De volta ao passado

Noite quente!

Acho que eu nunca comentei por aqui, mas uma das coisas que mais adoro é voltar ao passado. Não no sentido ficcional-científico (existe essa palavra?), de um retorno físico, envolvendo a massa corpórea transportada num túnel volátil aberto no tempo, com a possibilidade de táquions desacelerados e invertidos numa velocidade superior à da luz. Ou seja lá o que foi que J. J. Benitez tenha escrito. Simplesmente viagens ao passado dentro de minha própria cabeça, embalado em lembranças.

Isso me recorda um filme que assisti há muuuuuuito tempo (também me recordo de ter lido o livro), envolvendo na época o canastrão e hoje cult Cristopher Reeve. Se bem me lembro ele fixava toda sua concentração em voltar ao passado para viver uma experiência com uma mulher de um retrato, pela qual se apaixonou, e, no fim da estória, não se pode ter certeza absoluta se ele realmente retornou ao passado ou se foi tudo um mero sonho, um devaneio de uma mente apaixonada.

Mas TODOS os dias quando retorno do trabalho existe um determinado trecho na estrada pela qual passo que fica próximo de um rio, ou córrego, não sei. Ali por perto tem alguma espécie de curral, e muita mata. Como passo de moto sinto nitidamente a alteração de temperatura, fica realmente alguns graus mais frio, e o cheiro que o local exala é uma mistura de capim molhado, de umidade e de curral propriamente dito.

Isso me leva diretamente às mais deliciosas memórias da infância, quando ia ou na casa de minha avó, ou no sítio de um primo de meu pai, onde pescávamos, nos divertíamos, explorávamos, corríamos e desenvolvíamos todas as atividades de uma criança com pés no chão. Não. Nada de contas no final do mês, salário pra se preocupar, stress diário (não, não vou escrever “estresse”), enfim, uma vida saudável que – infelizmente – não volta mais. A não ser que eu ganhe na loteria. Mas como não sou de jogar…

Essas “viagens” que faço de quando em quando realmente me fazem muito bem. Me ajudam a resgatar um pouco do moleque escondido dentro de mim. Ele está lá, debaixo de toda a lógica e racionalidade de minha vida, ele continua escondido, nos labirintos de minh´alma, esperando sua vez de dar uma escapulida e aprontar alguma… De vez em quando o filho da mãe extrapola, e fico eu, todo rubro, tentando justificar seus atos. Ele tem conexão direta com a língua, sem passar pelos neurônios, e quando percebo ele já aprontou das suas.

Mas isso é bom. Gostaria de ter mais controle sobre ele, liberando-o principalmente quando estou com meus filhotes, mas todo mundo que é pai sabe que é MUITO difícil conseguir encarar uma brincadeira animal com uma criançada de um, três e seis anos depois de um longo dia de trabalho. Às vezes até consigo, e a carinha de satisfação que recebo em troca resgata todo o vigor perdido no decorrer do expediente.

É como diz a parte final de um texto que tenho num quadro (talvez amanhã ou depois eu o coloque por aqui). De autor desconhecido e sob o título “O que é um menino”, termina assim: “Mas quando você volta para casa, à noite, de esperanças e ambições despedaçadas, ele pode compô-las num instante com as suas palavrinhas mágicas: ‘Oh! – Papai!’ “.

Em casa já tenho dois terços disso.

Só falta o Jean começar a falar.

😉

Tirinha do dia:
Deus!

Lendo muito e escrevendo mais ainda!

Sáubadu – e ainda vou ter que trabalhar!

Não sei se já disse isso por aqui, mas sou um leitor onívoro e compulsivo. Se eu estiver num ônibus sem nada pra ler e achar uma bula de remédio – ah, é ela mesmo!

Mas, como todo leitor, tem coisas que a gente acaba gostando mais que outras, quer seja no estilo, quer seja na dose do humor, na profundidade, sei lá. Varia de pessoa pra pessoa.

