Impossível


Homem não gosta de mulher que insiste com recados consecutivos, mas também não gosta de mulher que não telefona.

Mulher não gosta de homem que a persegue, mas também não gosta de homem que não a procura.

Homem não gosta de mulher fácil, mas também não gosta de mulher difícil.

Mulher não gosta de homem doce, mas também não gosta de homem rude.

Homem não gosta de mulher que fica com muitos, mas também não gosta de encalhada.

Mulher não gosta de mulherengo, mas também não gosta de travado.

Homem não gosta de ser questionado, mas também não gosta de ser esquecido.

Mulher não gosta de ser contrariada, mas também não gosta de gente passiva.

Homem não gosta de estardalhaço, mas não adia uma bagunça.

Mulher gosta de estardalhaço, desde que não vire bagunça.

Homem não gosta de ser debochado, mas também não suporta ser levado sempre a sério.

Mulher não gosta de brincadeiras sem graça, mas não admite a ausência de brincadeiras.

Homem não gosta de fofoca, mas é o primeiro a contar as novidades aos amigos.

Mulher gosta de fofoca, mas deseja preservar sua privacidade.

Homem não gosta de jantar na casa da sogra, mas também precisa dela.

Mulher não gosta de ser comparada com as antigas namoradas, mas também quer saber todos os detalhes.

Homem não gosta de ser surpreendido, mas também não gosta de saber antes.

Mulher gosta de um mistério, mas com aviso prévio.

Homem não gosta de comprar lingerie, mas também é o primeiro a criticar a que ela está usando.

Mulher ama comprar lingerie, mas também é a primeira a dizer que a incomoda.

Mulher prefere calcinha bege, não aparece com a roupa.

Homem abomina calcinha bege, aparece demais quando ela tira a roupa.

Homem não gosta de discutir relacionamento, mas também não gosta do silêncio.

Mulher gosta de discutir relacionamento, mas odeia chorar no meio da briga.

Homem não tolera filmes românticos, mas não desilga quando reprisados na tevê.

Mulher não tolera filmes de ação, mas também é um alívio não pensar muito.

Homem tem dificuldades para se declarar, mas faz o impossível para ser denunciado.

Mulher espera declarações, mas não quando está se arrumando.

Homem reclama dos atrasos, mas também detesta quem chega antes.

Mulher odeia a impaciência do homem, mas também se enerva com a letargia.

Homem não resiste a um videogame, mas também não deseja ser chamado de criança.

Mulher abusa dos diminutivos, mas também diz que cresceu.

Homem pede desculpa quando machuca, mas não aceita desculpa quando machucado.

Mulher se desculpa antes de errar, depois não se lembra.

Mulher desvia o assunto quando se desinteressa, mas não gosta que não prestem atenção nela.

Homem não gosta de ser interrompido, mas vive interrompendo.

Homem não gosta de unhas vermelhas, mas fica excitado com elas num filme pornô.

Mulher gosta de unhas vermelhas porque detesta filme pornô.

Mulher anseia pelas flores, mas nunca tem um vaso para colocá-las.

Homem gosta de mandar flores, mas desiste na hora de escrever o cartão.

E ambos não gostam do meio-termo.

Carpinejar

A vida na gaiola

Thomaz Wood Jr.

O trabalhador do século XIX foi, tipicamente, um agricultor, labutando ao ar livre e sofrendo a ação das intempéries. O trabalhador de parte considerável do século XX foi, tipicamente, um operário, labutando em uma fábrica e sofrendo com o calor, o ruído e o ritmo da linha de montagem. O trabalhador século XXI é, tipicamente, um ser dos escritórios, labutando de sol a sol com um computador à sua frente e dezenas de colegas ao seu redor.

Do fim do século XX para as primeiras décadas do presente século, a arquitetura dos escritórios mudou sensivelmente: o crescimento das empresas e o aumento do preço do metro quadrado nas grandes cidades levaram as organizações a adensarem seus espaços de trabalho. Com isso, as salas deram lugar às baias; as baias deram lugar às células com divisórias e, agora, as células estão dando lugar às mesas comunitárias.

