SL em Guarulhos

Eu já não tinha dito que não se deve usar calça social, no frio, de moto?

Bem, bem, bem… Somente pra dar um rápido sinal de vida. Ontem fui num seminário sobre software livre promovido pela Prefeitura de Guarulhos, terrinha onde nasceu uma grande amiga. MUITO bom. Tem tanta coisa pra se falar que o espaço aqui não comporta, de modo que ainda essa semana estaremos com mais um número do Ctrl-C! Aguardem…

Para deleite de vossas senhorias dêem uma olhada nesse vídeo do “Saulo Bulhosa”, que dá todas as dicas indispensáveis para participação em palestras e afins…

 
E, falando em grandes amigas, ontem – depois de longo e tenebroso inverno – eis que a Márcia (aquela do famoso tombo no elevador) deu sinal de vida! Já começou bem, pois meu filho ao atender o telefone lhe deu uma bronca: “Por que você não veio mais aqui?” Tá vendo? É a voz do povo!

E como corolário da minha ausência de ontem chegou um funcionário novo na repartição. E não é que fizeram o infeliz sair em busca de “carbono pautado”? Eu não sei o que é pior: se o fato de ele ter saído incontinenti atrás do produto ou o fato de ele TER ENCONTRADO!

Tinha que ser o Xina…

Tirinha do dia:
Desventuras de Hugo...

Recarregando as baterias – carga rápida

Olha o frio aí, gente!

Bem, crianças, aqui estamos nós de novo. Baterias recarregadas, prontos pra todas! De onde vem tanta energia? Já, já explico.

Acontece que não é assim o dia todo – antes o contrário! Com a avalanche de serviço que tem chegado diariamente, mais as “missões” que me são passadas, acrescido da incompetência nata de algumas pessoas (por que ninguém aprende a perguntar direito?), o ponteirinho de meu humor vai abaixo da linha vermelha do zero.

Porém nada como algumas pequenas maldades >;) para alegrar o dia de alguém… Algo como uma bomba de anthrax no pobre do estagiário trancado na sala de xerox… Cruel. Mas divertido…

Mas esse não é o ponto. O ponto é que no decorrer de um dia usualmente sob pressão a solidão que de quando em quando sinto se faz presente, tal qual sombra que se prolonga ao entardecer. O coração fica apertado, o ânimo vai embora e a sensação de futilidade acerca de tudo e de todos acaba por tomar conta de minha convicção.

Mas ao chegar em casa, às vezes em fila, às vezes todos de uma vez, o abraço da criançada dá uma carga rápida que me dá disposição pra encarar tudo outra vez e mais um pouco ainda!

Quando eu era adolescente (tá, mais criança que adolescente) me deparei com um texto que já tinha um “cheiro” de antigo, de autor desconhecido, mas que me cativou na primeira leitura. Eu o copiei e prometi pra mim mesmo que quando tivesse um filho faria um quadro com esse texto e o colocaria na parede. Levou mais de quinze anos, mas cumpri minha promessa. O texto é o seguinte:

O que é um menino?

Os meninos se apresentam em tamanho, peso e cores sortidas. Encontram-se por toda a parte, em cima, em baixo, dentro, fora, trepados, pendurados, caindo, correndo, saltando. As mães os adoram, as meninas os detestam, as irmãs e os irmãos mais velhos os toleram, os adultos os ignoram e o céu os protege. Um menino é a verdade de cara suja, a sabedoria de cabelo esgadelhado, a esperança de calças caindo. Tem o apetite do cavalo, a digestão do avestruz, a energia da bomba atômica, a curiosidade do mico, os pulmões de um ditador, a imaginação de Júlio Verne, a timidez da violeta, a audácia da mola, o entusiasmo do buscapé e tem cinco polidáctilos em cada mão, quando pratica suas reinações. Adora os doces, os canivetes, as serras, o natal e a Páscoa; admira os reis e os livros de figuras coloridas; gosta do guri do vizinho, do ar livre, da água, dos animais grandes, do papai, dos automóveis e dos trens, dos domingos, das bombas e traques. Abomina as visitas, o catecismo, a escola, os livros sem figuras, as lições de música, as gravatas, os casacos, os barbeiros, as meninas, os adultos e a hora de dormir.

