Nasce gente.
Morre gente.
A gente fica feliz.
A gente fica triste.
O difícil é conciliar tudo isso.
Nasce gente.
Morre gente.
A gente fica feliz.
A gente fica triste.
O difícil é conciliar tudo isso.

“Já imaginou um filme que conta a evolução da música nos anos 1920 até 1980, mostrando todo o contexto social, histórico e cultural de forma real? E se você soubesse que cada frame deste filme, após filmado, foi desenhado? Contando a história de um garoto judeu sobrevivente a Primeira Guerra, Ralph Bakshi dirige esta animação de 1981, com trilha sonora de artistas como Jim Morrison, Jefferson Airplane, Jimi Hendrix, Lynyrd Skynyrd, Janis Joplin, entre outros. Sensivelmente cru, é um filme imperdível. Boa parte do filme foi produzida usando a técnica rotoscopia, mas houve a utilização de diversas técnicas como aquarela, computação gráfica e cenas live-action.”
American Pop. Esse filme foi lançado em 1981. Devo tê-lo assistido entre 84 e 85 – quando o aluguel de fitas VHS ainda era algo raro e não sujeito a “controles autorais” rigorosos. Aliás, controle autoral nenhum! Nessa era pré-mesozóica dos vídeos no Brasil ninguém realmente se preocupava com isso, muito menos as grandes indústrias. Porém, aos poucos, o extremo controle foi se instalando e os bons vídeos rareando. Já há muitos anos eu vivo perguntado pelas locadoras se alguém teria esse filme. A maior parte sequer ouviu falar. E não poderia ser em outro lugar, senão na Internet, que eu conseguiria finalmente encontrá-lo! O mais interessante é que eu já havia até me esquecido disso, foi uma coisa totalmente casual…
Bem, enfim, encontrei-o, baixei-o e calmamente assistir-lo-ei (talvez o termo correto seja “desfrutar-lo-ei”) – com direito a muuuuitas pipocas – no próximo final de semana!
Para quem se interessar basta fuçar um pouco (mas o link geral tá aqui).
Aproveitando a deixa de alguns raríssimos momentos de ócio tive a oportunidade de dar uma passeada pelo Reino do Sonhar pelos domínios virtuais sob minha responsabilidade e ver o quão relapso eu me encontro…
Opala Adventure Projeto 676 está parado, já há quase dois meses. Bem, a grande verdade é que a reforma de meu Opala (também conhecido como A Lenda) também está parada. Pedreiro em casa, conta-corrente no negativo, falta de tempo para “brincar”, etc. Vamos ver se, dentro em breve, consigo voltar a dar um gás tanto no carro quanto no site.
Jurisprudência Legal é mais uma questão de oportunidade versus possibilidade. Atualizo quando dá – e olha que já tenho bastante coisa impressa para carregar… Trata-se de um cantinho que arranjei para deixar “lembretes para mim mesmo” sobre temas que me interessam dentro de meu trabalho e que um dia talvez eu possa vir a precisar.
Ctrl-C foi um dos meus primeiros momentos na Internet. Alguns aspectos de sua existência o antecederam, mas foram mais experiências soltas, bem como uma maneira de definir os rumos que eu futuramente tomaria no tocante à Rede. Não posso necessariamente dizer que o Legal seja alguma espécie de “evolução” dele, mas, certamente, a criação deste se deu em decorrência daquele…
O Bucéfalo também é mais uma página de lembretes de mim para mim mesmo. Sempre digo que na vida profissional de um advogado, mais do que a própria Lei, é indispensável ser conhecedor da Língua Portuguesa. Na minha concepção, uma pessoa que não saiba se expressar corretamente também não tem como argumentar de modo convincente. E como a dita Língua Portuguesa é uma mocinha matreira e manhosa, dada a pregar constantes peças na gente, resolvi deixar anotadas algumas dicas e sugestões que podem ser úteis no dia-a-dia.
Copoanheiros é uma grande brincadeira etílica que se move mais de ímpetos e sopetões que por eventual programação. É o ponto de encontro virtual onde eu e outros copoanheiros – eventuais ou não – descarregamos nossa boa e velha filosofia de botequim…
Alfa é um pequeno território que não posso realmente classificar como sendo integrante de meus domínios – trata-se de um fake lá do Alfarrábio, criado somente para quando e se o copoanheiro titular resolver aderir ao WordPress, que então já tenha uma configuração básica. Como não incomoda nem atrapalha, resolvi deixá-lo quietinho lá no cantinho dele.
