Capas, capas e mais capas

De quando em quando acaba aparecendo uma daquelas cópias para avaliação perpétua que não possuem a devida capa para identificar o conteúdo do box. Pensando nisso (e dentro do bom e velho espírito de compartilhamento) foi criado o Capas X. Ainda não tem muita coisa mas é um excelente começo. Mais interessante que isso só mesmo surfando no link dos parceiros. Tão bom (e educativo) quanto!

Emenda à Inicial: Esse blog aí de cima fechou… 🙁 Mas zuzo bem! Tem esse aqui também, o Covers Blog! 🙂

Turma da Mônica Jovem

Uma das minhas lembranças mais antigas no que diz respeito a quadrinhos me remete diretamente à Turma da Mônica. Costumávamos ir na casa de meu bisa e lá havia uma espécie de hall onde sempre tinha alguns jornais da semana. Ávido eu procurava pela Folhinha (era esse mesmo o nome?) para poder ver aqueles desenhos que me agradavam tanto. Sim, ver, pois eu sequer era alfabetizado…

Mais tarde, ainda na infância, o vizinho de meu pai abriu para mim as portas de um tesouro. Em sua garagem haviam prateleiras e mais prateleiras de revistas e gibis dos mais variados tipos. Suas filhas haviam crescido, eram adolescentes, e aquilo já não lhes importava mais. Não sei dizer quantas horas eu devo ter passado dentro daquela garagem (pois ele, sabiamente, não permitia que as revistas saíssem de lá) onde lia revistas do Tio Patinhas, Pato Donald, Mickey, Gasparzinho, Riquinho, Brasinha, O Gigante Miudinho e, claro, Turma da Mônica. Ainda em suas primeiras estórias.

Mas o tempo passou e eu fui criando mais outros gostos por leitura. Sim, outros, pois sempre que tive oportunidade não deixei de dar uma boa lida nas revistinhas da Turma. Mas minhas preferências definitivamente passaram para outros tipos de literatura quadrinística, donde posso citar o apreço por determinados desenhistas e personagens da revista MAD (Aragonés, Don Martin, Spy x Spy, etc), Conan, o Bárbaro (desde que nas mãos de Buscema), todas as revistas do Asterix (ferpeitamente óbvio!), a linha de heróis da DC Comics, bem como a linha Vertigo – com uma predileção por estórias do Sandman e de John Constantine.

Ou seja, os chamados “quadrinhos adultos”.

A Dona Patroa sempre disse que no Brasil ela sente falta de uma linha de gibis para as diversas faixas etárias. Segundo ela, no Japão (lembrem-se que ela morou lá por quatro anos), existem revistas para todos os gostos, passando por todas as idades, desde bebês até idosos. Aliás, uma das linhas mais fortes seria justamente a de adolescentes. Mas no Brasil ela só consegue identificar revistas para crianças ou para adultos – sem meio termo!

Mas, voltando à Turma da Mônica, hoje, quase quarentão (eu disse quase!), cabe a meus filhos a leitura dessas revistas sempre que podem. E de vez em quando também pego para dar uma lida e lá estão todos os personagens de minha infância e mais outros que foram criados e ainda alguns que foram “modernizados”.

Destes a modernização mais óbvia coube à Tina, que antigamente era nada mais nada menos que uma adolescente bicho grilo, cabelão comprido e liso, camisetona listrada surrada, um medalhão hippie no peito, e que vivia suas desventuras com o Rolo. Nas revistas de hoje – talvez tentando atingir um público adolescente – ela virou uma espécie de “cocotinha” (ainda se usa esse termo?) e o Rolo um belo dum paquerador!

E a Turma da Mônica? Continuam com seus aproximadamente sete anos de idade…

Ou melhor, continuavam!

Isso porque o Maurício de Souza acabou de criar a “Turma da Mônica Jovem”. Ainda continuam existindo os quadrinhos tradicionais, mas percebe-se nessa nova linha uma espécie de experiência para chegar justamente nos adolescentes. Foi adotado o estilo mangá – o que já vinha acontecendo usualmente em algumas cenas das demais estórias – e nesse início as personalidades ainda parecem estar sendo redefinidas. A Mônica abandonou o eterno vestidinho vermelho, o Cebolinha tem mais que cinco fios de cabelo e passou a pronunciar todos os “erres”, a Magali aprendeu a dominar seu super-ultra-mega-blaster-advanced-plus apetite descontrolado, e o Cascão passou a tomar banho (!!!!!!). Também estão lá o Franjinha, agora simplesmente Franja; o Anjinho, que adotou o codinome Céu-Boy (qualquer semelhança com o personagem HellBoy com certeza não é mera coincidência); o Louco, não tão louco mas agora professor na escola da Turma; e – vejam só – o Capitão Feio (mas com outro título).

