiguidades e artigos místicos na grande maçã durante o dia e como a alma de todas as festas pelas noites. Através das páginas, acompanhamos Kildare e seus amigos pelos diferentes planos da realidade, como mercados negros que se trafica almas e fantasmas, passando por reinos de fantasia que são verdadeiros infernos. Altamente recomendada, não só por ser visualmente espetacular, mas por sua qualidade de texto, que fazem a leitura uma experiência agradável.

E, como sou um cara legal, eis uma palhinha para vocês…

Clique na imagem para ampliar!

Clique na imagem para ampliar!

Dia do Quadrinho Nacional

Caso vocês não saibam, no dia 30 de janeiro é comemorado o Dia do Quadrinho Nacional.

E por que em 30 de janeiro? Porque foi nessa data, no ano de 1869, que o italiano Angelo Agostini começou a publicar em terras tupiniquins, no jornal Vida Fluminense, a série que chamou de As aventuras de Nhô Quim ou Impressões de uma Viagem à Corte, contando as desventuras de um caipira perdido no Rio de Janeiro – considerada a primeira história em quadrinhos propriamente dita do Brasil.

Clique na imagem para ampliar!

Passado tanto tempo é bom ver o quanto o quadrinho nacional se mantém em constante ebulição, com talentos e estilos cada vez mais diferentes que vão surgindo.

E em meio a tudo isso, sempre se renovando, encontramos Maurício de Sousa e sua equipe, que apesar da “avançada idade” de seus personagens ainda conseguem se reiventar. Só pra dar um pequenino exemplo, vejam que delícia essa imagem a seguir tirada da estória Cascão Porker. Preciso realmente falar baseada em quê?

Aliás, aproveitem para visitar sua própria memória e tentem dizer quem é quem nessa cena…

And the Oscar goes to…

Apesar da tão “badalada” cerimônia da entrega do Oscar, confesso que não vi absolutamente nada disso. Aliás, sequer consegui ir até os cinemas para conferir os filmes que disputariam a tão cobiçada estatueta. Mas, agora pela manhã, dando uma olhada na lista de premiados, tive uma grata surpresa: Paperman foi premiado!

Bem, na verdade eu nem sabia que estava concorrendo…

Pelo menos esse era um dos indicados que eu já conhecia. E como, provavelmente, o restante do mundo sequer deve ter ouvido falar – pois todos estavam olhando para a mão do prestidigitador que mostrava os “grandes” filmes em cartaz – eis aqui neste nosso cantinho virtual a íntegra dessa delicada fantasia, onde a percepção da existência de ao menos uma cor neste nosso mundo cinzento ajuda a dizer tudo!