Genealogia Andrade. Como se eu já não tivesse sarna o suficiente para me coçar, resolvi criar mais uma pequena nação nestas plagas virtuais. Tenho por hobbie a genealogia e pesquisa histórica. Um tanto quanto deixado de lado, mas jamais esquecido! Como volta e meia me surgem novas questões sobre velhos estudos, resolvi começar a reunir tudo num único lugar.
Tudo isso fora muito mais material – muito mais mesmo – sobre os mais diversos assuntos, que ainda necessita de alguma organização e está encerrado lá nas catacumbas de meu computador…
E então morreu Michael Jackson.
Apesar de todos os erros que ele cometeu no decorrer de sua vida – e não foram poucos – antes de mais nada ele foi uma vítima de seu próprio sucesso.
Tá, eu sei que parece um chavão. Mas é verdade.
No início dos anos 80, quando ele ainda não tinha literalmente “mudado de cor” fez um enorme sucesso nas rádios e hit parades. Os adolescentes da época – eu inclusive – se divertiram muito nas danceterias sob as batidas de suas músicas mais famosas.
Foram bons tempos dos quais tenho boas lembranças…
Que descanse em paz.
Ainda ontem conversava eu com o copoanheiro Bicarato – caboclo que, apesar de ter o diploma, é jornalista (não meramente está jornalista) – acerca da necessidade ou não de formação profissional para determinadas áreas. Na prática, com toda essa balbúrdia que estão fazendo por aí (aliás, maior sacanagem com os cozinheiros, pô!), o que parece que vai acontecer é que o próprio mercado vai destilar esse canavial de pretensos jornalistas.
O fato é que não é o diploma que faz o profissional.
Tá, eu sei que na maior parte das “profissões” (na minha, inclusive) sem o diploma não dá sequer para trabalhar. Mas o ponto é que o verdadeiro profissional está além de seus anos de faculdade. Uma boa parte do povo encontrado lá nos “templos do saber” visa simplesmente ter paciência suficiente para acabar de pagar pelo diploma para poder sair no mercado – não estão nem um pouco interessados em realmente aprender. Assim como boa parte dos professores também não estão realmente interessados em ensinar. Aliás, posso contar nos dedos de uma mão os professores que tive que efetivamente puderam (ou quiseram) ensinar de verdade, ou seja, além das questiúnculas catedráticas – mas sim partindo para o que seria a verdade lá fora…
Qual a conclusão?
Não tem.
Ou melhor, tem sim.
“Quem tem competência se estabelece” – não é o que diz o ditado?
Pois é, concordo.
Aliás, tudo isso era simplesmente para transcrever aqui (talvez um futuro lembrete para mim mesmo, caso um dia seja necessário) uma “oportunidade de trabalho” que saiu há algum tempo para um profissional de software livre lá no ABC Paulista. Achei muito bem estruturada a maneira de descrever o tipo procurado, principalmente no tocante à sua “formação”. Segue, na íntegra:
Empresa especializada em serviços baseados em softwares e soluções livres, baseada no ABC paulista, em Santo André, oferece oportunidade de trabalho para Analista de Suporte Pleno.
O candidato à vaga deve possuir o seguinte perfil :
– Autodidata. Não necessariamente é exigida formação de nível superior, mas sim que o candidato tenha experiência na resolução de problemas (troubleshooting), na implantação e administração de soluções baseadas em softwares livres e que tenha facilidade de aprendizado de novas tecnologias e tópicos avançados relacionados a tecnologias já conhecidas;
– O candidato deve ter facilidade em pesquisar e filtrar informações sobre novos problemas encontrados no dia-a-dia e, com base em suas pesquisas, desenvolver e/ou saber eleger e aplicar soluções para os problemas que lhe forem apresentados;
Adicionalmente, o candidato deve possuir os seguintes conhecimentos específicos :
– Redes de computadores e protocolos (LAN, WAN, TCP/IP, roteamento, cabeamento básico, redes wireless);
– Conhecimentos avançados em implantação e administração de sistemas operacionais GNU/Linux, especialmente nas distribuições Debian GNU/Linux e Red Hat Enterprise Linux;
– Experiência na resolução de problemas e em tópicos avançados da administração de sistemas, como desenvolvimento de scripts shell para automatização de tarefas de administração rotineiras;
– Conhecimentos avançados na compreensão, criação e administração de soluções de firewall baseadas em iptables/netfiler e em soluções de proxy baseadas no servidor proxy Squid;
– Conhecimentos avançados na compreensão, criação e administração de soluções de VPN baseadas nas soluções OpenVPN e OpenSWAN;
– Conhecimentos avançados na compreensão, criação e administração de soluções de e-mail, baseadas nos softwares Postfix, Dovecot/Courier-IMAP, amavisd-new, SpamAssassin e ClamAV;
– Bons conhecimentos na implantação e administração de servidores de arquivos Samba, incluindo integração do mesmo a serviços de diretórios LDAP;
– Bons conhecimentos em servidores DNS, DHCP, TFTP, XDMCP, servidores Web (Apache), bancos de dados (MySQL e PostgreSQL) e servidores de impressão (CUPS);
– Bons conhecimentos em soluções de virtualização baseadas na solução de virtualização Xen e em ambientes de alta disponibilidade envolvendo as ferramentas heartbeat, mon e DRBD;
Aos interessados, currículos e maiores informações podem ser conseguidas enviando mensagens para rh@…![]()
Pois é.
