Francisca Maria de Paula

Tentando retornar aos poucos à pesquisa e ao “recheio” de diversos ramos da árvore, eis aqui o registro do casamento de Francisca Maria de Paula, filha de Francisco de Paula Guimarães e Maria Venância Teixeira. O texto truncado reflete a transcrição tal qual ela foi efetuada…


 CASAMENTOS
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 A 17 d’Ag.to 1836 em Caza de Fran.co de Paula Guim~ com Oratorio a  hi
 erecto por provizão do S.r Vigr.o da Vara, as  duas  horas  da  tarde,
 feitas as formulas do estilo, em prezença das Test.as Antonio Mr.a  da
 Freg.a do Cajurú, e Jeronimo Ribr.o do Valle, da Aplicação  da  Pied.e
 recebi em Matr.o os  CC.  João  Thomás  d’Aquino,  filho  legitimo  do
 falescido Thomás Pereira  d’Aqn.o,  e  Anna  Custodia,  da  Freg.a  de
 Carrancas, com Fran.ca Maria de Paula f.a leg.a de  Fran.co  de  Paula
 Guim~, e Maria Venancia Teixr.a desta Freg.a. O Vigr.o Fran.co J.e  de
 Sz.a Montr.o

 (Projeto  Compartilhar  -  Livro  de   Registro   de   Casamentos   de
 Andrelândia, MG)

Na terça, uma foto

QUE PUTZ!!!!!

Isso AINDA existe!!!!

Não tenho nem idéia de onde nem como a Dona Patroa encontrou um pacote de Mandiopã – uma verdadeira “pérola”…

Mas – ainda que fabricado desde 1954 – está dentro do prazo de validade: vai até 2013!

Só quem, como eu, é clássico ( e nunca “velho”) é que vai entender.

Quem diria, hein?…

Definição altamente técnica

E então, ainda ontem, participei de uma visita a uma das grandes fábricas aqui da região.

Coisa impressionante!

Uma “linha de montagem” de quase um quilômetro espalhada em galpões gigantescos…

Entretanto, em determinado momento o nosso “guia” mostrou-nos a diferença entre as técnicas construtivas d’outrora e as atuais. Os pilares e vigas construídos em 82 eram enormes, o diâmetro dos parafusos quase do tamanho de um punho e, com certeza, a ferragem interna digna de um bunker. Já a área paralela, construída no ano passado e que suportava exatamente a mesma carga, apresentava pilares bem mais delgados e parafusos visivelmente mais finos.

Nítida a diferença e supreendente a resistência.

Nesse momento uma das pessoas do grupo de visitantes soltou essa:

– Não é que necessariamente a qualidade da técnica construtiva tenha se alterado, mas sim que provavelmente deve ter diminuído – e muito – o coeficiente de cagaço do engenheiro calculista…

Na terça, uma foto

Cara…

Alguém lembra disso?

Ou melhor, AINDA tem alguém com idade suficiente para lembrar disso?

Eu e a molecada da minha geração sempre procurávamos ter pelo menos uma no bolso – para “emergências” – e, ainda assim, maldizíamos o sistema telefônico brasileiro a cada vez que assistíamos um filme onde as pessoas simplesmente colocavam moedas para suas ligações.

Isso, é lógico, até o momento em que aprendi que em alguns orelhões, sem ficha nenhuma, apenas com alguns toquezinhos no gancho do telefone, era possível (com uma certa paciência, diga-se de passagem) completar ligações…

É… Acho que o espírito da coisa meio que já me dominava antes mesmo de conhecer o mundo da informática…

Gente nova, gente velha

E eis que no findar do dia de ontem, dezesseis de janeiro do ano de dois mil e dez (por que será que essa data me traz lembranças?…), nasceu a filha de minha sobrinha.

Bem, na realidade, filha da sobrinha de minha esposa – que não deixa de também ser minha sobrinha…

Enfim, a pequenina nasceu ontem à noite, filha da Jacqueline, nossa sobrinha de apenas vinte anos.

Não, não tenho (ainda) fotos, peso, tamanho, nem detalhe nenhum. Nem mesmo o nome. Mas é só uma questão de tempo!

Definitivamente estou ficando velho.

Afinal de contas, agora já sou tio-avô!