
Na lata!
Vejam esta ótima resposta do Rodrigo Amarante, de Los Hermanos, a um jornalista que sequer fez a lição de casa antes de começar uma entrevista…
Digam-me os profissionais de plantão: por um acaso este seria um daqueles clássicos exemplos de jornalismo irresponsável?
Pepinos…
(Cuidar de plantas nunca foi meu forte. Prefiro deixá-las viver…)

E eis que o pequeno petiz, sabe-se lá como, conseguiu um punhado de sementes de pepino…
Plantou-as.
Em sua casa mesmo, ao pé doutra árvore.
Com zelo, cuidou bem da planta que surgia.
Sua mãe, quando percebeu que a árvore era tomada por toda uma rama que por ela subia e terminava com vistosos e saudáveis pepinos em suas pontas, chamou-lhe a atenção:
– Mas o que é isso? Como você me planta isso bem aqui? Pode tratar de dar um jeito nisso tudo, entendeu bem?
Ele não teve dúvidas.
Fez um belo cartaz e colocou-o na porta de sua casa:
“Vendo pepinos sem agrotóxico. R$2,00 cada.”
Vendo aquilo – e já achando graça – sua mãe ainda tentou argumentar que aquele valor era muito alto, que nesse preço deveria ser então por quilo e não por unidade.
Ele mostrou-se irredutível.
Tinha certeza da saúde de sua colheita.
E não é que o pequeno teimoso realmente conseguiu vender todos?…
Constatações
Pinceladas do dia
(Gostei do colorido!)
Romantismo?
Nostalgia?
Creio que não…
Acho que só ando mais meio sensível mesmo…
Recortei-e-colei daqui.
Engenho Velho
E eis que neste final de semana, além de pegar um cineminha com a Tropinha de Elite (“Zé Colméia” – ainda voltaremos a falar sobre isso…), no domingo fomos todos ao restaurante Engenho Velho, em Santa Branca (caminho para Salesópolis).
Para os que não se lembram, já fomos lá antes – a história está aqui. Mas, na prática, depois de tantos anos sequer a criançada lembrava!
Por isso foi um tanto quanto interessante vê-los (re)descobrir o que já conheciam!
O restaurante continua bom como sempre, as trilhas estão um pouco judiadas pelo excesso de chuvas, segundo o proprietário – que, aliás, é um senhor simpaticíssimo. Dentre outras coisas interessantes (para mim, ao menos) contou-me que toda aquela construção era a sede da fazenda de seu bisavô, da família Porto.
Bem, enfim, foi uma agradabilíssima tarde regada a cervejinhas geladas sob a sombra de uma frondosa árvore…

Uma geral do restaurante.

A frondosa árvore à qual me refei.

Pequeninas flores em primeiro plano, grande casa ao fundo…

Bem que eu queria uma dessas!

Kevin (olhando sabe-se lá para o quê) e Erik.

Olha essa cara de safado!
(Do Jean, é lógico…)

Preparando-se para a trilha.

Primeira “ponte”…

…e segunda “ponte”!

Dessa roda é que vem o nome do lugar…

Flagrante de um encantamento florífero…

Fim de festa! Toca todo mundo pra casa!
Caipirinha do Giba

( Publicado originalmente no blog etílico Copoanheiros… )
Sandino
Primeiramente quero deixar claro que de forma alguma quero profanar este maravilhoso líquido indispensável em dias de sol, chuva, garoa, festejos, tristesas, casualidades, nascimentos, aniversários, falecimentos… enfim… é pra toda obra!
Há alguns meses atrás, numa das escapadinhas para o “fumódromo”, estava proseando com um colega, o Giba, e o assunto, evidentemente era a tal loira, que com suas andanças por aí no mundo descobriu novas maneiras de saborear a tal.
Previniu-me caso eu vá ao Chile, que compre cerveja e gele eu mesmo, pois vão entregar ela quente, tirada do engradado no chão mesmo, e caso eu peça ela gelada, é possível, após me olharem com uma cara de curiosidade, lascarem umas pedras de gelo dentro do copo.
Uma outra dica que o colega me passou, e fiquei muito ressabiado a princípio, foi uma tal de “Caipirinha de Cerveja”. Assim como alguns de vocês, tive a mesma reação de ansia na hora, não, não de ansiedade, é a de vômito mesmo. Onde já se viu? Caipirinha? Cerveja?
Mas por fim minha curiosidade foi maior do que meu preconceito, então chegando em casa “arrersoví esprementar”, e fiz mais ou menos assim:
Preparando-se pra preparar a bagaça:
1 Limão
1 Lata (padrão) da loira, não serve aquelas “inhas” de sei-lá quantos ml
1 Tanto de açucar
1 Saleiro Grande (com sal dentro), não serve aqueles saleiros de mesa, você vai enfiar a boca do copo dentro do saleiro
1 Faca
1 Negócio pra amassar o limão e misturar as coisas
1 Jarra pra preparar a bagaça
X Copos, lembre-se que a boca deles tem que entrar dentro do saleiro, então guarda essa caneca da OktoberFest 1998
Preparando a bagaça:
Aqui, eu uso uma técnica mais “suave”, já que não tenho o “Negócio de amassar limão” e não quero perder tempo procurando algo genérico, simplesmente espremo o limão como se fosse fazer um suco, lasco açucar e misturo. Mas se você tiver ele a mão, faça do jeito tradicional, pica o limão, joga dentro da jarra, joga acuçar pra cobrir ele e amassa com o “Negócio de amassar limão”.
Depois de feita a meleca, cuidadosamente, utilizando a técnica da cerveja sem colarinho (deixe a jarra/copo na diagonal, e vá despejando cuuuuuidadosamente a cerveja). Se quiser dê umas goladas nela pura, eu nunca resisto e sempre faço isso. E misture com todo cuidado.
Agora, o que eu acho que é um dos pontos marcantes, pegue o copo, umideça a borda e encoste ela no sal. Por favor, me diga que você fez isso antes de enche-lo, certo? ahn… Ok, tente de novo… Mas dessa vez com ele vazio.
Depois disso é só encher o copo e curtir essa versão de caipirinha, hehe…
ps.: Antes que reclamem de qualquer coisa, ela fica bem suave, mas o que acaba sendo uma ótima motivação para quem diz que não gosta de cerveja por ser “amarga”…