Hoje.
Quatro-ponto-zero…
Mas com um corpinho de três-ponto-nove! 😀

Foi um sonho até meio maluco – daqueles que misturam montes e montes de coisas e situações totalmente insólitas.
Lembro-me que estava numa oficina mecânica, onde, além de motores consertava-se também bicicletas e estofados. De lá, talvez já na sala ao lado, fui para uma reunião com o presidente da OAB local, mas tive que sair correndo para salvar de uma enchente uma das crianças gêmeas guerreiras, que tinham cavalos alados, as quais estavam tentando insistentemente me matar. Ambas resolveram deixar isso de lado depois que, após tirá-la da morte certa em uma verdadeira cachoeira com apenas uma toalha (algo bem a la Indiana Jones), dei-lhe um pouco de café quente e uma toalha, já de volta naquela oficina do começo.
Como minhas mãos e unhas estavam totalmente pretas de graxa peguei um pouco de pasta arenosa para limpá-las e foi quando chegou O Feio um de meus melhores amigos, acompanhado de sua namorada do momento, uma baixinha de cabelo curto. Dali já fomos (surgimos?) em um show de rock, onde estava rolando um AC-DC (com os próprios), mas, quando percebi, de um ponto de vista totalmente surreal eu era o vocalista, mas, no instante seguinte, o foco e o ângulo de visão mudaram totalmente e já estávamos numa mesa a um canto do palco, bebericando algo, enquanto rolava a música pauleira e Angus Young derretia a guitarra num solo pra lá de memorável.
Daí em diante as coisas ficaram um pouco confusas – se é que já não estavam – e acabei acordando.
Mas o “ponto alto” do sonho foi a namoradinha do amigo meu (não, não trabalhamos com Roberto Carlos), pois ele estava extremamente feliz com ela. Em paz. Aliás, não tinha como não ficar assim perto de alguém como ela. Sabem daquelas pessoas que possuem um bom humor insuportável? Pois é. Essa era ela.
Mal me lembro de seu rosto (aquele rotineiro “efeito névoa” pós-sonho), mas tenho certeza de que era linda. Ou melhor, lindinha. Em termos de comportamento lembrava bastante uma gracinha de menina que esse mesmo amigo já namorou há um bom tempo atrás.
Era uma daquelas pessoas de um tipo especial, pelas quais é fácil, muito fácil, se apaixonar. Mas não estou falando de nada carnal – esqueçam o sexo nesse assunto -, estou falando de uma garota bem resolvida, de bem com a vida, cujas preocupações meramente resvalam em sua pessoa. De risada fácil e extremamente sincera. Com um ar de real curiosidade sobre absolutamente tudo aquilo que você fala ou faz. Com uma simplicidade e uma alegria de viver tão grande que é quase impossível de descrever. Enfim, alguém que não estaria verdadeiramente de corpo presente nesta grande bola de lama à qual chamamos Terra.
Já sinto saudades dela.
Na prática, sinto saudades de todas as pessoas que já conheci (e as que ainda não) e que também são assim.
Tem muita gente assim no mundo – não são necessariamente difíceis de encontrar. Depende de onde você está. De onde você vive. Estuda. Ou trabalha.
E esse é o ponto.
Apesar de eu ter a felicidade de trabalhar com pessoas maravilhosas (e não, isso não é uma rasgação de seda – é fato), sendo um órgão público, tem muita gente, mas MUITA GENTE MESMO, que destila fel em vez de mel. Pessoas cujo caráter é totalmente o avesso dessa menina que acabei de descrever. Por poucas que sejam, têm amargura suficiente para puxar todos a sua volta abaixo da linha d’água, nos envolvendo no redemoinho de conflitos que suas vidas se tornaram – por opção própria. Não conseguem ver beleza, alegria ou sequer esperança ao seu redor. Apenas um dia após o outro. E outro. E outro. E assim por diante.
E, por mais que não se queira, por mais que se combata, isso acaba nos contaminando. Bem devagarinho. E, em lenta intoxicação, quando menos se percebe, já começamos a ver o mundo com os olhos de pessoas como essas.
