Compartilhando música livre (de verdade)

Ah, Remixtures

Já fazia falta um site assim: o WeShareMusic é um portal e agregador de música livre disponibilizada segundo licenças como as Creative Commons. onde podes encontrar uma série de géneros musicais. Apesar da música electrónica ocupar a fatia de leão, podes navegar pelos mais recentes lançamentos na área do HardcorePsicadélico e Industrial.

Para ouvires o disco basta clicares no nome do álbum que tens acesso a um player bastante simples e intuitivo que faz streaming de todas as faixas. Quem gostar do que ouviu, pode descarregar o disco inteiro num ficheiro RAR ou faixa por faixa.

Outra funcionalidade interessante é o top dos 100 downloads mais populares. Existe também um feed de RSS. que permite ficar a par dos novos discos que são colocados por lá sem ser necessário visitar o site. Os responsáveis pelo WeShareMusic estão a incentivar todas as netlabels a disponibilizarem os seus lançamentos no site.

Rhapsody of Fire

Que fique bem claro: em termos de Symphonic Metal, ainda prefiro – de longe – o Nightwish. Entretanto, é lógico que a gente não pode simplesmente se fechar para quaisquer outras possibilidades disponíveis no mercado. Até porque, antes mesmo da melodiosa voz da soprano do Nightwish, conheci o Therion, de batida mais forte, e, mais tarde também fui apresentado ao Epica, este já mais suave.

Fuçando (como sempre), acabei descobrindo o Rhapsody of Fire, uma banda na mesma linha das anteriores, mas que tem um toque mais melódico. E olha que nem é filandesa, é italiana! Tá por aí desde 93, já tendo lançado uma meia dúzia de álbuns, fora os EPs, Singles, etc, etc, etc. Com a ajuda do Ares, meu fiel escudeiro para assuntos downloadísticos, baixei o último álbum completo dessa banda: Triumph or Agony. Apesar de adotar um único tema, é bastante eclético, passando por solos de guitarra, músicas no estilo medieval, metais, violinos, enfim, tá tudo lá.

Na minha opinião?

Vale a pena dar uma conferida!

Head pain

E lá estava eu, pleno sabadão de carnaval, em casa, no meio pro final da tarde, com uma dor de cabeça do TAMANHO DE UMA SEMANA

(Heh… Mais uma que aprendi com o amigo Bellini…)

Daquelas de doer o avesso do olho. De se irritar ao ouvir o tilintar de uma agulha caindo no chão. De conseguir me deixar (muito) mais mau humorado do que já sou naturalmente. E nem era de ressaca! Aliás, até agora ainda não sei o porquê desse perrengue. Mas doía num limite tal de dar até mesmo ânsia de vômito. Pois é. Acho que agora comecei a ter uma leve noção do que seriam as agudíssimas enxaquecas de minha amiga Sheila.

E – lembrem-se – tenho três pequenos pimpolhos em casa. Oito, seis e três anos. Alguém já viu qualquer criança dessas idades participar de alguma brincadeira abaixo dos cento e cinquenta decibéis? Então. Nem eu.

Chamei o mais próximo de onde eu estava. Era o número três (vulgo Jean, o Caçulinha). Apontei o dedo indicador para minha própria testa e supliquei-lhe:

– Filho, pelamordedeus, o papai tá com MUITA dor de cabeça. Tá dodói aqui. Fala mais baixinho, tá?

– Papai tá dodói no chérberu?

– Cuméquié?

– Tá doendo o chérberu do papai?

– Ah, sim. É. Tá doendo o cérebro do papai…

– Então tá. Vou falar baixinho, então.

E lá se foi ele, sussurrando suas brincadeiras para os irmãos em alto e bom tom.

Eu juro que teria rido, se não doesse tanto…

Por que messs?…

Mochila Knapsack preta de lona. Régua T. Réguas e esquadros da Desetec. Compasso Kern. Lapiseira 0,5 Pentel. Canetas nanquim. Papel vegetal. Folhas A4, A3, etc. Pranchetas. Peças diversas. Planta, elevação e perfil. Perspectiva. Projetos completos. Na época sequer considerávamos a utilização de AutoCAD (versão 10, para MS-DOS) – isso era coisa de grandes escritórios.

Sim, caríssimos, antes de ser advogado eu já era desenhista técnico mecânico.

