Niemeyer e o Banhado

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Foi quando acabou a fase dos prefeitos nomeados em São José e o primeiro eleito foi Joaquim Bevilacqua. Havia várias correntes na cidade que tentavam responder a pergunta: o que fazer com o Banhado?

Alguns achavam que deveria ser construído um parque aquático, outros uma Disneylândia. A favela se expandia, embora ali não fosse local para habitação, devido ao solo turfoso.

Chamaram, então, Oscar Niemeyer e sua equipe. Ao chegar, o arquiteto ficou por muitos minutos olhando a paisagem. Depois, atravessou a rua e juntou-se ao grupo. Então o prefeito perguntou: “Que devemos fazer com o Banhado?”

A resposta foi simples e objetiva: “A natureza demorou milhares de anos para fazer esta magnífica paisagem. Como e porque destruí-la?”. O grande mestre da arquietetura reconheceu que nem ele era capaz de ofuscar essa obra divina.

Ciro Bondesan dos Santos

Papa-anjo

Segundo o Dicionário Informal, seria a “pessoa que gosta de ficar ou namorar parceiros mais novos”

Então.

Dona Patroa e filhotes, supermercado, carrinhos de compra, muvuca, acaba por encontrar uma amiga. E eu ausente. Papo vai, papo vem, proseiam daqui, assuntam dali, quando, do nada, a “amiga” solta essa:

– Mas esse não é o primeiro casamento dele, é?

– Não, não é. Eu sou a segunda esposa. Mas como você sabe?

– Ah, logo percebi. Mas isso é normal, sabe? É que dá pra notar pela diferença de idade entre vocês…

(Pausa dramática para claquete de risos.)

Conforme fidedignas informações da Dona Patroa ela preferiu não desconcordar da amiga. E olha que ela (a Dona Patroa) é um ano mais velha que eu!

Duas inafastáveis conclusões:

1. Tá na hora de tirar a barba (branquíssima).

2. Sósifôdo…

🙁