Usuários do MS-Office 2003 perdem acesso aos próprios documentos

Confesso que também ri bastante… A notícia veio daqui.

Li uma notícia há alguns minutos, e consegui parar de rir só agora, para vir aqui escrever este texto…

Sempre alerto em minhas palestras, que a utilização de formatos proprietários de documentos podem levar a humanidade a perder de vez suas informações, além de permitir “modelos de negócios” um tanto quanto questionáveis (como pague-para-ler seu próprio documento).

É evidente que muita gente deve ter levado isso como um exagero da minha parte, mas a prova de que eu tinha razão chegou na semana passada.

De acordo com este artigo, confirmado por este comunicado, aparentemente da própria Microsoft (TechNet),  desde o dia 11 de Dezembro os usuários do Office 2003 perderam acesso a seus próprios documentos que foram gravados com recursos de proteção de direitos…

Em outras palavras, as informações ali armazenadas estão, por enquanto, perdidas!

Para quem não quer correr este risco, recomendo a utilização de ODF com uma suíte de escritório em Software Livre, como o BrOffice.org. Para os demais, sugiro começar a pular desde já, para ver se São Longuinho os ajuda depois a encontrar as informações perdidas.

WordPress Theme Generator

Taí.

Pra quem vive procurando novos temas, eis um link interessante para “treinar a mão”…

Trata-se do WordPress Theme Generator, onde você pode (on-line) fazer as mais diversas alterações num tema padrão que lhe é disponibilizado. Quantidades e posicionamento de colunas, cores de fundo, de frente, fontes, logos, comportamentos dos links (mouseover) e até mesmo, ao final, atribuir o tipo de licença pela qual você deseja compartilhar (ou não) a página produzida.

Todos os arquivos gerados com o resultado final podem ser salvos em seu computador num único arquivão zipado. E, então, localmente, dá pra “brincar” um pouco mais nesse tema básico, traduzindo as mensagens, alterando a visualização e operação, etc, etc, etc.

Spam: Comitê Gestor determina o bloqueio da porta 25

Sim, o CGI.br determinou que, a partir de 05/01/2010 (hoje) seja bloqueada a porta 25 (SMTP) do computador. Isso significa a reconfiguração de seus gerenciadores de e-mail, ok? Direto lá do BR-Linux:

Segundo a cobertura no UOL Notícias, o Comitê Gestor da Internet no Brasil está divulgando que espera reduzir o tráfego de spam em até 90%. Para isso, empresas como Telefônica, Oi e Net vão atender à determinação de bloquear os dados transmitidos pela porta 25.

Enviado por Alexandro Silva (alexoslabsΘgmail·com):

“Para evitar a disseminação de spam, o Comite Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) determinou o bloqueio do “local” por onde grande parte dos e-mail falsos são enviados, a porta 25 de seu computador. O bloqueio ocorre no dia 5 de janeiro de 2010. Se você usa programas de gerenciamento de e-mails —como o Outlook, Thunderbird ou Mail— para não ficar impedido de mandar mensagens, a porta de envio deve ser trocada de 25 para 587. Usuários apenas de webmail não serão impactados.

“Com a implementação das recomendações, será mais difícil para que computadores zumbis sejam utilizados para o envio de spam, pois além de necessitar de um usuário e senha para utilizar o serviço de e-mail, ele ainda deverá burlar os possíveis controles antispam existentes no serviço mencionado”, diz Nelson Novaes, gerente de segurança do UOL.

A medida não é nova, órgãos internacionais aconselham o bloqueio da porta 25 desde 1998, mas apenas em 2005, provedores e operadoras de todo o mundo começaram a adotá-la em massa. O UOL oferece o acesso pela porta 587 desde 2004. Leia mais em UOL-Noticias” [referência: blog.alexos.com.br]

Para que publicar na Web?

E, para começar bem o ano, vamos definir aqui o porquê da existência não só deste blog, como a de muitos copoanheiros perdidos por aí. Trata-se de uma análise muito lúcida e objetiva que nos remete ao fato de que estamos aqui simplesmente para o “estabelecimento de conexões com gente interessante”. E deixemos as métricas e paradigmas da velha mídia para aqueles que nada mais vêem senão cifrões a frente de seus olhos…

Mais uma vez recortado-e-colado na íntegra lá do Boteco Escola:

Em post recente comento um texto de Bonnie Nardi sobre comunicção na Web. No escrito, a autora enfatiza que a meta principal da comunicação (na e fora da Internet) é o estabelecimento de conexões com gente interessante. Ela ressalta aspectos sociais e afetivos da comunicação. Ela mostra que publicar na Web deve ser um ato de construir redes de comunicação, em vez de ser uma iniciativa para poluir os mares da Internet com mais lixo informativo. A perspectiva proposta por Nardi parece ter algum parentesco com a opinião de Stephen Downes. Esse famoso cientista e blogueiro escreve:

