Promessas

“A humanidade está perdendo seus maiores gênios… Aristóteles faleceu, Newton bateu as botas, Einstein morreu, e eu não tô passando muito bem…”

Não posso dizer que esse negócio de “repouso absoluto” não tenha lá suas vantagens… Estou conseguindo colocar em dia minha leitura de uns dois anos pra cá…

Pra quem ainda não sabe, estou em casa, de molho, devido a um pequeno acidente com o carro da Dona Patroa (será que ela mandou cortar os freios?). Maiores detalhes nas anotações (ilustradas) do dia 21 passado. Já voltei a digitar com as duas mãos – desde que não seja por muito tempo – mas o mouse continua na canhota. A perna esquerda sempre pra cima. Já estou me sentindo meio morcego: mais um pouco e ainda vou acabar passando num banco de sangue pra fazer um lanchinho. Das lesões, a última novidade é que estou com o “dariz guebrado”. Levou UMA SEMANA pra eu descobrir, ou melhor, ter certeza, e agora é só tomar cuidado com meu narizinho.

Ou seja, nada de beijos de língua cinematográficos e avassaladores. Quando muito, um selinho assim de ladinho…

Agradeço sinceramente a todos os que entraram em contato em função do acidente. Se sentir querido faz um beeeeeeem danado pro ego… Por e-mail, telefone, etc, pude sentir o carinho de meus amigos. Seria deselegante de minha parte citar nomes aqui, mas em especial agradeço àqueles que vieram pessoalmente – em detrimento de todas as dificuldades – sentaram do lado de minha cama e trocaram dois dedos de prosa. Não, não, pera lá, não estou cobrando ninguém, só agradecendo, gente. Sem neuras!

De resto, continuo aguardando minha alta definitiva (de casa). Sair de férias é uma coisa, ficar sem trabalho – ainda que por apenas um tempo – é outra completamente diferente. Pelo menos consegui um tempinho pra fazer algumas “cópias pra avaliação perpétua” de algumas coisinhas por aqui. Dá pra acreditar que meu irmão comprou as três primeiras temporadas completas de Jornada nas Estrelas? “Star Trek – The Original Series” é TUUUUDO de bom para este trekker de carteirinha que vos escreve. Como ele volta pra terrinha dele (Paraná) ainda este ano, não tenho muito tempo pra desfrutar desse empréstimo – mas vou me organizando. Junto com isso também temos a terceira temporada de Smallville, o que muito me agrada…

Das promessas de ano novo que fiz nesse mesmo período, ano passado (duas apenas – uma aqui e outra aqui), percebo que não cumpri nenhuma… Então faço uma nova, para 2006, que também servirá para muitos de meus amigos: “Não fazer promessas que não se pretende cumprir”.

Acho que é o suficiente.

A todos um Feliz Ano Novo e, como já disse recentemente a muitos de meus amigos, que 2006 seja ainda melhor que 2005, mas não tão bom quanto 2007…

Um grande abraço a todos!

Tirinha do dia:
Desventuras de Hugo...

O acidente

Convalescência: lição de paciência!

Em primeiro lugar, faço questão de dizer: é DESUMANO usar o mouse com a mão esquerda! Deus! Não tenho coordenação motora suficiente para tanto! É muita informação para minhas parcas capacidades cerebrais masculinas!

E ainda: digitar com uma só mão dá nó na cabeça. Principalmente na hora dos Ctrl’s, Tab’s e Alt’s da vida. Não. Calma. Eu ainda tenho minha outra mão. Bem, quase.

