Mural

Apesar de estar na correria, ainda assim resolvi dar apenas uma passadinha básica (e bem rápida) por aqui para deixar algumas notas neste mural…

* Jacareí Hoje –  http://www.jacareihoje.blogspot.com – Minha amiga de longa data, a Caroline (Carol para os íntimos) finalmente resolveu compartilhar com o restante dos mortais suas impressões e divagações pra lá de interessantes sobre o mundo que a cerca. Apesar de neófita na área de informática, mas lutando bravamente para superar essa condição, garanto que seu blog merece, no mínimo, uma visita semanal. Aproveitem!

* Projeto 676 – http://www.projeto676.com.br – Eis que, depois de longo e tenebroso inverno, consegui me ajustar para dar continuidade à desventura da reforma daquele bom e velho Opala 79 que comprei já há mais de um ano. Apesar de cronologicamente o blog ainda estar em maio de 2007, venho o atualizando a toque de caixa e, não demora muito, já já estaremos na data atual – garanto que com novas e inesperadas supresas!

* pBlog – http://www.pblog.com.br – Para aqueles que não se contentam em apenas blogar com um teminha básico do WordPress, mas que (assim como eu) gostam de fuçar em todas as possibilidades de formatação e apresentação de um site, taí um endereço legal para se passar de vez em quando. Detalhe: você pode assinar a Newsletter do blog e receber diretamente as suas atualizações por e-mail…

* Licitando – http://groups.google.com/group/licitando – Não só para “treinar” a mão como também para compartilhar um mundo de informações que poderiam ser utilizadas por outros profissionais e curiosos da área de licitações, criei esse grupo de discussões sobre o tema. Estejam à vontade para dar uma fuçada por lá e mesmo para participar desse novíssimo fórum.

A beleza feminina sob a ótica masculina

O texto a seguir é simplesmente ótimo. Delicioso. Desconheço o autor. Recebi da amiga Elaine, de Jacareí, e – já lhes adianto – concordo em gênero número e grau com essa avaliação…

Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher.

Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção.

Não temos a menor ideia de qual seja seu manequim.

Nossa avaliação é visual. Isso quer dizer, se tem forma de guitarra… está bem.

Não nos importa quanto medem em centímetros – é uma questão de proporções, não de medidas.

As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas…

Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo.

As magrinhas que desfilam nas passarelas, seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são retas e sem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não podem tê-los.

Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura.

A elegância e o bom trato, são equivalentes a mil viagras.

A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa.

Os cabelos, quanto mais longos, melhor. Para andar com os cabelos curtos, bastam os nossos.

As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas. Porque razão as cobrem com calças longas?

Lei da natureza… que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulêmica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranquila e cheia de saúde.

Entendam de uma vez! Tratem de agradar a nós e não a vocês, porque, nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas, dita por uma mulher.

Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda.

As jovens são lindas… mas as de 30 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por tantas delas somos capazes de atravessar o Atlântico a nado.

O corpo muda… cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18.

Entretanto uma mulher de 36, na qual entre a roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento ou está se autodestruindo. Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua natural tendência a culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade não se sabota e não sofre); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza.

Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos ‘em formol’ nem em spa… viveram!

O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos.

Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se! A beleza é tudo isto. Tudo junto!

Por que messs?…

Mochila Knapsack preta de lona. Régua T. Réguas e esquadros da Desetec. Compasso Kern. Lapiseira 0,5 Pentel. Canetas nanquim. Papel vegetal. Folhas A4, A3, etc. Pranchetas. Peças diversas. Planta, elevação e perfil. Perspectiva. Projetos completos. Na época sequer considerávamos a utilização de AutoCAD (versão 10, para MS-DOS) – isso era coisa de grandes escritórios.

Sim, caríssimos, antes de ser advogado eu já era desenhista técnico mecânico.

Bons tempos de CDT e ETEP…

Hoje, vendo essas pilhas de processos na minha frente, tendo como missão precípua simplesmente tentar resolver problemas dos outros (e acabando por atrair muitos para mim mesmo), não posso deixar de me perguntar o porquê mesmo resolvi fazer direito…

E meu ânimo prossegue, cinzento como a manhã nublada que deu início ao dia.

Questões existenciais

– Já que os homens são todos iguais, então por que vocês, mulheres, escolhem tanto?

– Por que, algum tempo depois de escolhido, vocês sempre passam a dizer que o caboclo tem tantos defeitos que “no mercado” existiriam outros melhores?

– E depois, tendo voltado “ao mercado” e conseguido outro, teimam em dizer que “o antigo” tinha esta ou aquela qualidade insuperável?

Sinceramente?

Não consigo entender…

No apagar das luzes

E eis que chegamos ao último dia do ano!

Estamos a apenas algumas horas do Réveillon (é, eu também achei esquisito, mas é assim mesmo que se escreve) e resolvi dar uma passadinha por aqui para uma rapidinha – a última de 2007.

