Singing in the rain!

Ah, eis que finalmente ela chegou!

Tímida ainda, é o que me parece, mas vamos combinar que já é um começo…

Aliás, mal chegou e já não sabe se fica.

Mesmo assim, benfazeja chuva!

E pra comemorar a música não poderia ser outra senão essa: Singing in the rain. De um tempo em que para fazer um filme era no mínimo preciso saber cantar, dançar e – lógico – interpretar. E é deliciosa essa antológica cena em que um Gene Kelly (apaixonado) faz nem mais nem menos do que todos já fizemos alguma vez na vida: curte a chuva, chapinha na água, entra debaixo da calha, enfim, se diverte. E muito. E – vejam só! – tendo como parceiro de dança tão somente um mero guarda-chuva!

Potterianas

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Quem fez parte da Ordem da Fênix original: Alvo Dumbledore, Thiago Potter, Lílian Potter, Pedro Pettigrew, Marlene McKinnon, Franco Longbottom, Alice Longbottom, Gideão Prewett, Aberforth Dumbledore, Dorcas Meadowes, Carátaco Dearborn, Beijo Fenwick, Edgar Bones, Dédalo Diggle, Remo Lupin, Emelina Vance, Elifas Dodge, Estúrgio Podmore, Sirius Black, Rúbeo Hagrid, Severo Snape e Alastor Moody.

Mas alguém saberia quem é quem na foto?…

😀

Shall we dance?

Muito mais que um filme.

Somente assim posso defini-lo…

É o conto de um advogado – bem sucedido, até – estagnado em sua vida, mas que nem se apercebia disso. Seu trabalho, seus filhos, seu dia-a-dia, seu relacionamento. Estagnados. Todos.

Então, eis que um lampejo surge!

Uma alma gêmea? Distante. Presa em sua própria dor. Triste. Solitária. Estagnada.

Munido mais de ousadia que bom senso ou mesmo coragem, ele decidiu correr atrás daquela pequenina chama.

E acabou por se descobrir capaz de, por si só, produzir uma chama muito maior!

Há humor. Há compaixão. Há ternura. Há tensão.

E, a seguir, um dos momentos mais tensos do filme…

 
Mas, como eu mesmo já disse antes, “o mundo é feito de escolhas; toda escolha leva a uma decisão; toda decisão traz consequencias. É bom ter isso em mente…”

E foi necessário que nosso herói descobrisse onde estava para que pudesse descobrir onde queria estar.

E sair daquela estagnação.

E compartilhar sua própria chama…

 
Impossível não se emocionar.

Afinal, “todo mundo precisa de alguém para resgatar e por quem possa ser resgatado”

Enfim, assistam.

Será que ele é?

Esse é o título “traduzido” do ótimo filme In & Out, de 1997, estrelado por Kevin Kline.

Nos últimos dias tenho apresentado para a criançada um pouco de “humor das antigas” (tá, nem tão das antigas assim…). Recentemente já passamos pelos O quinto elemento, Um tira no jardim de infância e, ainda ontem, Será que ele é.

Como já disse antes, nestes dias frios a Sessão Pipoca tem rendido bastante!

Agora, voltando ao filme (que talvez fosse até perigoso se lançado na atualidade, nestes dangerosíssimos tempos extremistas do politicamente correto), imaginem se um pacato professor secundário de uma pequenina cidade do interior, há poucos dias de seu próprio casamento, tivesse uma notícia alardeada por um ex-aluno – e em rede nacional de televisão – de que ele, professor, é… gay! Ainda que todo mundo acredite em sua palavra – desde que ele efetivamente se case – não é difícil imaginar um transtorno após o outro até que ele descubra sua verdadeira sexualidade…

A sequência a seguir (com uma intepretação fenomenal), quando o professor resolve ouvir uma fita de “auto-ajuda para masculinidade”, na minha opinião é uma das melhores – senão a melhor – do filme!

Ah, e um detalhe importantíssimo: tanto a criançada se divertiu com o filme, quanto também acabou rendendo um pequeno discurso paterno aos atentos petizes acerca do que é o homossexualismo e a importância de que não tenham pré-conceitos (e muito menos preconceitos) de nenhuma espécie com quem quer que seja…

Frase de cinema do dia

Isn’t everything we do in life a way to be loved a little more?

Celine
Before Sunrise (1995)

Mas tudo o que fazemos na vida não é uma tentativa
de sermos amados um pouco mais? )

Já fazia um bom tempo que eu tinha esse filme salvo nas catacumbas de meu computador… Mas, não sei dizer o porquê, ainda não o tinha visto. Finalmente ontem sentamo-nos para desfrutar dos maravilhosos diálogos filosófico-existenciais de um casal que teve apenas um dia na vida para desfrutar um ao outro. Ótimo! Sensível, bem humorado, romântico, de uma leveza ímpar!

Chaplin

Bem, na atual conjuntura, tendo emendado as férias com a cirurgia, estando total e completamente confinado em “prisão domiciliar” (não tem outro nome pra se dar quando a gente não tem sequer como se locomover por causa da tala e dos pontos), então, juntamente com os livros que me têm feito companhia – e já estou até colocando em dia aqueles permanentemente quatro ou doze livros em aberto – o negócio é (re)ver bons filmes em casa.

E somente aqueles que gosto/gostei…

Chaplin, de 1992, conta a vida de um dos maiores gênios do cinema, retratada desde a sua infância pobre até o recebimento de um Oscar Especial. O filme foca também suas várias ligações amorosas e os problemas de ordem política, que o levaram a ser expulso dos Estados Unidos. Curioso ver como vários acontecimentos de sua própria vida foram retratadas nos filmes, alguns explicitamente, outros de maneira sutil ou subliminar. E, melhor ainda, ver como eram feitos os filmes de antigamente, ainda na época do cinema mudo, quando os atores tinham não só que saber interpretar como também tinham que ser verdadeiros acrobatas. Fora toda a glamour do início do cinema, em “Hollywoodland”… No papel principal Robert Downey Jr, com as participações (pra ficar só nos famosos) de Dan Akroyd, Anthony Hopkins, Kevin Kline e James Woods.

Recomendo!