Juntamente com minha perna esquerda que está enfaixada e esticada (ô, posição ridícula na frente do computador), meu punho direito também está avariado. Resultado de uma bobagenzinha de nada. Coisinha à toa. Só deu PERDA TOTAL no carro…

Não vou me alongar nos comentários, até porque, em tese, estou de repouso absoluto. Foram necessários dois dias para que eu pudesse chegar próximo do computador. Basta informar que eu perdi a direção do carro próximo do Parque da Cidade, em São José dos Campos, e peguei uma árvore na contra-mão. Segundo o Paulo, um legítimo atentado contra a Natureza…

Apesar do estrago, fora a auto-lesão no condutor que vos fala, graças a Deus ninguém se feriu. E olha, tenho que dar a mão à palmatória: esse negócio de cinto de segurança funciona mesmo! Só esquecem de mencionar a dor…

Dêem uma olhada abaixo no que restou após o último galope do Corsa.

Uma geral...

O lado da batida.

Olha o ESTADO da roda...

E as lasquinhas da árvore?

E eu tava lá dentro?

Tirinha do dia:
Desventuras de Hugo...

LCD – dicas

Capital: bom pra se visitar – mas eu não moraria lá!

“Sonho de consumo” é uma coisa engraçada… De quando em quando eu tenho esses rompantes, um objeto de desejo específico. Foi assim com a minha câmera digital, por exemplo. Namorei, namorei, namorei, estudei, me aprofundei, esperei melhorar a tecnologia, baixar o preço, conseguir um bom parcelamento – e pronto! Cá estou eu feliz com minha maquininha.

Também foi o mesmo com o DVD. Num primeiro momento, por mais que a Dona Patroa não acredite, resolvi comprar um Playstation para os filhotes, aproveitando que daria para assistir os DVDs nele próprio. Mas, com o tempo, algumas limitações foram ficando evidentes, e já que caiu BEM o preço dos eletro-eletrônicos, acabei comprando um “toca-tudo” que resolveu todos os problemas que antes eu não tinha…

Com computadores já estou vacinado. Já fui um viciado em upgrade. Mal acabava de configurar o bichinho e lá estava eu paquerando aquela nova tecnologia que havia acabado de sair. Chegou um momento em que jurei pra mim mesmo que selaria a carcaça do meu gabinete com solda acetileno. Só pra não cair em tentação. Mas essa fase já passou.

Quase.

O que venho cobiçando nos últimos tempos é um monitor LCD (Liquid Crystal Display – Monitor de Cristal Líquido). Daqueles do tipo usado nos notebooks. Estou na fase de estudos, bem como esperando o preço cair mais um pouco, mas vejam só os detalhes interessantes para a escolha de um trem desses.

Pra começo de conversa faz bem pra vista. Em última análise um monitor convencional, do tipo CTR (em inglês não me lembro, mas a tradução é “Tubo de Raios Catódicos”), nada mais é que uma lâmpada. Grande, colorida, versátil, mas ainda assim uma lâmpada. Já experimentou ficar o dia inteiro olhando para uma lâmpada? Pois é. Num monitor LCD não existe esse problema, pois a construção da imagem se dá de forma diferenciada.

Existem pelo menos 4 características básicas a serem avaliadas na escolha de um monitor LCD:

1. Tempo de resposta. É medido em milissegundos. É o tempo que um pixel leva para ir do branco ao preto, o que serve para medir o desempenho de reprodução (construção) de imagens. Quanto menor o tempo, melhor o desempenho. Basta lembrar daquelas câmeras digitais em que você muda de posição e a imagem fica meio borrada, antes de estabilizar. São câmeras que possuem um tempo de resposta maior que o desejável. O atual estado da tecnologia oferece um mercado de monitores com tempo de resposta que varia de 8 a 12 milissegundos. Essa característica é importante, principalmente, para reprodução de filmes e jogos.

2. Ângulo de visão. Refere-se ao posicionamento frente ao monitor que permitirá a visualização da imagem. Existem determinados equipamentos que, quando você olha para o monitor meio de lado, a imagem simplesmente desaparece. Para um bom ângulo de visão deve ser considerado que, quanto mais se aproximar de 180°, menos restrições haverá para a visualização.

