
( Publicado originalmente no blog etílico Copoanheiros… )
Adauto de Andrade



( Publicado originalmente no blog etílico Copoanheiros… )
Bicarato
Êh, vida dura… Um boteco por dia. Chato isso, viu? Tenho até pena do cara: 365 dias, 365 botecos.

( Publicado originalmente no blog etílico Copoanheiros… )
Adauto de Andrade
Li um artigo de uma conceituada revista que dizia:
“O caminho para encontrar a paz interior é terminar todas as coisas que você começou.”
Refleti bem e…
Então, neste último sábado, olhei ao meu redor para ver todas as coisas que eu tinha começado e não havia acabado.
Em seguida, eu terminei… com duas caixas de Skol, o final de uma garrafa de Black Label, o resto de uma Jose Cuervo e uma garrafa aberta de Smirnoff, e uns ¾ de um garrafão de 5 litros de uma cachacinha da hora.
Você não tem idéia de como eu fiquei em paz… até flutuava…

( Publicado originalmente no blog etílico Copoanheiros… )
Bicarato
Lá pelos idos de 2005, o copoanheiro Duende me mandou essa [devidamente registrada aqui]. Ainda estamos tentando descobrir onde fica — se alguém souber, favor deixar um bilhete aí no balcão.

( Publicado originalmente no blog etílico Copoanheiros… )
Adauto de Andrade
Transcrevo a “receita” diretamente da fonte: lá do Deitando o gato na grelha…
Existem dez milhões de receitas de caipirinha, todas elas envolvendo limão, açúcar, gelo e cana. Mas sempre se inventa uma boiolage pra se poder dizer: “A minha caipirinha é a mais foda do mundo”. E sempre é, porque a caipirinha é um goró muito bom e fica boa de qualquer jeito. Vou, portanto, lhes contar como faço a minha própria dose de alegria.
Pra um copo razoável, daquele que cabe uma lata de cerveja inteira, use um limão e meio. Pense que o fato de deixar meio limão inutilizado servirá como estímulo para que prepare outra caipirinha posteriormente. Vai por mim.
Corte o limão na metade. Sem descascar nem nada. No máximo, lave o limão. Mas só quando houver alguma mulher por perto, elas detestam quando a gente não lava os vegetais. Ok, corte cada metade do limão novamente na metade. Pensando comigo, você tem 4 pedaços de limão. Bacana, não perca a concentração, corte cada pedaço na metade. Juntando com a outra metade de limão, você deve ter 12 pedacinhos de limão no seu copo. Foda-se a matemática, vai cortando e mete tudo no copo, porque essa batida é feita pra ajudar a gente a PERDER as contas.
Sugiro que não descasque o limão, por dois motivos: o primeiro, é a considerável economia de tempo e recursos que seriam dispensados descascando. E o outro, o mais legal: Pegue um pedaço de casca de limão, e esprema, como se fosse uma espinha. CUIDADO COM O OLHO. Caso contrário, não poderá mais ler este blog, nem ler mais nada. E eu perderei um leitor, coisa que muito me dói na alma e no coração. Bom, espremendo a casca, você notará que ela espirra um líquido, muito cheiroso e meio amargo. É ele que faz uma caipirinha batuta.
O segundo passo é jogar açúcar. Ponha açúcar de monte. Muito, até cobrir todo o limão. Vai por mim, não fica doce demais por conta do suquinho amargo da casca.
Antes de encher de cachaça, pegue o socador e amasse. Faça uma maçaroca daquilo lá. O atrito do açúcar com a casca do limão faz o mesmo efeito que a sua espremida. Com a diferença que o suco amargo e cheiroso se mistura com o caldo do limão e com o açúcar (pelo teclado brasileiro, dá um puta trabalho escrever açúcar, já percebeu? Tou quase escrevendo assucar).
Tá bem amassado, a parada toda virou um caldo? Então encha de cachaça. Ou vodka, embora eu prefira a caipirinha de pinga. Sem a viadage de tirar os pedaços de limão de dentro do copo. Deixa todo mundo lá. A vantagem é que você pode ir completando só com pinga e misturando depois. Pensa pelo lado prático, companheiro.
Agora mexe bem, muito bem. Sem aquela frescurada de meter um copo em cima do outro e bla bla bla. Isso é coisa de barman, e a gente aqui faz goró, e não drinkezinho. Mete uma colher lá dentro, mexe, dá uma lambida na colher e manda pra pia (a colher, não a caipirinha). Lambeu, tá gostoso?
Só jogar ali umas pedras de gelo e correr pro abraço.
PS: De novo, este post não tem fotos porque a minha prima não devolveu a minha máquina. Vanessa, terceira semana e nada???![]()

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Adauto de Andrade
( Publicado no Legal em 28/03/2008 )
E aumentando a variedade dos tipos de tabuleiros e peças que podem deixar jogos de xadrez ainda mais interessantes, como eu já havia mostrado antes, segue agora o “xadrez etílico”. Não é necessariamente original, pois lembro-me bem de ter visto um tabuleiro bem similar – mas, no caso, de damas – num dos episódios de M.A.S.H. – A sátira da guerra (não, não sou velho, sou “clássico”).


( Publicado originalmente no blog etílico Copoanheiros… )
Bicarato
Cachaça News:
Você tem vontade de apreciar uma cerveja como se estivesse bebendo pinga? Com 41% de graduação alcóolica, percentual semelhante ao de destilados como vodcas e cachaças, a cervejaria escocesa BrewDog lançou a cerveja com o mais elevado teor de álcool do mundo.
A nova bebida fermentada é 1% mais forte que a cerveja alemã Schorschbock. Por isso, só poderia ser batizada com o nome Sink the Bismarck (Afunde o Bismarck, em tradução livre), em alusão a um imponente navio alemão da 2ª Guerra Mundial.
Mais hic-hic aqui
Segunda dose: 40 euros a ampola? 😛