Os modernos escritórios foram projetados para facilitar a comunicação, estimular o trabalho coletivo, fomentar a produtividade e a eficiência. No entanto, não são poucos aqueles que amaldiçoam a vida nas modernas gaiolas corporativas, com o ruído permanente de conversas indesejáveis, as interrupções frequentes de colegas inoportunos, o grasnar de celulares, o martelar ritmado de teclados, o coaxar estridente de cafeteiras e o uivar mecânico de copiadoras.

Por trás da arquitetura aberta há um conceito de gestão. O mundo corporativo tomou como premissa que a inteligência coletiva é superior à inteligência individual, e que trabalhar em grupo é melhor do que trabalhar sozinho. Os gênios solitários que se lixem. A vez agora é dos extrovertidos, dos entusiastas da vida social e do pensamento grupal. Contudo, como alerta Susan Cain, em artigo publicado pelo New York Times recentemente, é melhor ir devagar com o andor porque o santo é de barro. Com base em diversos estudos científicos, a autora coloca em xeque o pressuposto de que a colaboração e o trabalho em equipe tornam as organizações mais produtivas.

Primeiro argumento: algum trabalho em grupo pode ser estimulante e até divertido. Trocar experiências e aprender com a vivência de colegas enriquece a visão que temos da realidade, pode mudar nossa percepção sobre os problemas e até levar a soluções que não imaginaríamos sozinhos. Na prática, trabalhar em grupo significa, porém, participar de reuniões sem rumo nem fim e ser obrigado a interagir com colegas que não têm a mínima ideia do assunto tratado ou que agem exclusivamente em interesse próprio. Além disso, muitos indivíduos, quando atuam em grupos, portam-se como espectadores, mimetizam as opiniões de colegas e acomodam-se à pressão dos pares.

Segundo argumento: grupos frequentemente focam no próprio umbigo e desenvolvem raciocínios viciosos, ignorando perspectivas externas e reforçando o status quo. Eles costumam chegar a soluções de compromisso, que costuram interesses políticos, mas evitam correr riscos e tomar decisões mais duras, que podem ser necessárias em situações de crise.

Terceiro argumento: alguns estudos revelam que o trabalho em escritórios abertos é insalubre, tornando os profissionais mais predispostos a sofrer de pressão alta, estresse e exaustão. Além disso, os torna mais distraídos, inseguros e hostis, e ainda prejudica a produtividade.

Quarto argumento: em geral, as pessoas são mais criativas quando têm privacidade e ficam livres de interrupções. De fato, o isolamento ajuda a mente a se concentrar, induz a momentos de transcendência e facilita a criatividade. Significativamente, muitos profissionais inovadores são seres introvertidos e individualistas. Eles se sentem mais confortáveis trabalhando sozinhos, donos de sua própria agenda e do ritmo de ação.

Que fazer? Voltar ao modelo individualista e á arquitetura de salas separadas é inviável. Susan Cain sugere uma solução de equilíbrio, com ambientes de trabalho que permitam a interação entre os profissionais, porém, lhes facilite momentos de isolamento e reflexão. A autora acerta no diagnóstico, mas é ingênua na solução. Esquece que uma razão (implícita) para a existência de escritórios abertos é o chamado controle social. Ambientes abertos colocam os profissionais em constante situação de atenção.

O escritório do século XXI é uma reinvenção do Pan-Óptico idealizado por Jeremy Bentham no século XVIII: um centro penitenciário no qual os ocupantes estão permanentemente sob vigilância. Juntam-se à arquitetura os modernos meios de informação e comunicação, garantindo que os habitantes das gaiolas corporativas se comportem com o decoro esperado. Criadores, inovadores e empreendedores que procurem outro endereço.

(Publicado na Revista Carta Capital nº 684, de 15/02/12 – p. 63)

“Sonho”

Muita gente sabe o que é ter um sonho e trabalhar por ele.

Muita gente aprende desde cedo que se não tratar de concretizá-lo, ninguém fará isso em seu lugar.

Muita gente sabe o que é chegar bem pertinho e ser obrigado a abrir mão mais de uma vez, pelos mais variados motivos.

Muita gente, com o tempo, com a idade, com as contas para pagar e os filhos para criar, guarda o sonho com cuidado num cantinho acolchoado da vida – não abandonado, não esquecido – protegido de maiores frustrações.