Ainda de uma forma muito sutil – mais até do que seria necessário – um pouco de malícia e sensualidade também foi inserida na estória. Mas muito pouco. Tomara que aprendam a explorar melhor essa característica, senão creio que será difícil que atinjam o público-alvo almejado…

Fontes truetype no Ubuntu

Ao contrário do que acontece no EEE-PC, que já tem várias ferramentas for dummies, por melhor que seja o estado da técnica, o Ubuntu ainda tem lá suas limitações.

Uma delas diz respeito à instalação de fontes truetype (ttf) para utilização por seus diversos programas (de texto, imagem, formatação, sei lá).

A solução para isso é proceder com a instalação do pacote msttcorefontsMicrosoft True Type Core Fonts – de modo que você já consegue as fontes mais tradicionais utilizada no M$-Windows, tais como Arial, Times New Roman, etc. Para instalar o dito pacote, existem duas opções.

Na primeira opção abra uma janela de Terminal (algo como a “janela do DOS”) e digite a seguinte linha de comando, teclando ENTER no final:

sudo apt-get install msttcorefonts

Outra maneira de fazer a mesma coisa é abrir o programa Synaptic, localizar a opção msttcorefonts e marcá-la para instalação. Na realidade o Synaptic faz tudo que o apt-get faz, pois este nada mais é que uma interface gráfica daquele…

Bem, em qualquer dos casos, teremos que o pacote pretendido será instalado. De imediato as fontes já estarão presentes e é possível visualizar especificamente quais são elas vendo o conteúdo do seguinte diretório:

/usr/share/fonts/truetype/msttcorefonts/

Mas e aquelas fontes que você tanto gosta e não estão lá? Como instalá-las?

Fácil.

Basta copiá-las no diretório citado!

Simples assim.

Ou quase…

Acontece que existem dois perrenguezinhos nesse complemento de dica.

O primeiro é que você precisa ter acesso ao diretório criado pelo mstt (dá muito trabalho ficar digitando aquele nome inteiro!), ou seja, tem que estar logado como root. Caso contrário não conseguirá copiar as novas fontes para lá após a instalação do pacote. Uma maneira de contornar mais facilmente (e não ter que ficar abrindo o Terminal ou se logando toda hora como root) é mudar os atributos do diretório – daí você conseguirá até mesmo um simples arrastar-e-colar no modo gráfico. Existem várias maneiras de mudar esses atributos, uma delas é, através do Terminal, digitar:

sudo chown -R nome.user /usr/share/fonts/truetype/msttcorefonts

Bem, isso resolve o primeiro perrengue. Ah, sim. O segundo. Acontece que para “ativar” as fontes novas que você tiver colocado nesse diretório é necessário refazer o cache das fontes (ou seja, a vaga memória do bichinho). Para refazer o cache, você também tem várias opções, a maioria delas envolvendo o reinício de processos – e até mesmo da máquina. A maneira mais direta de fazer isso é também através do Terminal:

fc-cache -f -v

A opção -f força uma varredura nos diretórios e a opção -v mostra o resultado na tela.

E pronto! Fontes disponíveis para uso!

Existem várias dicas complementares na Internet, mas essa receita aí de cima só foi possível graças a alguns ingredientes específicos que fervi no caldeirão – vindos dos blogs (e comentários) do Tales, Cadunico, Siriarah e uma pitadinha do FranciscoLima.

Valeu, pessoal!

Condenação advocatícia

Contribuição do amigo e copoanheiro Evandro, que nos brindou com esta pérola oriunda da 12ª Vara do Trabalho de Vitória, ES, processo n° 00545.2008.012.17.00-9 – AID. Basicamente trata-se de uma ação ajuizada por um advogado, o qual pleiteou na Justiça do Trabalho uma indenização por danos morais sob argumentação de que entendia violado seus direitos quando da paralisação, por três dias, do sistema de transporte urbano em função de greve promovida pelo sindicato da categoria.

E, é lógico, levou na cabeça!

Fábio Eduardo Bonisson Paixão, o magistrado, em magistral sentença de 10/07/2008, não só rechaçou o absurdo pedido, como ainda condenou o chicaneiro num total de R$190.900,00!

Eis um dos trechos mais interessantes da sentença:

DO COMPORTAMENTO PROCESSUAL DO RECLAMANTE

Ontem, quando este Juízo folheou os processos da pauta de hoje, ficou intrigado com os termos da petição inicial.

Interessante o pedido inicial de indenização de R$830.000,00, deduzido por advogado, que se sentiu desonrado moralmente pelos distúrbios ocasionados pela greve capitaneada pelo sindicato dos rodoviários recentemente.

Este Juiz tem aversão aos inúmeros processos que vêm fomentando um verdadeiro descrédito da Justiça do Trabalho e do próprio instituto do dano moral.

