Star Trek 2009

Sim, valorosos trekkers.

Estamos falando de um novo filme de Jornada nas Estrelas.

E não, não serão os antigos protagonistas da série que participarão do filme.

Apesar de saber que muitos “puristas” não vão gostar, pelo material que já vi parece que será bastante interessante. Tá certo que não terá o mesmo charme ingênuo e nostálgico que a antiga série inspirava, mas, com os efeitos especiais de hoje, tem tudo para dar certo, recontando a bem conhecida estória da Enterprise.

A dureza é ter que esperar até o mês de meu próximo aniversário, em 2009, para poder assistir. Mas será uma boa maneira de comemorar minha entrada nos enta!

Eis uma pontinha do filme…

 
Tá, então toma mais um bocadinho!

Sobre o sifu presidencial

Direto lá do Blog do Mino – mas vale a pena dar uma passada lá para conferir o original (pelos comentários)…

Respondo aos navegantes perplexos, ou irritados, diante das reações ao sifu presidencial. Um excelente comentário ao tal discurso de Lula é da autoria de Marcelo Parada, feito na Band na semana passada, não recordo o dia. Parada disse que para uma platéia de artistas e publicitários, o presidente pronunciou um discurso magistral, rico de idéias e muito bem articulado. No entanto, os analistas da mídia prendiam-se ao sifu e esqueciam o resto. Sem contar que, naquele cenário, o sifu era no mínimo perdoável e, de todo modo, suscitara as palmas e a diversão da audiência. Agora, vejamos. Vale a pena surpreender-se ainda com a hipocrisia, a desfaçatez, a mediocridade, a raiva da mídia nativa?

Vinil para todas as idades

E eis que neste último final de semana, embrenhado num centro de cidade já totalmente tomado pelos festejos natalinos, após abrir trilhas estreitas em cerradíssimos ambientes humanos a imaginários golpes de facão, eu e meus dois filhotes mais velhos conseguimos chegar numa clareira onde estava instalado um bom e velho sebo – suave repouso para os diletantes de antiguidades e velharias em geral.

Ali aguardaríamos o sinal celular de fumaça por parte da Dona Patroa, que, com o caçulinha, explorava outras paragens daquela selva urbana.

Fuça daqui, olha dali, esbarra nisso, segura naquilo, tropeça naqueloutro e acabamos indo parar num cantinho da loja cheio de revistas de outrora e, pendurados no teto, discos de vinil de mais outrora ainda.

E, justamente quando eu pensava que já tinha ouvido praticamente de tudo por parte de meus filhotes, o mais velho, apontando para um desses discos, me sai com essa:

– Olha, pai! Ali no teto! Um CD de tocar em vitrola!