A bem da verdade já há alguns dias venho ruminando o que escrever no dia de hoje…

Primeiro pensei em fazer uma espécie de retrospectiva pessoal do ano que passou, os fatos marcantes, os grandes acontecimentos, as melhores histórias, etc. Percebi que não teria assunto para nem meia dúzia de linhas…

Então imaginei algo mais zen, falar sobre as grandes novas amizades que surgiram no decorrer desse ano, sobre aquelas que se consolidaram, bem como aquelas que continuam marcantes, apesar da distância e da falta de contato. A redescoberta de parte de minha própria família – tanto os que estão longe quanto os que estão perto – foi uma constante nesse período. Mas isso tudo é algo por demais intimista, que diz respeito ao carinho especial que tenho por cada um de meus amigos e amigas (quer sejam parentes ou não), e resolvi deixar isso de lado.

Pensei em dar uma repassada pela política. Cogitei em falar sobre tecnologia. Quase escrevi sobre música. Família. Crianças. Software livre. História. Genealogia. Língua portuguesa. Causos – jurídicos ou não. E(in)volução da legislação.

Tudo isso bailou em minha mente, mas nada se fixou.

Pensamentos que fluíram como folhas que rodopiam correnteza abaixo num pequeno e límpido riacho…

Pois é.

Já é a trigésima oitava vez que atravesso de um ano para outro. Acho que não tenho mais expectativas mirabolantes sobre o ano vindouro. Não é o simples encerramento de um ciclo solar que vai fazer com que um ser humano mude por completo seu caráter, sua personalidade, seus planos, seus anseios ou sua capacidade de dar com os burros n’água.

Pensando bem, creio que sequer lembro-me de meia dúzia ou mais passagens de ano. Assim, dos detalhes, ao menos. A maior parte – tenho certeza – foi em família. Qualquer que seja, minha, de outros, a antiga, a atual, mas em família.

Particularmente, tenho carinho especial por uma que passamos a três: eu a Dona Patroa e o filhote mais velho (único à época) – ainda baila na lembrança a carinha sorridente dele com toda aquela festança colorida só nossa…

Noutra oportunidade – creio que no ano anterior – estávamos também nós três em plena praia vendo a queima de fogos, milhares de pessoas (eu disse milhares de pessoas) perambulando para todos os lados e quem encontro? Meu amigo, compadre, companheiro e sócio Luisinho. Se tivéssemos combinado, não teria dado tão certo!

Muitas vezes passei com amigos. Muitas vezes na balada. Pelo menos duas (ou três) tenho certeza que fiquei zanzando sozinho pelas ruas da cidade, sem vontade alguma de participar de nada daquilo.

Mas, para quem ia dar apenas uma rápida passada, já estou me estendendo por demais. A Dona Patroa já está pressionando para sairmos e ainda preciso me trocar.

Então fica aqui uma simples pergunta para quem quiser ou ousar responder: alguém realmente se lembra de todas suas passagens de ano? Qual a melhor? Qual a pior? E que tal foi essa última, então?

Tá, eu sei, não foi apenas uma pergunta – mas vocês pegaram o espírito da coisa!

Pois bem, crianças, volto em 2008. Provavelmente mais pro final da semana…

Boas festas a todos!

Correndo, correndo, correndo

Quem disse que final de ano é época de descanso?

O fluxo de trabalho anda batendo recordes, o ponteirinho da pressão passou da margem vermelha de segurança, o vapor já começou a apitar e sair em disparada pelos ouvidos e a coisa não para.

Apesar da pertinaz ajuda das minhas meninas (as advogadas e a estagiária que trabalham comigo), já estou antevendo o momento em que elas vão acabar me tocando da sala, tal é o mau humor que venho demonstrando por estes dias…

A elas só posso pedir paciência. Tudo passa. Tudo tem limite.

Para deixá-las um pouco em paz (e livres de minha presença) hoje vou pra Capital (do Estado, não do País) para uma daquelas reuniõezinhas básicas. Além de lhes dar sossego, também vai servir para dar uma espairecida na cabeça…

Isso porque a parte divertida da coisa é que vou acompanhar o amigo Bellini para resolver um perrengue de um convênio. Ele é tenente-coronel da polícia militar, atualmente na reserva (uma espécie de aposentadoria), e figurinha ímpar no pedaço. Sempre vestido de preto da cabeça aos pés, com um longo rabo-de-cavalo que se contrapõe à calvície do topo, amante de um bom e velho rock pesado, de temperamento forte mas com um coração de ouro, possui assunto e disposição pra qualquer proseio que se possa imaginar. Em suma, é daquelas figuras antigas de cujo estofo se forjam lendas.

É. Apesar da correria, parece-me que talvez o dia de hoje possa vir a ser um pouco mais calmo…

Questão de ódio – IV

Acho que nem preciso mais lembrar que simplesmente odeio o Santander-Banespa. Já falei disso disso por umaduas e três vezes.

E agora estou MUITO bem acompanhado… TODA a população de uma cidade – vejam só!

Conforme já foi noticiado e como também fiquei sabendo por fontes pra lá de fidedignas, a agência do Banespa de Igaratá (diga-se de passagem, o ÚNICO banco da cidade) simplesmente vai fechar.

Nem é preciso dizer o quanto o povo de lá deve estar indignado com essa situação. Só pra se ter uma idéia, a agência bancária mais próxima fica a nada menos que uns vinte quilômetros da cidade!

Então, caso vocês, caros leitores, ainda tivessem alguma ínfima esperança de credulidade de que essa implicância seria algo pessoal, agora já podem repetir comigo (e com todo o povo de Igaratá):

“O-DI-A-MOS-O-SAN-TAN-DER-BA-NES-PA!”