Trabalho, trabalho, trabalho…

Sabem todos aqueles problemas que, na sexta-feira, você tinha pensado terem ficado para trás e só voltariam a incomodá-lo na segunda-feira?

Pois é.

Quando menos se espera, eis que a segunda-feira chegou.

E os problemas de sempre rastejam para fora de suas cavernas e, um a um, nos atacam com força redobrada…

Ah, meu São Jorge… Dai-me forças!

In Vino Veritas

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( Publicado originalmente no blog etílico Copoanheiros… )

Adauto de Andrade

O original tá aqui.

A dica foi encontrada lá no Twitter.

Fico pensando o que o “Seo” Antonio Bicarato (sim, o Sênior) diria disso…

😀

Estudo sugere que vinho caro é desperdício, pois consumidor não nota diferença

Vinhos mais baratos podem ter o mesmo efeito em termos de paladar que garrafas mais caras, segundo um estudo britânico.

No total, 578 pessoas participaram de uma degustação às cegas durante o Festival de Ciência de Edimburgo, na Escócia, e só na metade dos casos conseguiram identificar quais eram os vinhos caros e quais eram os mais baratos.

Eles experimentaram diversas variedades de vinhos tintos e brancos com preços menores que 5 libras (R$13) e outras safras consideradas superiores vendidas a preços entre 10 e 30 libras (R$ 26 e R$ 78). Na degustação, também havia garrafas de champagne de 17 libras (R$ 44) e de 30 libras (R$ 78).

Os participantes tinham de dizer, então, quais eram os vinhos baratos e quais eram os caros. Mesmo sem saber a resposta, eles teriam 50% de chance de acertar. E foi exatamente isso o que aconteceu.

A conclusão, para os pesquisadores da Universidade de Hertfordshire, é que muita gente não consegue distinguir os vinhos pelo paladar e pode estar pagando mais caro apenas pelo rótulo.

“Estes resultados são impressionantes. As pessoas não conseguiram notar a diferença entre vinhos caros e baratos, então nesse momento de dificuldades financeiras a mensagem é clara: os vinhos baratos que testamos tinham um gosto tão bom quanto as garrafas caras”, disse o psicólogo Richard Wiseman, que conduziu o estudo.

Dia do Beijo

O “Dia do Beijo” é comemorado neste 13 de abril.

Não tenho nem a mais afastada idéia do porquê criaram uma data tão curiosa como essa – mas, frente a tantas outras até mais exóticas, até que não é nada mal…

Diz a lenda que a origem desse dia se deu porque um italiano, um tal de Enrique Porchelo, tinha o curioso hábito de beijar absolutamente todas as mulheres que encontrava em sua vila natal – quer fossem casadas ou não.

Com a tradicional castidade que é peculiar à Igreja, exatamente no dia 13 de abril de 1882, o padre local teria oferecido um prêmio em moedas de ouro às mulheres que ainda não houvessem sido beijadas pelo distinto.

Ninguém apareceu.

Parece que o tesouro está escondido em algum lugar da Itália até hoje… 😉

Bem, para dar um visual mais saboroso a esta curta notinha, vamos a apenas alguns dos beijos mais famosos do cinema (roubartilhado daqui):

De minha parte, vou muito bem, obrigado.

Desde a solução de meus problemas (ainda que essa maldita tampa não feche direito), um dia como o de hoje é uma das coisas com as quais não devo tenho que me preocupar.

(In)Felizmente.

(Apenas uma questão de prefixo, como diria Guimarães Rosa…)