Existem vários sites (não, não adianta, eu jamais conseguirei escrever “saites” – e muito menos “sítios” – site é site e ponto final) que costumo visitar, alguns de notícias, outros blogs, assuntos diversos. Um que volta e meia dou uma passada é o www.renata.org, o site de uma nerd, linuxeira, que tem um senso de humor cáustico e uma visão ácida da vida. Se fosse há uns vinte anos tenho certeza de que ela seria uma punk. Outro que também visito – mais raramente – é o www.jesusmechicoteia.com.br, onde o autor reconta a história da Bíblia de um modo beeeeeem mais atualizado. Diriam alguns, herege até. E a visão pessoal dele costuma ser de exacrar tudo e todos, em especial o “povinho brasileiro”.

Normalmente até me divirto com o azedume desses dois, mas acho que estou ficando velho. E chato, ainda por cima. É certo que não descarto um bom humor negro, nem tampouco uma crítica bem feita, mas tudo que é em excesso cansa. Basta dar uma passeada nas comunidades do Orkut, pois uma boa parte delas diz respeito a odiar alguém, alguma coisa ou alguma situação. Fora as críticas. Dei uma olhada numa comunidade de uma cidade da região e tudo que o povo (da própria cidade, diga-se de passagem) faz é criticar, criticar e criticar.

Mas é aquela velha história: notícia boa não dá Ibope. Basta acompanhar todas essas notícias de escândalos na política: sempre tem alguém pronto a dizer que já sabia que seria isso mesmo, que todos políticos são corruptos, etc, etc, etc. E NEM ME VENHAM FALAR DAQUELA DESNORTEADA DA REGINA DUARTE! O negócio é falar mal da vida alheia, tricotar acerca das mazelas e fraquezas de outrem, colocar o dedo em riste e olhar de esgueio. Ah, sim. Dessa maneira seremos “normais”.

Bem, como a Dona Patroa costuma dizer, eu sou um ET…

Ora, o que tem de melhor no Brasil? O brasileiro. Tudo bem que é o que tem de pior também, mas não é esse o ponto. O ponto é que eu simplesmente NÃO POSSO crer que todo mundo seja assim. Tenho um rol imenso de colegas, inominável de conhecidos, mas meus amigos fazem parte de um círculo bastante restrito. E nesse círculo – garanto – só tem gente de bem com a vida. Sempre que estou a escrever algo acabo pensando num ou noutro, e como irão interpretar minhas palavras. Acho que é por isso que nunca me animei muito com a interatividade desse site, talvez porque não tenha tanta gente assim que leia estas linhas. Mas, SINCERAMENTE, isso pouco me importa.

Não criei esse espaço para atrair a atenção do mundo. Nem mesmo queria que fosse esse pseudo-blog! Tudo o que sempre quis foi escrever em paz, divulgando informações que acho interessantes e dando meu ponto de vista neste ou naquele assunto. Falar das coisas que gosto, tais como direito, história, genealogia, informática, hq, humor, etc. Isso serviu – e continua servindo – pra abrir horizontes e conhecer novas pessoas.

Isso não significa que eu também não tenha lá minha dose de sarcasmo, pois tenho – ah, se tenho! Mas se eu puder falar da Lua e das flores de cerejeira em vez de alguns corruptos e outras desgraças alheias, com certeza é o que farei. Nesse sentido, em termos de popularidade, tenho certeza que meu site estará fadado ao fracasso. Mas, tal qual aquela estória de um palestrante que cansou tanto sua platéia até que ficasse somente um seleto grupo de eleitos para ouvi-lo, também prefiro uma meia dúzia bem selecionada de leitores em vez de centenas de curiosos que não terão nada a acrescentar.