Tweetmeme não funciona realmente para mim porque não há em meu blog nada para ser contabilizado pelo  Tweetmeme. Para mim não se trata de formar uma vasta audiência, mas de estabelecer conexões. Assim, meu blog pode ‘sobreviver’ sem o Twitter porque não há uma entidade particular que precise de ‘sobreviver’  (é como se me perguntassem: “seu e-mail poderia sobreviver sem o Twitter?” – o que é, no frigir dos ovos, um questão sem sentido). As pessoas que se preocupam com o  tamanho da audiência, com o impacto via Tweetmeme,  ou com métricas similares baseadas em adesão massiva, estão trabalhando com um paradigma da velha mídia, voltado para broadcasting em vez de network. Elas vêem sua influência como algo que possa ser medido por eco ou repetição- coisas como retweets, por exemplo – em vez de desempenhos por meio de participação em coisas que são genuinamente maiores (e mais importantes) que elas mesmas.

Minha tradução não ficou grande coisa, mas dá para passar o que Downes quer dizer. Para os anglofalantes que queiram ver o original, basta um clic aqui.

Thunderbird 3

A notícia básica eu peguei lá no BR-Linux.

Já faz alguns anos que, dentro do possível, tenho focado a utilização de programas no computador somente para aqueles que podem ser classificados como “software livre”.

Desde o antigo StarOffice eu já vinha testando suítes de escritório, sendo que, só quando de sua última “transformação” para o BR-Office é que meus anseios acabaram por ser plenamente atendidos. Tudo funciona perfeitamente. Aliás, acho que nem sei mais utilizar os comandos do MS-Office…

Em termos de navegador também já há algum tempo utilizo o Firefox. Que eu me lembre já passei pelo Netscape e pelo Opera – e tive um breve flerte com o Google Chrome – mas é o Firefox que efetivamente me dá segurança e estabilidade para navegar na Internet.

E, no tópico clientes de e-mail (nomezinho esquisito…), originalmente fiquei com o Outlook, tendo passado um bom tempo com o Eudora, uma experiência nada feliz com o IncrediMail (odiei) e, por fim, tendo estacionado no Thunderbird (da Fundação Mozilla – mesmo povo que desenvolve o Firefox).

Só que, enquanto o Firefox permanecia no centro dos holofotes e cada vez mais vinha sendo desenvolvido e atualizado (até por uma questão de competitividade), o Thunderbird ficou lá no seu canto, quietinho, estacionado na versão dois-ponto-qualquer-coisa…

Mas agora, depois de uns dois anos de desenvolvimento, finalmente saiu a versão 3 do Thunderbird!

Quando da instalação (também disponível em português) ele não só tem condições de importar automaticamente suas contas e configurações de outros programas de e-mail, como também, caso já utilize o Thunderbird, também já traz toda sua organização por pastas e filtros existentes – tudo isso de uma maneira simples, rápida e eficiente.

Sua principal novidade (além de outros efeitos visuais e de configuração) é o suporte a abas, pois, assim como nos navegadores, agora também é possível abrir várias mensagens e telas do programa em uma mesma janela, facilitando tanto o acesso quanto a organização. Enfim, já sou usuário há anos e sou até suspeito para falar – então somente testando para que se possa comprovar a eficiência do bichinho…

Eventuais downloads diretamente lá no site da Fundação Mozilla – bem aqui.

EEE-PC – Instalando o Ubuntu Netbook Remix 9.10

Bom, eu já tinha tentado alguns sabores de algumas distros do Ubuntu no meu EEE-PC 701 – mas não achei nenhuma que fosse, digamos, lá muito palatável. Entretanto, acompanhando algumas discussões lá na lista da Metareciclagem, deparei-me com alguns comentários do Hernani que acabaram por me deixar animado com o Ubuntu Netbook Remix

Antes de mais nada aviso que este é um passo-a-passo – entretanto, ainda assim, estamos falando de Linux. Então parto do pressuposto de que ALGUMA coisa você já conhece a respeito desse sistema. Não vou – nem quero – entrar em detalhes aqui acerca de questões conceituais, tais como particionamento, montagem de volumes, etc. Então vamo que vamo.

01. As dicas básicas para essa instalação – com certeza – eu peguei lá no incerteza, especificamente neste artigo aqui.

02. Para começar a colocar a mão na massa, será necessário baixar a imagem ISO do Ubuntu Netbook Remix neste endereço aqui. Já será baseado na distribuição 9.10, ou seja, a Karmic Koala.