Ou seja, num ambiente como esse que descrevi é extremamente difícil encontrar Gracinhas como a de meu sonho. Não é um ambiente nada propício para sua existência ou seu florescimento. Talvez até existam, mas certamente não fazem parte de meu dia-a-dia.
Isso me fez recordar de uma tia de minha ex-esposa. Certo dia fomos à sua casa, de moto, numa pequenina cidade vizinha, e lembro-me que a sensação foi como a de conhecer um furacão encarnado numa pessoa. Sentados à uma grande mesa no quintal – onde ela fazia salgados “pra fora” – comentamos de uma bebida que havíamos tomado num bar no dia anterior – abacaxi com champanhe. Foram apenas alguns minutos até ela arranjar um abacaxi e uma garrafa de champanhe e fazer a mesma bebida só para experimentar. Ela era uma pessoa um pouco como a Gracinha, algumas fagulhas nesse sentido centelhavam dentro dela. Para se ter uma idéia, apesar da idade não deixava de frequentar um bailão toda semana. Quantos anos tinha? Cinquenta? Talvez sessenta? É difícil avaliar a idade de alguém quando se é bastante jovem – mas vai ficando mais fácil na medida em que chegamos quase lá…
Mas, enfim, talvez tudo isso seja apenas um pouco de minha boa e velha rabugice que resolveu aflorar. Ou talvez um sinal de incômodo por estar acomodado – pois sempre dei guinadas em minha vida, em média, a cada quatro anos, e onde estou já tem uns oito. Não que eu não goste do que faço – amo meu trabalho! – mas num devaneio escrito como este muitas vezes constatamos o óbvio.
Falta renovação.
Sangue novo.
Gente nova.
E, a exemplo da tia que um dia tive, gente nova não significa necessariamente gente jovem, mas sim gente com alegria sincera pela vida.
Creio que talvez já seja hora de, ainda que continue fazendo tudo igual, começar a fazer tudo diferente…
E torcer para encontrar com alguma Gracinha no meio do caminho!
Diz a velha anedota que o caboclo foi ao médico e recebeu um monte de recomendações restritivas. “Não pode isso, não pode aquilo, não pode aqueloutro, esse muito menos, iihhh – esquece esse aí, então.” O caboclo não teve dúvidas. Deixou de ir ao médico.
Mas a idade vem chegando, os quatro-ponto-zero já se avizinham e um checkup era imprescindível.
E – É LÓGICO – tinha enrosco.
E lá vamos nós de novo com os malditos triglicérides e colesterol – sempre em alta.
Recentemente (2006???) isso já aconteceu. Tá tudo aqui e aqui.
E o que vem a ser essa merda esse distúrbio? Caracteriza-se pelo aumento das taxas sanguíneas de triglicérides, o que pode formar placas de gordura que se acumulam nas paredes das artérias, dificultando a circulação. Normalmente está associado a um aumento das taxas de colesterol sanguíneo (jura?).
Então segue abaixo uma orientação dietética (mas lembrem-se de procurar um médico de verdade!):
Alimentos proibidos:
– açúcar, mel, doces, sorvetes, gelatinas; (ouch!)
– pudim, compotas, frutas secas e cristalizadas; (nem gosto de compotas…)
– roscas, tortas, balas, biscoitos, chocolates; (hmmm… chocolate…)
– massas como: lasanha, caneloni, ravióli; (passo muito bem sem nada disso!)
– pizzas; (CUMÉQUIÉ???)
– farinhas (mandioca, milho, trigo, aveia); (ainda tô pensando nas pizzas…)
– refrigerantes; (fácil, fácil!)
– bebidas alcoólicas.(NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÕOOOO!!!!!)
Alimentos restringidos:
– bolachas de água e sal, de água e torradas; (tá me achando com cara de papagaio?)
– batata, mandioca, beterraba, arroz, macarrão, milho verde; (suuuuuper legal…)
– feijão, ervilha, soja, lentilha, vagem. (será que “feijoada” pode ser considerado “feijão”?)
Alimentos permitidos:
– leite desnatado, café, chá, suco de frutas; (ipi. ipi. hurra.)
– queijos;(tá certo que sou filho de mineiro, mas péralá, né!)
– carnes magras; (sem a gordurinha? que graça tem?)
– óleo vegetal em pouca quantidade; (deve ser pra não ranger…)
– frutas; (que outras frutas existem no mundo além de banana, maçã e laranja?)
– verduras e legumes. (e agora tá me achando com cara de coelho…)
Recomendações:
– utilizar adoçante no lugar do açúcar; (prefiro amargo àquela coisinha insossa)
– praticar exercícios físicos regularmente. (vai esperando, então…)