Sucker Punch

Sucker Punch – Um Mundo Surreal…

Surreal mesmo!

Fazia muito tempo que eu não assistia um filme assim. Em termos de animação me fez lembrar de fimes antigos, tais como Submarino Amarelo e outro, bem mais recente (ali da década de oitenta), American Pop. Ambos musicais. Talvez por isso que, ao final do filme, saí com a impressão de ter assistido um longo videoclipe…

Ei, não é que o filme não seja bom! É… Digamos… Diferente. A trama é bem básica. Babydoll (Emily Browning – essa aí do cartaz, com jeitinho de ter escapado de um hentai), é uma garota que foi parar em um hospício e sua mente cria um mundo fantasioso onde tem que escapar de alguém que quer violentá-la. Para isso, cria um mundo fantasioso (dentro desse mundo fantasioso) onde tem que encontrar cinco objetos que lhe garantirão a liberdade.

Meio confuso, bem a La Tarantino, mas na realidade de Zack Snyder, que também foi diretor de Watchmen e de 300 – o que explica um pouco o ótimo visual de quadrinhos do filme…

Mas, além do visual, outro ponto que me prendeu foram as músicas!

Gostei delas!

Em especial a que abre o filme, uma versão neo-remixada (não acredito que escrevi isso!) de Sweet Dreams, uma saudosa banda (também não acredito que escrevi isso!!!) também lá da década de oitenta, Eurythmics.

Enfim, play no play e ouçam a música original!

Gato que late

Pata de Elefante é o inusitado nome de uma inusitada banda que toca somente instrumental. E quando falo instrumental não pensem que estou falando de música clássica ou coisa do gênero. Eles têm um som bem variado e no ponto certo para agradar (quase) todos os gostos. Particularmente me lembra um pouco (bem pouco) o trabalho da Rádio Galena – mas com um estilo diferente.

E, mais particularmente ainda, uma das músicas que mais gostei foi a Gato que late – entenda-se lá o porquê de ser esse o nome dessa música. Aliás entenda-se lá também o nome da própria banda!

Enfim, basta clicar no play aí embaixo e curtir um pouquinho de Pata de Elefante!

Maria Fumaça

  (Trenzinho!!!)

E, talvez porque estávamos contando estórias lá do Sul do país, hoje acordei com essa música na cabeça. Maria Fumaça. Kleiton e Kledir. Sempre gostei do jeito que esse causo bem humorado vai sendo contado e, aos poucos, acelerando – exatamente no ritmo de uma locomotiva…

Basta dar um clique no Play aí embaixo e conferir se realmente não é assim! 😀

Ruas de Espanha

 (Como é que dá pra fazer tudo isso apenas com seis cordinhas?)

Dos diversos discos de meu pai, ele tinha um velho LP que eu adorava ouvir: Abismo de Rosas. Foi gravado lá pelos fins da década de cinquenta – já no início da de sessenta – e apenas o violão é a base de todas suas músicas. Dilermando Reis foi quem as gravou e de todas a minha preferida, sem dúvidas, é Ruas de Espanha.

Deleitem-se!