03. Já para a instalação no EEE-PC você vai precisar rodar o Ubuntu a partir do seu pendrive – até porque seu netbook não tem leitor de CD (dãããã…). Nesse caso – que, aliás, é o ÚNICO caso tratado neste texto – além da imagem ISO do item 02 acima você também vai precisar de um pendrive de, no mínimo, 1GB.

04. Partindo do pressuposto que você está começando este trabalho num computador à parte do netbook, onde provavelmente deverá ter já instalado o Windows XP (nem me pergunte do Vista – odeio ele), para criar o pendrive bootável, que é o primeiro passo para a instalação no EEE-PC, existem duas possibilidades:

a) Você pode utilizar seu programa queimador de CDs favorito e transformar aquela imagem ISO num CD bootável (eu juro que gostaria de escrever “inicializável”, mas isso me soou tão esquisito que resolvi ficar no estrangeirismo mesmo…). Após, bastará inicializar o computador pelo CD e, já com o Ubuntu carregado, utilizar o programa nativo do sistema para criar o pendrive de boot: o USB-Creator. Você pode acessá-lo através de Sistema -> Administração -> Create a USB startup disk. EM TESE o programa deve detectar automaticamente tanto o drive de CD quanto o pendrive. Isso feito, bastará clicar no botão Make Startup Disk e aguardar sua conclusão.

b) Outra opção (que não envolve “gastar” um CD somente para essa etapa intermediária) seria utilizar no Windows XP o programa Unetbootin (disponível aqui). Baixe e instale o programa em seu computador (não, você NÃO vai precisar de um passo-a-passo para ISSO, vai?) e, a seguir, execute-o (talvez você precise executá-lo diretamente do diretório para o qual foi baixado ou, para facilitar, criar um atalho para seu desktop). É lógico que você já está com o pendrive devidamente formatado e devidamente “espetado” no computador, certo? Ah, sim, claro. Então. Na janela que se abre selecione a segunda opção Diskimage e, à direita, nos três pontinhos (…), selecione o arquivo ISO com o Ubuntu Netbook Remix no local onde você o baixou. Seu nome provavelmente deve ser “ubuntu-9.10-netbook-remix-i386.iso”. Certifique-se que a Unidade indicada na última linha realmente corresponde àquela onde está o pendrive (caso não seja, creio que o sistema não identificou corretamente o hardware). Após, basta clicar em OK e aguardar. Quando a frase Instalação Completada estiver em negrito, apenas clique em Sair, pois não é nesse computador que efetuaremos a instalação, certo?

05. Coloque o seu pendrive no EEE-PC e ligue-o. Li em algum lugar sobre recomendações para que seja do lado esquerdo – mas nada que justificasse o porquê. Já nos primeiros segundos da inicialização tecle ESC.

06. A janela que se abrirá provavelmente lhe dará duas opções. No meu caso, a primeira é “HDD:SM-SILICONMOTION SM223AC” (que é a memória interna do computador) e a segunda é “USB: Kingston DataTraveler” (que é o pendrive conectado). Escolha a opção relativa a seu pendrive e aguarde até que o boot se inicie.

07. O boot, no caso será do Ubuntu Netbook Remix 9.10. A placa de som já está funcionando, pois os tradicionais tambores tocaram… É bom verificar a conectividade. Como tenho uma pequena rede instalada em casa – inclusive com Wireless – deveria funcionar de primeira. Mas não funcionou. Tasquei-lhe um cabo de rede e daí conectou. Tudo bem. Mais tarde vejo com calma essa coisa da rede sem fio…

08. Acho que não será necessário explorar as virtudes do bichinho neste primeiro momento. Já na guia que se abre, que é Favorites, clique no ícone Install Ubuntu-Netbook-Remix.

10. A primeira tela que se abre é a da linguagem. Escolha Português do Brasil e clique em Avançar.

11. A segunda tela é a do fuso horário. Deve estar correta, ou seja, na Região deverá constar Brasil e na Zona deverá constar Brasil (São Paulo). Clique em Avançar.

12. A terceira tela servirá para configurar o layout do teclado. Como, no meu caso, trata-se de um EEE-PC da série 701, devo optar por Escolha o seu próprio e, em seguida, na parte esquerda da tela, USA e, na direita, USA – Alternative international (former us_intl). Caso tenha dúvidas, utilize a linha de teste de digitação, logo abaixo. Se satisfeito, clique em Avançar.