No mais, para todos aqueles detentores de tal condição, um FELIZ DIA DOS PAIS! De minha parte até jogral em coro me parabenizando já ganhei… Lembro-me até hoje quando nasceu meu primeiro filho. Meu irmão, um dos primeiros a nos visitar ainda na maternidade, perguntou-me “Você dormiu bem de ontem pra hoje?”, ao que respondi que sim, ele: “Que bom. Pois saiba que foi a ÚLTIMA NOITE DE SONO TRANQUILA de sua vida.” E não é que o maldito tinha razão? Filho simplesmente não tem idade. A gente SEMPRE vai estar se preocupando com o bichinho, mesmo depois de casado e com filhos. Uma vez pai, SEMPRE pai…

Tirinha do dia:
Deus!

Colocando os assuntos em dia

Quinta – dia do DÊ-vogado…

Sei, sei, eu estava pra lá de sumido… Praticamente dois meses!

Mas vamos a um resumão do que vem acontecendo. Comecei a estudar uma outra linguagem para homepages, de modo a deixar o site – que é bem durão, estático mesmo – um pouco mais dinâmico. Porém, ao instalar em meu computador o Apache, houve um sério conflito com o General Cluster, o que inviabilizou a implantação do PHP, de modo que mandei tudo pra PQP, e continuo editando HTML em TXT. Não entendeu? Por incrível que pareça, faz sentido pra mim…

Pra variar, no trabalho tudo anda mais corrido que nunca. Resolveram abrir as barragens das grandes licitações, de modo que ou eu me viro ou eu me viro. Ainda bem que tenho uma equipe competente que me ajuda bastante. E da qual cobrarei salgados royalties por essa citação gratuita!

Segundo Andy Warhol, no futuro todos teriam seus 15 minutos de fama. Pois bem, semana passada dei uma entrevista de uns 10 minutos para um jornal, falei uns 2 minutos numa rádio e outros 2 em outra. O que nos leva a inafastável conclusão de que ainda tenho 1 minuto de crédito… Aliás, se alguém quiser conhecer como se dá o milagre da transfiguração, onde seu estômago transforma-se em chumbo derretido, e o ar de seus pulmões simplesmente evapora, é bastante fácil. Basta começar a conversar, pelo telefone, com um repórter e, no meio da conversa, ele te avisa que o bate-papo é ao vivo. Experiência própria: não falha!

No mais, para aqueles que não sabem, meu caçulinha já ganhou desenvoltura no seu andar. Do alto de seu um ano e quatro meses resolveu que simplesmente não dá pra ficar parado – “Run, Forrest, run!” E haja energia!

Aliás, o novo filme do Batman, foi simplesmente o máximo. Tá certo que um maníaco por HQs como eu seria até suspeito pra falar. Mas, sério gente, é bom mesmo. Finalmente conseguiram trazer o personagem dos quadrinhos para as telas, deixando de lado aquele Batman surreal dos anos 60 (Adam West e sua bat-barriguinha). O princípio básico do personagem é um cara atormentado diuturnamente pela morte dos pais, o qual abraça a personalidade do morcego para trazer terror ao coração dos bandidos. Batman é a pessoa, e Bruce Wayne – o playboy – é que é a máscara. Trabalharam bem a trama (como no primeiro filme do Homem-Aranha) fazendo com que sua primeira aparição se dê quase no meio da película. Aliás, a cena em que ele levanta o policial corrupto até o alto de um prédio para, literalmente, aterrorizá-lo, é ótima. Enfim, assistam e tirem suas próprias conclusões.

E por que de um desfecho bíblico como esse aí embaixo? Simples. Li “O Código da Vinci”, de Dan Brown, e fui atrás de uma reprodução da pintura original – que está na parede de um mosteiro. Reparem como os pés de Cristo foram tapados por parte de uma porta. E, ainda, na sutileza dos traços de Maria Madalena. Hein? Ah, sim. O livro. Muito bom, também. Daqueles que você simplesmente não consegue parar de ler (“só mais cinco minutinhos”). É bem no estilo do primeiro livro dele, “Fortaleza Digital” – outro bom livro. A impressão que se tem é de um cara que fez uma pesquisa acurada sobre determinados assuntos históricos e conseguiu reuni-los todos numa mesma sinfonia sob a batuta de uma trama policialesca. Hoje começo a ler outra obra do mesmo autor, “Anjos e Demônios” – e tenho certeza de que vou gostar. Um dia a Elaine, dona dos livros, ainda vai querer cobrar aluguel… Mas ela é MUUUUIIIITOOO legal e não iria fazer isso. Né, Elaine?