Levanta cedo e está sempre atrasado à hora das refeições. Nos seus bolsos há sempre um canivete enferrujado, uma fruta verde mordida, um pedaço de barbante, dois botões e algumas bolinhas de gude, um estilingue, um pedaço de substância desconhecida e um objeto raro, que lhe é precioso por 24 horas. É uma criatura mágica. Você pode fechar-lhe a porta do seu quarto de ferramentas mas não a do seu coração… Pode expulsá-lo do seu escritório mas não do seu pensamento. Toda a sua importância e a sua autoridade se desmoronam diante dele, que é o seu carcereiro, seu chefe, seu amo… Ele, um despótico e ruidoso mandãozinho!… Mas quando você volta para casa, à noite, de esperanças e ambições despedaçadas, ele pode compô-las num instante com as suas palavrinhas mágicas: “OH! – PAPAI!”.

E com três filhotes, ainda que com o risco de um desvio na coluna, eu consigo uma carga tripla! Vejam essa foto de hoje…

Énóisnafita!

Tirinha do dia:
Desventuras de Hugo...

Civilidade

Definitivamente eu sou da velha guarda. Ou nasci na época errada. Talvez algum reflexo de minha última encarnação. Ou, ainda, pode ser que eu seja simplesmente teimoso. Turrão. Uma besta energúmena incapaz de aceitar certas modernidades. Sei lá. Fiquem à vontade pra escolher.

Acontece que, no decorrer do dia, me vi numa discussão acerca da propriedade ou não de se aplaudir o hino nacional. Gente, me desculpe, mas PRA MIM não rola. Como eu disse na ocasião, sou da época em que tínhamos aulas de OSPB e Educação Moral e Cívica. Toda quarta-feira juntava a criançada no pátio da escola, em fila, do maior para o menor (desde aquela época eu já ficava por último), um braço de distância do da frente, braços estirados, cara de respeito, ritmo quaternário: “Ouviram do Ipiranga, às margens plááááácidas…”

Assim, não consigo coadunar com essa questão dos aplausos. A argumentação que eu ouvi é que “já que o povo gosta de aplaudir, então deixa aplaudir”. De que não haveria nenhum inconveniente nisso, seria mais uma forma de se homenagear, demonstrando sua devoção.

Não sei, não sei…

EU acredito que determinadas coisas merecem RESPEITO. Questão de civilidade. É certo que estamos em tempos modernos, onde rapidamente devemos nos adaptar ou fenecemos. Mas entendo que pra determinadas coisas deve ser observada a tradição. Quer exemplo maior que a Inglaterra, potência mundial que até hoje tem um povo devoto à realeza? Ou então o Japão, berço de tradições milenares – milenares MESMO – onde contam-se os anos a partir da ascensão do último imperador, existe todo um cerimonial até mesmo para uma xícara de chá, uma terra em que políticos pegos em falcatruas se suicidam como forma de expiar sua vergonha?

Heh… Já pensou se isso vira moda em terra brasilis?…

Olhem, sob o risco de ser taxado de ultrapassado, deixo aqui meu voto. Sou contra. Gosto de tradições, sim. Não só com relação ao Hino Nacional Brasileiro (ainda não vi música e letra melhores em nenhum lugar do mundo), como também com relação à bandeira, às armas nacionais, etc, etc, etc. Devem ser tratados com a mesma honra e respeito com o qual tratamos as pessoas mais velhas, ou mesmo nossos pais – até hoje ainda peço “a benção” pros meus pais…

Há que se ter consciência de coletividade, de respeito, de cooperação, de união. Os símbolos da pátria estão aí para nos lembrar disso. Contudo tais ideais estão ficando ultrapassados, sendo suplantados por campanhas de marketing bem feitas. Apesar de minha opção política, jamais engoli aquele Hino Nacional remixado que rolou durante a campanha. Por mais “bonitinho” que tenha ficado, pra mim foi mais uma falta de respeito que qualquer outra coisa. Tudo bem que surtiu efeito para o que precisava, para o motivo pelo qual foi criado; porém, passado o tempo, simplesmente sumiu. Mas o verdadeiro Hino continua aí: mesmo que pulando estrofes, trocando palavras e colocando letras onde não existem, ainda assim praticamente todos os brasileiros o conhecem.