13. A quarta tela refere-se à efetiva instalação no disco, quer dizer, na memória, ou melhor, no chip… ah, sei lá! No EEE-PC e pronto. Existem duas opções, sendo que a primeira substitui totalmente o sistema instalado e a segunda compartilha com o que lá estiver. Como, no meu caso, estou substituindo o Windows XP previamente instalado (como já descrevi aqui) e considerando que os 4GB não permitiriam a convivência pacífica de ambos os sistemas, a opção é Apagar e usar o disco inteiro (o tal do SDA que está lá indicado). Clique em Avançar.

14. A quinta tela pede alguns dados particulares de fácil preenchimento: nome, nome de acesso, senha e o nome do computador. Vamos lá, você consegue. Após tão árdua tarefa, clique em Avançar.

15. Na sexta e última tela basta clicar em Instalar e mais nada. E aguarde. Aliás, um dos motivos pelo qual precisávamos verificar a conectividade antes de mais nada é que, quando da instalação, alguns pacotes já serão baixados automaticamente. Enfim, continue aguardando.

16. Ao final de tudo será solicitada a reinicialização da máquina. Faça-o. Em determinado momento desse processo também será solicitada a remoção do dispositivo USB pelo qual foi dado o boot. Remova-o. Ao reinicializar já poderemos partir para as configurações mais específicas – como, por exemplo, a Rede sem fio. Existe um pequeno ícone no painel (aquela barra de trabalho que contém a data, usuário, etc) que se assemelha a uma série de barrinhas em pé em ordem crescente. Com um clique abre um menu onde o nome da rede deverá estar mais ou menos lá pelo meio, logo na linha acima da opção Conectar. Clique nela (deverá ser automaticamente substituído pela opção Desconectar). Testei o Wireless. Tudo ok.

17. Aliás esse próprio painel – para mim – visualmente fica melhor lá em baixo. Clique numa área livre do painel com o botão direito e, com o botão esquerdo, escolha Propriedades. Na tela que se abre, Propriedades do painel, no item Orientação, mude para inferior. Clique no botão Fechar. Pronto.

18. Bom com o sistema básico funcionando, é bom dar uma atualizada geral, certo? Vá em Sistema -> Administração -> Gerenciador de Atualizações clique em Verificar e, após essa verificação (a qual o sistema fará através da Internet), clique em Instalar atualizações (no meu caso, foram encontradas 144 atualizações. Aguarde pacientemente. E, sim, provavelmente você precisará daquela senha informada lá no item 14. Após baixar os pacotes de atualização a instalação já deve automaticamente se iniciar em seguida. Após a conclusão deverá ser apresentada novamente a janela do Gerenciador de atualizações (agora sem nada) – basta clicar em Fechar.

19. Se a tela do seu netbook é pequena igual a do meu 701, vá em Sistema -> Preferências -> Aparência. Na aba Fontes, clique nos nomes das letras e diminua todas para tamanho 9. Aliás, se quiser, aproveite e vá também na aba Plano de fundo e escolha alguma imagem mais agradável (não se preocupe, pois as letras se sobrepõem à imagem, de forma transparente, criando um efeito bem bacana). E, ainda, na aba Tema dá pra optar por outras filigranas visuais. Só pra constar: essas dicasm específicas vieram via Orkut, num tutorial do Breno.

20. Um dos primeiros perrengues que encontrei ao começar a utilizar a maquininha foi para acessar o site do Banco do Brasil. Esse site possui um sistema de “teclado virtual” que simplesmente não carregava! Fuçando um pouco aqui e ali, nos fóruns (de discussão) da vida acabei localizando o que faltava: um mero plugin – no caso o sun-java6-plugin. Aí, para efetuar a instalação, o negócio é ir direto ao Synaptic em Sistema -> Administração -> Gerenciador de Pacotes Synaptic e localizar o plugin citado. Com o botão direito do mouse, marque-o para instalação (ele já vai automaticamente selecionar todos os demais pacotes que precisa) e dê o comando Aplicar. Assegure-se de estar conectado à Internet.

21. Outro plugin necessário para acessar diversas páginas da Internet é o Adobe Flash Player. Mas, nesse caso, será necessário baixá-lo e instalá-lo. Verifique em seu Firefox pra qual diretório está configurado o download de arquivos – provavelmente deverá já estar apontando para Downloads. Ao acessar a página do Flash já deverá ser sugerida a versão do Adobe Flash Player para Linux. Selecione uma versão para dowload – especificamente a .deb for Ubuntu. Vá em Arquivos e pastas e abra a pasta Downloads. Clique com o botão direito no arquivo e selecione (agora com o botão esquerdo) a opção Abrir com Instalador de Pacotes GDebi. Na janela que se abre clique em Instalar Pacote. Será necessária a senha que você colocou lá no item 14 (é lógico que você ainda se lembra dela, certo?). Após a instalação simplesmente clique no botão Fechar e, após, feche a janela.