Cansei. Vou dormir, que amanhã tenho reunião logo cedo. E já estou há umas quarenta horas no ar. Direto. Fui!

Ah! E feliz Dia do Advogado para os nobres causídicos, doutores advogados de direito jurídico…

A Última Ceia - original

Tirinha do dia:
Deus!

Lembrete

Segunda – mais uma noite quente

Lembrete de mim para mim mesmo: “nunca tente escrever um texto se a televisão estiver ligada logo atrás de você”. Principalmente se estiver passando algo como Man In Black II – o qual vou assistir pela segunda vez…

Tirinha do dia:
Deus!

O Papa é pop

Segunda causticante

Já falei aqui de meu quintal? Apesar da preguiça cavalar da última semana, tenho me esforçado em cuidar direitinho das plantinhas do fundo de casa… Um verdadeiro trabalho de formiguinha, mas que vem rendendo frutos. O que antes era apenas um monte de terra com mato, agora já passou a ser um quintal com plantas, pois até eu mesmo já estou aprendendo a identificá-las! Já nem confundo mais maracujá com jiló! E mesmo no trabalho tenho me especializado no trato de samambaias negras e begônias beges…

Ainda estou muito longe da inocência e agudeza de percepção de um Peter Sellers, como em “Muito além do jardim”, mas quem sabe chego lá?

E o Papa, hein?

Particularmente me lembrei da época da morte de Tancredo Neves. Diz a lenda que o mesmo já havia falecido há tempos, mas estavam aguardando um dia de comemoração nacional para fazer sua elegia, o que se deu em 21 de abril. No caso do Papa, não vejo muita diferença, somente que o dia 1º de abril (consagradamente o “Dia da Mentira”) não seria uma data lá muito boa para rememorar o homem.

Curioso que ainda me lembro (tenho alguns flashes) de quando ele iniciou seu pontificado, logo após a curtíssima carreira de seu antecessor, do qual escolheu o nome. Já naquela época os meios de comunicação inundaram o mundo com todos os detalhes de sua escolha. Me pergunto como isso vai ser nos dias de hoje, com a informação instantânea disponível ao redor de praticamente todo o planeta.

Creio que, mais do que nunca, o refrão da música se tornará verdadeiro (“o Papa é POP”), pois a mídia não vai deixar de explorar esse filão, jogando os índices de audiência para estratosfera. A antiga máxima panem et circenses, mais uma vez, se mostrará verdadeira (mas sem a parte do pão), pois o grande segredo do ilusionista é manter o público distraído enquanto faz seus truques. E os políticos brasileiros têm se demonstrado excelentes mágicos de salão…

Tirinha do dia:
Deus!

Assim de sopetão!

Quarta ensolarada (lá fora…)

Ultimamente ando numa busca messiânica de “qualidade de vida”… Acreditem em mim: é MUITO difícil. A gente sempre está envolvido em um zilhão de coisas e acaba ficando pra trás o que verdadeiramente importa. Deixamo-nos levar pelo trabalho, pelo relógio, pelas manias, pela preocupação com a conta-corrente (ah! a conta-corrente…), enfim, por inúmeras coisas que não deveriam nortear nossas vidas. Mas norteiam.