Ora, “A pátria não é de ninguém: são todos; cada qual tem no seio dela o mesmo direito à idéia, à palavra, à associação. A pátria não é um sistema, nem uma seita, nem um monopólio, nem uma forma de governo: o céu, o solo, o povo, a tradição, a consciência, o lar, o berço dos filhos e o túmulo dos antepassados, a comunhão da lei, da língua e da liberdade. Os que a servem são os que não invejam, os que não infamam, os que não conspiram, os que não sublevam, os que não desalentam, os que não emudecem, os que não se acovardam, mas resistem, mas ensinam, mas esforçam-se, mas participam, mas discutem, mas praticam, a admiração, o entusiasmo, porque todos os sentimentos grandes são benignos e residem originariamente no amor.”

Bonito, né? Rui Barbosa, gente…

Tirinha do dia:
Desventuras de Hugo...

Embromation

Reclamou, reclamou… Agora aguenta a chuva…

Realmente esse negócio de PHP é divertido… Devagar (BEEEEEM DEVAGAR) estou aprendendo a mexer com esse bichinho… Ainda que seja uma ferramenta que permita dar mais dinamismo a um site, estou gostando de trabalhar com esses códigos encalacrados em HTML, pois gosto – também – de uma parte estática, na qual eu consiga ter domínio absoluto do que aparece na tela.

A quem interessar possa: a audiência de sábado foi tranquila. De verdade. Não estou sendo irônico. Mais de duzentas pessoas e nenhum agitador! Os raríssimos problemas que surgiram acabaram sendo de ordem pessoal, cujo tempo certamente vai cuidar de cicatrizar.

Mas algumas das questões que, na ocasião, me atormentavam a alma já foram em parte resolvidas. Ainda que Nicolau Maclavellus tenha escrito sua obra máxima por volta de 1513, ela ainda continua atualíssima. E como.

Agora, com um pouco de sorte e paciência, creio que minha vida deve começar a voltar aos eixos. As maiores batalhas já foram – praticamente – resolvidas, restando apenas algumas lapidações a serem feitas em alguns trabalhos a entregar. Alguns prazos a cumprir, o que, É LÓGICO, vai ficar para o último momento do último minuto da última hora do último dia. Nada de diferente do que ocorre na vida de qualquer advogado.

E, ante a inefastável certeza de que não adianta espremer a cabeça para ver se sai algum sumo literário, considerando que a embromação definitivamente não é meu forte, posto que prefiro ao menos tentar escrever algo de útil ou no mínimo aproveitável para quem passa por aqui, despeço-me por hoje.

Aliás, isso me lembrou uma boa anedota, típica da vida política…

“- Senhor Presidente, peço a palavra.

– Tem a palavra, nobre deputado.

– Tenho dito, Senhor Presidente.

– Como? Mas Vossa Excelência não disse nada!

– Disse “tenho dito”.

– Tenho dito o quê?

– O que tinha a dizer.

– Eu sei. Mas o que é que Vossa Excelência tinha a dizer?

– O que disse. Muito obrigado.