22. De início o Ubuntu vem com o OpenOffice instalado. Nada contra – mas é em inglês. Nada contra, também, mas fica “melhor” em português, certo? Volte lá no Synaptic e localize o BrOffice. Marque-o para instalação e dê o comando Aplicar. Assegure-se de estar conectado à Internet, pois muita coisa vai precisar ser baixada. Não, não é necessário desinstalar o OpenOffice primeiro (como já vi em alguns comentários por aí), pois o BrOffice aproveita o que deve aproveitar e se instala por cima. Com as mudanças devidamente aplicadas clique em Fechar e, após, feche também o Gerenciador.

23. Não sei o porquê cargas d’água o gravador de som simplesmente não estava funcionando. Para fuçar nisso fui em Sistema -> Preferências -> Som. Na janela Preferências de som que se abre escolha a guia Entrada e, nela, desmarque o item Mudo. Caso queira altere também o Volume de entrada – assim como demais itens que achar necessário. Para um eventual teste vá em Multimídia -> Gravador de som. Brinque à vontade…

24. Aliás, a título de curiosidade, já que estamos falando do tema, vá em Multimídia -> Cheese. Não há o que configurar, mas serve para certificar se a câmera também está funcionando perfeitamente.

25. Aliás do aliás, falando de multimídia de um modo geral, uma boa dica (além dos passos 20 e 21) foi essa que obtive aqui, a respeito do pacote Ubuntu-restricted-extras, o qual instala uma série de codecs, aplicativos, fontes e drivers que possuem algum tipo de restrição e que por isso não fazem parte da instalação padrão – tais como: Máquina virtual Java (usada por sites de bancos, por exemplo) flash (sem ele, o youtube não funciona) fontes true type (do windows), codecs de áudio e vídeo (wmv, divx, mp3, rmvb, etc) e outros. Vá lá no Synaptic (agora você já sabe como funciona, não sabe?) e procure por Ubuntu-restricted-extras, marcando-o para instalação e aplicando sua escolha.

26. Bem, com tantas instalações o nosso limitadíssimo espaço de 4GB já está ficando quase todo consumido. Se quiser confirmar, basta dar uma olhada em Acessórios -> Analisador de Utilização do Disco. No meu caso já tenho mais de 80% ocupado! Para tentar minimizar esse perrengue, vá em Sistema -> Administração -> Central de Programas do Ubuntu e clique em Programas instalados. Verifique cuidadosamente o que você não usa, não usaria ou tem certeza absoluta que nunca vai usar e remova-o sem dó. Afinal, precisamos de espaço!

27. Numa consulta à comunidade do Orkut chamada ASUS Eee PC – NetBook Laptop tive a informação de que o Skype (que uso para alguns contatos específicos) não faz parte dos repositórios do Ubuntu. Então, conforme sugerido, fui até o site do Skype e na opção de Downloads escolhi o mais próximo da distribuição que estou usando, no caso o Ubuntu 8.10+32-bit. Baixei o arquivo e apliquei o mesmo procedimento lá do item 21 para sua instalação.

Bão, basicamente é isso. Particularmente ainda acho que dá pra otimizar um pouco mais o sistema de modo a ocupar um pouco menos de espaço (continuo com volta de 80% da capacidade instalada). Pra minimizar esse impacto de ocupação, tenho um cartão SD de 4GB onde centralizo meus arquivos particulares e downloads em geral.

Agora é só começar a desfrutar o bichinho e ver como que fica…

Emenda à Inicial: Apesar da estabilidade no funcionamento, existe um pequeno bug que ainda não descobri como resolver. Acontece que toda vez que estiver utilizando apenas a bateria aparece, logo de início, uma mensagem informando da existência de algum defeito, pois estaria apenas com 1,9% de carga. Ignore. Quando eu descobrir o que fazer com essa mensagem mal educada eu informo por aqui…

Outra Emenda: Para ajudar mais um bocadinho ali no item 26, após a instalação vá em Acessórios -> Terminal e digite o seguinte comando (sem as aspas): “sudo apt-get autoremove”. Isso fará com que as versões antigas dos pacotes baixados sejam deletadas, liberando mais um pouco de espaço. Para complementar (se bem que não percebi diferença) tente também “sudo apt-get autoclean”. Ah, sim, em ambos os casos você novamente vai precisar daquela senha informada lá no item 14…