3. Conexão digital. A conexão digital (DVI) põe fim aos “ruídos” nas imagens, eis que não está sujeita à interferência de fontes de energia externas. Já viu alguém usando um daqueles celulares com rádio (Nextel) perto de um monitor tradicional? Impede, ainda, tons de cor que sobrepõe às imagens. Porém ainda existem monitores com conexão analógica (VGA) e digital no mesmo modelo. Preferíveis, segundo entendo, para que haja possibilidade de ligação do mesmo monitor em máquinas diferentes.

4. Chip de tratamento de imagem. É um sistema interno que ajusta características como brilho e contraste automaticamente, sem necessidade de intevenção do usuário. Particularmente, eu preferiria um modelo que possuísse as duas alternativas: o chip e o ajuste externo.

Por fim, em termos de energia, o monitor LCD traz uma excelente vantagem para o bolso, pois gasta apenas um terço do que gastaria um monitor tradicional, possuindo uma imagem estável, que cansa menos aos olhos e não emite radiação.

Ah! Detalhe importante: no mínimo de dezessete polegadas!

Só falta cair o preço…

Tirinha do dia:
Desventuras de Hugo...

Habeas Pinho

Torcicolo!

Nestes últimos dias por mais de uma vez estive tentado a sentar frente ao computador e colocar em palavras os devaneios de minh’alma. Mas não o fiz. E, sinceramente, perdi aquele momento de inspiração. Eu pretendia falar sobre muitas coisas, desde a riqueza e maravilha do mero SILÊNCIO em um ambiente (certo, Paulo?), passando pelo último filme de Harry Potter (muito bom, como sempre), mais alguns detalhes das obras de marcenaria que me custaram um ombro são (ainda tá doendo), e, talvez, concluindo com a demagógica visita de representante do Tribunal de Justiça para inauguração das novas Varas de Família de São José dos Campos (que sequer estão em condições de atender ao público).

Mas ainda voltarei a falar com detalhes desses assuntos.

Para não passar em branco, eis uma mensagem que recebi na forma de arquivo de powerpoint, enviada por Eloy Franco, com um soberbo fundo musical de Dilermano Reis (Abismo de Rosas):

Em 1955 em Campina Grande, na Paraíba, um grupo de boêmios fazia serenata numa madrugada do mês de junho, quando chegou a polícia e apreendeu o violão.

Decepcionado, o grupo recorreu aos serviços do advogado Ronaldo Cunha Lima, então recentemente saído da Faculdade e que também apreciava uma boa seresta. Ele peticionou em Juízo, para que fosse liberado o violão.

Aquele pedido ficou conhecido como “Habeas Pinho” e enfeita as paredes de escritórios de muitos advogados e bares de praias no Nordeste.

Mais tarde, Ronaldo Cunha Lima foi eleito Deputado Estadual, Prefeito de Campina Grande, Senador da República, Governador do Estado e Deputado Federal.

Eis a famosa petição:

HABEAS PINHO

Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito da 2ª Vara desta Comarca:

O instrumento do crime que se arrola
Neste processo de contravenção
Não é faca, revólver nem pistola.
É simplesmente, doutor, um violão.

Um violão, doutor, que na verdade
Não matou nem feriu um cidadão.
Feriu, sim, a sensibilidade
De quem o ouviu vibrar na solidão.

O violão é sempre uma ternura,
Instrumento de amor e de saudade.
Ao crime ele nunca se mistura.
Inexiste entre eles afinidade.

O violão é próprio dos cantores,
Dos menestréis de alma enternecida
Que cantam as mágoas e que povoam a vida
Sufocando suas próprias dores.

O violão é música e é canção,
É sentimento de vida e alegria,
É pureza e néctar que extasia,
É adorno espiritual do coração.

Seu viver, como o nosso, é transitório,
Porém seu destino se perpetua.
Ele nasceu para cantar na rua
E não para ser arquivo de Cartório.

Mande soltá-lo pelo Amor da noite
Que se sente vazia em suas horas,
Para que volte a sentir o terno açoite
De suas cordas leves e sonoras.