– Mas Vossa Excelência limitou-se a pedir a palavra…

– Exatamente, pedi a palavra. E desde que Vossa Excelência ma concedeu, eu vi que nada mais havia a dizer, a não ser o óbvio, gastando inutilmente o tempo precioso desta ilustre Assembléia com uma exploração mais ou menos demagógica de todas as implicações e consequências do simples fato, em si tão significativo, de eu haver pedido a palavra – o que prova que a palavra existe, e pode ser solicitada, requisitada, exigida – uma vez que Vossa Excelência mesmo, ao permitir que eu fizesse uso dela, reconheceu implicitamente não ser a palavra um mito divino, mas um instrumento de comunicação acessível à capacidade humana. Obtendo-a, podemos usá-la ou não, falar ou silenciar, e eu da minha parte, confesso que prefiro silenciar, mesmo porque estou meio rouco e com um pouco de dor de garganta mas de qualquer forma, sei que a palavra me foi concedida, e, assim sendo, não estou condenado à nudez. O resto depende de mim, da minha loquacidade ou da minha parcimônia verbal, da minha audácia ou de minha prudência, da minha coragem ou da minha covardia. Assumo a responsabilidade dos meus atos. Dependendo de mim mesmo – e não dos outros. A palavra existe. E eu peço a Vossa Excelência que mande consignar esse auspicioso acontecimento nos anais. Ainda uma vez, Senhor Presidente, tenho dito. E mais não direi”.

Exemplo significativo de quando se pode gastar as palavras, sem dizer absolutamente nada!

Tirinha do dia:
Desventuras de Hugo...

Expectativa…

Malditos pernilongos!

Pois é. Minha boca ainda está meio seca, mas sobrevivi. Não que o dia de hoje não tenha sido produtivo, mas foi marcado pelos cataclismas habituais que ocorrem por aqui nas sextas-feiras. Acho que até já estou me acostumando com isso…

Se bem que deu PT em duas das pessoas que trabalham comigo (se não souber o que é PT, veja o post de 31/AGO) – mas jurei, sob pena de arder no mármore do inferno, que não iria citar nomes. Pra ódio mortal daqueles que têm a obrigação de chegar cedo, um deles só entra ao meio-dia. NO MÍNIMO, deve ter acordado lá pelas 11h45min. Cruel.

Muito bem, muito bem. Hoje é sexta-feira. O que, para a maioria dos mortais seria o supra-sumo da felicidade pelo advento do final de semana, para mim marca a derradeira noite de expectativa.

Afinal de contas, amanhã, às oito da noite, teremos a segunda (e – ALÁ! – última) audiência pública sobre transporte coletivo na cidade.

É… Vai ser uma LOOOOOONGA noite…

Boa sorte pra mim…

Tirinha do dia:
Desventuras de Hugo...

Chiclete no cabelo

Ai, que saudade do Inverno!

Há umas duas noites estava eu em casa transcrevendo os cento e vinte e cinco minutos e dezessete segundos gravados da audiência pública da qual participei (o mais divertido nisso é pegar os cochichos que rolam no fundo), quando me toca o celular da Dona Patroa.

Era o Paulo, nosso amigo que tem dois pimpolhos de idades compatíveis com os nossos mais velhos. A pergunta era simples: “Como eu faço pra tirar chiclete do cabelo de uma criança?”

Bem, do alto de sua sabedoria oriental, minha esposa passou os dez minutos seguintes explicando como, simplesmente com gelo, seria possível tirar o tal do chiclete. É LÓGICO que eu não pude me conter e, entre gargalhadas, dei um berro para que ele ouvisse do outro lado da linha: “É SÓ CORTAR!!!”

No dia seguinte ele nos mandou um e-mail descrevendo como foi a “operação” para tirar o dito chiclete do cabelo de seu filho de apenas três aninhos…

Paulo, me desculpe, mas sou obrigado a compartilhar seu texto, pois além de inspirado, é de um humor ímpar. Por isso transcrevo-o ipsis litteris:

Caríssimos…

( Nota: isso me lembra a abertura da homilia que o Padre Luiz – já falecido – fazia nas missas quando eu era pequeno. Sim, um dia eu também já fui à Igreja, como a maioria dos mortais… )

Agradeço a atenção dispensada e participo-lhes a minha experiência a partir dessa sabedoria popular. Depois de hj, confesso que descobri o porquê do gelo para situações como a que enfrentei:

1) depois de esfregar o gelo no cabelo daquele que foi feito à sua imagem e semelhança, este ficará molhado, o que fará com que o volume fique baixo, permitindo que vc consiga identificar mais precisamente o tufo no qual vc vai passar a tesoura;

2) vc tbm pode usar o gelo não para molhar o tufo com chiclete, mas para atirar na cabeça do “nó-ceguinho” para ele aprender a não fazer mais essa cagada, pois vc vai ter que tirar na tesoura o emaranhado que ficou;

3) ao ver a m… feita, não perca tempo nem esquente a cabeça, passe logo a tesoura naquele ninho de mafagafos que virou o cabelo daquela coisinha linda do papai e use o gelo para fazer uma caipirinha e relaxar…!

…Bem como vcs puderam ver, não funcionou comigo, mas valeu a tentativa! Para quem não sabia o que fazer, na próxima vez terei 3 opções pela frente (rsrs!!!).

Obrigado, Adauto, vc estava certo…

Tirinha do dia:
Deus!

Esoterices et caterva

Outra. Noite. QUENTE!

E já que falávamos de memória e viagem ao passado…

Existe uma série de procedimentos para relaxamento e meditação que, de quando em quando, utilizo para dormir. Com isso, com apenas três ou quatro horas de sono, consigo recuperar forças, energia e disposição para o dia seguinte. Seria algo como passar direto pra fase do sono profundo logo que se deita, “pulando” etapas e repousando de verdade.

E curiosamente – não me perguntem o porquê – lembrei-me da pessoa com a qual aprendi a primeira fase disso, o relaxamento.

Eu deveria ter uns treze anos e meu irmão mais velho, hoje respeitável engenheiro poliglota em uma multinacional de Curitiba, na época – se não me falha a memória – estava enfiado em uma comunidade alternativa no interior do Rio de Janeiro. E eis que, do nada, ele aparece com duas ripongas na casa de meus pais: uma alta e loira, fissurada por mapas astrais, e outra, adepta da meditação transcedental, mais baixinha e gordinha, de pele muito branca, profundos olhos verdes e cabelos pretos e curtos. E é tudo que me lembro dela – juro, Mi… AI!

Mas, bem no estilo da música Eduardo e Mônica, apesar da diferença de idade tivemos um pseudo-namorico, e, no curto período em que ficou em casa, ela me ensinou algumas técnicas de relaxamento que nunca mais esqueci – e que acabei combinando com outras esoterices (???) que aprendi mais tarde.

Mas por que mesmo eu estou falando sobre isso? Sei lá… devaneios, eu acho, de mais uma noite quente de inverno.

Aliás, pra não passar em branco, semana passada aprendi uma nova. E, segundo uma grande amiga, toda vez que se aprende algo novo deve-se utilizar pelo menos três vezes para nunca mais esquecer. Na quinta passada foi comemorado o aniversário de uma colega de trabalho, sendo que houve comparecimento quase total do povo. Eu, pianinho como sou, e antes que virasse abóbora (ou pasta de), puxei o carro lá pelas dez e tantas, deixando a balbúrdia etílica que se fez presente. Muita gente foi pra lá visando partir pro crime (e sei de alguns que realmente partiram), mas como já deixei essa praia há muito, o único lugar para o qual eu parti foi pra casa.

No dia seguinte… Bem, encontrei com a Fernanda, uma amiga que participou do massacre, e perguntei como foi o restante da noite. E ela: “IIIHHHH, cara. Cê nem imagina. Deu PT na Jose e no Ed. PERDA TOTAL. Até agora não chegaram.”

“Perda Total”. Achei ótima essa. Traduz bem o estrago que deve ter sido…

Aliás, a Fernanda é nossa artista de plantão. Ao saber do carinhoso apelido pelo qual tratamos nosso chefe – “Senhor Incrível” – ela providenciou a “arte” aí de baixo. Como, mesmo após ter pregado essa figura no lado de dentro da porta do chefe eu ainda continuo empregado, creio que ele se divertiu…

Sr. Incrível

Tirinha do dia:
Deus!