Muita gente desiste.

Muita gente releva.

Muita gente se acostuma.

E o sonho fica lá, cochilando, incomodando cada vez menos.

E a vida segue seu rumo.

De vez em quando, muita gente ouve de outros que realizaram um sonho igual e sente o próprio sonho latejar.

Mas passa.

E em vez de viver para o sonho, muita gente passa a viver para o fim do mês, para a próxima prestação, para mais uma conta quitada.

Com as obrigações, vem o pragmatismo e muita gente se sente culpada até por acalentar um sonho.

O tempo continua passando e, não raro, muita gente passa a viver do sonho de outras gentes que foram aparecendo pelo caminho.

E a trabalhar para realizar os sonhos dos outros.

Eu só sei que muito pouca gente tem o privilégio de um dia, ouvir alguém dizer: “Ei, sabe aquele seu sonho? Aquele, de mais de vinte anos? Pois é. Eu vou realizar.”

Assim.

Do nada.

E, de repente, aquele sonho adormecido transborda com tanta força, que tira muita gente do rumo.

O sonho tira o sono, tira o foco, tira a fome e vai invadindo tudo até que não sobre espaço para mais nada, a não ser para a iminência da realização do sonho.

E eu aqui, em plena segunda-feira, ouvindo acordeons!


Este post não é meu.

Foi originalmente ao ar no finado blog Respira pela Barriga – “Reflexões, aventuras e desventuras de alguém que come com os olhos, fala pelos cotovelos, pensa com o coração e tenta, honestamente, respirar pela barriga” e também (re)publicado por aqui.

Reencontrei-o numa revisão nas entranhas aqui do Legal e percebo o quão atual ele é. Não quero deixar meus sonhos passarem. Não devo. Não posso. Não quero ninguém vindo me falar deste ou daquele sonho que realizei ou deixei de realizar. Corro eu mesmo atrás deles. Aqui. Hoje. Agora.

Mas não sozinho.

Em conjunto.

Em família.

Pois ao menos este é um dos que se concretizou…

Um dia é o suficiente

Um dia.

Bastou apenas um dia.

Um único, mísero e exclusivo dia.

Foi o que bastou para levar todos os músculos de meu corpo a um estado dolorido tal que faltavam-me forças até mesmo para a tosse constante. Mas, na realidade, foi o estado febril a maior dádiva de toda a situação. Me fez meditar e divagar o suficiente para perceber o quanto as ausências são realmente sentidas por aquelas pessoas que realmente importam. Assim como quão poucas são as pessoas que realmente se importam…

E, talvez, justamente por isso, por essa simples constatação, me deu um cansaço muito grande. Me deu preguiça de escrever. Me deu preguiça das pessoas. De muitas pessoas. Daí simplesmente recortei-e-colei daqui.

Apenas alguns se importam…

Desde pequena meu pai me falava que a maioria das pessoas não se importam, realmente, umas com as outras, só quando convêm ou desconvêm umas às outras.

Nos últimos tempos, pelas coisas que vejo e leio, estou vendo, a cada dia, que meu pai sempre teve razão, e eu fui boba em não acreditar.

Algumas pessoas simplesmente são incapazes de enxergar e dar valor às atitudes das pessoas que as amam e, como se isso não bastasse, ainda ferem de morte as pessoas que elas mais amam, mas talvez ainda não tenham se dado conta disso.

Cada pessoa tem a sua própria maneira de amar, e não podemos dizer qual é a maneira certa e qual é a errada, afinal, não existe certo e errado em um mundo com tantas pessoas diferentes, de gênios tão diversos e que carregam dentro de si os mais variados medos e traumas, que influenciam diretamente na maneira de ser, pensar e agir, por isso não se importar não significa não amar, não querer perto, desprezar.

Muitas vezes, só damos valor às coisas quando já é tarde demais, quando o tempo já passou, quando a pessoa amada já partiu ou quando a situação já está crítica demais para ser solucionada.

Isso é uma atitude normal do ser humano, alguns fazem com mais frequência, outros com menos, mas todos nós, pelo menos uma vez na vida, já agimos dessa maneira.