Bons tempos de CDT e ETEP…

Hoje, vendo essas pilhas de processos na minha frente, tendo como missão precípua simplesmente tentar resolver problemas dos outros (e acabando por atrair muitos para mim mesmo), não posso deixar de me perguntar o porquê mesmo resolvi fazer direito…

E meu ânimo prossegue, cinzento como a manhã nublada que deu início ao dia.

Projeto Cidade Digital

O Projeto Cidade Digital prevê que um município poderá ter em toda sua área uma infraestrutura de telecomunicações e Internet para acesso tanto individual (nas casas, escritório, etc) quanto público (escolas, hospitais, bibliotecas, etc), disponibilizando à sua população informações e serviços públicos e privados em ambiente virtual. Um dos objetivos do projeto cidade digital é a universalização do acesso à Internet nas cidades, com tecnologia de ponta e de baixo custo.

As tecnologias utilizadas são: Wi-Max (tecnologia de banda larga sem fio, atua como alternativa às tecnologias como cabo e DSL e deve alcançar até 50km); Wi-Fi (é necessário estar em um raio de ação de um ponto de acesso conhecido por hotspot) e WiMesh (rede composta por várias antenas que, por estarem próximas umas das outras, ampliam a nuvem de transmissão).

Dentre outras vantagens, possibilita:

  • Acesso à Internet Via Rádio – Oferece um salto tecnológico às pequenas e médias cidades que carecem de avanços na área de telecomunicações. Como serviço agregado associa novos recursos além da conectividade à intranet e Internet, como redução de custo com telefonia IP (VoIP) e segurança através de vigilância eletrônica.
  • Rede de Dados – Possibilita a interligação de todos os pontos de presença de cada secretaria ou departamentos administrativos, ofertando uma estrutura de comunicação híbrida, como rádios com tecnologia Wi-Max, capacitando os municípios a proverem melhor prestação de serviços à população através de maior agilidade em seus processos.
  • Inclusão Digital – Permite o desenvolvimento social da população, criando condições de empregabilidade, além de reduzir a violência nas regiões implantadas. Torna-se possível proporcionar economia com a redução de despesas com serviços de Internet, pois a implantação de redes sem fio (wireless) em pontos carentes – que ficam normalmente afastados dos centros da cidade – acaba por se demonstrar muito mais barata e rápida.
  • Telefonia IP – Reduz custos com telefonia e possibilita a prestação de serviços de qualidade à comunidade. Com a tecnologia VoIP uma administração pública pode preparar sua população para os últimos avanços e tendências da telefonia.
  • Monitoramento por Câmeras – O monitoramento por câmeras associado à gerência efetiva de alarmes e análise de comportamento em imagens é um pacote fundamental para um município que pretenda ofertar segurança pública com qualidade.
  • Compatibilidade Total – Todas essas aplicações do Projeto Cidade Digital podem coexistir com outras aplicações, reduzindo custo de infraestrutura e simplificando a instalação e operação do sistema. Além disso, regiões metropolitanas com cidades mais próximas podem se integrar através de conexões de dados, criando corredores de informação, compartilhando bancos de dados, informações policiais, etc.

Enfim, como se vê, muitos serviços podem ser oferecidos para o cidadão através desse projeto, como, por exemplo: Polícia, Bombeiros, atendimento por funcionários da Prefeitura, atendimento de saúde, serviços de emergência, atendimento social ao cidadão, recolhimento volante de impostos da Prefeitura, turismo, bibliotecas volantes, monitoração de segurança, comunicação de voz através da tecnologia de VoIP, etc.

Fontes dessa Bricolagem:
– http://inclusao.ibict.br
– http://www.ongsolidariedade.org.br/Cidade_Digital.htm

FISL 9.0

Quiquéissu???

Fácil.

É o o 9º Fórum Internacional de Software Livre – em 17, 18 e 19 de abril de 2008, no Centro de Eventos da PUCRS, em Porto Alegre, RS.

As inscrições (uai… mas não era “livre”?…) poderão ser feitas pelo site http://www.fisl.org.br até a próxima sexta-feira, dia 1º de fevereiro, por R$83,00 por cada pessoa física. A partir de 2 de fevereiro até o dia 7 de março, o valor da inscrição é de R$103,00; e de 8 de março a 11 de abril, R$123,00.

Legal.

Interessante.

Curioso.

Masssss, particularmente, aguardarei alguma próxima “desconferência” – que, com certeza, deverá ser tanto mais produtiva quanto divertida…