Imaginem!
E todos aqui preocupados, pensando em campanhas educacionais, adoção de atitudes pela população, vagas em hospitais, despoluição, conscientização…
Tudo bobagem!
A solução estava aí o tempo todo…

Boa dica vinda do Pedro Doria: está de volta Sérgio Rodrigues.
Como?
Quem é esse tal de “Sérgio Rodrigues”?
Tudo bem. Eu também não sabia. Sérgio Ferreira Rodrigues Pereira, jornalista e escritor, autor dos livros O homem que matou o escritor (Objetiva, 2000), What língua is esta? (Ediouro, 2005) e As sementes de Flowerville (Objetiva, 2006). Começou no Rio de Janeiro como repórter da Folha, em 1984, daí em diante atuou nos mais diversos canais de comunicação, já tendo sido correspondente em Londres, repórter especial, subeditor, editor, chefe de redação na TV, editor executivo, etc. Isso tudo era só pra situar, mas os detalhes podem ser lidos nesta entrevista.
Pude perceber que sua postura é a de quem incentiva a todos (principalmente os blogueiros) a serem grandes leitores – até porque grandes escritores não se criam do dia para a noite, através da mera autopublicação e do aprendizado on-line da língua portuguesa.
Autor da interessante frase de que a Internet “ao seu modo caótico, ela está revigorando a palavra escrita em nossa cultura de uma forma que há pouco tempo seria impensável”, Sérgio Rodrigues está de volta com seu blog sobre literatura contemporânea: o Todoprosa.
Sua recomendação para quem quiser insistir em ser candidato a escritor?
“Ler muito, ler tudo, é o primeiro e mais óbvio dos mandamentos. Escrever, escrever e reescrever, o segundo.”
Já faz um bom tempinho que não conto nenhum causo do Dr. Alegado, o adEvogado, por aqui…
É preciso ressaltar que Alegado, ainda que detentor do maior pára-raios de confusão que já existiu sobre a sombra de um ser humano, é dono de um senso de humor tão ácido quanto valente (além de inoportuno). Adora tanto fazer gozações quanto pregar peças em quem quer que seja.
De certa feita o Dr. Alegado chegou numa sala de audiência onde estava uma escrevente de sala nova. Ela ainda não conhecia o juiz. Aproveitando a situação, o danado sentou-se de frente para ela, puxou um processo crime e lhe disse:
– Vamos lá! Vou lhe ditar uma sentença.
E a menina, toda solícita, empertigada começou a digitar a malfadada sentença, sendo que Alegado foi enveredando pelas teses mais absurdas e estapafúrdias jamais sequer cogitadas no mundo jurídico. Estava já ao final da sentença, quando chega o verdadeiro juiz, se posta entre ambos e fita bem a fundo os olhos de Alegado.
Um raio gelado que lhe percorreu toda a espinha, do alto da nuca até… bem, deixa pra lá. Acontece que Alegado deu uma travada nessa hora.
Mas – para sua rara sorte – o juiz resolveu entrar no jogo. Puxou uma cadeira e, com um mal disfarçado sorriso no canto da boca, disse-lhe:
– Vamos lá, excelência. Não se incomode com minha presença. Pode acabar sua sentença.
Alegado não perdeu o ritmo nem a compostura. Olhou para a escrevente e continuou sua série de disparates, concluindo:
– …e assim, ante as provas constantes dos autos, condeno o réu ao ENFORCAMENTO em praça pública, a ser realizado ao meio-dia do dia tal, na presença de testemunhas e autoridades de direito, nos termos da Lei. Publique-se, registre-se, intime-se.
Os olhos da escrevente já estavam DESTE TAMANHO, mas, apesar de sua incredulidade, não perdeu uma vírgula sequer da sentença. Nisso, o juiz falou:
– Mas o doutor não acha que está carregando muito na sentença, não?
Ao que ele se voltou para o juiz, sorrindo, mas (abusado) com o dedo em riste:
– Ah não, não, não. Ele merece… Aliás, se o doutor não estiver contente, então que apele!
* Existem diversas histórias que permeiam os corredores dos fóruns da vida, que já aconteceram comigo, com você e com todo mundo, mas que seriam impublicáveis se conhecida a autoria. Pensando nisso criei o “Dr. Alegado” – um personagem que possibilita compartilhar tais histórias – todas verídicas!
Alguém já tossiu tanto, mas tanto, mas tanto, mas tanto mesmo que tenha conseguido inclusive tirar a coluna do lugar?
Pois bem, eu consegui essa façanha.
Agora, além de tossir cada vez que falo ou que respiro mais fundo, de quebra mal consigo me manter em pé por causa de minha boa e velha escoliose em “s”.
Talvez a única coisa “boa” de tudo isso é que já estou ficando com o abdômen definido de tanto que faço força para tossir…

( Não, não sou eu. Mas se continuar tossindo assim… )
Parece que sim. A história inteira está lá no Sérgio Amadeu, mas resumidamente trata-se de um projeto de código e hardware abertos focado para um pequeno consumo de energia e baixo custo e voltado para comunidades inferiores a mil pessoas em regiões distantes. Seu maior mérito é não precisar de grande infra-estrutura, permitindo seu uso em atividades sociais e culturais, como festivais e eventos de massa. Nas palavras do autor: “Como se trata de um projeto open source, o Bricophone pretende ser construído pelos usuários ou por artesões digitais“.
Bonito esse negócio de “artesão digital”.
Dá o que pensar…
Querem saber como um cara que acorda de mau humor no dia de seu próprio aniversário faz para “sarar”?
Basta arrastar o resmungão até um bom restaurante no alto da serra, servir-lhe uma boa (e MUITO calórica) comida da roça, dar-lhe uma cachacinha da boa (daquelas bem amarelinhas) e finalizar com um bom copo de cerveja.
Funciona que é uma beleza!
O crédito, é lógico, vai todo para a Dona Patroa e seus coadjuvantes – vulgos meus filhotes.
Valeu patota!
😀
