#fato
Música do dia

E qual seria um dos maiores problema das campanhas eleitorais?
Os “santinhos” que inundam as ruas?
Não.
Isso se limpa.
O horário eleitoral gratuito?
Não.
Isso é até divertido.
A poluição visual, faixas, bandeiras, cavaletes, etc?
Não.
Isso é temporário.
O pior mesmo são os jingles de candidatos a vereador que não têm nenhum senso de noção, de estética, métrica, audição, respeito, direção ou seja lá o que for! Cada um pior que o outro! Cada um mais “inventivo” que o outro! E, pior do pior: essas musiquetas literalmente GRUDAM na cabeça! Transmissão wi-fi, bluetooth, conexão direta com o cérebro! MEU DEUS! E eu me pego cantando as baladinhas mais esquisitas dessa face do hemisfério sem ao menos me dar conta disso!!! É desesperador!!!!!!
Calma.
Respira.
E chega de pontos de exclamação.
O negócio é combater fogo com fogo. Ou, melhor, se considerarmos a minha proposta de hoje, fórfi com lança-chamas…
Enfim, proponho desopilar o cérebro através de boas músicas que tenham o condão de apagar, bloquear, ou, no mínimo, nos distrair o suficiente para – ainda que momentaneamente – esquecer esses jingles!
E, para hoje, pegue a estrada e siga o ritmo…
Ray Charles – Hit the road Jack
Visualisionariedades
Bom dia?

Profecia atemporal

Cadê a boa e velha ingenuidade dessa criançada?
Roubartilhei esse causo lá do Cacá…
Diálogo da mamãe com a filhota:
Filhota: o que é uma profecia?
Mamãe: é quando a pessoa consegue prever o que vai acontecer ainda.
F: como assim?
M: por exemplo, a pessoa vai e diz “amanhã vai chover”.
F: mas isso é o repórter do tempo.
#semmais![]()
Comunicação: a falta de
Rota de fuga
Não me perguntem o porquê, mas essa imagem me cativou. Posso simplesmente me perder tentando imaginar a história por trás da história… Que ferrovia seria essa? Ligava que lugares a que lugares? Quem já passou por ali? Por que encontra-se neste estado de abandono?
E a constante inconsequente pergunta que fica a zumbizar na minha cabeça é: quais pedaços de minh’alma encontram-se assim?…
“Загадочная красота заброшенных железных дорог”
ou
“A beleza misteriosa da ferrovia abandonada”