As experiências de vida nos fazem perceber, cada dia um pouco mais, que devemos aprender a agradecer e a expressar os nossos sentimentos às pessoas que nos cercam, pois um dia elas não estarão mais lá e nós simplesmente perderemos o que pode ter sido a última chance de dizer um “eu te amo”.

É muito difícil dar o melhor de si e não esperar nada em troca, afinal, acreditamos que o nosso melhor merece um reconhecimento, pois só nós sabemos o esforço necessário para dar esse melhor, mas, infelizmente, e isso é um fato que não há como ser mudado, encontraremos por nosso caminho pessoas que amaremos muito, que moveremos céus e terras por elas e estas simplesmente agirão como se nada estivesse acontecendo, como se não estivessem vendo nenhum dos nossos esforços.

Algumas destas pessoas acordarão para a vida em tempo hábil, darão valor às suas atitudes e, provavelmente, caminharão ao seu lado por muito tempo; outras continuarão cegas diante da realidade, e só se darão conta de tudo o que você fez e significou para elas quando você já tiver partido, quando já for tarde demais para te reencontrar.

Não importa qual tipo de pessoa você encontrará pelo seu caminho, o que importa mesmo, é que quando realizamos boas ações sempre somos lembrados e valorizados, independente do tempo que isso demore, mesmo que você nunca saiba e nem veja, a pessoa um dia vai se lembrar de você, vai sentir saudades e vai perceber o quanto você a amou. Tudo nessa vida é uma questão de tempo, pois é o tempo que nos traz as experiências e a maturidade.

Às vezes somos adultos, mas agimos pior do que crianças mimadas, mas, acredite, só fazemos isso para nos defender dos nossos próprios fantasmas.

O mais importante de tudo  é dar o nosso melhor  sempre, e não  importa se  o outro não se importa, o que realmente importa é que você se importa, e tudo aquilo que se faz com amor e entrega verdadeira, volta para nós como créditos de felicidade.

Amar é punk

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Eu já passei da idade de ter um tipo físico de mulher ideal para eu me relacionar. Antes, só se fosse diferente (bem diferente). Tivesse um figurino único. Gostasse de minha companhia mais que tudo. Tivesse no mínimo cabelos longos (e, talvez, uma tatuagem). Soubesse andar de salto alto. Que fosse do tipo rebelde. E, lógico, portadora de um grande coração…

Uma coisa meio Angelina Jolie.

Hoje em dia eu continuo insistindo nos quesitos “gostar de minha companhia mais que tudo” e “portadora de um grande coração”, mas confesso que muita coisa mudou. É, pessoal, não tem jeito. Relacionamento a gente constrói. Dia após dia. Dosando paciência, silêncios e longas conversas. Engraçado que quando a gente pára de procurar o “amor da vida”, um amor pra vida da gente aparece. Sem o glamour da alma gêmea. Sem as promessas de ser pra sempre. Sem borboletas no estômago. Sem noites de insônia. É uma coisa simples do tipo: você conhece a menina. Começa, aos poucos, a admirá-la. A achá-la FODA. E, quando vê, você tá fazendo declarações açucaradas igual um pangaré. (E escrevendo textos no blog – ainda que através de indiretas – para que ela entenda uma coisa: dessa vez, caríssima, é DIFERENTE).

Adeus expectativas irreais, adeus sonhos de adolescente. Ela vai esquecer sempre aquilo que você já leu e comentou com ela, mas vai se lembrar sempre que você gosta do seu pão na chapa com muita manteiga (e aquele pingado com um pouquinho de leite frio). Ela não vai fazer declarações românticas e propor jantares à luz de velas, mas vai saber que você está estressado com o trabalho no primeiro “Oi”, te perdoando docemente de qualquer frase dita com mais rispidez.

Ah, gente, sei lá. Descobri que gosto mesmo é do tal amor. Da paixão, creio que não. Depois de anos escrevendo e insinuando sobre querer alguém que me tire o chão, que me roube o ar, venho humildemente me retificar. Eu quero alguém que divida o chão comigo. Quero alguém que me traga fôlego. Entenderam? Quero dormir abraçado sem susto. Quero acordar e ver que (aconteça o que acontecer), tudo vai estar em seu lugar. Sem ansiedades. Sem montanhas-russas.