Lembro-me de quando eu era pequeno e meus pais resolviam visitar algum amigo ou parente. Simplesmente íamos e ponto. Hoje em dia, invariavelmente, temos que consultar a agenda, verificar se poderemos sair, consultar via e-mail ou telefone a disponibilidade dos outros, ter certeza de que não iremos “atrapalhar”, etc, etc, etc. Há que se combinar para então executar.

É extremamente comum perdermos contato com pessoas que nos são caras pelo simples fato da existência de uma certa distância física (e quase sempre não é uma distância assim tão grande). Se essas pessoas saem de nosso dia-a-dia ficam relegadas a um segundo, terceiro ou quarto plano.

Ontem mesmo, por uma dessas coincidências inomináveis da vida, encontrei com uma prima que, há muito, queria ver. E não só pelo cunho consultivo-genealógico que desejo esclarecer para minhas pesquisas, mas porque é uma pessoa que eu ADORAVA quando criança/adolescente. Passávamos literalmente horas conversando, sobre todos os assuntos DO MUNDO, e não nos cansávamos. Foi um encontro corriqueiro, num hipermercado, e creio que ficamos quase meia hora papeando…

Ora, será que as cidades andam crescendo tanto assim para perdemos contato com nossos amigos e amigas? Será que não é possível colocarmos como prática comum no nosso cotididano a visita àqueles que nos são caros, juntamente com o trabalho, a escola dos filhos, o clube de final-de-semana, etc?

Por experiência própria, sei que na minha vida acaba se aplicando o “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”, pois eu mesmo, por muitas vezes, não consigo implementar minhas pseudo-filosofias de vida…

Mas (eu e meus ditados…) “a caminhada de mil léguas começa no primeiro passo”! Portanto, aguardem-me, sem prévio aviso, num sábado à tarde para um cafezinho…

Tirinha do dia:
Deus!

Beco sem saída

(Terça (também) chuvosa)

Todos já sabem que sou uma ardoroso fã de HQs (Histórias em Quadrinhos). E, de quando em quando tiro algumas lições interessantes para o dia-a-dia. Para quem se espanta com isso (“oh! ele gosta de revistinhas!”), faço o mesmo comentário que li na Wizard desse mês. Quando o autor ouve algum comentário desse tipo, ele repergunta se a pessoa gosta de cinema. “Claro!” – costuma ser a resposta. Então ele simplesmente alega que, da mesma maneira que ocorre no cinema, com filmes para todos os gêneros, também existem gibis para todos os gêneros, tanto para adultos como para crianças.

Que o diga o recente filme “Constantine”, baseado na linha Vertigo da DC Comics!

Bem, mas não era isso que eu ia dizer. O fato é que lendo uma das histórias que estão sendo republicadas do Lobo Solitário, um dos contos fala a respeito de “becos sem saída”. E tudo no decorrer da estória leva a crer que Itto Ogami, o personagem principal, será encurralado, num verdadeiro beco sem saída. Porém, não só uma, como duas vezes cercado, ele consegue se livrar de ambas as situações, encarando-as da maneira mais óbvia: que SEMPRE existe uma saída. O problema aí é que temos que estar dispostos a nos arriscar o suficiente para encarar essa saída.

Falo disso com propriedade, pois recentemente achei que estava assim: num beco sem saída. Mas, ao parar para analisar completamente a situação, percebi que não era EU quem estava acuado, mas sim que estava ME deixando acuar. Eu estava enxergando a situação sob a ótica do “adversário”, e me colocando exatamente no lugar em que ele queria que eu estivesse – e daí é que advinha sua força.

Ora, ciente disso, ficou fácil avaliar melhor a situação, determinar as (sim, eu disse “as”) saídas possíveis, e decidir pagar o preço. Ou seja, arriscar – mas plena e totalmente consciente das eventuais consequências.

Assim, não tomem isso como filosofia barata (por mais que não tenha custado nada…), pois é uma grande verdade. SEMPRE existem saídas, mas nem sempre estamos dispostos a pagar o preço pelas alternativas vindas dessa saídas.

Tirinha do dia:
Deus!