Libere o violão, Dr. Juiz,
Em nome da Justiça e do Direito.
É crime, porventura, o infeliz,
cantar as mágoas que lhe enchem o peito?

Será crime, e afinal, será pecado,
Será delito de tão vis horrores,
perambular na rua um desgraçado
derramando na rua as suas dôres?

É o apelo que aqui lhe dirigimos,
Na certeza do seu acolhimento.
Juntando esta petição aos autos nós pedimos
e pedimos também DEFERIMENTO.

Ronaldo Cunha Lima, advogado.

O juiz Arthur Moura sem perder o ponto deu a sentença no mesmo tom:

Para que eu não carregue
Muito remorso no coração,
Determino que seja entregue,
Ao seu dono, o malfadado violão!

Tirinha do dia:
Desventuras de Hugo...

Contribuinte

Dinheiro, definitivamente, é o mal do mundo.

Essa eu li numa antiga revista, enquanto aguardava uma audiência – aliá, alguém já reparou que o Fórum Trabalhista está pegando a síndrome de revista velha de consultório médico? É de autoria do Millôr:

“Contribuinte, eu? Vaca dá leite? Tiram dela!”

Tirinha do dia:
Desventuras de Hugo...

Entendendo a ressaca

“Jingle Bells, Jingle Bells…”

Vamos a alguns importantes esclarecimentos de ordem puramente técnica, que recebi outro dia por e-mail:

ENTENDENDO A RESSACA – SEJA UM BEBUM BEM INFORMADO

1. O que acontece com o corpo?

Conhece a história do “bateu, levou”? Ressaca é isso. Uma resposta do organismo a uma agressão que sofreu. Funciona assim: o corpo gasta glicose para metabolizar o álcool. Glicose é açúcar, açúcar é energia. Resultado: a gente fica fraco e sonolento. O excesso de álcool também inflama o aparelho digestivo, faz a cabeça doer, provoca náuseas, vômitos e aumenta a sensibilidade à luz. Enfim, ressaca só não dá pereba.

2. Por que a dor de cabeça é insuportável?

O álcool desidrata o corpo, do dedão do pé ao cérebro. Da seguinte maneira: o etanol inibe a produção do hormônio antidiurético, e a gente faz muito mais xixi. Engoliu cuspe, pronto: é hora de ir ao banheiro. Portanto, a cabeça dói porque os neurônios sentem sede, literalmente.

3. Isso mata ou só é chato pra burro?

A menos que você queira se jogar do 76º andar, ressaca não mata. Todos os sintomas desaparecem em 24 horas. Mas alto lá: se você ficar de ressaca todo dia, também pode acabar com gastrite, pancreatite, cirrose … Aí, sim, não vai durar muito…

4. Por que a ressaca só aparece no dia seguinte?

Porque é durante o sono que o corpo do bebum trabalha para absorver todo aquele álcool que ele botou para dentro. De manhã, com o serviço feito, é hora de disparar os sintomas desagradáveis.

5. Qual a diferença entre ressaca e coma alcoólico?

A quantidade de etanol que o camarada bebeu. Até determinado ponto, ele vai sentir dor de cabeça, vomitar, se arrepender e depois fica tudo bem. Além desse ponto, a taxa de açúcar no sangue cai drasticamente; o coração pode parar de bater devido à inibição que o álcool produz nos centros nervosos do cérebro responsáveis pelos batimentos; o camarada perde a consciência. Resumindo: é encrenca da grossa.

ANTES DA FARRA – A PREPARAÇÃO

6. Beber de barriga vazia é pior?

Muito pior. Ter comida na pança significa que o etanol não estará sozinho na corrida da digestão. O organismo vai dividir as energias entre as duas tarefas, e isso tornará mais lenta a entrada do álcool na corrente sanguínea.

7. Mas comer o quê? Chuchu, rabada, macarrão?

De preferência, alimentos ricos em sal e gordura. Castanha, amendoim, queijo e, para extrapolar, salaminho. O sal e a gordura estimulam a secreção de substâncias estomacais que protegem o estômago do álcool.