Antes eu achava que, se não tivesse paixão, eu iria parar de escrever, minha inspiração iria acabar e me tornaria simplesmente mais um dos inumeráveis companheiros ranzinzas e conformados, prontos para deixar de viver aventuras em prol da estabilidade. Mas, caramba! Descobri que não é nada disso. Não existe nada mais contestador do que amar uma pessoa só. Amar é ser rebelde. É atravessar o escuro. É, talvez, mudar o conceito de tudo o que já pensei que pudesse ser amor. Não, antes era paixão. Antes era imaturidade. Antes era uma procura por mim mesmo que não tinha acontecido.

Sei que já falei muito sobre amor, acho que é o grande tema da vida da gente. Mas amor não é só poesia e refrões. Amor é reconstrução. É ritmo. Pausas. Desafinos. E desafios.

Demorei anos para conhecer direito e até mesmo concordar com o Cazuza: “eu quero um amor tranquilo, com sabor de fruta mordida”.

Provavelmente antes, se ouvisse essa música, eu pensaria (e não diria): porra, que tédio!

Ah, Cazuza! Parece que ele sempre soube. Paixão é para os fracos. Mas amar – ah, o amor! – Amar é punk.

 

Esse texto foi recortado-e-colado-e-adaptado do originalíssimo da Fernanda Mello, que – na sua “versão feminina” – pode ser encontrado aqui. Mas, ainda assim, as garatujas acima são tão verdadeiras quanto o original…

 

Sexo? Só se for agora!

Nessas minhas viajandanças pela Internet eu encontro cada coisa…

Por exemplo: O que leva todos a fazerem sexo?

Na realidade é algo simples: porque é bom, todo mundo gosta, é bom, desestressa, é bom, relaxa, é bom, dá prazer e tudo mais.

Já falei o quanto é bom?

Porém não é só isso, sexo é uma das melhores coisas para a saúde no geral (ôpa!), ajudando nos mais diversos aspectos, muito dos quais você nem imagina.

Então fique esperto e saiba o porquê de fazer sexo sempre:

1. Menores chances de ter câncer de próstata, pois fazer sexo cinco vezes ou mais por semana diminui as chances de se ter esse tipo de câncer em um terço. (Meu bisavô precisava ter lido esse texto…)

2. Adios enxaqueca! Sexo frequente melhora a circulação de sangue no cérebro, o que diminui as chances da pessoa sentir dores na cabeça. (Conheço algumas mulheres que precisam ler esse texto…)

3. Sexo é perfeito para perder peso, com ele pode-se perder até 200 calorias facilmente, mas se você preferir pode fazer uma corridinha de 15 minutos, que dá o mesmo resultado. (Correr? Fazer sexo? Difícil escolha, hein?…)

4. Sexo é a melhor arma contra o envelhecimento, pois melhora a qualidade de vida das pessoas, que, menos estressadas, dormem melhor e sentem-se mais dispostas, deixando todos com uma melhor aparência. (Putz! Fudeu.)

5. Para mulheres: sexo previne celulite, pois melhora a circulação. (É do conhecimento até do reino mineral que somente as mulheres é que conseguem enxergar celulite nas mulheres…)

6. Deixa as mulheres mais bonitas. Estudos mostram que mulheres que praticam sexo frequentemente produzem mais estrogênio, deixando a pele lisinha e os cabelos brilhosos. (Hmmm…)

7. Faz bem pra “cuca”, pois existe um grande liberação de adrenalina durante a relação sexual, fazendo nossa cabeça funcionar melhor. (Piada pronta. Não vou me manifestar.)

8. Melhora os sentidos, pois diversos hormônios são liberados durante a relação, mas o grande destaque fica por conta do olfato, que tem sua eficácia melhorada pela ação dos hormônios da prolactina. (Não sei o porquê me veio à mente a música “Mania de você”…)

9. Melhora o famoso colesterol, pois equilibra o bom e o ruim. (Ah! Tinha que ter algum benefício pra saúde também!)

10. Te livra de doenças. Pessoas sexualmente ativas produzem mais imunoglobulina, que melhora o desempenho do sistema imunológico. (Mas é bom não dispensar o condom!)

E aí?

Tá esperando o quê?

😀