Sempre que o Juízo se depara com uma ação aventureira, sempre condena o demandante por dano moral qualificado de dano moral processual. É que todo aquele demandado em ação de dano moral sem robusta fundamentação também sofre um dano moral pois é angustiante responder a uma ação de dano moral. Imagine-se o rebuliço que a presente ação não provocou na administração pública municipal.

Tem-se que a ação foi proposta sem que fosse levada em consideração a competência material da Justiça do Trabalho. De outro lado, o pedido de dano moral no importe de R$830.000,00 pela eventual paralisação das atividades profissionais do demandante por 03 dias representa pedido desarrazoado, pois dividindo o valor por 03 dias de 24 horas tem-se que o advogado pretende uma remuneração horária de R$11.527,77.

A estratégia do pedido foi muito arriscada. Levando-se em conta a teoria do jogo, o reclamante arriscou R$190.900,00 (soma do risco processual relativo à 2% de custas, 1% por litigância de má-fé e 20% de indenização por litigância de má-fé) para ganhar R$830.000,00. Melhor teria sido gastar R$1,50 e concorrer aos R$15.000.000,00 da mega sena acumulada. Do mesmo modo, a petição inicial demonstra estratégia equivocada do jogador, pois é regra básica de todo jogo de que a banca nunca quebra e aqui, a pretensão de R$830.000,00 como paradigma para a população economicamente ativa de Vitória que eventualmente tenha ficada inativa nos dias de greve, representaria um prejuízo de trilhões de reais, que para pagamento teria que ser custeado, talvez pelo PIB mundial em vários anos.

Lamentável foi a petição inicial. Reputa-se o autor litigante de má-fé nos termos do art. 17, do CPC, incisos III e V, quais sejam: utilização do processo para obtenção de objetivo ilegal (enriquecimento sem causa) e procedimento de modo temerário no processo.

Aplica-se ao infrator a multa de 1% incidente sobre o valor dado à causa, no valor de R$8.300,00, que deverá ser rateada entre os demandados. Tendo em vista que o próprio autor entendeu que os seus honorários advocatícios para instruir o presente processo até o desfecho final seria de R$166.000,00, condena-se ao mesmo na paga de igual valor, a título de indenização aos demandados, valor a ser rateado entre os demandados. Tais condenações estão baseadas no art. 18 do CPC.

DA GRATUIDADE JUDICIÁRIA

Não há que se deferir a gratuidade judiciária, pois um advogado cuja a hora técnica custa   R$11.527,77   não pode ser considerado pobre na forma da lei.

Entendendo a ressaca

Clique na imagem para ampliar!
( Publicado originalmente no blog etílico Copoanheiros… )

Adauto de Andrade

( Publicado no Legal em 05/12/2005 )

ENTENDENDO A RESSACA – SEJA UM BEBUM BEM INFORMADO

1. O que acontece com o corpo?

Conhece a história do “bateu, levou”? Ressaca é isso. Uma resposta do organismo a uma agressão que sofreu. Funciona assim: o corpo gasta glicose para metabolizar o álcool. Glicose é açúcar, açúcar é energia. Resultado: a gente fica fraco e sonolento. O excesso de álcool também inflama o aparelho digestivo, faz a cabeça doer, provoca náuseas, vômitos e aumenta a sensibilidade à luz. Enfim, ressaca só não dá pereba.

2. Por que a dor de cabeça é insuportável?

O álcool desidrata o corpo, do dedão do pé ao cérebro. Da seguinte maneira: o etanol inibe a produção do hormônio antidiurético, e a gente faz muito mais xixi. Engoliu cuspe, pronto: é hora de ir ao banheiro. Portanto, a cabeça dói porque os neurônios sentem sede, literalmente.

3. Isso mata ou só é chato pra burro?

A menos que você queira se jogar do 76º andar, ressaca não mata. Todos os sintomas desaparecem em 24 horas. Mas alto lá: se você ficar de ressaca todo dia, também pode acabar com gastrite, pancreatite, cirrose … Aí, sim, não vai durar muito…

4. Por que a ressaca só aparece no dia seguinte?

Porque é durante o sono que o corpo do bebum trabalha para absorver todo aquele álcool que ele botou para dentro. De manhã, com o serviço feito, é hora de disparar os sintomas desagradáveis.

5. Qual a diferença entre ressaca e coma alcoólico?

A quantidade de etanol que o camarada bebeu. Até determinado ponto, ele vai sentir dor de cabeça, vomitar, se arrepender e depois fica tudo bem. Além desse ponto, a taxa de açúcar no sangue cai drasticamente; o coração pode parar de bater devido à inibição que o álcool produz nos centros nervosos do cérebro responsáveis pelos batimentos; o camarada perde a consciência. Resumindo: é encrenca da grossa.