8. Tomar uma colher de azeite antes de enfiar o pé na jaca, ajuda?

Azeite também é gordura, portanto ajuda. Então pegue a sua colher de azeite, despeje-a num prato, adicione sal e mergulhe pedaços de pão na mistura. Isso mesmo, igualzinho ao que você faz com o couvert do restaurante.

9. A propaganda diz para tomar um Engov antes e outro depois. Não pode ser dois depois?

Até pode. Um ou dois antes é que não adianta nada. Ainda não inventaram remédio que previne contra a ressaca. Tudo o que existe apenas dribla os sintomas. O Engov tem hidróxido de alumínio, que alivia os males digestivos; tem AAS, que é um analgésico; e tem cafeína, que contrai os vasos sanguíneos dilatados pelo álcool e, assim, diminui o mal-estar.

10. Me disseram que a ressaca de vinho é a pior de todas. Confere?

Não. As bebidas com teor alcoólico mais alto – destilados (uísque, vodca, pinga) – é que provocam maior estrago. Elas são absorvidas mais rapidamente pelo corpo. Por dedução lógica, os fermentados (vinho, cerveja) fazem menos mal, certo? Cuidado: tudo gira em torno da quantidade.

DURANTE O PORRE – CONTROLANDO OS RISCOS

11. Então, o que eu faço para acordar legal amanhã?

O truque é simples e eficiente: intercale um copo d’água entre dois de birita. A água é o verdadeiro santo remédio anti-ressaca. Ela reidrata, dilui o álcool e facilita o trabalho dos rins e do fígado. Sem dizer que também empanturra. Numa pança cheia d’água cabe menos pinga. Trocar a água por suco ou refrigerante também pode. Essas bebidas são ricas em carboidratos, que viram energia e ajudam a metabolizar o álcool.

12. O camarada que fuma enquanto enche o caneco vai ter uma ressaca mais branda?

Pelo contrário, álcool e fumo formam uma dobradinha mais perigosa do que Caniggia e Maradona na Copa de 90. Quanto mais nicotina, menos oxigênio no sangue e mais rápido se dá o processo de intoxicação.

O DIA SEGUINTE – PLANOS DE CONTIGÊNCIA

13. Danou-se. Acordei de ressaca. Por que o gosto de corrimão de escada na boca?

Por causa da desidratação. A boca fica seca e o paladar capta o sabor ácido das substâncias que o estômago despeja para processar o álcool.

14. O que é melhor comer nessa hora?

Alimentos de fácil digestão para não estressar ainda mais o organismo, já detonado pelo esforço de processar o álcool. Os campeões: frutas, para reidratar e repor as vitaminas, e pão, batata e massas, para obter glicose rapidamente e fornecer energia ao corpo.

15. Correr para a academia e malhar feito um louco ajuda?

Falou, Superman… O pobre-diabo do manguaceiro não tem forças nem para ir ao banheiro, quem dera para correr na esteira. E, para fazer exercício, o corpo precisa de glicose – a mesma que está sendo usada na recuperação pós-pé na jaca. Vai querer dividir?

16. Já sei, vou continuar bebendo…

Esse é o truque do alcoólatra. Ele “rebate” a ressaca com outro porre. Funcionar, funciona, porque se cu de bêbado não tem dono, até parece que ele vai perceber que está de ressaca. Se essa é a sua saída, procure os Alcoólicos Anônimos.

17. O que eu faço pro meu quarto parar de rodar?

Repouso. Mantenha a luz apagada, cortinas fechadas e fique deitado. A ressaca aumenta a sensibilidade à luz. Aproveite o momento introspectivo para fazer a mais clássica das promessas: “Nunca mais vou botar uma gota de álcool na boca”. Ressaca que se preze sempre tem que terminar com uma baboseira dessas…

Tirinha do dia:
Desventuras de Hugo...