Freddie Mercury

Sessenta e seis anos.

Meia meia.

Seria essa a idade que exatamente hoje teria Freddie Mercury – nascido com o peculiar nome de Farrokh Bulsara. Compositor e cantor, cuja fama transcendeu fronteiras no papel de vocalista da britânica banda Queen, Freddie faleceu aos 45 anos de idade, vítima de broncopneumonia. Sim, em decorrência da AIDS.

Essa é a sinopse da sinopse. A Internet tá aí com mil zilhões de coisas mais para qualquer curioso de plantão.

Mas foi justamente a banda Queen, lá na longíngua década de setenta, através dos LPs de meus irmãos, um dos grupos que me abriu os olhos – ou melhor, ouvidos – para músicas de batida forte, muita guitarra e letras, no mínimo, interessantes…

A morte de Freddie Mercury foi uma perda inominável que até hoje impera. Conheço pessoas que choraram copiosamente quando de seu falecimento… Mas essa é a vida: cíclica, como tudo mais. E para que não fiquemos no mero saudosismo, mas – é óbvio – sem deixar o bom humor de lado, vamos a uma das músicas compostas por Freddie na interpretação de um outro grupo pra lá de conhecido.

Ladies & Gentleman, com vocês, Bohemian Rhapsody!

Potterianas

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Quem fez parte da Ordem da Fênix original: Alvo Dumbledore, Thiago Potter, Lílian Potter, Pedro Pettigrew, Marlene McKinnon, Franco Longbottom, Alice Longbottom, Gideão Prewett, Aberforth Dumbledore, Dorcas Meadowes, Carátaco Dearborn, Beijo Fenwick, Edgar Bones, Dédalo Diggle, Remo Lupin, Emelina Vance, Elifas Dodge, Estúrgio Podmore, Sirius Black, Rúbeo Hagrid, Severo Snape e Alastor Moody.

Mas alguém saberia quem é quem na foto?…

😀

Pequenas surpresas

“A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.”

Esse é um “ditado” que sempre ouvi por aí – e do qual também sempre gostei. É a materialização, duma forma mais poética, de outro: “aqui a gente planta, aqui a gente colhe”. Uma bela filosofia. É, na minha opinião, uma espécie de lei universal. Faça o bem, colha o bem. Faça o mal, colha o mal. Simples assim.

Mas o que eu não sabia – e que sinceramente me surpreendeu – é que a provável fonte de tais palavras seria um tantinho quanto mais antiga…

Basta uma pequena consulta àquele livro que provavelmente todos têm, mas que certamente pouquíssimos leram. Não, não. Esqueçam o missal. Estou falando de LER mesmo, como leriam um romance, uma aventura, ou, até mesmo, um livro de poesias. É fato que raros são aqueles que realmente o fazem – ou fizeram…

Hm? Qual livro? A Bíblia, é lógico!

E o trecho ao qual me refiro está lá em Galátas, capítulo VI, versículo 7:

“Tudo o que o homem semear, ele há de ceifar.”

Bonito, não é mesmo?

Aliás, só pra contextualizar: Paulo, em suas pregações, enviou epístolas (cartas) a uma boa parte do mundo antigo – que se encontram reproduzidads na forma de diversos dos livros do Novo Testamento. No caso da Galácia, esta era uma província romana da Ásia Menor e as epístolas às igrejas de lá foram escritas provavelmente entre os anos de 55 e 57 – quanto Paulo encontrava-se em Corinto.

O curioso é que naqueles primórdios nem sempre havia uma distinção clara entre judaísmo e cristianismo. Ou seja, entre os costumes daqueles voltados às tradições do Velho Testamento e daqueles que abraçavam os ensinamentos que viriam a constituir o Novo Testamento. No caso dos Gálatas, tratavam-se de judeus convertidos, que continuavam a observar a Lei Antiga e, por isso mesmo, encontravam-se numa espécie de “crise de identidade cristã”. Paulo lhes escreveu num momento em que o cristianismo corria o risco de perder a força e tornar-se meramente uma seita judaica…