Girls just want to have fun

E dentre as incríveis e dangerosíssimas atividades radicais a que tenho me lançado nos últimos dias, eis que hoje resolvi dar uma arrumada nos poucos milhares de arquivos MP3 que tenho aqui nas catacumbas de meu computador…

E eis que (re)encontrei uma boa parte das músicas que costumava curtir naquela década perdida (pero no mucho) de minha vida – a de oitenta -, quando para nós, adolescentes da época, o futuro simplesmente não existia, éramos imortais e o mais próximo que chegávamos de algum planejamento era para o próximo final de semana!

E no meio de tantos bits, bytes, notas, tons, letras e o escambau, não é que também estavam lá umas e outras músicas da Cyndi Lauper? Sem entrar no mérito – qualquer que seja que queiram escolher – ela simplesmente fez um baita dum sucesso à época…

Não sei a quantas anda nos dias de hoje (não, não quis fuçar no Google Images), mas que eu achava ela muito (mas MUITO) linda naqueles bons tempos, ah, eu achava!

Seriados dos anos oitenta…

Ok, mais um daqueles posts que – tenho certeza – ainda vou me arrepender (os gozadores de plantão que aproveitem!)…

Mas será que alguém ainda lembra desses seriados dos anos oitenta – e também de um “pouco” antes?…

(Clique na imagem para ampliar (rídiculo escrever isso)…)

Dentre os que ainda me lembro – e assistia – estão: Esquadrão classe A, Duro na Queda, Alf, Automan, Supermáquina (me valeu um apelido), Moto Laser (ridículo), O Super-Herói Americano, McGyver (adorava!), Manimal, Robô Gigante, A Noviça Voadora (um charme), Galáctica (fantástico…), Homem-Aranha (tosco!), Mulher-Maravilha (linda…), Anjos da Lei (excelente – talvez um dos primeiros trabalhos do Johnny Depp), Starman, O Homem de Seis Milhões de Dólares (brinquei muito), O Homem do Fundo do Mar (nadava golfinho), Batman & Robin (POW!), Casal Vinte (Jonathan & Jennifer Hart), Isis (Oh, Zephyr que comanda o ar, erga-me para que eu possa voar!), A Ilha da Fantasia (Eu sou o senhor Roarke, seu anfitrião!), O Elo Perdido, Shazam, Daniel Boone, Flipper, A Feiticeira, Jeannie é um Gênio, Agente 86 (deliciosamente divertido!), CHiPs (até meus filhos gostam), Túnel do Tempo, Viagem ao Fundo do Mar, Besouro Verde (com o fiel Kato), Terra de Gigantes, Ultraman, UltraSeven, Spectreman (horrível!), Banana Split (gostava pelos desenhos) e Buck Rogers.

E olha aque ainda faltaram na foto pelo menos Jornada nas Estrelas (sou apaixonado até hoje), Trovão Azul (meio mussarela, meio apresuntado), O Incrível Hulk (duas transformações por episódio e só), The Dukes of Hazzard (recuso-me a escrever “Os Gatões”), James West (não perdia um), Zorro (inclusive em P&B), Se Meu Buggy Falasse (nem lembrava que lembrava disso…), Perdidos no Espaço (Perigo! Perigo!), Guerra, Sombra e Água Fresca (também não perdia um), M.A.S.H. – A Sátira da Guerra (humor refinadíssimo…) – mas tenho certeza que eu ainda lembraria de outros…

Hmmm…

Acho melhor nem falar dos seriados ainda mais antigos que me lembro…

Sucker Punch

Sucker Punch – Um Mundo Surreal…

Surreal mesmo!

Fazia muito tempo que eu não assistia um filme assim. Em termos de animação me fez lembrar de fimes antigos, tais como Submarino Amarelo e outro, bem mais recente (ali da década de oitenta), American Pop. Ambos musicais. Talvez por isso que, ao final do filme, saí com a impressão de ter assistido um longo videoclipe…

Ei, não é que o filme não seja bom! É… Digamos… Diferente. A trama é bem básica. Babydoll (Emily Browning – essa aí do cartaz, com jeitinho de ter escapado de um hentai), é uma garota que foi parar em um hospício e sua mente cria um mundo fantasioso onde tem que escapar de alguém que quer violentá-la. Para isso, cria um mundo fantasioso (dentro desse mundo fantasioso) onde tem que encontrar cinco objetos que lhe garantirão a liberdade.

Meio confuso, bem a La Tarantino, mas na realidade de Zack Snyder, que também foi diretor de Watchmen e de 300 – o que explica um pouco o ótimo visual de quadrinhos do filme…

Mas, além do visual, outro ponto que me prendeu foram as músicas!

Gostei delas!

Em especial a que abre o filme, uma versão neo-remixada (não acredito que escrevi isso!) de Sweet Dreams, uma saudosa banda (também não acredito que escrevi isso!!!) também lá da década de oitenta, Eurythmics.

Enfim, play no play e ouçam a música original!