Procura-se!

Não, isso não é um trote, um causo, uma piada, nada disso.

O último contato com o caboclo aí de cima foi hoje – 09/09/08, por volta das 6 da manhã – até onde se sabe, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo. Vindo de Curitiba, talvez a rumo de São José dos Campos.

Seu nome é ____, tem cerca de ___ anos, coisa de ____m de altura.

É meu irmão.

Qualquer, repito, QUALQUER notícia, por favor, entrem em contato comigo.

Emenda à Inicial: O fiadaputa (com todo respeito à minha própria mãe) apareceu. Às 19h30min. Já está em sua casa – e bem. Agradeço sinceramente o apoio de todos, quer seja pessoalmente, por e-mail, telefone, mensagens, etc. Graças a Deus não foi nada de mais. Já podemos voltar à nossa (des)programação normal…

UFA!

Desabafos

Eu, sinceramente, não sei o porquê de ainda me surpreender.

Parece que a capacidade do ser humano em tentar tirar vantagem do próximo suplanta – e muito – sua capacidade para tentar fazer o bem.

O fato é que encontrei, jogado na rua, um título a pagar. Estava tudo ali: boleto, ficha de compensação, recibo do sacado e um endereço beeeeem distante do de casa. Achei curioso. Ainda não tinha passado a data de vencimento. Talvez fosse questão de encaminhar para o verdadeiro dono…

Mas, ao ver o teor do “documento” eu entendi o motivo pelo qual o mesmo deve ter sido jogado fora.

O “credor” (com conta no Bradesco, é lógico) se apresenta como uma mera prestadora de serviços. Até onde dá pra suspeitar, deve tratar-se de uma firma que “compra” e “negocia” débitos de terceiros para cobrança. Daí, o infeliz a pessoa – que deve estar com o nome devidamente incluído no SPC/SERASA – faz o pagamento (que poderia ter sido efetuado diretamente junto ao verdadeiro credor) e aguarda pacientemente a “negativação e reabilitação” de seu nome (que também será feita pelo verdadeiro credor, não pela empresa de cobrança).

Ou seja, com o título na mão e, talvez crente de que esteja fazendo o melhor negócio do mundo, o pseudo-devedor paga e dá lucro para esses exploradores da boa-fé alheia.

Por que eu acho isso?

Vejam só a proposta da “empresa”, obtida através não sei de qual matemáGica:

“Seu débito atual é de R$3.416,93.

Seu débito com super desconto é de R$241,76.

Opções de Refinanciamento:
Entrada de R$361,28 + 6 X de R$192,62.”

Daria para alguém em sã consciência levar a sério uma proposta estapafúrdia dessas? Qual a credibilidade de um cálculo totalmente fantasioso como esse?

O problema é que sempre tem um desavisado que cai.

E paga.

E a tal da “empresa” continua fazendo suas cobranças.

E nada muda.

E percebo que o que tem imperado ultimamente no mundo que me cerca é um misto de hipocrisia, arrogância, futilidade e vaidade.

E a já bastante abalada pequenina chama de fé que ainda consigo ter nas pessoas se reduz cada vez mais.

Como já dizia o cantor: “Pare o mundo que eu quero descer!”

Aviso aos navegantes

Péraê gente! Tenham calma. Ainda sou eu mesmo…

Mudança de servidores, transferência de arquivos, atualização do WordPress, travamento de uploads, reconfiguração da base de dados, ressaca, dia dos pais, Olimpíadas, conflito entre URSS e a Geórgia, surgimento de manchas solares, reversão da teoria do Big Bang, enfim, zilhões de coisas (des)contribuíram para esse visual franciscano do site.

Mas ainda tá tudo por aqui, em algum lugar, a salvo nas catacumbas de meu computador.

Ou seja, já, já voltamos à nossa programação anormal de sempre…

Por hoje tenho que dar um tempinho, pois sou eu quem tenho que cozinhar pros sogros, cunhados, pais, Dona Patroa e pra Tropinha de Elite!

Tá, vá lá. É só um churrasquinho…

Mas disso eu (acho) entendo!

Vida longa e prosperidade!

E paciência…

Vamprapraia?

E eis que este urbanóide tecnófago antropofágico, a mando a pedido da Dona Patroa, partiu com toda a Tropinha de Elite para a praia neste último final de semana.

Não sei por qual motivo eu costumo reclamar tanto de praia. Talvez seja por causa desta minha tez moreno-hipoglós… Mas o fato é que até que estava bom! Segue uma foto para vocês verem como é possível se divertir numa praia – por mais avesso que alguém possa ser a esse ambiente.

PS1: Se prestarem atenção, dá até pra ver um pedacinho do mar ali no fundo…

PS2: A cerveja era Original, tá!

Wall.e

Gostaria de já ter escrito sobre isso ontem, mas não deu. Então fica o link para o post da Renata, pois, como muito bem colocado, “Vale cada segundo que você passa no cinema e não merece resenhas longas, porque não há palavras para descrevê-lo – mas acho que não é exatamente um filme para crianças, pois um bom background em sci-fi ajuda a sacá-lo melhor.”

Assim, limito-me a transcrever o comentário que deixei por lá, ou seja, “(…) confesso que o filme superou minhas expectativas. Muito dele, apesar de se passar num pseudo-futuro fictício, é bem real e contemporâneo à nossa realidade. Não só no que diz respeito ao lixo e à falta de respeito ao meio ambiente, como também no “isolamento em grupo” em que vivem os personagens – algo já parecido com o que ocorre hoje, quando amigos muitas vezes se comunicam mais por e-mail ou comunicadores que ao vivo e a cores…”

 
Emenda à Inicial: Excelente resenha sobre o filme lá no /* otubo.net */. Vale a pena ler.