ANTES DA FARRA – A PREPARAÇÃO

6. Beber de barriga vazia é pior?

Muito pior. Ter comida na pança significa que o etanol não estará sozinho na corrida da digestão. O organismo vai dividir as energias entre as duas tarefas, e isso tornará mais lenta a entrada do álcool na corrente sanguínea.

7. Mas comer o quê? Chuchu, rabada, macarrão?

De preferência, alimentos ricos em sal e gordura. Castanha, amendoim, queijo e, para extrapolar, salaminho. O sal e a gordura estimulam a secreção de substâncias estomacais que protegem o estômago do álcool.

8. Tomar uma colher de azeite antes de enfiar o pé na jaca, ajuda?

Azeite também é gordura, portanto ajuda. Então pegue a sua colher de azeite, despeje-a num prato, adicione sal e mergulhe pedaços de pão na mistura. Isso mesmo, igualzinho ao que você faz com o couvert do restaurante.

9. A propaganda diz para tomar um Engov antes e outro depois. Não pode ser dois depois?

Até pode. Um ou dois antes é que não adianta nada. Ainda não inventaram remédio que previne contra a ressaca. Tudo o que existe apenas dribla os sintomas. O Engov tem hidróxido de alumínio, que alivia os males digestivos; tem AAS, que é um analgésico; e tem cafeína, que contrai os vasos sanguíneos dilatados pelo álcool e, assim, diminui o mal-estar.

10. Me disseram que a ressaca de vinho é a pior de todas. Confere?

Não. As bebidas com teor alcoólico mais alto – destilados (uísque, vodca, pinga) – é que provocam maior estrago. Elas são absorvidas mais rapidamente pelo corpo. Por dedução lógica, os fermentados (vinho, cerveja) fazem menos mal, certo? Cuidado: tudo gira em torno da quantidade.

DURANTE O PORRE – CONTROLANDO OS RISCOS

11. Então, o que eu faço para acordar legal amanhã?

O truque é simples e eficiente: intercale um copo d’água entre dois de birita. A água é o verdadeiro santo remédio anti-ressaca. Ela reidrata, dilui o álcool e facilita o trabalho dos rins e do fígado. Sem dizer que também empanturra. Numa pança cheia d’água cabe menos pinga. Trocar a água por suco ou refrigerante também pode. Essas bebidas são ricas em carboidratos, que viram energia e ajudam a metabolizar o álcool.

12. O camarada que fuma enquanto enche o caneco vai ter uma ressaca mais branda?

Pelo contrário, álcool e fumo formam uma dobradinha mais perigosa do que Caniggia e Maradona na Copa de 90. Quanto mais nicotina, menos oxigênio no sangue e mais rápido se dá o processo de intoxicação.

O DIA SEGUINTE – PLANOS DE CONTIGÊNCIA

13. Danou-se. Acordei de ressaca. Por que o gosto de corrimão de escada na boca?

Por causa da desidratação. A boca fica seca e o paladar capta o sabor ácido das substâncias que o estômago despeja para processar o álcool.

14. O que é melhor comer nessa hora?

Alimentos de fácil digestão para não estressar ainda mais o organismo, já detonado pelo esforço de processar o álcool. Os campeões: frutas, para reidratar e repor as vitaminas, e pão, batata e massas, para obter glicose rapidamente e fornecer energia ao corpo.

15. Correr para a academia e malhar feito um louco ajuda?

Falou, Superman… O pobre-diabo do manguaceiro não tem forças nem para ir ao banheiro, quem dera para correr na esteira. E, para fazer exercício, o corpo precisa de glicose – a mesma que está sendo usada na recuperação pós-pé na jaca. Vai querer dividir?

16. Já sei, vou continuar bebendo…

Esse é o truque do alcoólatra. Ele “rebate” a ressaca com outro porre. Funcionar, funciona, porque se cu de bêbado não tem dono, até parece que ele vai perceber que está de ressaca. Se essa é a sua saída, procure os Alcoólicos Anônimos.

17. O que eu faço pro meu quarto parar de rodar?

Repouso. Mantenha a luz apagada, cortinas fechadas e fique deitado. A ressaca aumenta a sensibilidade à luz. Aproveite o momento introspectivo para fazer a mais clássica das promessas: “Nunca mais vou botar uma gota de álcool na boca”. Ressaca que se preze sempre tem que terminar com uma baboseira dessas…

Mensagens de fé

Que atire a primeira caixinha de som aquele que nunca recebeu uma apresentação ou show de slides com aquelas mensagens “pra cima” e aquela musiquinha de fundo “pra baixo”…

Com o ácido bom humor que lhe é peculiar, não é que lá no Ao Mirante, Nélson até mesmo essa peculiaridade mensagística também foi descascada? Segundo ele, o post foi “Para que seja experimentada toda a profundidade deste blog. Alugamos escafandro, derreal a hora.”

Um exemplo:

E também:

Outras mais direto lá no site/blog/portal dele…